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  #2581  
Old Posted Dec 17, 2015, 11:07 AM
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Propina arrecadada em mensalão do DEM soma R$ 110 milhões, diz Durval



Acusados depuseram na 6ª Vara de Fazenda Pública do DF nesta quarta Delator da Caixa de Pandora falou por 3 h; Arruda e Paulo Octavio negam.


Ouvido no Tribunal de Justiça do Distrito Federal nesta quarta-feira (16), o delator do escândalo da Caixa de Pandora, Durval Barbosa, afirmou ter arrecadado R$ 110 milhões em propina entre 2007 e 2009. Segundo ele, 40% do dinheiro ficava para o ex-governador José Roberto Arruda e 30% com o vice, Paulo Octávio. Barbosa e mais dois investigados – Omezio Pontes e Geraldo Maciel – ficavam com 10% cada. Pontes disse não ter sido citado formalmente no processo e Maciel não foi encontrado pela TV Globo. Arruda e Paulo Octavio negam a acusação.

O escândalo veio à tona em 2009, por meio de uma operação da Polícia Federal. O Ministério Público denunciou os envolvidos pelo crime de formação de quadrilha. Em seguida, os advogados apresentaram uma série de recursos para adiar e desmontar o processo. A estimativa é que tenham sido liberados irregularmente R$ 64 milhões para pagar a empresa Link Net.

O depoimento de Barbosa durou três horas. O ex-governador depôs em seguida. Ele negou ter recebido dinheiro e afirmou que as gravações feitas pelo delator do esquema eram falsas. O advogado dele o defendeu .“Arruda desde o início está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos”, disse Pedro Ivo Veloso. “[Ele está à disposição para] mostrar que tudo isso não passou de uma farsa promovida por esse delator.”

Após a audiência, a defesa de Barbosa negou a possibilidade de que ele tenha forjado vídeos que mostram Arruda repartindo maços de dinheiro. “Não tem como brigar com perícia feita pela Polícia Federal”, declarou a advogada Margareth Almeida.

O empresário Paulo Octavio alegou ser inocente e disse que nunca apareceu nas gravações de Durval Barbosa. “Estamos muito tranquilos de que a inicial veio sem provas e que o Ministério Público optou por não produzir provas contra ele aqui no processo judicial. A gente está muito tranquilo sobre uma grande possibilidade de absolvição”, afirmou a advogadaGabriela Bemfica.

Para o Ministério Público, não restam dúvidas de que os envolvidos recebiam vantagem do contrato com a empresa de tecnologia. “Os réus se utilizavam de um mecanismo chamado reconhecimento de dívida até mediante recebimento de propina”, disse o promotor Clayton Germano.

Mensalão do DEM

O esquema do mensalão do DEM de Brasília foi descoberto depois que a Polícia Federal deflagrou, em novembro de 2009, a operação Caixa de Pandora, para investigar o envolvimento de deputados distritais, integrantes do governo do Distrito Federal, além do então governador José Roberto Arruda e de seu vice, Paulo Octávio (sem partido, ex-DEM). Octavio e Arruda sempre negaram envolvimento com o suposto esquema de propina.

Arruda chegou a ser preso, deixou o DEM para não ser expulso e foi cassado pela Justiça Eleitoral. Paulo Octavio renunciou ao cargo para defender-se das acusações. Durante meses, o DF esteve ameaçado de intervenção federal, devido ao suposto envolvimento de deputados distritais, integrantes do Ministério Público e do Executivo com o esquema denunciado por Durval Barbosa.

Em junho de 2014, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, denunciou ao STJ 37 pessoas suspeitas de envolvimento no mensalão do DEM – Arruda foi apontado pelo MPF como chefe da suposta organização criminosa.

Também fazem parte do rol de denunciados Paulo Octavio, o ex-secretário de Relações Institucionais e delator do esquema, Durval Barbosa, ex-secretários de Estado, deputados distritais e o conselheiro licenciado do Tribunal de Contas do DF Domingos Lamoglia.

Com 180 páginas, a denúncia relata com como operavam os integrantes da suposta organização criminosa. Segundo Gurgel, os operadores do esquema teriam “inovado” ao introduzir na administração pública o “reconhecimento de dívida”.

De acordo com a PGR, um decreto publicado por Arruda teria permitido a realização de pagamentos pelo governo do DF mesmo sem que fosse comprovada a prestação de serviços. O método teria assegurado contratações com dispensa de licitação, principalmente de empresas do setor de informática.

“Era um negócio fantástico. Por exemplo, você conhece uma pessoa que é dona de uma empresa, aí afirma no despacho que essa empresa vem prestando serviços de limpeza para o governo. Não é necessário que ela tenha prestado esse serviço, desde que várias pessoas afirmem que ela vem prestando. Com isso, foi possível pagar valores extremamente generosos, obtendo futuramente a contrapartida”, relatou Gurgel.

A denúncia da PGR também detalha a partilha do dinheiro desviado dos cofres públicos. Conforme o procurador-geral, Arruda recebia 40% da propina, Paulo Octávio, 30%, e os secretários de estado, 10%. A fatia, porém, variava de acordo com cada contrato, descreveu Gurgel.

