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  #521  
Old Posted Oct 10, 2015, 4:09 PM
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gravação de dvd - jorge e mateus - estádio nacional

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"You're guilty all the same."

Juntos num só ritmo

Diga sim ao cyberbullying
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  #522  
Old Posted Oct 12, 2015, 5:20 PM
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Piada pronta... Torre Digital é reinaugurada... O que EnrolaUmBeck fez nela.... NADA...
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  #523  
Old Posted Oct 16, 2015, 9:48 AM
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Comissão aprova projeto que coíbe lucro abusivo em ingressos

Foto: CARLOS GANDRA/CLDF


A Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta quinta-feira (15) o projeto de lei nº 1.513/2013, da deputada Celina Leão (PDT) e da ex-deputada Eliana Pedrosa, que institui o "Ingresso Legal", que busca proibir atos praticados contra a ordem econômica e a economia popular, reprimindo o aumento arbitrário dos lucros na comercialização de entradas para competições esportivas e eventos culturais.

O projeto, que ainda terá que ser analisado por outras comissões antes de ser apreciado em plenário, determina que o valor cobrado pelos ingressos na capital não poderá ser maior do que 15% do valor da média nacional. Segundo o texto da proposta, a média nacional será calculada com base em eventos similares realizados em outros estados









http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=337784
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  #524  
Old Posted Oct 19, 2015, 9:39 AM
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Sem dinheiro no caixa, governo muda a lógica da produção cultural em Brasília

Acostumados a contar com o apoio financeiro do GDF na realização de eventos, produtores culturais estão tendo de buscar alternativas para tirar projetos do papel

Foto: Bruno Stuckert/ObritoNews

GDF deixou de investir nos eventos culturais por falta de recursos


O velho clichê de que todo mal pode render um bem maior encontra eco na crise financeira do governo do Distrito Federal. Com os cofres à míngua, o Executivo local fechou a mão para eventos que sempre contaram com generosos repasses de verbas públicas.

Mesmo sem querer, a gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB) pode ter inaugurado na política da Capital Federal uma lógica de financiamento considerada mais moderna, com a exigência do protagonismo da iniciativa privada: um desafio e tanto em uma cidade administrativa.

Sem condições de bancar eventos como o carnaval e o São João, como sempre fez, o GDF desorganizou a programação de produtores culturais, que tiveram de sair da inércia e procurar alternativas longe dos gabinetes do governo.

“Não tenho dúvida de que o setor da produção cultural de Brasília vinha dependendo excessivamente de dinheiro público”, sentencia o secretário de Cultura, Guilherme Reis. O momento, defende ele, é de “baratear processos e repensar valores”.

Carnaval

Este ano, de maneira inédita, o GDF não destinou um centavo para fazer valer o carnaval nas cidades. Nos últimos 13 anos, os gastos públicos com a festa tinham registrado um salto de 425%: o investimento pulou de R$ 1,2 milhão, em 2001, para R$ 6,3 milhões, em 2014.

A falta de grana para o carnaval provocou um prejuízo milionário às escolas de samba do DF, que estavam prontas, mas não puderam desfilar no Ceilambódromo. Por outro lado, as ruas da capital receberam um milhão de pessoas nos quatro dias de folia: um recorde.

Foto: Lula Lopes/Setur-DF

Carnaval foi outro evento que deixou de receber investimentos do GDF


“Não faz mais sentindo que o governo continue bancando esses eventos como antes”, sustenta o secretário-adjunto de Turismo, Jaime Recena. No entender dele, sobretudo em tempos de crise, o governo deve priorizar gastos em áreas como saúde e educação.

São João

Em agosto, o Maior São João do Cerrado, realizado há quase uma década no DF, também não contou com recursos do governo. Os produtores ameaçaram cancelar a festa, mas acabaram mantendo a programação. Mesmo com estrutura menor, o evento atraiu 100 mil pessoas.

“O que ocorreu este ano com o carnaval e o São João são exemplos claros de que os produtores culturais podem correr atrás de novas soluções”, comenta o presidente da Fecomércio-DF (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF), Adelmir Santana.

Foto: Éder Amaro



Natal

A ressalva feita por Santana diz respeito à falta de dinheiro do governo para a decoração natalina, como antecipou o Fato Online. “Aí também já passa a sensação de total abandono. É uma festa cristã, o Estado tinha de ser complacente”, argumenta.

