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  #661  
Old Posted Jul 17, 2015, 10:15 PM
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Se houver um Impeachment o Brasil vira um Caos, ruim com ela pior sem ela
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  #662  
Old Posted Jul 19, 2015, 12:39 AM
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Eles também pedalam



Com queda na arrecadação e dificuldades de caixa, governadores recorrem à contabilidade criativa para melhorar as contas públicas

Foto: Ilustração: Evandro Rodrigues

Rota de fuga: pela ordem, à dir., o ex-governador Cid Gomes (CE) e os atuais chefes estaduais José Melo Oliveira (AM), José Sartori (RS) e Geraldo Alckmin (SP) que recorreram a inovações nas contas públicas


O ex-secretário do Tesouro Nacional, o gaúcho Arno Augustin, foi duramente criticado por arquitetar manobras que tentavam melhorar as contas públicas no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Uma delas, a chamada pedalada fiscal, em que o governo atrasa pagamentos para simular uma economia maior do que a efetivamente realizada, pode agora lhe render um processo, por ter envolvido recursos de bancos públicos no pagamento de obrigações da União. A prática também ameaça a aprovação das contas de 2014 da presidente Dilma, atualmente em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que deve anunciar seu parecer no dia 22.

Pela frequência com que vem sendo usado, o termo pedalada fiscal, jargão técnico cunhado por contadores, passou a ser citado de maneira espontânea e genérica para designar, de forma simples, artifícios heterodoxos aplicados a programas e orçamentos públicos. Casos recentes mostram que a criatividade com as contas estatais não é exclusividade do governo federal e vem sendo utilizada também por alguns Estados. E que nem sempre representam manipulações, entrando no rol de saídas inovadoras para problemas reais, como costuma ocorrer no setor privado, por parte de empresas em dificuldades.

Desde 2011, ao menos, o Ceará abate os investimentos do cálculo do resultado primário, a economia feita para o pagamento de juros da dívida, contrariando os critérios previstos pela Secretaria de Tesouro Nacional (STN). Assim, a Fazenda estadual consegue passar a impressão de que conseguiu gastar menos no período. Em 2014, o governo cearense recorreu a uma alternativa considerada inédita. Usou recursos classificados como saldo excedente do superávit primário de 2013 (o valor que ficou acima da meta) para evitar um déficit – o Estado informou ter obtido um saldo primário de R$ 455,3 milhões.

O dado positivo, porém, só havia sido alcançado graças à prática de descontos dos investimentos. Na análise do balanço de 2014, a relatora do processo no Tribunal de Contas do Estado (TCE), Soraia Victor, ajustou o número divulgado pelo governador Cid Gomes (Pros). Excluindo os dois artifícios, o Ceará teria incorrido num déficit de R$ 1,5 bilhão. Revisões feitas para o resultado dos três anos anteriores, quando só o desconto dos investimentos havia sido usado, também transformaram em déficits os superávits obtidos em dois períodos. A comissão de análise do TCE identificou métodos semelhantes em Pernambuco e no Maranhão. A prática também vinha sendo adotada, nos últimos anos, pelo governo federal, que passou a descontar da meta de superávit os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Diante do acúmulo de expedientes contábeis, tornaram-se comuns, no primeiro mandato da presidente Dilma, cálculos independentes de superávit primário feitos por analistas de mercado. A metodologia foi abandonada neste ano com a chegada do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. No Ceará, o voto da relatora Soraia destaca a fragilidade do cálculo e sua distância do conceito técnico de resultado primário. “Isso mostra que o Estado gastou muito”, diz Soraia. “O Estado pode ter déficit primário, é uma opção do governador. O que não pode é gastar e dizer que não gastou. Para que serve esse número então?” Segundo ela, o risco é de que no futuro o governo encontre dificuldades em honrar a dívida.

O uso de excedentes dos superávits anteriores foi permitido graças à sua inclusão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Estado em 2009. Apesar do destaque dado pela relatora para a incoerência e por outros 78 questionamentos, o TCE recomendou a aprovação do balanço de 2014. O Legislativo seguiu o parecer. A decisão, porém, está sendo contestada pelo Ministério Público de Contas, que entrou com recurso contra o documento do TCE. A Procuradoria endossa ainda outras ressalvas identificadas pela relatora, entre as quais uma diferença de R$ 290 milhões entre a contabilidade e os extratos.

