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  #2381  
Old Posted Jul 21, 2015, 6:15 PM
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Originally Posted by Jota View Post
Por que? Vc fez algum estudo mostrando que os preços estão errados?

É engraçado essa mania no Brasil de só ver o preço final, tudo que custa milhões é imediatamente taxado de "gasto exagerado". Sem ver uma tabela mostrando os preços unitários dos produtos não da para saber nada.

Isso é um edital para Registro de Preços, não é para compra imediata. O governo só tem obrigação de comprar o minimo estabelecido no edital, o resto vai sendo comprado conforme demanda, e pode ate não comprar mais nada.

Alias fazendo um calculo grosseiro, e considerando só os colchões, 18 milhões divido por 67 mil, da R$ 268,65 por colchão que seria um preço normal se não considerarmos que tem o resto ainda, então na realidade é bem mais barato, deve estar sando por 170/190 reais o colchão. Então qual o problema?

Parece a mesma bobagem da compra das capas para a PM do Agnelo, o preço estava correto, a compra era necessária, mas lá veio e mídia comparando com capas usadas por pescadores e dizendo: mas nem ta chovendo....
Jota no Brasil, o povo quer comprar coisa boa por preço de banana. A compra até poderia ser necessária, mas com viaturas paradas por falta de manutenção, poderia pegar a grana das capas para fazer a manutenção das viaturas.
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  #2382  
Old Posted Jul 21, 2015, 6:40 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Jota no Brasil, o povo quer comprar coisa boa por preço de banana. A compra até poderia ser necessária, mas com viaturas paradas por falta de manutenção, poderia pegar a grana das capas para fazer a manutenção das viaturas.
São coisas diferentes, é necessário fazer a manutenção das viaturas? Claro. Mas as capas tbm eram necessárias para o patrulhamento a cavalo.

As vezes não da para escolher uma coisa ou outra, tem que fazer as duas.
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  #2383  
Old Posted Jul 22, 2015, 1:20 PM
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Eu não sei, está passando da hora de privatizar a polícia, a saúde e educação que nem na CHINA (Zonas de Processamento de Exportação). Com a grana que o governo arrecada de impostos, o cidadão utilizaria o serviço e a fatura seria paga pelo governo. Assim teríamos um controle maior sobre tudo que se gasta. Pois se nem com os orgãos que fazem fiscalização e controle não tem controle sobre eles mesmos. Quem nem o enriquecimento do filho do presidente do TCU.. Como um orgão que tem o dever e obrigação de fiscalizar, não fiscaliza a própria casa. Piada.
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  #2384  
Old Posted Jul 25, 2015, 5:00 PM
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alguém segue o chico vigilante no twitter ?
vergonha alheia demais


Ex-assessor de Roseana Sarney assume Secretaria de Saúde do DF
http://g1.globo.com/distrito-federal/not...ey-assume-secretaria-de-saude-do-df.html
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"You're guilty all the same."

Juntos num só ritmo

Diga sim ao cyberbullying
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  #2385  
Old Posted Jul 26, 2015, 12:25 AM
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Cara melhor nem fazer comparações entre EnrolaUmBeck e Agnulo. O primeiro é a excelência em governar o segundo o desgoverno.
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  #2386  
Old Posted Jul 27, 2015, 11:23 AM
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O extremismo não é visto com bons olhos, mizifilho..... para de ser exagerado!
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  #2387  
Old Posted Jul 27, 2015, 5:02 PM
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Cara melhor nem fazer comparações entre EnrolaUmBeck e Agnulo. O primeiro é a excelência em governar o segundo o desgoverno.




Queria saber de onde o Pesquisa tira essas bobagens.... Oh imaginação.
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  #2388  
Old Posted Jul 27, 2015, 7:57 PM
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Criação da Rede de Marina promete mudar o cenário político do DF



A possibilidade de a Rede ter sua existência como partido atrai os olhares de políticos brasilienses, principalmente do governador Rollemberg e de grupos na Câmara Legislativa, onde distritais estariam prontos para trocar de legenda

Foto: Sheyla Leal/ObritoNews/Fato Online

Na sede da Rede, tudo pronto para funcionar como partido político


O registro da Rede (Rede Sustentabilidade), partido idealizado por Marina Silva, ex-candidata a presidência da República pelo PSB, deverá voltar à pauta do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ainda neste segundo semestre. A possibilidade de ter sua existência como partido político, já que os próprios membros da postulante atuam dentro de outras legendas, atrai os olhares de políticos brasilienses, principalmente do governador Rollemberg e de grupos na Câmara Legislativa, nos quais distritais estariam prontos para deixarem suas legendas.

A expectativa de integrantes da própria Rede é que o TSE decida a sorte do futuro partido ainda no mês de agosto.

Postulantes


Representantes do movimento que se autointitula Nova Política, os distritais Joe Valle (PDT) e Chico Leite (PT) são dados como nomes certos que se transferirão para a Rede fundada por Marina Silva. Ambos negam, mas declaram simpatia pelo postulante a partido.