No Palácio do Buriti, há uma clara tentativa de surfar no sucesso desses eventos que não receberam dinheiro público. A estratégia é reforçar a tese de que é possível tirar projetos do papel sem estender o chapéu ao governo e, assim, diminuir a histórica pressão por recursos.

Por outro lado, existe todo um cuidado para deixar claro que não se busca eliminar o apoio do GDF a eventos culturais. Longe disso, garantem os discursos. Guilherme Reis, o secretário de Cultura que também é produtor, fala em “libertação” ao tratar do assunto.

“É claro que se tivéssemos orçamento suficiente, apoiaríamos tudo. Essa ajuda é saudável, mas não significa que, por isso, tenha de haver tanta dependência. O governo tem outras carências que deveriam ser priorizadas”, comenta.

Jaime Recena, à frente do Turismo, emenda: “Estamos diante de uma mudança de pensamento. Os produtores de eventos terão de compreender que é preciso estabelecer uma nova relação com a iniciativa privada. É assim que funciona no mundo moderno”.

O São João também ficou sem recursos do GDF este ano

Foto: Beto Barata/ObritoNews/FatoOnline

Produtores culturais têm enfrentado dificuldades na captação de recursos

Dificuldades

Do lado de quem sempre precisou de verna pública para realizar eventos em Brasília, a avaliação é que essa mudança de lógica não é tão simples com o governo faz parecer, já que a iniciativa privada na capital não tem o hábito de investir em cultura.

A Lei de Incentivo à Cultura, em vigor desde abril de 2014, oferece benefícios fiscais a quem apoia projeto cultural no DF. Os produtores, no entanto, apontam falhas na legislação. Reclamam, por exemplo, da dificuldade de terem acesso às empresas cadastradas.

“Uma das coisas que mais pesa é não captarmos patrocínio das indústrias”, pontua o produtor cultural Kaká Guimarães. Segundo ele, para conseguir grana da iniciativa privada em Brasília não basta apresentar projeto de excelência. “Tem de ser bem relacionado”, acrescenta.

O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, defensor de uma menor participação do governo nos eventos, pondera que nem toda ideia seduz as empresas. “No caso da iluminação de Natal, por exemplo, qual seria o retorno econômico de patrocínio privado?”, questiona.

Ruptura
Há duas décadas produzindo eventos, Marta Carvalho reforça que sem recursos do GDF é, incontestavelmente, muito difícil tocar qualquer projeto cultural na cidade. “A verdade é que essa ruptura que estamos vendo foi muito forte”, analisa.

Para o economista Roberto Piscitelli, integrante do Cofecon (Conselho Federal de Economia), a postura de “governos assistencialistas” – em que, define ele, se permite uma maior liberação de “verbas populares” – facilitaram abusos e descontroles em patrocínios públicos.

Contratos de eventos culturais firmados entre 2011 e 2013 pelo GDF, no total de R$ 32 milhões, estão sendo investigados após uma auditoria da Controladoria-Geral do DF apontar indícios de irregularidades em shows promovidos por secretarias e administrações regionais.

Em ocasiões anteriores, o atual secretário de Cultura sublinhou que a lei brasileira facilita fraudes em valores de cachês e que os recorrentes atrasos nos pagamentos por parte do governo acabam incentivando cobranças superfaturadas.

Contestação

Em 2014, o Tribunal de Contas do DF questionou a festa de ano-novo na Esplanada dos Ministérios, que previa gastos de R$ 1,6 milhão. O argumento foi de que a contratação de atividades de lazer não poderia prejudicar pagamento de salários e obrigações contratuais, como se vislumbrava. De fato, o então governador Agnelo Queiroz (PT) deixou o Buriti sem pagar produtores culturais. A dívida milionária só deve ser quitada no ano que vem.

Embora alerte para os riscos na liberação desse tipo de verba, o economista Roberto Piscitelli acredita que os governos não podem cair em radicalismos. “É claro que, em algumas ocasiões, se justifica o suporte financeiro. Não precisa gastar milhões com uma árvore, mas o Natal sem luzes em Brasília será mais triste”, opina.

Foto: Éder Amaro

Eventos terão que captar recursos junto à iniciativa privada


Tv Fato
Video Link










http://fatoonline.com.br/conteudo/10695/...tural-em-brasilia?or=he-bra&p=de&i=1&v=1
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  #525  
Old Posted Oct 19, 2015, 9:01 PM
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Mais uma lei Inconstitucional para a CLDF.. O qe eles fazem mesmo lá, legislar ou enganar o contribuinte.
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  #526  
Old Posted Oct 19, 2015, 9:07 PM
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Piada pronta...