O secretário da Fazenda do Ceará, Mauro Filho, que permanece no posto na gestão de Camilo Santana (PT), destaca que a metodologia das contas foi aprovada pelo Legislativo na LDO, está correta e, por isso, foi aprovada pelo TCE. Lembra também que já fora usada pela União, inclusive com o abatimento de desonerações do cálculo do primário, o que o Estado não faz. Segundo ele, foi acordado internacionalmente que o abater investimento do superávit acelera o crescimento. “O Estado nunca deixou de pagar nenhum centavo de juros ou amortizações.” Sobre o cálculo da revisora, diz que a realização de despesas com poupanças gera um déficit errôneo.

“Se não houvesse poupança, não haveria despesa no exercício seguinte e, portanto, déficit primário.” O secretário ressalta o baixo nível de endividamento do Estado (42% da Receita Corrente Líquida, ante os 200% permitidos em lei) e explica que a diferença de R$ 290 milhões apontada refere-se a aplicações financeiras e já foi esclarecida. Em Santa Catarina, os auditores identificaram, nas contas de 2014, um montante de R$ 1,3 bilhão em cancelamentos de despesas liquidadas – serviços prestados e mercadorias compradas pelo Estado e pendentes de pagamentos.

Os cálculos do TCE mostram que o governo teria fechado o ano com um déficit orçamentário de R$ 918 milhões e, não com um superávit de R$ 382 milhões, como foi informado, se o compromisso já tivesse sido honrado. “O cancelamento de uma despesa liquidada consiste em ato extraordinário e, como tal, deve estar devidamente justificado para evitar dúvidas sobre os resultados apresentados”, afirma o relatório. Em resposta aos questionamentos, o governo estadual informou que, na maior parte dos casos, não se tratavam de infrações à legislação e, sim, de correções de lançamentos indevidos.

Também esclareceu que iniciou estudos para evitar a confusão no sistema. Os técnicos decidiram manter a ressalva no relatório do balanço, que foi aprovado. Os mecanismos empregados por governadores nem sempre implicam em ilegalidades ou espertezas, mas levantam dúvidas sobre a verdadeira situação fiscal. Deputados do Amazonas aprovaram às pressas, em dezembro, um projeto de lei para permitir o uso de recursos de dois fundos com designação específica (fomento ao turismo e micro e pequenas empresas) no pagamento de despesas correntes da administração pública.

Ainda assim, o Estado encerrou o ano com um déficit de R$ 837 milhões. No Rio Grande do Sul, o ajuste fiscal proposto pelo governador José Ivo Sartori (PMDB) também buscou incorporar saldos remanescentes de fundos antigos. Foram extintos 13 fundos, a maior parte deles considerados desnecessários, desatualizados ou que já haviam cumprido sua finalidade. O governo atribuiu a mudança à “situação financeira delicada” do Estado e à busca da melhor utilização dos recursos. Para o relator das contas do governo do Amazonas no TCE, Érico Desterro, a realocação é legítima quando aprovada em Assembleia.

“O Orçamento é uma peça definida pelo Poder Legislativo”, diz Desterro. “Se há um entendimento de que os recursos devem ser aplicados de outra maneira, respeitadas as disposições constitucionais, não há problema.” O tópico não constou do parecer do TCE, que apontou duas ressalvas e oito recomendações. Como a frustração de receitas e a explosão dos gastos de custeio não atormentam apenas os Estados menos favorecidos, até mesmo os mais ricos vêm sendo obrigado a apelar para formas criativas. Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin, postergou em seis meses o pagamento dos créditos da Nota Fiscal Paulista e reduziu de 30% para 20% o percentual de restituição do ICMS no programa.

No Rio de Janeiro, o governador Fernando Pezão (PMDB) autorizou o pagamento de tributos em produtos, numa espécie de escambo, e estuda negociar dívidas tributárias de terceiros com instituições financeiras, em operações de securitização. O esforço de criatividade foi endossado no Senado. Um projeto de lei de José Serra (PSDB-SP) autoriza Estados e municípios a destinarem o dinheiro depositado em juízo em processos administrativos e judiciais para o abatimento da dívida e investimentos. A medida, que pode liberar R$ 21 bilhões, aguarda apenas a sanção da presidente.











http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20150717/governadores-tambem-pedalam/281175.shtml
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  #663  
Old Posted Jul 21, 2015, 4:46 PM
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No TCU, Planalto dirá que 17 Estados adotaram "pedaladas fiscais"


Em sua defesa formal a ser encaminhada na quarta-feira (22) ao TCU (Tribunal de Contas da União), a presidente Dilma Rousseff vai sustentar que 17 Estados e o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso adotaram práticas semelhantes às "pedaladas fiscais".