“Eu ajudei a criar a Rede e sou filiado a ela. Em termos de Rede, sempre defendi que ela se tornasse um partido e que estivesse em rede com outros partidos, por isso me considero da Rede como ideia, mas a questão partidária são outros quinhentos”, ressalta Joe Valle, que continua: “Eu, na política, não sou um indivíduo, mas parte de um grupo de pessoas, que junto decidirá o nosso futuro, que pode ser no PDT ou na Rede”.

No início da atual legislatura, Joe era postulante à cadeira de presidente da Câmara Legislativa, que teve como indicada por seu partido Celina Leão (PDT). O episódio causou um mal-estar entre o distrital e a cúpula pedetista, o que, de acordo com pessoas próximas a ele, pode pesar na transferência de Joe para a Rede.

Questionado, Joe Valle ressalta que quando saiu do PSB, ainda em 2013, tinha como proposta sua ida para a Rede Sustentabilidade, mas que, com a negativa do registro por parte do TSE, foi bem recebido pelo PDT.

“A Rede não saiu naquele momento, e fui muito bem acolhido pelo PDT, que me deu espaço. Sair do PDT não depende de mim, mas do meu grupo político”, conclui.

Um dos principais nomes do PT do Distrito Federal, Chico Leite nega sua saída, mas nos bastidores da Câmara Legislativa ela é dada como certa.

“Tenho boa relação com a Marina Silva e faço parte do Movimento da Nova Política, conduzido por ela e pelas pautas suprapartidárias”, limita-se Chico Leite, antes de negar que esteja de saída do PT.

Abrantes

Fora da Câmara Legislativa, ao menos até o julgamento de Domingos Lamoglia pelo TCDF (Tribunal de Contas do Distrito Federal), que acontecerá provavelmente na primeira semana de agosto, Cláudio Abrantes (PT) conta que foi convidado pela Rede para compor seus quadros no DF, mas que ainda não se posicionou.

“Eu não me decidi sobre qual será meu futuro. Tenho conversado com a Rede, mas também com pessoas do meu partido. Tenho recebido diversos convites de outros partidos, mesmo sem mandato. Efetivamente não escolhi o que vou fazer nem o meu futuro, mas minha decisão será independente de ter mandato ou não”, confirma Cláudio Abrantes.

Condições

A porta-voz da Rede no Distrito Federal, Jane Maria Vilas Bôas, explica que tanto políticos quanto outros interessados que tenham interesse em ingressar na Rede têm que “aceitar o projeto” do postulante a partido.

“Temos um modelo diferente da atual cultura política do país, desde o nosso estatuto. Às pessoas que chegam aqui por qualquer motivo tentamos mostrar que nossa tendência não é a usual. Não temos presidentes, e sim um colegiado onde todos têm voz, a hierarquia não é por pirâmide, mas linear”, explica Jane, que completa: “As pessoas têm que aceitar que na Rede não há projeto de carreira política. Cada um só pode se candidatar a um mesmo cargo por duas vezes (eleição e uma reeleição). A Rede é para tirar o monopólio dos partidos políticos e dar à sociedade espaço para novas pessoas”.

De acordo com a porta-voz, a quebra da regra de mais de uma reeleição só seria justificada por uma grande adesão dos filiados de uma região.

Outro diferencial, de acordo com Jane Maria, é que a Rede pretende abrir 30% de suas vagas nas eleições para candidaturas individuais. Ou seja: o candidato usaria apenas o espaço partidário, mas não seria membro da postulante a legenda, tendo que responder apenas a suas bases.

“Uma pessoa que não quer participar da Rede poderia representar um movimento, por exemplo, e prestar contas a eles. Ele teria o mesmo espaço que os demais membros e teria que respeitar nossas diretrizes, mas sem ter que participar da vida partidária”, pontua Jane Maria.

Sem dono

Jane Vilas Bôas explica que, apesar de ser a fundadora, a ex-candidata à Presidência Marina Silva não é “dona” da Rede Sustentabilidade. “A Marina não manda na Rede, a Rede não é da Marina, mas, sim, a Marina é da Rede. O que abona ela é a relevância que a figura dela tem nacionalmente.”

A porta-voz explica, ainda, que cada um que faz o pedido de filiação, antes de ser aceito, passa por uma análise e, no final, precisa ser abonado pelos membros que já fazem parte da Rede. Ainda assim, durante o processo, o pedido de filiação, caso seja encontrada alguma irregularidade, pode ser impugnado.

“Não somos espaço para projetos políticos fast foods, por isso as pessoas precisam entender nosso projeto”, conclui Jane Maria Vilas Bôas.

Histórico

Em maio de 2013, às vésperas das eleições gerais, a Rede teve seu registro para se oficializar como partido negado pelos ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Pouco mais de dois anos após a primeira tentativa, que contava com o apoio de pelo menos três nomes importantes da política local à época, a Rede terá nova chance neste segundo semestre.