Os dignissimos empresários da noite vieram com a nova piada pronta...

Eles não querem mais serem multados por som alto e que as medições sejam aferidas com aviso prévio... Conforme matéria escondida hoje no Jornal de Brasília...

Deixa ver se entendi, eles querem imitir o povo que catalogou todos os radares para não serem multados, mesmo sabendo que estão comentendo crimes... Hummmm....

Então o som está liberado alto até o fiscal chegar, abaixa o som e na hora que ele terminar de medir, lascar o som alto novamente. Não existe bom senso... Já deu o que tinha que dá.

Área de entrequadra comercial com prédio residenciais fora de cogitação. Tem n locais em todo o DF para os boêmios ficarem surdos, mudos, aleijados e tal. Não tem esse papo de falar que aqui é igual Paris, Nova York, Rio de Janeiro, São Paulo ou Buenos Aires.

Eu quero ver, se a UNESCO inventar tombar o SILÊNCIO, vai ter muitos com ataques de pelanca por aqui... E já começou....

Nada de barulho de sinos no horário de silêncio
Nada de algazarra de crianças nas escolas dentro das superquadras...
Nada de culto evangélico com palmas....
Nada de culto espirita com tambores....

E viva a DEMOCRACIA.
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  #527  
Old Posted Oct 20, 2015, 3:28 PM
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Terracap garante recursos para obras em espaços de cultura e lazer

Complexo Concha Acústica, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, será beneficiado com serviços de paisagismo e ganhará fonte luminosa



Com previsão de início das obras em dezembro, o Complexo Concha Acústica, no Trecho 1 do Setor de Hotéis e Turismo Norte, receberá mais serviços de iluminação, além de irrigação e paisagismo, fonte luminosa e muro de arrimo para proteção.

Foto: Renato Araújo






Os recursos virão da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), que investirá R$ 9,6 milhões. Segundo o Diário Oficial do Distrito Federal de segunda-feira (19), a verba vai para a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), que executará os trabalhos por meio da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, com o aval da Secretaria de Cultura, responsável pelo espaço.

Integrante do plano lançado pelo governo em julho, a reforma já foi licitada e em breve deverá ter a ordem de serviço expedida. De acordo com a pasta de Infraestrutura e Serviços Públicos, a previsão é que esteja concluída em junho de 2016.

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a concha acústica foi construída em 1969 para receber apresentações de orquestras, peças teatrais e eventos diurnos, mas ganha cada vez mais projeção na cena noturna da cidade. Para fazer um evento no local, é preciso seguir o regimento da Secretaria de Cultura, estabelecido por meio da Portaria nº 55, de 14 de julho de 2014.

Calçadão

Outra obra já licitada e com recursos garantidos pela Terracap é a construção de um calçadão para atividades de lazer e de uma praça na Avenida das Nações, na L4 Sul, próximo à Ponte das Garças. O projeto custará R$ 9,4 milhões, e a expectativa é que termine em abril de 2016.

Renato Russo

Fechado desde 2013, o antigo Espaço Cultural da 508 Sul, conhecido desde 1993 como Espaço Cultural Renato Russo — em referência ao músico que fez carreira na cidade — aguarda abertura de edital de licitação para também receber reforma com dinheiro da Terracap.

Inaugurado na década de 1970, no coração da W3 Sul, vizinho da quadra-modelo de Brasília (308 Sul), o lugar abriga teatro, sala multiúso, estúdio de rádio, praça central, galerias, mezanino, gibiteca, musiteca e galpão das artes.