As pedaladas são atrasos em repasses do Tesouro Nacional para a Caixa Econômica Federal cumprir compromissos de programas sociais. O argumento é que essas manobras não constituíram operações de crédito e, portanto, não infringiram a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), como apontou a corte de contas.

Dilma reuniu ontem sua equipe para tratar dos detalhes da defesa. O Planalto quer evitar a qualquer custo uma inédita reprovação de suas contas pelo TCU, que analisa o balanço anual do governo federal há 78 anos. O parecer da corte, que deve ser emitido em agosto, subsidia o julgamento das contas pelo Congresso. A oposição e setores rebelados da base governista apostam numa eventual rejeição para pedir o impeachment de Dilma.

Em sua defesa, o governo mencionará, ainda, que também houve atrasos na transferência de recursos à Caixa, ocorridos em 2000 e 2001, para justificar pontos destacados pelo ministro do TCU, Augusto Nardes, relator do processo de análise de contas, como "distorções" no balanço do governo Dilma. Além disso, um levantamento feito pelo governo apontará que os 17 Estados trabalharam da mesma forma, com atrasos pontuais em repasses de recursos públicos.

Para o governo, os contratos da Caixa com os ministérios que administram os pagamentos do programa Bolsa Família, e dos programas seguro-desemprego e abono salarial, todos financiados com recursos do Tesouro, são contratos de "prestação de serviços". Dessa forma, os atrasos nos repasses - que o governo admite - não podem ser compreendidos como crime de responsabilidade fiscal.

Ao apresentar dados sobre as manobras de 2000 e 2001, quando a Lei de Responsabilidade Fiscal tinha acabado de ser sancionada pelo ex-presidente FHC, Dilma Rousseff pretende mostrar ao TCU que a prática, em maior ou menor medida, nunca foi causa para uma reprovação das contas. A mensagem também é considerada importante para o Congresso, que é o responsável pela decisão final sobre as contas do governo.

Dilma também sustentará que mudanças no entendimento do TCU não podem fomentar condenações sem um aviso prévio, mas devem alterar condutas futuras do governo.

Sobre o não contingenciamento de R$ 28 bilhões em gastos no decreto de programação orçamentária de novembro de 2014, o governo vai sustentar que baseou suas estimativas na aprovação do projeto que reduzia a meta fiscal, já em tramitação no Congresso.

Mais uma vez, o Palácio do Planalto deve citar como exemplo a era FHC. O governo levantou um decreto orçamentário de abril de 2002 , quando o governo deixou de realizar alterações fiscais porque conduzia "estudos para elevação das alíquotas do IOF".

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".












http://noticias.uol.com.br/ultimas-notic...planalto-usara-estados-em-sua-defesa.htm
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  #664  
Old Posted Jul 21, 2015, 4:49 PM
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Aprovação do governo Dilma cai para 7,7% e 62,8% são a favor de impeachment



Com relação à economia, para 55,5% dos brasileiros a oferta de emprego deve piorar e metade deles teme ficar sem trabalho


Foto: Alan Sampaio/iG Brasília - 21.5.15

Governo é considerado de forma positiva somente por 7,7% dos entrevistados


Pesquisa CNT/MDA divulgada na manhã desta terça-feira mostra que 52,4% dos entrevistados consideram o governo da presidente Dilma Rousseff como péssimo. A esses somam-se 18,5% que consideram a gestão da petista como ruim e Dilma chega ao pior índice de popularidade da série histórica feita pela CNT. O governo é considerado de forma positiva somente por 7,7% dos entrevistados. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 cidades de 25 estados, das cinco regiões, entre os dias 12 e 16 de julho de 2015.

Dilma reconhece crise, mas diz que Brasil vai voltar a crescer Governo deve receber críticas com humildade, afirma ministro

O pico negativo de Dilma havia sido verificado no levantamento anterior, feito em março, quando a presidente registrou 11% de popularidade. Em relação ao desempenho pessoal de Dilma, somente 15,3% aprovam a gestão dela, contra 79,9% que desaprovam. Neste aspecto, Dilma também bateu recorde, já que o pico de reprovação era de 78%, registrado em março.