O postulante a partido teve como principais nomes, em apoio à sua criação, em Brasília, os distritais Joe Valle e Chico Leite e o senador Antonio Reguffe (PDT). Sem vingar, Leite se manteve no PT, Reguffe permaneceu no PDT e Joe, que havia deixado o PSB para se transferir a Rede acabou no PDT.











http://fatoonline.com.br/conteudo/6530/c...io-politico-do-df?or=he-bra&p=de&i=1&v=0
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  #2389  
Old Posted Jul 28, 2015, 3:51 PM
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O povo comprou ananás pensam que é abacaxi... kkkkk olha que trocadilho. Pensando que elegeu um governador do PSB mas na verdade ele é da REDE....
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  #2390  
Old Posted Jul 28, 2015, 5:03 PM
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Brasília-DF: Os perigos das pedaladas para o DF


Mudanças no FAC


Foto: Antonio Cunha

Agnelo passa a faixa a Rollemberg: Dívidas de um governo para o outro.


O principal argumento da presidente Dilma Rousseff (PT) para evitar a reprovação das contas públicas no Tribunal de Contas da União (TCU) é que 17 governos estaduais se beneficiaram da mesma prática, as pedaladas fiscais, no último exercício financeiro. Em entrevista ao Correio publicada domingo, o ex-governador do DF Tadeu Filippelli (PMDB) admitiu que pagar salários de dezembro com orçamento do ano seguinte é comum no DF — o que caracterizaria a versão local do artifício. Especialista em economia alerta que a comparação com as unidades federativas feita pelo governo federal não é adequada porque o caso nacional é mais grave e envolve outros mecanismos de maquiagem fiscal. Mas os responsáveis podem responder igualmente por ação de improbidade administrativa.

Em novembro do ano passado, na época da transição de governo, o atual chefe do Executivo local, Rodrigo Rollemberg (PSB), expôs pela primeira vez o temor em relação à situação financeira que assumiria o GDF. Naquela ocasião, o socialista afirmou que o antecessor, Agnelo Queiroz (PT), não deixaria dinheiro em caixa e seria “inevitável” usar recursos de 2015 para quitar, em 5 de janeiro, vencimentos dos professores referentes a dezembro — o que violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Na época, a Secretaria de Educação convocou coletiva para admitir que o medo de Rollemberg era realidade. A justificativa, no entanto, é que isso acontece “há 30 anos”.

Segundo Filippelli, a prática seria mais recente e ocorreria há 13 anos: “Desde que existe o Fundo Constitucional do DF, todos os governadores pagaram a folha de dezembro com o primeiro duodécimo do ano seguinte. Isso é a pedalada”, afirmou. A procuradora-geral do GDF, Paola Ayres, afirma que, de fato, o governo passado não deixou recurso e fez a pedalada fiscal. “Isso é feito historicamente no DF. Em 2012, contudo, o Tribunal de Contas do DF (TCDF) fez um alerta de que o governo deveria regularizar a situação de forma gradual. Apesar disso, a atual gestão teve de usar verba deste ano para quitar vencimentos do exercício financeiro anterior. Agora, estamos trabalhando para nos adequar às exigências do TCDF”, garante. O órgão não quis se manifestar porque em setembro serão julgados as contas do governo passado.

O professor de finanças públicas da Universidade de Brasília (UnB) José Matias-Pereira critica a comparação feita pelo governo federal. “O que é preciso deixar claro nesse debate é o tamanho e a extensão das pedaladas fiscais dadas pelo governo Dilma Rousseff (PT). O que ela fez extrapolou todos limites toleráveis”, diz. Sobre o DF, ele comenta: “O TCDF certamente vai analisar essa situação. Como tenho repetido, posso garantir que o ex-governador, o ex-vice-governador e os secretários terão problemas em processos que tramitarão no TCDF e, provavelmente, vão redundar em ação de improbidade administrativa”, diz.

Mudanças no FAC

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), assinou ontem o Decreto nº 34.785, que pretende simplificar o edital do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). As mudanças, de acordo com a Subsecretaria de Fomento e Incentivo da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, foram realizadas para garantir mais clareza ao texto e tornar alguns procedimentos menos burocráticos. Entre as alterações, os próximos editais contemplarão a área de fotografia e programas voltados para pesquisa e formação. Além disso, as contrapartidas financeiras, econômicas ou artístico-sociais, que eram obrigatórias, passam a ser facultativas. Outro ponto importante é que a necessidade de apresentar projetos vinculados apenas à área de registro no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac) passou a ser mais flexível. A leitura do governo é que as artes se integram, o que torna possível apresentar um projeto em qualquer linguagem.











http://www.edsonsombra.com.br/post/brasiliadf-os-perigos-das-pedaladas-para-o-df20150728
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  #2391  
Old Posted Jul 28, 2015, 5:09 PM
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Todos pedalam, de formas diferentes é claro
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  #2392  
Old Posted Jul 28, 2015, 5:50 PM
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Todos pedalam, de formas diferentes é claro
A diferença é que neste caso o GDF pedalou um mês para pagar no outro, sendo tudo feito dentro das contas do próprio GDF.