A revitalização custará R$ 5,6 milhões e tem como objetivo atender a exigências do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Estão previstas reparações da estrutura predial, reforma das salas e do teatro, revisão de toda a instalação hidráulica e elétrica, instalação de um elevador e criação de acessos que permitam acessibilidade aos dois pavimentos do prédio e construção de um memorial em homenagem ao músico que deu nome ao local. As obras devem começar em fevereiro de 2016.












http://www.jornaldebrasilia.com.br/notic...ara-obras-em-espacos-de-cultura-e-lazer/
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  #528  
Old Posted Oct 20, 2015, 9:28 PM
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Estou cético, sempre que entra um novo governador faz as mesmas promessas. Detalhe, cadê a reforma do Teatro Nacional, MAB e da Escola de Dança?
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  #529  
Old Posted Nov 8, 2015, 11:01 AM
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Preservação de monumentos turísticos do Distrito Federal deixa a desejar



O Metrópoles visitou 10 espaços da cidade e verificou que metade deles não se encontra em boas condições

FOTOS: MICHAEL MELO/METRÓPOLES


Considerada um museu a céu aberto, Brasília conta com construções monumentais — como o próprio nome da avenida que corta a capital. O Metrópoles visitou 10 pontos turísticos que são referência e constatou que a cidade não pode ser considerada um exemplo quando o assunto é a manutenção de seus edifícios.

Em cinco dos locais visitados, verificou-se fachadas sem cuidados e espaços danificados. Localizado na Praça dos Três Poderes, o Espaço Lúcio Costa exalava um cheiro desagradável, capaz de gerar repulsa em qualquer visitante. A maquete da cidade, principal atração do ambiente, aparentava estar bastante desgastada, com peças empenadas.

Próximo ao museu, fica o Panteão da Pátria – conhecido pela chama eterna, que representa a independência do país. Mas eternidade não é sinônimo de conservação. O mármore que reveste a estrutura externa da tocha está desgastado, com algumas placas quebradas. Após subir 57 degraus para alcançar a chama, o visitante ainda se depara com muros pichados e marcas de tinta até mesmo na estrutura metálica que dá suporte ao símbolo nacional.

A Ponte JK, local que rende bastante cliques pelos amantes da cidade, está com a estrutura de ferro enferrujada e péssimo acabamento na pintura dos arcos. Além disso, a grade de segurança da passarela de pedestres está violada ao longo do caminho que cruza o Lago Paranoá.

O Catetinho, por sua vez, apresenta rachaduras nos batentes das portas. A pintura da fachada, feita em madeira, foi desgastada pelo tempo. Um funcionário do espaço, que não quis se identificar, afirmou que o investimento não é suficiente para todos os projetos do local. “Antigamente, a gente tinha orçamento para fazer folders. Hoje, isso não é nem cogitado, o que é uma pena”, lamenta.

Ele ainda explica que o governo levou diversas peças para restauração há mais de dois anos e que ainda não foram devolvidas. “Não sabemos o que aconteceu. Se foram para o Memorial JK ou se estão guardadas em algum depósito”, revela.

Nem mesmo a Catedral Metropolitana, grande símbolo da cidade, escapou dos descuidos. Apesar de atrair turistas do mundo inteiro, a construção está rodeada de lixo e seus majestosos vitrais encontram-se empoeirados. O espelho d’água reflete os problemas: além de poluída, a água abriga refletores de luz com fios desencapados até a data da visita.

O espaço é mantido pela Arquidiocese de Brasília e administrado pelo padre George Albuquerque há cinco anos. O pároco alega que a limpeza do templo é feita diariamente, e a do espelho d’água é realizada uma vez por semana. “O lodo fica acumulado por conta das chuvas, mas a água é tratada com cloro semanalmente”, justifica. Ele conta que o custo mensal para manter o espaço é de aproximadamente R$ 40 mil, quantia recebida da comunidade. “Geralmente, o que sustenta uma igreja é o dízimo e a coleta. Também direcionamos o dinheiro dos casamentos de sexta e sábado para a manutenção”.

As boas surpresas ficam por conta da Concha Acústica, do Espaço Israel Pinheiro, do Palácio do Planalto e dos memoriais JK e dos Povos Indígenas. Nesses locais percebe-se a fachada preservada, salas limpas e receptivas, com pinturas e bom acabamento. “Funcionamos com uma média de R$ 20 mil por mês. Se tivéssemos mais recursos, poderíamos abrir também aos finais de semana, mas a estrutura ainda não é suficiente”, destaca José Alves, administrador do Espaço Israel Pinheiro.

Sem orçamento

Responsável pela manutenção do Catetinho, do Memorial dos Povos Indígenas e da Concha Acústica, a Secretaria de Cultura do Distrito Federal afirma não ter orçamento destinado à conservação dos espaços. “A melhoria ocorre quando esses locais recebem projetos privados, que se responsabilizam por todo o arranjo. Não temos dinheiro”, explica Ione Carvalho, subsecretária de patrimônio do DF.