Os dados refletem a crise política atual: 62,8% das pessoas são favoráveis ao impeachment da presidente.

Lava Jato

O levantamento mostrou que 78,3% dos entrevistados acompanham ou ouviram falar das denúncias relacionadas à Operação Lava Jato. Destes, 69,2% acham que a presidente é culpada pela corrupção investigada na operação. Ainda neste universo, 65% consideram que o ex-presidente Lula é responsável

Dentro desse universo, 40,4% acham que o maior culpado na Lava Jato é o governo, 34,4% acreditam que os partidos políticos são os responsáveis, 14,2% culpam os funcionários das empresas e somente 3,5% responsabilizam as construtoras.

Para 78,1% dos entrevistados, as empresas devem ser proibidas de fazer doações a campanhas políticas.

Eleições

Para 44,8% da amostra, se o candidato tucano Aécio Neves (PSDB) tivesse vencido as eleições presidenciais de 2014, o governo dele estaria melhor do que o de Dilma; 36,5% acreditam que estaria igual e, para 10,9%, o cenário poderia ser pior.

Se as eleições fossem hoje, num cenário com Aécio Neves, Lula, Marina e Bolsonaro, Aécio ganharia com 35,1% dos votos. Lula teria 22,8%, Marina, 15,6% e Bolsonaro, 4,6%.

Para 78,1% dos entrevistados, empresas devem ser proibidas de fazer doações a campanhas políticas. 67,5% acreditam que não deve haver reeleição.

Economia

A pesquisa também abordou questões ligadas à economia. Quando o tema foi emprego, somente 15% acreditam que o quadro poderá melhorar. Para 55,5% o cenário deve piorar e 27,5% acreditam que tudo ficará igual. Sobre renda, a maioria crê que o panorama deverá ficar igual, 50,2%. Para 33,7% vai diminuir e 13,8% acreditam que a renda vai aumentar.







http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/...77-e-628-sao-a-favor-do-impeachment.html
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  #665  
Old Posted Jul 22, 2015, 3:27 PM
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O governo de Aécio melhor do que DILMA? Já teria vendido todas as estatais. Isso se não estivesse paralisado devido as CPIs Pizza ops...
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  #666  
Old Posted Jul 23, 2015, 2:43 PM
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Pesquisas manipuladas. Sem contar que a mídia tem menos aprovação que a Dilma.
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  #667  
Old Posted Jul 23, 2015, 4:21 PM
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Eu não sei, está passando da hora de privatizar a polícia, a saúde e educação que nem na CHINA (Zonas de Processamento de Exportação). Com a grana que o governo arrecada de impostos, o cidadão utilizaria o serviço e a fatura seria paga pelo governo. Assim teríamos um controle maior sobre tudo que se gasta. Pois se nem com os orgãos que fazem fiscalização e controle não tem controle sobre eles mesmos. Quem nem o enriquecimento do filho do presidente do TCU.. Como um orgão que tem o dever e obrigação de fiscalizar, não fiscaliza a própria casa. Piada.
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O governo de Aécio melhor do que DILMA? Já teria vendido todas as estatais. Isso se não estivesse paralisado devido as CPIs Pizza ops...
Engraçado, acho que vc sofre de dupla personalidade, em um post vc defende que se privatize ate a a policia em outro condena as privatizações....

Last edited by Jota; Jul 23, 2015 at 4:32 PM.
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  #668  
Old Posted Jul 23, 2015, 4:23 PM
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Pesquisas manipuladas. Sem contar que a mídia tem menos aprovação que a Dilma.
To começando a achar que isso é contagioso.....




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  #669  
Old Posted Jul 23, 2015, 7:11 PM
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Defendo sim privatizar com responsabilidade e não fazer o que o FHC fez. Privatizou tudo, mas esqueceu de pagar os anistiados e o rombo da previdência também aumentou pois deixou de pagar INSS esses funcionários, mas existia muitos já aposentados, e alguém teve de cobrir o buraco deixado.
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  #670  
Old Posted Jul 24, 2015, 8:43 PM
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PMDB e Planalto começam a pensar em substitutos para Eduardo Cunha



Assunto é tratado com reserva, mas nomes são analisados

Foto: Luiz Macedo


Na lista, Lelo Coimbra, Osmar Terra e Edinho Araújo. Miro Teixeira é o deputado há mais tempo com mandato.