Já dona Dilma "pedalou" durante 21 meses, e produziu um rombo de R$ 34 bilhões que não foram contabilizados como deficit.... E ainda fez isso usando verba da Caixa Econômica Federal que quase secou as próprias reservas. Dilma em 4 anos fez uma "maratona" maior que o Lula e FHC juntos!

O objetivo claro não foi apenas resolver um atraso de pagamento, foi produzir uma contabilidade falsa para parecer que o deficit era menor do que realmente era.

A coisa foi tão feia que a Caixa praticamente paralisou sua área de engenharia e demitiu terceirizados, pois estes não tinham nada pra fazer.
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  #2393  
Old Posted Jul 29, 2015, 1:41 PM
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Câmara Legislativa pode ter um semestre de muitas trocas na composição de forças

O bloco Amor por Brasília parece ser o mais visado para as mudanças nos grupos políticos dentro da Câmara Legislativa, que devem ocorrer a partir deste segundo semestre

Foto: Sheyla Leal/ObritoNews/Fato Online

No plenário da CLDF muitos parlamentares devem mudar de cadeira


Composto pelos líderes do Governo, Julio Cesar (PRB), e da Minoria, Bispo Renato Andrade (PR), o bloco Amor por Brasília parece ser o mais visado para as mudanças nos grupos políticos dentro da Câmara Legislativa, que devem ocorrer a partir deste segundo semestre. Em busca de se fortalecer, outros blocos têm buscado se aproximar dos parlamentares para tentar leva-los para seus grupos.

Delmasso

O líder do Amor por Brasília, Rodrigo Delmasso (PTN), nega que tenha sido procurado por qualquer um dos membros blocos o tenha procurado para tratar da questão, mas deixa as portas abertas, caso esse seja o desejo dos parlamentares.

“Os deputados do nosso bloco têm a liberdade para tomar o rumo que quiserem, mas não fui procurado por ninguém. Aqui temos uma grande diversidade, como os líderes da Maioria e do Governo, por isso tudo que fazemos é discutido. Seria uma surpresa para mim alguém do bloco anunciar sua saída”, afirma Delmasso.

O deputado ressalta que todas as decisões sobre projetos que passam pela Câmara, antes de aprovadas no Colégio de Líderes, é discutida com os membros do bloco. “Todas as decisões do Colégio de Líderes são debatidas previamente, então se há alguém descontente pode ser por excesso de democracia”, brinca o líder do bloco.

Rodrigo Delmasso diz ainda que o bloco não se movimentará para a base do governo por conta dos lados divergentes que fazem parte do grupo, mas ele próprio não rejeita uma aproximação com Rodrigo Rollemberg (PSB).

“Eu não posso como líder do bloco, que têm os líderes do Governo e da Minoria, impor que nos aproximemos do governo. Não podemos tomar uma direção enquanto temos opiniões divergentes”, declara Delmasso, que completa: “Eu tenho conversado com o governo, mas pouco com o governador. Apesar da aproximação, a minha posição é de não prejudicar Brasília”.

Mudanças

Entre os blocos que deverão precisar de recomposição estão o PT e o PMDB-PTB-PP, que podem perder um de seus membros, Wasny de Roure ou Doutor Michel, respectivamente, para o TCDF (Tribunal Contas do Distrito Federal).

O líder do bloco encabeçado pelo PMDB, Wellington Luiz, admitiu na última semana que, caso seja Michel a deixar o bloco será necessário a recomposição do grupo para evitar a perda de força. O objetivo seria buscar distritais insatisfeitos.

O líder petista, Chico Vigilante, acredita que mesmo que seja Wasny a ser o escolhido para o TCDF, o seu bloco não precisará de buscar outros parlamentares por seu grupo se tratar de um partido de oposição.










http://fatoonline.com.br/conteudo/6593/c...posicao-de-forcas?or=he-bra&p=de&i=1&v=0
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  #2394  
Old Posted Jul 29, 2015, 3:15 PM
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Esse troca a troca é tradicional até para escapar de condenações.
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  #2395  
Old Posted Aug 2, 2015, 10:18 PM
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Em entrevista, Rollemberg enumera passos para tirar o DF da crise



Governador defende pacto para evitar pauta-bomba no Congresso e quer transformar a Terracap numa grande imobiliária nacional

Depois de um conturbado primeiro semestre, o governador Rodrigo Rollemberg parece ter encontrado serenidade. Recebeu o Correio na residência oficial de Águas Claras após um dia de reuniões, uma delas com a presidente Dilma Rousseff e governadores, aparentando uma tranquilidade pouco vista desde que assumiu o governo com um rombo de R$ 3 bilhões. Em quase duas horas de conversa, indicou os caminhos percorridos em busca de recursos para o DF, disse que é preciso levantar o astral de Brasília e afirmou que não há espaço para a aprovação de projetos que contrariem os interesses econômicos do país, a chamada pauta-bomba. Pregou a paz na política, mas foi categórico ao afirmar que a atual crise significa o fim de um ciclo no Brasil. Daí vão emergir novas lideranças e será inviável eleger um novo presidente petista, acredita. Sobre aliados, elogiou a ajuda do tucano José Serra. Já o senador José Antônio Reguffe, do PDT… “É um bom amigo, mas tem um jeito muito particular de fazer política. Faz muito a política sozinho.”