O Metrópoles entrou em contato com os órgãos responsáveis pelos outros espaços, mas até o momento não obteve resposta.



Serviço

Catedral Metropolitana
Endereço: Esplanada dos Ministérios, lote 12
Horário de funcionamento: das 8h às 17h. Sábado até as 20h. Domingo até as 19h
Entrada gratuita

Catetinho
Endereço: BR-040, km 0 – Gama
Horário de funcionamento: das 9h às 17h (fecha segunda)
Entrada gratuita

Concha Acústica
Endereço: Setor de Hotéis de Turismo Norte – Vila Planalto
Horário de funcionamento: depende do evento

Espaço Israel Pinheiro
Endereço: Praça dos Três Poderes, lote M – Esplanada dos Ministérios
Horário de funcionamento: das 8h às 12h e das 14h às 18h (fecha sábado e domingo)
Entrada gratuita

Espaço Lúcio Costa
Endereço: Praça dos Três Poderes, subsolo – Esplanada dos Ministérios
Horário de funcionamento: das 9h às 18h (fecha segunda)
Entrada gratuita

Memorial JK
Endereço: Eixo Monumental – Praça do Cruzeiro
Horário de funcionamento: das 9h às 18h (fecha segunda)
Preço: R$ 10

Memorial dos Povos Indígenas
Endereço: Eixo Monumental
Horário de funcionamento: das 9h às 17h (fecha segunda)
Entrada gratuita

Palácio do Planalto
Endereço: Praça dos Três Poderes – Esplanada dos Ministérios
Horário de visitação: das 9h30 às 14h (somente aos domingos)
Entrada gratuita

Panteão da Pátria
Endereço: Praça dos Três Poderes – Esplanada dos Ministérios
Horário de funcionamento: das 9h às 18h (fecha segunda)
Entrada gratuita








http://www.metropoles.com/distrito-feder...tico-do-distrito-federal-deixa-a-desejar
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  #530  
Old Posted Nov 8, 2015, 5:19 PM
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Detalhe, preservação de monumento PARTICULARES é claro.
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  #531  
Old Posted Nov 25, 2015, 10:01 AM
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Demi Lovato se apresentará em Brasília

FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM



jornalista José Norberto Flesch, responsável por anunciar vários show famosos de artistas internacionais no Brasil, veio ao Twitter dizer, em primeira mão, que a cantora americana Demi Lovato fará shows no Brasil, incluindo a capital, Brasília.

O anúncio foi feito nessa terça-feira (24). O jornalista ainda revelou a data e o local da apresentação, 15 de Abril de 2016, no Ginásio Nilson Nelson.

Os fãs da artista podem ficar tranquilos, porque, de acordo com Flesch, ainda há várias datas a serem divulgadas.


Divulgação: Twetter








http://www.alo.com.br/vida-e-lazer/demi-lovato-se-apresentara-em-brasilia-36844
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  #532  
Old Posted Nov 26, 2015, 12:49 AM
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O Sale vai né....kkk
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  #533  
Old Posted Nov 26, 2015, 9:40 AM
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Vou sim. Vou dar um tiro na cara de quem pensa em trazer só essas gostosa pra cá, e não outras gostosas com ela haha
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  #534  
Old Posted Nov 26, 2015, 6:58 PM
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Vou sim. Vou dar um tiro na cara de quem pensa em trazer só essas gostosa pra cá, e não outras gostosas com ela haha
Mizifi só se for tiro de espuleta... Mais que vai curtir as coxas da Demi, tudo vai né...kkk
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  #535  
Old Posted Jan 11, 2016, 10:20 AM
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Cultura do DF dá com a cara na porta em 2016

Divulgação


O ano inicia com uma fase não muito boa para a cena cultural de Brasília. Com espaços fechados e a lei do silêncio calando muitos bares e restaurantes, a cidade entra em uma temporada de expectativas por um cenário promissor. Entre as promessas para esse ano, está a reabertura do Centro de Dança e do Espaço Renato Russo, ambos fechados em 2013, além do Museu de Arte de Brasília interditado em 2007.

As reformas previstas para serem concluídas até o fim do ano, somam um montante de R$ 11,8 milhões. A maior quantia está destinada ao Espaço Renato Russo, que será revitalizado, e terá a criação de um memorial do músico que leva o nome do local.

Os gritos do movimento "Brasília tem dança!" foram ouvidos e a reforma do Centro de Dança já está em curso. O local servia de referência para grandes eventos de dança e terá as salas revitalizadas, além dos pisos e banheiros.