O comando do PMDB e o Palácio do Planalto consideram inevitável que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, venha a ser denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Quando a denúncia vier, no âmbito da Operação Lava Jato, haverá pressão para Cunha se afastar do cargo de presidente da Câmara. Se for esse o desfecho, quem no PMDB poderá substituí-lo? Esse debate já começou dentro do PMDB e no Palácio do Planalto.

Por enquanto, a lista dos possíveis substitutos está em formação. Poucos têm relevância na bancada peemedebista atual para tentar construir um consenso.

Caciques peemedebistas citam preliminarmente alguns nomes que poderiam agradar ao PMDB e ao Palácio do Planalto (não necessariamente nessa ordem): os deputados federais Lelo Coimbra (ES), Osmar Terra (RS) e Edinho Araújo (SP), este último atualmente ministro dos Portos.

SAÍDA “ALDO REBELO”

Em 2005, quando Severino Cavalcanti (PP-PE) caiu no caso conhecido como “mensalinho”, a presidência da Câmara foi entregue a um deputado considerado equilibrado e respeitado pelos demais, mas de uma sigla bem pequena: Aldo Rebelo (PC do B-SP).

Aldo hoje não é mais deputado –está sem mandato e é titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Quem poderia ser o “Aldo” atual? Não há consenso, mas ouve-se no Planalto e entre peemedebistas o nome de Miro Teixeira, ex-ministro de Lula e hoje filiado ao minúsculo Pros, do Rio.

Miro (que já foi filiado antes ao PMDB, PP, PDT, PPS e PT) tem 70 anos e foi eleito pela 11ª vez em 2014. É o deputado federal em atividade com mais mandatos.

REAÇÃO DE EDUARDO CUNHA

O que não se encaixa nessa equação preparada pela cúpula do PMDB e pelo Planalto é o fato de Eduardo Cunha estar decidido a não sair de sua cadeira se e quando for denunciado por Rodrigo Janot.

“Quem é denunciado não é réu. Primeiro, o Supremo terá de aceitar a denúncia. Eu já fui réu outra vez, mas fui absolvido depois. Vai prevalecer a presunção da inocência”, diz Cunha a quem o pergunta sobre o tema.

Cunha vai resistir até o fim. Na semana que vem, começa na segunda-feira (27.jul.2015), participará do evento em São Paulo “Almoço-Debate Lide”, cujo tema é “Democracia participativa e relação com a sociedade civil”. O Lide é comandado pelo empresário João Dória, que em 2007 articulou o movimento Cansei para pregar o “fora, Lula!”.





http://fernandorodrigues.blogosfera.uol....ensar-em-substitutos-para-eduardo-cunha/
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  #671  
Old Posted Jul 27, 2015, 10:43 AM
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JÁ SÃO 255 DEPUTADOS PRÓ-IMPEACHMENT DE DILMA


ESTIMAM-SE QUE 255 DEPUTADOS FEDERAIS JÁ APOIAM O IMPEACHMENT

FOTO: ABR

A AVALIAÇÃO DE DILMA É A MAIS BAIXA DESDE QUE TOMOU POSSE, EM 2011.


O Planalto e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), concordam pelo menos uma coisa: ambos estimam que 255 dos 513 deputados federais já se manifestam abertamente pela admissibilidade da proposta de impeachment da presidente Dilma. Neste momento, doze propostas estão tramitando. O governo espera ainda reverter a posição de deputados do PTB e do PP; eles somam 64 deputados.

Oposição acha que o impeachment ganhará fôlego após o TCU julgar as “pedaladas fiscais” e as manifestações do dia 16.

São exigidos no mínimo 342 votos para que os parlamentares promovam o impeachment da presidente Dilma.

Dilma liberou R$ 300 milhões em emendas parlamentares ainda de 2014, na expectativa de “acalmar” deputados e senadores. Leia na Coluna Cláudio Humberto.










http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=36470427470
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  #672  
Old Posted Jul 29, 2015, 1:55 PM
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Datena irá concorrer à Prefeitura de SP pelo PP

Divulgação

O apresentador Datena: no páreo com Fernando Haddad (PT) e Celso Russomano (PRB)


O apresentador da Rede Bandeirantes José Luiz Datena será candidato a prefeito de São Paulo nas eleições de 2016. O anúncio foi feito na noite de ontem pelo Partido Progressista (PP).