Como foi a reunião com a presidente Dilma, alguma notícia boa para o Distrito Federal?

Tem uma coisa em que estou bem interessado, o projeto que permite utilizar os depósitos judiciais para pagamento de precatórios. A maioria dos governadores foi a favor, ela disse que está disposta a sancionar. Mas alguns governadores, especialmente os da Bahia e da Paraíba, fizeram leis estaduais mais abrangentes. A tese inicial era vetar e aprovar uma medida mais ampla. Mas viu-se que não era possível porque se trata de uma lei complementar. Então, ela falou: vocês decidam até 5 de agosto. Ficamos de fazer uma comissão, Brasília vai participar.

Quer dizer, será possível usar esse dinheiro para outras coisas, é isso?

A proposta de José Serra diz que pode usar depósitos judiciais para pagamento de precatórios em primeiro lugar. Só pode pagar outras coisas e pagar todos os precatórios. O que Bahia e Paraíba querem fazer? Eles querem pagar outras coisas logo. Aprovaram leis estaduais nesse sentido e estão em dúvida, achando que é melhor a presidente vetar esse projeto. Eles queriam que ela vetasse e encaminhasse imediatamente um projeto ou uma medida provisória ampla, que eu toparia. O problema é que não dá para ser medida provisória, porque é um projeto de lei complementar. Minha expectativa é a de que ela sancione. Isso para nós é importante.

Quanto tem para o DF?

Em torno de R$ 20 milhões por mês, que é quanto pagamos de precatório.

No fim do ano, haveria então R$ 120 milhões a mais para pagar a folha, por exemplo?

Faltam cinco meses para terminar o ano. Acredito que, sancionado, para começar a usar, talvez consigamos em três meses. Tem que ver que, se tem que regulamentar internamente, no máximo uns quatro meses. Mas é ótimo. Para quem está fazendo conta todos os meses, tudo é bom, ontem estivemos com Nelson Barbosa (ministro do Planejamento) e foi uma conversa boa.

Alguma perspectiva de mais recursos?

A gente foi discutir Terracap. Temos uma tese de que estamos ganhando na Justiça uma lei que aprovamos na Câmara, que o Levy insistiu em vetar e vetou, a imunidade tributária recíproca. Na Terracap, a gente tem 51%, a União, 49%. Não cobramos impostos da Terracap, IPTU, por exemplo. Mas a União cobra Imposto de Renda. Queremos imunidade recíproca. Se a gente não tiver que pagar imposto da Terracap, 2014 e 2015 juntos dão algo em torno de R$ 300 milhões. Outra coisa é que a gente soube que a União vai vender um conjunto grande de imóveis. Queremos que a Terracap seja a operadora dessas vendas porque isso traz um percentual para a Terracap.

São imóveis só em Brasília?

Não, no Brasil todo. Ele está entre Caixa Econômica Federal e Terracap. O ministro disse que uma parte deixaria para a Terracap vender. A empresa tem expertise e competência para atuar no Brasil todo. Quanto mais para a gente, melhor. É uma empresa da qual o governo tem uma parte, e ela é feita para isso. Receberia uma corretagem.

E o pedido da diferença do fundo constitucional?

Está sendo analisado pela equipe técnica da Secretaria do Tesouro. Tenho certeza de que temos direito. É muito claro que temos direito. Não sei se o governo tem capacidade de pagar, porque a União está com dificuldades de fato. Estão com dificuldades de fazer 0,15% de superavit primário. A lei é clara: diz que você recebe um percentual da Receita Corrente Líquida efetivada. E estamos recebendo pela previsão de receita corrente líquida, quando o Orçamento é feito. O efetivado nos últimos anos tem sido maior do que o previsto, então aquela diferença teria que ter sido acertada ano a ano.

E o pagamento seria retroativo?

Sim, isso é um fundo. Dá R$ 1 bilhão nesse período todo. Corrigido, R$ 1 bilhão e 300 milhões.

Essa crise deste segundo semestre estaria resolvida?