Junto com a denúncia, o procurador-geral enviou para o STJ 70 caixas com documentos que demonstrariam como a quadrilha liderada por Arruda atuava.










http://g1.globo.com/distrito-federal/not...o-dem-soma-r-110-milhoes-diz-durval.html
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  #2582  
Old Posted Dec 17, 2015, 11:08 AM
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R$ 110 milhões Bota muito mais nisso
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  #2583  
Old Posted Dec 17, 2015, 4:21 PM
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R$ 110 milhões Bota muito mais nisso
Acho que esse valor não leva em conta o que Durval recebeu ou escondeu.
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  #2584  
Old Posted Dec 18, 2015, 8:11 PM
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Atuação dos distritais é ruim ou péssima para 58,2% dos eleitores. Pesquisa Metrópoles/Dados revela quem foi o melhor e o pior de 2015


População acima dos 60 anos é a mais reticente quanto ao trabalho dos parlamentares, e nenhum dos entrevistados nessa faixa etária deu nota máxima para os políticos


Imagem: EDITORIA DE ARTE/KACIO PACHECO


Mais da metade da população do Distrito Federal acredita que o primeiro ano da atual gestão da Câmara Legislativa foi ruim ou péssimo. A avaliação faz parte da segunda rodada de pesquisa encomendada pelo Metrópoles ao Instituto Dados. O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 15 de dezembro e ouviu 1.202 eleitores em diversas regiões do DF.

Sobre o desempenho dos deputados distritais em 2015, primeiro ano da atual legislatura, o índice mais expressivo foi o que considerou a performance dos parlamentares “péssima” (43,6%). Somado aos que responderam que a administração legislativa foi “ruim” (14,6%), esse percentual alcançou 58,2% do universo de entrevistados.

Apenas 0,7% das pessoas abordadas avaliou o ano de estreia desse grupo de distritais como “ótimo”. Outros 7,2% julgam o trabalho deles “bom”.

Entre os mais ressabiados com os distritais, está a população com 60 anos ou mais. Nenhum dos ouvidos deu nota máxima para a atuação dos parlamentares. E 47,7% deles fizeram a pior avaliação possível do mandato dos deputados que representam o DF.

Quem mora em Brazlândia, Candangolândia, Gama, Núcleo Bandeirante, Planaltina e Sobradinho demonstrou um pouco mais de simpatia com esses políticos. Nessas regiões, o número de pessoas que julgou “ótima” a gestão dos distritais dobrou.



O melhor e o pior do ano

A pesquisa Metrópoles/Dados perguntou a opinião dos eleitores sobre qual distrital teve a melhor atuação este ano. Foram apresentados 24 cartões com os nomes dos parlamentares.

No grupo dos que citaram um distrital, a presidente da Câmara Legislativa foi a mais lembrada. Celina Leão (PDT) obteve 5,6% da preferência do eleitorado. Em seguida, aparece quem, em um passado recente, era o principal rival dela, o petista Chico Vigilante (5,4%). Na terceira posição, está Rafael Prudente (PMDB), com 3,6% das indicações. Veja a lista com os 10 distritais mais bem citados.



Se a presidente da Casa ocupa a liderança entre os mais bem cotados, a vice, a distrital Liliane Roriz (PRTB), aparece na outra ponta. A parlamentar foi escolhida como a de pior atuação em 2015, segundo os entrevistados pela pesquisa. Um total de 5,7% dos eleitores abordados atribuiu a ela o desempenho menos relevante.

Logo atrás, aparece Celina Leão, com 3,2% das citações. O que explica a pedetista estar bem ranqueada nos dois quesitos (de melhor e de pior atuação) é o fato de ela dividir opiniões. No caso da presidente, não há coluna do meio. Ela tem um grupo expressivo de apoiadores, mas também enfrenta muitos críticos. Em terceiro lugar nessa lista, está Cristiano Araújo (PTB). Confira os 10 parlamentares com performance menos admirada.




Tanto na abordagem sobre os melhores, quanto a dos piores, mais de 70% dos entrevistados não souberam apontar seus representantes favoritos ou preteridos, o retrato de uma sociedade ainda carente de politização.






http://www.metropoles.com/distrito-feder...evela-quem-foi-o-melhor-e-o-pior-de-2015
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  #2585  
Old Posted Dec 18, 2015, 9:33 PM
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Poxa gastaram dinheiro para fazer uma pesquisa desnecessária.... Aonde estamos indo...
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  #2586  
Old Posted Dec 21, 2015, 9:59 AM
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Se as eleições fossem hoje, o brasiliense apostaria em Reguffe, diz pesquisa Metrópoles/Dados



O pedetista seria o escolhido por 11,1% da população. O governador Rodrigo Rollemberg aparece em quarto lugar na preferência dos entrevistados, atrás de Jofran Frejat e Celina Leão



Foto: MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO



O senador José Antônio Reguffe (PDT) lidera a preferência dos brasilienses para assumir o cargo de governador do Distrito Federal. Pesquisa encomendada pelo Metrópoles ao Instituto Dados mostra que, se as eleições para o governo fossem hoje, o pedetista seria o escolhido por 11,1% da população. Em segundo lugar, está Jofran Frejat, com 5,5% dos votos. O político perdeu as últimas eleições para Rodrigo Rollemberg.