Datena usou as redes sociais para confirmar a decisão. Pelo Twitter, o apresentador publicou uma foto ao lado do presidente estadual do PP, deputado federal Guilherme Mussi e do deputado estadual Delegado Olim (PP) - cotado para ser o vice na chapa.

Oficialmente, Datena só será considerado candidato no ano que vem, quando acontecem as convenções do partido.

A entrada do apresentador na corrida eleitoral cria dificuldade para outras siglas como o PT, que tentará reeleger Fernando Haddad, e o PRB, que deverá lançar o nome do deputado Celso Russomano.

Há pouco mais de um ano, Datena declarou em seu programa “Brasil Urgente” que jamais seria candidato a um cargo público. Revoltado com as imagens de idosos em condições deploráveis em um hospital da cidade, ele afirmou que "É por isso que não quero e nunca serei político. Porque não tenho estômago. Eu teria vergonha por ver um problema e não conseguir resolver".

Em 2012, em entrevista ao jornalista Maurício Stycer, do UOL, Datena disse considerar "injusto" que um comunicador use sua imagem pública para conquistar votos na política. "Sou uma porcaria como administrador", disse ele. "Posso comentar bem sobre um assunto, mas seria um péssimo político, não teria capacidade nenhuma de ser um bom político".













http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/datena-ira-concorrer-a-prefeitura-de-sp-pelo-pp
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  #673  
Old Posted Jul 29, 2015, 1:55 PM
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kkkkkkkk

Por isso que a politica no Brasil nunca vai melhorar, só tem fantoche disfarçado de politico
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  #674  
Old Posted Jul 29, 2015, 7:27 PM
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Credo! Quanta mais a gente reza mais assombração aparece...
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  #675  
Old Posted Aug 2, 2015, 10:36 PM
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DEPUTADOS FEDERAIS GASTAM R$1 MILHÃO EM RESTAURANTES EM CINCO MESES


FOTO: LUIS MACEDO/AGÊNCIA CÂMARA

PLENÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.


A crise na economia não afetou a dieta de engorda, na Câmara dos Deputados. De fevereiro a junho deste ano, o 513 deputados federais gastaram quase R$ 1 milhão em restaurantes ou exatos R$ 968,5 mil. Toda essa dinheirama foi ressarcida pela Cota de Auxílio de Atividade Parlamentar (Ceap). Para efeito de comparação, o valor gasto por suas excelências seria suficiente para comprar 2,46 mil cestas básicas.

Tamanho é o apetite dos deputados que uma cesta básica em São Paulo, a mais cara do Brasil, custava, em junho, R$ 392,77.

Numa comparação com igual período do ano passado, quando suas excelências gastaram R$ 813,8 mil, o aumento foi de 19%.

Os dados foram compilados pelo ativista Lúcio Batista, o Lúcio Big, da Operação Política Supervisionada (OPS).

Os valores levantados não levam em consideração os gastos dos senadores. “O Senado dificulta o acesso aos dados”, diz Lúcio Big.










http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=36857567192
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  #676  
Old Posted Aug 2, 2015, 10:38 PM
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Dilma prepara reforma para reduzir ministérios, diz blog



Dilma Rousseff assina Medida Provisória que cria Programa de Proteção ao Emprego, durante solenidade no Palácio do Planalto

O governo de Dilma Rousseff prepara uma reforma administrativa para reduzir o número de ministérios e estabelecer critérios de mérito para preencher os mais de 22 mil cargos de confiança na esfera federal.

A informação foi divulgada na tarde deste domingo no blog da jornalista Cristiana Lôbo, comentarista da Globo News.

A presidente pediu para o Ministério do Planejamento fazer uma proposta que pode ser anunciada depois que o Congresso Nacional voltar do recesso nesta semana.

Lôbo diz que tudo depende das condições políticas. A distribuição de ministérios e cargos entre aliados é uma forma do Executivo exercer influência sobre as bancadas no Legislativo, e esta relação tem sido conturbada no governo Dilma.

A redução do número de ministérios (hoje são 38) apareceu na campanha eleitoral e em projetos do PMDB, mas havia sido rejeitada pela presidente até agora.