Se tivéssemos todas essas coisas aí, resolveria nosso problema deste ano e a gente chegaria ao fim do ano com tranquilidade, pagando salário, fornecedor, prestador de serviço, as despesas de 2015 equilibradas. Teríamos o passivo de 2014 e 2016. Mas, nesse ambiente (de crise econômica), sabemos que não vamos ter isso. O fundo é uma discussão importante, porque, a partir do ano que vem, ou de algum momento, podem vir parcelas dele, já que temos o direito. Essa questão da Terracap pode ensejar uma negociação. Buscamos acordos em várias frentes, essa lei dos depósitos judiciais é mais uma em que estamos trabalhando, securitização, venda de terrenos, vamos encaminhar o projeto. Uma das ideias é que, em parte desses terrenos do GDF, o comprador possa pagar com a sua dívida. Por exemplo, ele tem um dinheiro a receber do GDF, paga parte (abatendo) da dívida e parte em dinheiro.

No almoço da Lide, perguntaram em quanto tempo dava para equilibrar as contas. O senhor respondeu:“depende da Câmara Legislativa”. O que vai de projeto para a Câmara, além de obras e edificações no sentido de ampliar a arrecadação?

Estamos trabalhando algumas alternativas, como a permissão para vender o conjunto de terrenos. Não é uma coisa simples, não sei se vai imediatamente, alguns têm que fazer audiência pública, que é o da cobrança de preço por ocupação de área verde, de área pública. Então, são alternativas capazes de fazer mais recursos.

E aqueles que foram retirados no primeiro semestre, aumento do IPTU?

Aumento do IPTU, em algum momento, a gente quer voltar. Na verdade, não é aumento. É correção do valor venal. Há algo que a gente precisa refletir: todo mundo com quem você conversa, de fora, deputados, governadores, prefeitos, as pessoas ficam impressionadas como se paga pouco IPTU no DF. Outro dia, o (José) Serra (senador do PSDB de São Paulo) me ligou. Ele esteve comigo, conversando sobre a situação do DF. Examinou a composição do Orçamento, me ligou e falou: aqui vocês recolhem muito pouco de IPTU. Brasília tem 100 mil imóveis a menos do que Belo Horizonte. Arrecadamos R$ 500 milhões e pouco por ano de IPTU, enquanto Belo Horizonte arrecada R$ 2 bilhões e pouco.

Por que essa diferença tão grande?

Porque a nossa alíquota é pequena e há muitos anos não se atualiza o valor venal dos imóveis. Então, você tem imóvel de R$ 1 milhão que está pagando por R$ 200, 300 mil.

O Serra analisando o Orçamento, governador? O senhor pediu que ele desse uma olhada?

O Serra tem sido uma pessoa muito próxima dos governadores, porque tem se debruçado sobre essa questão do pacto federativo. Essa lei de que a gente está falando, dos depósitos judiciais, quem fez foi ele. Ele me fez uma visita no gabinete, supergentil. Foi aquela em que eu disse que ele tinha sido o melhor ministro da saúde e ele respondeu que até hoje tem medo de sangue e não sabe a diferença de um vírus para uma bactéria. Aí, eu falei da situação financeira do DF, ele se interessou e se colocou à disposição. Falei das nossas ideias. Temos R$ 625 milhões de compensação previdenciária a receber do Ministério da Previdência. O governo reconhece, o Gabas (ministro da Previdência) reconhece, mas não paga por causa da situação. Na reunião dos governadores com Renan Calheiros e Eduardo Cunha, surgiu a ideia de fazer um projeto que permitisse a utilização desses recursos para o pagamento do serviço da dívida (juros), para ir amortizando. Serra pediu que levasse à assessoria dele, para que fosse preparado. Ele tem sido muito interessado.

Ele te convenceu a aumentar o IPTU?

No início do ano, tínhamos mandado uma proposta que não é de aumento, a gente não mexe na alíquota do IPTU. É de atualização do valor venal dos imóveis.

Esse projeto vai voltar para a Câmara Legislativa?

Estamos avaliando. A cidade tem que fazer esse debate.

Essa conversa com Serra influenciou ainda na escolha do secretário de saúde, com perfil mais gestor, menos político?

Não assim… diretamente. Isso estava dentro da discussão que a gente já vinha fazendo, da necessidade de um gestor que pode ser até um médico. Desde que seja um gestor, que é algo importante. A saúde precisa de um avanço significativo na gestão. Na verdade, o Serra, nesse dia, recomendou um médico, que tem nos ajudado muito desde o início do governo, que ele (Serra) considera uma pessoa brilhante e que eu considero um dos melhores do Brasil, o doutor Renilson, do Hospital da Criança. Hoje, há três médicos que têm ajudado a pensar a saúde no DF, muito qualificados: Dr. Renilson, hospital da Criança; Dr Armando Raji, secretário de Saúde de Curitiba; de Sorocaba; foi diretor do HUB, e o dr. Sadi, que criou o fundo nacional de saúde. São os conselheiros da saúde.

É a área que mais preocupa?