O levantamento, realizado entre os dias 12 e 15 de dezembro, mostra que o resultado de 2014 não se repetiria agora. O atual governador só aparece em quarto lugar na lista dos políticos apontados pela população para liderar o Executivo. O socialista teria 2,2% das intenções de voto. Ele fica atrás também da presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT). A distrital foi apontada como favorita por 3,7% dos eleitores.

O desgaste do governador Rodrigo Rollemberg, há menos de um ano na liderança do Palácio do Buriti, foi revelado em outras questões feitas na pesquisa. Os brasilienses reprovaram o primeiro ano de mandato do chefe do Executivo, conferindo notas abaixos da média para o desempenho de Rollemberg. Além disso, 58% das pessoas abordadas revelaram que não votariam nele em uma nova eleição.

O cenário eleitoral apresentado na pesquisa incluía ainda outros oito candidatos: Chico Leite (PT), Rogério Rosso (PSD), Agnelo Queiroz (PT), Renato Santana (PSD), Alberto Fraga (DEM), Izalci Lucas (PSDB), Tadeu Filippelli (PMDB) e o presidente do Tribunal de Contas do DF, Renato Rainha. Todos têm menos de 2% da preferência dos entrevistados. Joaquim Roriz e José Roberto Arruda não foram incluídos na sondagem. Em função da Lei da Ficha Limpa, eles estão impedidos de participar de eleições.

A desilusão com o futuro do governo da capital e com as atuais lideranças políticas que se apresentam fica explícita na quantidade de pessoas que não votaria em nenhum dos candidatos: um total de 40,8% dos participantes do levantamento. Quase um terço (27,7%) preferiu não se posicionar. Confira o gráfico.







http://www.metropoles.com/distrito-feder...-em-reguffe-diz-pesquisa-metropolesdados
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  #2587  
Old Posted Dec 21, 2015, 11:27 AM
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Pesquisas e mais pesquisas....

Pior, se Reguffe ganhasse, aí que nem base aliada iria ter, pois não iria querer lotear o GDF com os amigos políticos.
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  #2588  
Old Posted Dec 21, 2015, 8:11 PM
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Pesquisas e mais pesquisas....

Pior, se Reguffe ganhasse, aí que nem base aliada iria ter, pois não iria querer lotear o GDF com os amigos políticos.
Ótimo! Então já tem meu voto!
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  #2589  
Old Posted Dec 21, 2015, 10:41 PM
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Ótimo! Então já tem meu voto!
Ele vai governar por telepatia ou mesmo por medida provisória. Se nem o atual, que os pseudos cientistas políticos afirmaram que iria ter maioria, está passando o maior aperto com os deputados, imagine governar sem apoio.
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  #2590  
Old Posted Dec 30, 2015, 1:13 PM
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Pesquisa: Distritais reprovam primeiro ano de Rollemberg



Nota atribuída pelos distritais ao desempenho de Rollemberg ficou abaixo de 5




Se depender da avaliação dos deputados distritais, o governo Rodrigo Rollemberg não passou de ano. A nota atribuída pelo Legislativo à competência do Executivo foi de apenas 4,8, numa escala de zero a dez. Ou seja, ficou abaixo da nota média de qualquer colegial. ...

Esse é um dos resultados da pesquisa realizada, entre os dias oito e quatorze de dezembro, com dezenove dos 24 deputados distritais, (cinco se negaram a responder) pela empresa Tracker Consultoria & Assessoria.





Curiosamente, a avaliação do segundo semestre se mostrou mais negativa ao titular do Buriti, do que o primeiro semestre, quando quem articulava as relações entre os dois poderes era o secretário de Governo, jornalista Hélio Doyle.

Hélio saiu, por pressão da presidente da CLDF, Celina Leão, e a nota de Rollemberg caiu de 5,25 para 4,8. Talvez o problema entre os dois poderes não estivesse exatamente na sala de Hélio Doyle e sim em outro gabinete. Prova disso, é que entre os dois primeiros semestres do novo governo, a avaliação “ótimo/bom” sobre a relação dos distritais com o Executivo caiu de 37,5% para 26,3%.

Segundo a Tracker Consultoria & Assessoria, dois foram os erros crassos de Rollemberg no primeiro semestre:

1º) Não reduzir de forma significativa o número de secretarias do GDF, administrações regionais e os gastos com pessoal enquanto a sua popularidade estava em alta; e

2º) Não garantir uma base sólida no Legislativo por não dar aos aliados mais espaço para debater e participar das decisões do governo.

A saída de Hélio Doyle da equipe de Rollemberg não fez com que a avaliação dos distritais melhorasse. Ela caiu ainda mais.

Pessoalmente, acrescentaria mais um: o não envio à CLDF, na primeira semana de governo, de projetos impactantes que dependeriam de sua popularidade eleitoral para a aprovação. Rodrigo perdeu o timing de impulsionar as mudanças que propalava na campanha e que levaram o eleitorado a apoiá-lo.