A redução de custos com a medida seria minúscula, mas ela seria uma forma de mostrar para a população que o governo está disposto a fazer sacrifícios.










http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/dilma-prepara-reforma-para-reduzir-ministerios-diz-blog
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  #677  
Old Posted Aug 6, 2015, 2:53 AM
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PDT e PTB declaram-se na Câmara independentes em relação ao governo

Foto: Sérgio Lima



O governo perdeu nesta quarta-feira o apoio de dois partidos na Câmara. Horas depois de o vice-presidente Michel Temer ter cobrado lealdade e responsabilidade dos aliados, o PDT e o PTB se declararam “independentes”. Fizeram mais: anteciparam que votarão a favor da proposta que vincula os salários de advogados da União, procuradores estaduais e delegados de polícia a 90,25% dos contracheques dos ministros do STF —uma matéria tachada pelo governo de “bomba fiscal.” Juntas as duas legendas têm 44 votos na Câmara.

“A bancada do PDT se declarou independente em virtude das atitudes desrespeitosas da liderança do governo”, disse ao blog o deputado André Moura (CE), líder do partido. “O PDT é o único partido que manifesta previamente a forma como vai votar. E não aceita mais ser chamado de traidor ou infiel. Isso é desrespeitoso com a nossa história.”

E quanto ao Ministério do Trabalho, controlado pelo PDT? “Comunicamos nossa decisão ao ministro Manoel Dias'', disse o líder. “Os próximos passos serão dados em comum acordo com a Executiva do partido e com a bancada do Senado. Os senadores devem acompanhar a decisão. O processo tende a evoluir com a entrega dos cargos no governo. Não creio que essa decisão demore. O Ministério é da presidente Dilma, que pode perfeitamente dizer que não deseja que a pasta fique nas mãos do ministro do PDT.”

Jovair Arantes (GO), líder do do PTB, disse que o partido tornou-se “independente” por decisão unânime de sua bancada, que se reuniu por cerca de três horas nesta quarta-feira.

Hoje, o PTB integra um bloco liderado pelo PMDB e integrado por legendas como PP e PSC. Arantes comunicou ao líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), sua disposição de requerer o desligamento do PTB desse bloco. Fez isso “para dar conforto” aos colegas, já que os petebistas decidiram aprovar, por unanimidade, a proposta combatida pelo Planalto.

Arantes afirmou que só se manteve no bloco encabeçado pelo PMDB porque Picciani lhe informou que também encaminhará o voto a favor da proposta tachada de “bomba fiscal” pelo governo. Os líderes do PP e do PSC farão o mesmo. Quer dizer: esboça-se para a noite desta quarta-feira mais uma humilhação da Câmara ao governo Dilma.














http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com....ara-independentes-em-relacao-ao-governo/
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  #678  
Old Posted Aug 6, 2015, 3:43 AM
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Jota Jota is offline
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Dizer o que?

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  #679  
Old Posted Aug 6, 2015, 3:46 PM
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pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
LLAP
 
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Sairam da base aliada mas..........

Não largaram os cargos políticos. Sinceramente prevejo.... O FIM do PDT em muito breve e os deputados migrando para o REDE, querem apostar.
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  #680  
Old Posted Aug 7, 2015, 10:44 AM
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MAMUTE MAMUTE is offline
...
 
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CARTA-RENÚNCIA ESTÁ PRONTA, DIZEM FONTES DO PLANALTO



FONTES DO PALÁCIO GARANTEM QUE DILMA JÁ ESCREVEU CARTA-RENÚNCIA

FOTO: LULA MARQUES/PT

PRESIDENTE DILMA ESTARIA COM A CARTA-RENÚNCIA MINUTADA.



Apesar de ter declarado que “suporta a pressão”, a presidente Dilma já teria preparado uma carta-renúncia. Fontes do Palácio do Planalto garantem que a redação da carta não foi um ato solitário, como é comum nesses casos: Dilma teria contado com a ajuda de dois dos seus ministros mais próximos, Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça), apesar de ambos serem contrários à ideia.

Confirmada a renúncia de Dilma, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiria imediatamente o comando do Executivo.

Além da renúncia, há outras hipóteses para a saída de Dilma: ação na Justiça Eleitoral e representação da oposição por crime financeiro.

A ação eleitoral por financiamento ilegal de campanha pode culminar no cancelamento do registro da chapa. Assim, cairiam Dilma e Temer.

Se prosperar a representação da oposição na Procuradoria-Geral da República por crimes financeiros, Dilma também poderia ser cassada. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto











http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=37163858458
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