O Teatro Nacional Cláudio Santoro, contudo, segue de portas fechadas e sem previsão de reabertura. Interditado pelo Ministério Público e pelo Corpo de Bombeiros no inicio de 2014, o local não entrou no primeiro pacote de obras do GDF. De acordo com a secretaria de Cultura, a reforma custaria cerca de R$ 220 milhões, um valor muito maior do que está disponível em caixa.







http://www.destakjornal.com.br/noticias/...f-da-com-a-cara-na-porta-em-2016-293119/
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  #536  
Old Posted Jan 19, 2016, 4:43 PM
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E a tendência é piorar ainda mais.
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  #537  
Old Posted Feb 5, 2016, 3:41 PM
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  #538  
Old Posted Feb 17, 2016, 10:25 AM
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GDF estuda a criação do Instituto do Patrimônio Cultural



Com poder de vetar iniciativas que ponham em risco a cidade, a autarquia surge 10 anos após a extinção do Conpresb. Ontem, saiu a lista dos integrantes do Conselho de Preservação

Uma década depois da extinção do Conselho de Preservação de Brasília (Conpresb), o governo se articula para criar um colegiado com poderes de barrar projetos que ameacem a área tombada da capital federal. O assunto é debatido por técnicos da Secretaria de Cultura, e a minuta do projeto de lei deve ser concluída nas próximas semanas. A ideia é criar o Instituto do Patrimônio Cultural do DF (Ipac), com formato de autarquia. O conselho vinculado a esse instituto será formado por representantes da sociedade civil que tenham notório saber na área de proteção do patrimônio e terá funções deliberativas, ou seja, poderá vetar iniciativas que possam colocar em risco o tombamento da cidade.

Antes de optar pela implementação do Instituto do Patrimônio Cultural do DF, o governo analisou a possibilidade de criar uma fundação destinada à preservação da área tombada. Mas a conclusão foi de que esse instrumento não teria força política para atuar. “Essa é uma obrigação internacional que nós temos há quase 30 anos, desde que Brasília foi inscrita na lista do patrimônio mundial da humanidade, da Unesco”, explica Ione Carvalho, subsecretária de Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura do DF. “Brasília precisa de um instituto que tenha independência e força para preservar o nosso patrimônio”, acrescenta Ione, que está à frente da elaboração do projeto.

Desde o início da gestão, um grupo de trabalho atua na formulação do projeto de criação do instituto. Participam da empreitada integrantes de entidades representativas da defesa do patrimônio da cidade. Após a conclusão da minuta do projeto de lei, o texto será enviado ao secretário de Cultura, Guilherme Reis, e ao governador Rodrigo Rollemberg, que mandará a proposta à Câmara Legislativa.

O Conselho de Preservação de Brasília (Conpresb), extinto há 10 anos, tinha um papel importante na defesa da área tombada e, por isso, a atuação dos conselheiros causava atritos políticos frequentes. Passaram pelo Conpresb temas polêmicos, como a liberação de cercamento de áreas públicas no Plano Piloto e a colocação de publicidade na área tombada. A atuação dos conselheiros contrariou interesses econômicos, o que levou à sua extinção.

Planejamento

Sete meses depois da publicação do decreto que criou o Conselho Consultivo de Preservação e Planejamento Territorial e Metropolitano do Distrito Federal, o governo nomeou ontem os conselheiros que vão compor o colegiado. O conselho deve se reunir pela primeira vez em 10 de março. O governo busca um espaço físico capaz de abrigar os 64 conselheiros e a reunião deve ocorrer no Museu da República.









http://www.correiobraziliense.com.br/app...o-instituto-do-patrimonio-cultural.shtml
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  #539  
Old Posted Feb 17, 2016, 7:12 PM
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Mais cabides de empregos quentinhos para serem servidos. Detalhe, o Cristovam criou um conselho idêntico, e o mesmo conselho que alegou proteger a cidade, mandou demolir a marquise da Rodoviária. Leia-se edifício tombado pela UNESCO. Portanto.... Não querem economizar, e agora querem criar mais Institutos.
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  #540  
Old Posted Feb 17, 2016, 9:04 PM
emblazius emblazius is offline
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CABIDÃOOOOOO. Votei no Frejat, Tarifa 1 real. Enrrolemberg inútil!!!!
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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