Na campanha eleitoral, Rodrigo Rollemberg anunciou aos quatro cantos ter se preparado durante quatro anos para governar Brasília e que teria prontas as soluções para os principais problemas da cidade. Depois de apurados os votos, teve mais três meses de governo de transição para preparar o ponta-pé inicial de seu governo. Passados doze meses, ele se revelou inexperiente, desconhecedor de Brasília e do GDF e, muitas vezes inábil, como foi a relação com os servidores públicos.

“Sem uma coligação com a base social forte no DF, Rollemberg não conseguiu o apoio esperado das ruas. Assistiu o descontentamento com as incertezas do atual governo que antecipava o fato de não poder honrar com os compromissos do anterior, como reajustes salariais de algumas categorias’ – diz a pesquisa.

Joe Vale

Em decorrência da falta de apoio de Rollemberg, analistas apontam para breve um rompimento de Joe Valle, hoje no PDT, com sua migração para a Rede.

Fora da Rede

Rollemberg tem uma espécie de “cobertor curto” para os aliados – dizem os analistas da empresa realizadora da pesquisa. “Quando cobre o lado destampado, deixa o outro descoberto. É imprescindível que mantenha as alianças que conquistou e amplie-as.”

Mas a grande oportunidade de ampliar esta base e de ter um coberto maior – a criação do partido Rede, da ex-presidenciável Marina Silva -, parece não ter sido bem aproveitada pelos arquitetos políticos de Rodrigo Rollemberg.

Com potencial para ser a maior bancada da CLDF – desbancando PDT, PT e PMDB – o partido é formado por três deputados distritais: Luzia de Paula (ex-PEN), Chico Leite e Claudio Abrantes, ambos oriundos do PT, e ainda namora Joe Valle, do PDT -, a Rede é fundamental para a estratégia de governabilidade de Rollemberg. Mas Rollemberg não conseguiu consolidar – segundo os analistas – essa relação, mesmo mantendo nomes ligados à Rede no governo como o secretário do Meio Ambiente, André Lima, e a presidente do Ibram, Jane Maria Vilas Bôas. Rodrigo Rollemberg, na prática cotidiana do Legislativo, não consegue ter o partido como aliado incondicional, votando e participando junto com o governo nos projetos de interesse do GDF.

Segundo análise da Tracker Consultoria, com base no histórico de votações ao longo do ano, Rollemberg tem conseguido da base governista e de simpatizantes, em média, nove votos na Casa. Isso, sem contar os três da Rede. Quatro votos independentes, com mais dificuldade para serem conquistados, e oito que tendem ir contra o governo, salvo em questões extrapartidárias. Ou seja, sem a Rede, ele não tem nem 50% dos votos garantidos. Com sete votos independentes, o grau de governabilidade é pequeno e leva à necessidade de permanentes negociações.

Não à toa, as administrações regionais que segundo promessa de campanha de Rollemberg seriam em menor número e não seriam alvo de loteamento partidário, hoje estão nas mãos de apadrinhados de distritais de todas as cores e correntes. A redução das administrações ficou apenas no papel, como é o caso de Park Way, Núcleo Bandeirante e Candangolândia. Embora haja um único titular, as três estruturas permanecem inalteradas.

Futuro

Com o passar dos dias e a antecipação das definições partidárias para a sucessão no GDF, essa insegurança socialista no Palácio do Buriti deve aumentar. Os analistas apontam em um possível racha do atual secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, o pedetista Joe Vale. Joe almejava ser presidente da CLDF em 2016, mas viu seu projeto se abalroado pela atual presidente, Celina Leão, também do PDT. Com o apoio de Rollemberg, ela conseguiu mudar a Lei Orgânica do DF, permitindo a reeleição do presidente da Casa. Tudo indica que ela comandará os distritais por mais dois anos.

Joe não passou recibo em público de sua irritação, mas há quem diga que no momento certo ele se muda para a Rede, colocando o partido mais distante do GDF. Isso acontecendo, afetaria não só a governabilidade de Rollemberg, como também a própria reeleição do governador.

Os distritais estão divididos, praticamente, meio a meio, sobre a melhora das relações Executivo e Legislativo no ano que começa. 57,8% acreditam que vai melhorar e 42,2% acham que fica como está ou piora.


2016

O cenário para 2016 não deve ser fácil para o GDF. Os distritais estão divididos, praticamente, meio a meio, sobre a melhora das relações Executivo e Legislativo no ano que começa. 57,8% acreditam que vai melhorar e 42,2% acham que fica como está ou piora. Além dos desafios econômicos financeiros – Brasília fechará o ano com queda em seu Produto Interno Bruto e terá um repasse menor do Fundo Constitucional da ordem de 3%, algo em torno de R$ 360 milhões – Rodrigo terá muitos desafios no campo político e administrativo.