A Saúde é o grande desafio, porque é uma área muito grande. Quando a gente começa a compreender a Saúde, percebe que ela tem peculiaridades que nenhuma outra tem. A escola, 7h da manhã abre e fecha às 6 da tarde. Se tiver expediente à noite, fecha às 22h, fecha sábado e domingo, tem férias. Hospital é 24 horas por dia, 365 dias por ano. Então, quando a gente começa a pensar em 5 mil médicos, escalas, tem que ter médico o dia todo, todos os horários e especialidades, sábado, domingo. É um sistema extremamente complexo. A crise na saúde é muito grave. Além dos problemas concretos do dia a dia, temos uma necessidade orçamentária de R$ 400 milhões para cobrir o custeio até o fim do ano. Estamos falando de orçamento para comprar remédios, insumos, para fazer funcionar UTIs, para manter equipamentos, para salvar vidas”.







http://www.correiobraziliense.com.br/app...ra-passos-para-tirar-o-df-da-crise.shtml
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  #2396  
Old Posted Aug 3, 2015, 9:11 AM
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Opinião: Brasília, uma cidade sem líderes



O Distrito Federal passa por um vazio de lideranças. Isso gera crise política e ingovernabilidade. Inexistem grupos políticos fortes. Sem líderes, também não existem liderados. É cada um por si

Divulgação



O atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) sempre se caracterizou por não possuir um grupo político. O seu partido sempre foi pequeno no Distrito Federal. E sem nomes importantes. O PSB sempre foi o partido de Rollemberg. E apenas dele. Quem crescia dentro da legenda era podado. É o líder da sigla, mas sem liderados. O líder de si mesmo.

Até o ano passado tudo estava sob controle. Esse modelo ajudava os planos políticos. O momento político também ajudou. Conseguiu ganhar a eleição contra um candidato à reeleição mal avaliado e um ex-governador que foi impedido de concorrer, tendo que abrir mão da vaga para seu candidato a vice. Agnelo Queiroz (PT), José Roberto Arruda (PR) e Jofran Frejat (PR), respectivamente. Ai ficou fácil para Rollemberg.

O problema é que ao assumir o GDF o fato de não ser um líder nato atrapalhou os planos. Ninguém fora do governo obedece ao governador. A Câmara Legislativa está se lixando. Principalmente quando assessores de dentro e fora do governo fomentam a intriga. Consideram a Câmara e os deputados como inimigos. Isso tem tudo para não dar certo. Não existe respeito entre os poderes, porque não existe liderança forte.

O ex-governador Agnelo Queiroz (PT) também sofreu por não ser um líder nato. Chegou ao poder num momento de terra arrasada com a deflagração da Caixa de Pandora (leia mais no livro Pandora e outros fatos que abalaram a política de Brasília, de minha autoria).

O governo caiu no colo de Agnelo. E ele não tinha força nem dentro do seu partido, o PT. Era um neófito. Saído do PCdoB e incorporado no petismo para ser candidato ao Buriti. Um nome inventado pelo deputado Chico Vigilante.

Arruda estava se preparando para ser um grande líder. A Caixa de Pandora passou por cima do seu projeto. Os escândalos de corrupção derrubaram sua carreira política. Tinha pulso. Era firme em suas posições e fazia um bom governo. Mas se atrapalhou com a Pandora.

O último grande líder foi Joaquim Roriz. A idade avançada e o estado de saúde precário o afastaram da política. Conseguiu sobreviver a escândalos como o da Bezerra de Ouro. E ainda é adorado pela população. Vai demorar para surgir outro líder como Roriz.

Estamos diante de um panorama desalentador mas significativo do esvaziamento de lideranças civis. Da classe política, pouco se pode esperar, envolvida que está, ela, em seus interesses próprios e partidários, no pragmatismo do aproveitamento generoso do poder. Com exceções. É claro.

Brasília não tem lideranças políticas à altura de nossa história e de nossas tradições, pois os que foram e têm sido eleitos representam muito mais a si mesmos e a seus grupos de interesses do que a comunidade.

Novos nomes precisam surgir em 2018. Para o bem de Brasília.








http://www.edsonsombra.com.br/post/opiniao-brasiliaa-uma-cidade-sem-lideres20150802
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  #2397  
Old Posted Aug 3, 2015, 2:00 PM
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Dizer o que? É isso mesmo. As ultimas eleições no DF tem sido vencidas por anti-candidatos. Não são eleitos por serem os melhores e sim para se livrar dos piores.....

Ou seja, tanto Agnelo quanto Rollemberg não foram eleitos por suas qualidades e sim por defeitos dos seus antecessores. Assim fica difícil....
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  #2398  
Old Posted Aug 8, 2015, 10:38 AM
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Casa relevante: Pesquisa registra evolução positiva na imagem da Câmara Legislativa

Postura de cada um é avaliada

Divulgação



Cientistas políticos registram evolução positiva na imagem da Câmara Legislativa neste ano. A avaliação partiu da pesquisa de opinião pública do Instituto Exata OP divulgada com exclusividade pelo Jornal de Brasília. O levantamento apontou, entre outras constatações, que 75% da população considera a Casa relevante para o Distrito Federal.