Terá que ser criativo e mais expedito em busca de soluções para minimizar os efeitos da crise no DF. Dentre os abacaxis a descascar em 2016, destacam-se os seguintes:

Econômicos:


Garantir o pagamento de servidores públicos, inclusive o aumento salarial de 2015, postergado para 2016;

Quitar os débitos do governo Agnelo (tendência de empréstimo para não comprometer as contas públicas no curto prazo);

Sair do imobilismo operacional e começar a tocar as obras de infraestrutura que o DF demanda;

Combater o desemprego que ultrapassa a casa dos 200 mil brasilienses;
Manifestação servidores saúdeGestão

Por em ordem a estrutura de Saúde e Educação públicas, que se mostram debilitadas;

Recuperar os espaços culturais, tais como Teatro Nacional, Museu de Arte Contemporânea de Brasília e Espaço Renato Russo, sucateados por Agnelo;
Recuperar a sucateada Rádio Cultura;

Trazer soluções concretas para a mobilidade urbana de Brasília, dando efetivo início as obras de ampliação do metrô e implantação do VLT;

Combater a indústria da grilagem territorial e garantir a oferta de novas moradia ;

Tudo isso sem ficar em inconformidade com a LRF.

Políticos

Recuperar a sua popularidade nas ruas por meio dos indicadores sociais;
Ampliar o diálogo com a base aliada e a participação da mesma no governo;
Trabalhar contra um racha no PDT;

Estreitar laços com os parlamentares da Rede a fim de ampliar a sua governabilidade;

Não comprar briga com o Palácio do Planalto, torcer para que o PSB também não o faça para não haver prejuízos para o Distrito Federal;

Manter a proximidade do PSD do vice Renato Santana – cujas relaççoes andaram estremecidas – de forma a garantir a interlocução do deputado federal Rogério Rosso com o governo federal para garantir recursos.

Governador, Rollemberg,

Feliz Ano Novo.



http://www.edsonsombra.com.br/post/pesquisa-distritais-reprovam-primeiro-ano-de-rollemberg20151230
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  #2591  
Old Posted Dec 30, 2015, 5:22 PM
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Uai fazem até pesquisa com distritais, eles não representam o povo. Nossa pior que tem gente que dá créditos a pesquisas. Igual a pesquisa falando que o povo desaprova a atuação do IBRAM. Putz, fazendo entrevista com invasor de terra, claro que não iria concordar né...
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  #2592  
Old Posted Jan 22, 2016, 1:07 AM
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CRISE? GDF vai gastar cerca de R$ 100 milhões em propaganda em 2016





Mesmo com o orçamento apertado, o Governo do Distrito Federal pretende gastar cerca de 100 milhões de reais em propaganda nesse ano de 2016. O valor exato para as para as ações de publicidade e propaganda é de R$ 99.121.086,00. Esses valores não incluem as verbas publicitárias das empresas do GDF: Terracap, Ceb, Metrô e Caesb, dentre outras. Também não está incluída a verba de propaganda da Câmara Legislativa do DF. Os recursos serão utilizadas em campanhas de diferentes objetivos. Desde o carnaval de rua da Capital, até o combate ao mosquito da Dengue. Uma das campanhas a serem veiculadas na mídia intitula-se Orgulho de ser brasiliense.

A previsão oficial é de que até 25% dos recursos orçamentários destinados à publicidade em 2016 – ou seja, R$ 24,780 milhões – serão investidos na produção das peças publicitárias das campanhas ou serviços, tais como filmes, gráficas, produtoras, fotos, spots de rádio, banners, folders. Os 75% restantes – R$ 74,340 milhões – serão destinados aos meios de comunicação – rádio, TV, jornais, revistas, blogs e portais, além de out-doores – para o pagamento da veiculação das campanhas, os chamados planos de mídia, onde estarão indicados os custos com a divulgação das campanhas.








http://www.diariodeceilandia.com.br/2016/01/crise-gdf-vai-gastar-cerca-de-r-100.html#more
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  #2593  
Old Posted Jan 22, 2016, 12:32 PM
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Uai, mudaram, em vez das empreiteiras que financiavam as campanhas políticas, foram a mídia... Querem apostar, estou estranhando é como essas empresas declaram o recebimento de grana estatal.
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  #2594  
Old Posted Jan 22, 2016, 1:15 PM
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Pesquisa: Distritais reprovam primeiro ano de Rollemberg



Nota atribuída pelos distritais ao desempenho de Rollemberg ficou abaixo de 5




Se depender da avaliação dos deputados distritais, o governo Rodrigo Rollemberg não passou de ano. A nota atribuída pelo Legislativo à competência do Executivo foi de apenas 4,8, numa escala de zero a dez. Ou seja, ficou abaixo da nota média de qualquer colegial. ...

Esse é um dos resultados da pesquisa realizada, entre os dias oito e quatorze de dezembro, com dezenove dos 24 deputados distritais, (cinco se negaram a responder) pela empresa Tracker Consultoria & Assessoria.







Curiosamente, a avaliação do segundo semestre se mostrou mais negativa ao titular do Buriti, do que o primeiro semestre, quando quem articulava as relações entre os dois poderes era o secretário de Governo, jornalista Hélio Doyle.

Hélio saiu, por pressão da presidente da CLDF, Celina Leão, e a nota de Rollemberg caiu de 5,25 para 4,8. Talvez o problema entre os dois poderes não estivesse exatamente na sala de Hélio Doyle e sim em outro gabinete. Prova disso, é que entre os dois primeiros semestres do novo governo, a avaliação “ótimo/bom” sobre a relação dos distritais com o Executivo caiu de 37,5% para 26,3%.

Segundo a Tracker Consultoria & Assessoria, dois foram os erros crassos de Rollemberg no primeiro semestre:

1º) Não reduzir de forma significativa o número de secretarias do GDF, administrações regionais e os gastos com pessoal enquanto a sua popularidade estava em alta; e

2º) Não garantir uma base sólida no Legislativo por não dar aos aliados mais espaço para debater e participar das decisões do governo.

A saída de Hélio Doyle da equipe de Rollemberg não fez com que a avaliação dos distritais melhorasse. Ela caiu ainda mais.

Pessoalmente, acrescentaria mais um: o não envio à CLDF, na primeira semana de governo, de projetos impactantes que dependeriam de sua popularidade eleitoral para a aprovação. Rodrigo perdeu o timing de impulsionar as mudanças que propalava na campanha e que levaram o eleitorado a apoiá-lo.

Na campanha eleitoral, Rodrigo Rollemberg anunciou aos quatro cantos ter se preparado durante quatro anos para governar Brasília e que teria prontas as soluções para os principais problemas da cidade. Depois de apurados os votos, teve mais três meses de governo de transição para preparar o ponta-pé inicial de seu governo. Passados doze meses, ele se revelou inexperiente, desconhecedor de Brasília e do GDF e, muitas vezes inábil, como foi a relação com os servidores públicos.

“Sem uma coligação com a base social forte no DF, Rollemberg não conseguiu o apoio esperado das ruas. Assistiu o descontentamento com as incertezas do atual governo que antecipava o fato de não poder honrar com os compromissos do anterior, como reajustes salariais de algumas categorias’ – diz a pesquisa.

Joe Vale

Em decorrência da falta de apoio de Rollemberg, analistas apontam para breve um rompimento de Joe Valle, hoje no PDT, com sua migração para a Rede.

Fora da Rede

Rollemberg tem uma espécie de “cobertor curto” para os aliados – dizem os analistas da empresa realizadora da pesquisa. “Quando cobre o lado destampado, deixa o outro descoberto. É imprescindível que mantenha as alianças que conquistou e amplie-as.”

Mas a grande oportunidade de ampliar esta base e de ter um coberto maior – a criação do partido Rede, da ex-presidenciável Marina Silva -, parece não ter sido bem aproveitada pelos arquitetos políticos de Rodrigo Rollemberg.

Com potencial para ser a maior bancada da CLDF – desbancando PDT, PT e PMDB – o partido é formado por três deputados distritais: Luzia de Paula (ex-PEN), Chico Leite e Claudio Abrantes, ambos oriundos do PT, e ainda namora Joe Valle, do PDT -, a Rede é fundamental para a estratégia de governabilidade de Rollemberg. Mas Rollemberg não conseguiu consolidar – segundo os analistas – essa relação, mesmo mantendo nomes ligados à Rede no governo como o secretário do Meio Ambiente, André Lima, e a presidente do Ibram, Jane Maria Vilas Bôas. Rodrigo Rollemberg, na prática cotidiana do Legislativo, não consegue ter o partido como aliado incondicional, votando e participando junto com o governo nos projetos de interesse do GDF.

Segundo análise da Tracker Consultoria, com base no histórico de votações ao longo do ano, Rollemberg tem conseguido da base governista e de simpatizantes, em média, nove votos na Casa. Isso, sem contar os três da Rede. Quatro votos independentes, com mais dificuldade para serem conquistados, e oito que tendem ir contra o governo, salvo em questões extrapartidárias. Ou seja, sem a Rede, ele não tem nem 50% dos votos garantidos. Com sete votos independentes, o grau de governabilidade é pequeno e leva à necessidade de permanentes negociações.

Não à toa, as administrações regionais que segundo promessa de campanha de Rollemberg seriam em menor número e não seriam alvo de loteamento partidário, hoje estão nas mãos de apadrinhados de distritais de todas as cores e correntes. A redução das administrações ficou apenas no papel, como é o caso de Park Way, Núcleo Bandeirante e Candangolândia. Embora haja um único titular, as três estruturas permanecem inalteradas.

Futuro

Com o passar dos dias e a antecipação das definições partidárias para a sucessão no GDF, essa insegurança socialista no Palácio do Buriti deve aumentar. Os analistas apontam em um possível racha do atual secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, o pedetista Joe Vale. Joe almejava ser presidente da CLDF em 2016, mas viu seu projeto se abalroado pela atual presidente, Celina Leão, também do PDT. Com o apoio de Rollemberg, ela conseguiu mudar a Lei Orgânica do DF, permitindo a reeleição do presidente da Casa. Tudo indica que ela comandará os distritais por mais dois anos.

Joe não passou recibo em público de sua irritação, mas há quem diga que no momento certo ele se muda para a Rede, colocando o partido mais distante do GDF. Isso acontecendo, afetaria não só a governabilidade de Rollemberg, como também a própria reeleição do governador.

Os distritais estão divididos, praticamente, meio a meio, sobre a melhora das relações Executivo e Legislativo no ano que começa. 57,8% acreditam que vai melhorar e 42,2% acham que fica como está ou piora.