“Houve um período em que se cogitava até a dissolução da Câmara. O grau de interesse da população era muito baixo. Esse número mostra que a situação mudou”, ressaltou o diretor do Exata OP, Marcus Caldas. Para cientista político, a mudança é consequência de uma série de fatores, a começar pelo aumento da velocidade e do acesso a informação proporcionado pela internet.

Para Caldas, hoje a população nutre grande interesse sobre a política em geral. O apetite popular sobre tema nasce justamente do momento político que o País vive. Em outras palavras, a população quer entender tudo que está acontecendo nas esferas políticas locais e, principalmente, nacionais. Além dos veículos de comunicação tradicionais, a população busca conhecimento pelas redes sociais, portais e blogs.

Pela interpretação do cientista político Francisco Lima Júnior, formado pela UnB e presidente da Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política, a pesquisa provou o amadurecimento dos eleitores. “As pessoas sabem que existem problemas, imperfeições, mas dizem que a Câmara é importante. Isso é muito relevante, principalmente neste momento em que muitas instituições do Brasil estão com a moral baixa. Não por elas, mas pelas pessoas que estão a frente delas”, refletiu.

Lima também ressaltou que os eleitores, principalmente, os jovens, procuram pensar mais, refletir e questionar a classe política. Em contrapartida, Francisco observou mudanças de postura dos distritais, nesta legislatura, que contribuíram para este cenário. Pesa aí o esforço dos parlamentares em mostrar produtividade e prestar contas de seus atos.

Além disso, afirma, os parlamentares desenvolveram, em diferentes tons, discursos ligados à família. Como o formato da família brasileira mudou muito, esta fala encontra eco nas casas dos brasileiros. “A Câmara também copiou de certa forma a Câmara Federal, ficando mais conservadora”, acrescentou. E este perfil conservador tem ganho espaço na população em todas as classes sociais.

Postura de cada um é avaliada

O estudo também deixou claro que a maior parte dos brasilienses não está satisfeita com o trabalho dos deputados distritais. Nesse sentido, Marcus Caldas avalia que a postura de cada parlamentar é fundamental para construção de imagem positiva da Casa.

Observando o histórico das crises no Legislativo, Caldas destacou que, mesmo envolvendo só um ou outro dos distritais, qualquer escândalo contamina a imagem de todos.

Entre os distritais, o fato de 75% dos brasilienses considerarem a Câmara importante foi um alento. “Eu acho um bom percentual, tendo em vista que a Câmara foi tão desgastada no passado”, disse a deputada Liliane Roriz (PRTB). Segundo a parlamentar, esta mudança parte das ações tomadas pela presidência da Casa e dos distritais.

Ricardo Vale (PT) defende que a Câmara mostre mais de seus trabalhos à população. “O fato de 75% acharem a Câmara importante para a cidade mostra compreensão de que a gente precisa viver em um país democrático, que tenha representação política. Nós fomos eleitos para representar a população do DF”, declarou.



http://www.edsonsombra.com.br/post/casa-...-na-imagem-da-camara-legislativa20150808
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  #2399  
Old Posted Aug 8, 2015, 11:24 PM
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LLAP
 
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Uai tem que mexer no IPTU sim, pois é o imposto dentre as outras UFs de menor valor. Já falei que aqui o imposto residencial é 300 vezes mais barato que no Rio de Janeiro por exemplo.
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  #2400  
Old Posted Aug 9, 2015, 2:40 PM
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Location: Brasília
Posts: 14,482
Ex-senador repassou doações da UTC que seriam propina no Distrito Federal


Gim Argello (PTB-DF) era vice-presidente da CPI da Petrobras


O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) distribuiu parte do dinheiro que o dono da UTC, Ricardo Pessoa, disse ter pagado a ele como propina para, ao menos, seis campanhas no Distrito Federal, informa a Folha de S. Paulo. O objetivo de Pessoa com as propinas seria conseguir proteção para empreiteiras na CPI da Petrobras em 2014. O senador, que não foi reeleito, era vice-presidente da CPI da Petrobras.

De acordo com o que Pessoa disse em sua delação premiada, a UTC pagou R$ 5 milhões a Gim em doações eleitorais. Do montante, R$ 3,5 milhões foram utilizados para apoio a seis candidatos no DF, três deles eleitos: um deputado federal e dois distritais. As doações foram declaradas à Justiça Eleitoral.

O ex-governador José Roberto Arruda (PR, ex-DEM), o ex-senador Luiz Estevão (PRTB), o deputado Alberto Fraga (DEM) e a assessoria de um parlamentar disseram à Folha que Gim viabilizou e repassou dinheiro da UTC às campanhas. As doações surpreenderam, já que a UTC não executa obras no DF.

A campanha de Arruda a governador, depois barrada pela Justiça Eleitoral, recebeu R$ 1 milhão da UTC.










http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/...opina-no-distrito-federal/?from_rss=None
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