2016

O cenário para 2016 não deve ser fácil para o GDF. Os distritais estão divididos, praticamente, meio a meio, sobre a melhora das relações Executivo e Legislativo no ano que começa. 57,8% acreditam que vai melhorar e 42,2% acham que fica como está ou piora. Além dos desafios econômicos financeiros – Brasília fechará o ano com queda em seu Produto Interno Bruto e terá um repasse menor do Fundo Constitucional da ordem de 3%, algo em torno de R$ 360 milhões – Rodrigo terá muitos desafios no campo político e administrativo.

Terá que ser criativo e mais expedito em busca de soluções para minimizar os efeitos da crise no DF. Dentre os abacaxis a descascar em 2016, destacam-se os seguintes:

Econômicos:


Garantir o pagamento de servidores públicos, inclusive o aumento salarial de 2015, postergado para 2016;

Quitar os débitos do governo Agnelo (tendência de empréstimo para não comprometer as contas públicas no curto prazo);

Sair do imobilismo operacional e começar a tocar as obras de infraestrutura que o DF demanda;

Combater o desemprego que ultrapassa a casa dos 200 mil brasilienses;
Manifestação servidores saúdeGestão

Por em ordem a estrutura de Saúde e Educação públicas, que se mostram debilitadas;

Recuperar os espaços culturais, tais como Teatro Nacional, Museu de Arte Contemporânea de Brasília e Espaço Renato Russo, sucateados por Agnelo;
Recuperar a sucateada Rádio Cultura;

Trazer soluções concretas para a mobilidade urbana de Brasília, dando efetivo início as obras de ampliação do metrô e implantação do VLT;

Combater a indústria da grilagem territorial e garantir a oferta de novas moradia ;

Tudo isso sem ficar em inconformidade com a LRF.

Políticos

Recuperar a sua popularidade nas ruas por meio dos indicadores sociais;
Ampliar o diálogo com a base aliada e a participação da mesma no governo;
Trabalhar contra um racha no PDT;

Estreitar laços com os parlamentares da Rede a fim de ampliar a sua governabilidade;

Não comprar briga com o Palácio do Planalto, torcer para que o PSB também não o faça para não haver prejuízos para o Distrito Federal;

Manter a proximidade do PSD do vice Renato Santana – cujas relaççoes andaram estremecidas – de forma a garantir a interlocução do deputado federal Rogério Rosso com o governo federal para garantir recursos.

Governador, Rollemberg,

Feliz Ano Novo.

http://www.edsonsombra.com.br/post/pesquisa-distritais-reprovam-primeiro-ano-de-rollemberg20151230
história intressant
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  #2595  
Old Posted Jan 22, 2016, 9:43 PM
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Parece que descobriram m.... entre conluio entre juiz e promotores no processo famoso Caixa de Pandora..... E o advogado do Arruda, vai entrar com ação para anular o processo. Nossa estão grampeando até dentro dos tribunais, virou festa.
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  #2596  
Old Posted Jan 27, 2016, 11:31 PM
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Agnelo e Filippelli são considerados inelegíveis por 8 anos, decide TRE



Eles usaram máquina pública para beneficiar campanha em 2014, diz Corte. Políticos do DF foram multados em R$ 30 mil; defesa diz que vai recorrer.

O ex-governador do Distrito FederalAgnelo Queiroz (PT) e o vice dele, Tadeu Filippelli (PMDB), foram considerados inelegíveis por oito anos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Por unanimidade, a Corte entendeu que os dois usaram a publicidade do governo para se favorecer nas eleições de 2014. Agnelo e Filippelli também foram multados em R$ 30 mil. A defesa dos políticos informou que vai recorrer da decisão desta quarta-feira (27).

Para o relator do caso, o desembargador José Cruz Macedo, o governo veiculou propagandas com objetivo de beneficiar a chapa de Agnelo, que tentava se reeleger.

“Houve descaracterização da propaganda, que deve ser de utilidade pública, para a promoção pessoal”, disse ao G1. “O governo desvirtuou a propaganda para fazer promoção pessoal em vez de atender ao princípio constitucional de que a propaganda deve ser de utilidade pública.”

O relator afirmou que o orçamento do governo foi direcionado para “enaltecer os atos da gestão”. “A Secretaria de Publicidade, embora tenha ficado dentro dos limites formais da média dos três anos, foi a única secretaria que teve aumento de recurso – ao contrário das outras, que tiveram redução”, afirmou Macedo.

O julgamento do TRE foi motivado por uma ação da coligação União e Força – da qual o ex-candidato Jofran Frejat (PR) fazia parte. A chapa recorreu à Corte por acreditar que a campanha de Agnelo usou a máquina pública para se favorecer.

Um dos exemplos citados pela coligação é o fato de as cadeiras do Estádio Nacional Mané Garrincha serem vermelhas, na mesma cor da bandeira do PT. O tribunal considerou procedente parte da denúncia.

O advogado de Agnelo, Paulo Guimarães, não comentou o entendimento da Corte e declarou que iria recorrer.

Advogado de Filippelli, Herman Barbosa disse considerar o resultado do julgamento “desproporcional”. “A decisão contraria um parecer do próprio MP, que afastou várias daquelas irregularidades. O MP acolheu apenas a que envolve concentração dos gastos com publicidade no período eleitoral, o que não fere a lei”, afirmou Barbosa, ao adiantar que também iria recorrer.


Propaganda antecipada


Em 2014, o TRE condenou Agnelo e Filipelli por propaganda eleitoral antecipada. Segundo a denúncia, foram afixadas faixas com agradecimentos aos políticos e havia bandeiras de partidos durante a inauguração do novo balão do aeroporto, em 5 de maio. A pena incluiu multa de R$ 5 mil cada um. Ambas as defesas negaram que tenha havido irregularidade.

A denúncia partiu de uma representação do Partido da República (PR), que disse havia 15 faixas com menções e agradecimentos ao então governador e seu vice durante a inauguração da obra. Na ocasião, o advogado de Agnelo, Luis Alcoforado, afirmou que a afixação de faixas não caracterizava propaganda eleitoral.



http://g1.globo.com/distrito-federal/not...s-inelegiveis-por-8-anos-decide-tre.html
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  #2597  
Old Posted Jan 28, 2016, 11:53 AM
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Novidade, teve vários políticos que fizeram o mesmo.
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  #2598  
Old Posted Feb 6, 2016, 12:04 PM
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Rollemberg tentar atrair Cristovam para o PSB. Reguffe deve sair do PDT

Divulgação



O PSB entrou na disputa pelo passe do senador Cristovam Buarque (PDT). Ontem pela manhã, no Senado, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, convidou Buarque para se filiar ao partido. Descontente com as decisões da cúpula nacional do PDT, Buarque vem sinalizando que deixará a sigla neste ano.“Lógico que fiquei satisfeito com o convite do governador. Fiquei muito honrado. Agora não disse que aceitava e nem que não aceitava. Seria até indelicado”, revelou Buarque. O convite de Rollemberg tem um peso político dobrado. Além de ser governador, ele também é liderança nacional do PSB. As informações são de Francisco Dutra, do Jornal de Brasília.

Outros partidos, como o PPS e da Rede Sustentabilidade, cortejam o senador desde o final de 2015. Eleito em 2010 com 833.480 votos, Buarque estuda a possibilidade de uma candidatura para o Palácio do Planalto em 2018.

Influência

A crise com o PDT tem duas razões. Em primeiro lugar, vem o alinhamento do partido com Governo Federal e o PT. Em segundo, é a indicação do recém-filiado Ciro Gomes para a chapa presidencial para 2018. “Ao invés de salvar o Brasil, o PDT está tentando salvar o PT. O ex-presidente Lula está inventando uma saída pelo o PDT com o Ciro. Não quero ficar na história por isso”, criticou o senador.

Segundo Buarque, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, não vê problemas em sua desfiliação do partido. “Me parece que ele até está gostando. Porque aí poderá apresentar um PDT unido para PT. Sem vozes descontentes”, ponderou Cristovam.

Críticas abertamente

Outro eleito com mais de 800 mil votos em 2014, o senador Reguffe também não se identifica mais com o projeto do PDT. Da mesmo forma que Cristovam Buarque, o parlamentar também deve deixar o partido.

Fontes próximas ao senador garantem que ele vai se desligar da legenda tão logo surja uma “janela”. A princípio, Reguffe não pretende se filiar a outra legenda. Nem mesmo à Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, amiga próxima do senador.

Reguffe não fala sobre o futuro político e nem confirma uma eventual desfiliação, mas critica abertamente o atual partido. “O PDT está se apequenando ao preferir ter ministérios e carguinhos no Governo Federal, do que oferecer à população brasileira um verdadeiro projeto de país”, declarou.

Para Reguffe, por exemplo, o PDT não deveria apoiar o Palácio do Planalto na polêmica ressurreição da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Publicamente, o senador anunciou que votará contra o projeto, à despeito da posição do partido. “Sou radicalmente contra. A carga tributária no Brasil é de 36% do Produto Interno Bruto (PIB). É a maior dos países emergentes, dos BRICS. Rússia e China tão conta das obrigações com menos impostos. É impossível para o Brasil aumentar a carga tributária. Aumentar os impostos aumenta preços, gera inflação. O governo deveria fazer o oposto”, argumentou.

Debandada

1 – Com as desfiliações de Cristovam e Reguffe, o PDT deve sofrer uma debandada no DF. A presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão, e o secretário de Trabalho, Joe Valle, também podem seguir o mesmo caminho. O deputado distrital Reginaldo Veras, fica na legenda.

2 – Só para mostrar que o troca-troca não se limita ao PDT, o terceiro senador do DF, Hélio José, deixou o PT, que o indicara à suplência, e o PSD que o abrigou. Filiou-se a um certo Partido da Mulher Brasileira.












http://www.estacaodanoticia.com/main/201...vam-para-o-psb-reguffe-deve-sair-do-pdt/
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  #2599  
Old Posted Feb 6, 2016, 12:06 PM
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Nesse ano vai ter mais Troca-Troca que casa de Swing
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  #2600  
Old Posted Feb 7, 2016, 9:12 PM
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E a piada começa, esse troca a troca NUNCA terá fim, antes a desculpa era que os políticos eram perseguidos dentro a legenda, e agora, que a legenda não condiz do que eles pensavam, detalhe, Cristovam levou 4 anos para saber disso, sorte, que a vida dele está lascada, pois 2018 está aí, e ele dessa vez não se eleger nem para faxineiro da UNB.
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