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  #2601  
Old Posted Feb 2, 2015, 7:52 PM
pesquisadorbrazil's Avatar
pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
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Essa rodoviária essa para ser desativada e centralizar tudo na Nova rodoviária. Temos que racionalizar os transportes e não em separar.
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  #2602  
Old Posted Feb 4, 2015, 2:25 AM
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O hoje fiquei sabendo que a Piracicabana, compro 20 onibus articulados, e já estão na garagem de Sobradinho, e que no sábado vai fazer uma fila de onibus até Planaltina, alguem pode confirmar isso?
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  #2603  
Old Posted Feb 4, 2015, 11:14 AM
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MAMUTE MAMUTE is offline
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Eu já ouvi falar sobre esses ônibus articulados da Piracicabana, inclusive, consta no edital de concessão, mas não encontrei em nenhum lugar essa noticia, qualquer coisa postamos a noticia aqui
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  #2604  
Old Posted Feb 5, 2015, 12:05 PM
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Deputado cobra execução de lei que beneficia usuários de transporte público





Aprovada no Plenário da Câmara Legislativa, a lei que facilitaria a vida do usuário de transporte público do DF ainda não se tornou realidade. Para o deputado Chico Leite “Não basta estar no papel, não basta ter sido sancionada, é preciso vê-la funcionando de verdade no dia-a-dia da população”, diz. A Lei 5.220/13, de autoria do distrital, diz que próximo às paradas de ônibus deve haver informações com os itinerários das linhas de ônibus em circulação, horários e valor da passagem. Chico Leite tem cobrado a efetividade da lei há mais de um ano.

“Até quando a população terá de esperar para ver essa melhoria se tornar realidade?”. A lei pretende acabar com a desinformação e a falta de respeito para com os usuários do transporte coletivo, tornando obrigatória a afixação de quadro informativo nos pontos de embarque e desembarque. “Informar à população os horários e itinerários dos ônibus é algo tão óbvio que pode parecer um absurdo ter que instituir essa prática por meio de lei. Mas em Brasília infelizmente o usuário do transporte coletivo se sente perdido nas paradas de ônibus: não sabe quanto custa a passagem, quais linhas atendem aquele local, qual é o trajeto de cada ônibus e muito menos a que horas o próximo veículo chegará”, explica Chico Leite.

Além disso, o distrital destinou emenda orçamentária no valor de R$ 800 mil para instalação dos quadros informativos nos pontos de ônibus tanto em 2014 assim como este ano. “Não só está garantida a lei, como já tem dinheiro para começar a obra o mais rápido possível”, destaca.














http://gazetadetaguatinga.com.br/index.p...beneficia-usuarios-de-transporte-publico
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  #2605  
Old Posted Feb 5, 2015, 12:11 PM
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Vídeo mostra martírio do cidadão que depende do transporte público no DF



A ida e a volta ao trabalho têm sido um sofrimento para o brasiliense, que enfrenta diariamente atrasos, coletivos lotados, falta de estrutura nos terminais, entre outros problemas. Especialistas apontam falhas na operação do sistema


Video Link


Filas grandes, impaciência, empurra-empurra e coletivos lotados. As cenas se repetem diariamente nos pontos de ônibus e nos terminais rodoviários do Distrito Federal. Se, por um lado, o custo para quem anda de carro fica cada vez maior com medidas adotadas pelo governo, como o fim da isenção do IPVA e o aumento da gasolina, por outro, o brasiliense não vê melhorias no transporte público, nem incentivos para abandonar o hábito de usar o veículo individual. No dia a dia, sobram reclamações de atrasos, coletivos lotados, greves e falta de estrutura nos terminais. Nem mesmo as mudanças, nos últimos quatro anos, com a licitação dos novos ônibus, a implantação de corredores exclusivos e o início da operação do BRT Sul foram suficientes para aliviar a rotina desgastante da população.

Video Link


Atualmente, um milhão de pessoas anda de ônibus e outras 170 mil usam o metrô todos os dias. Ao todo, são 3.271 veículos, entre ônibus e micro-ônibus, e 24 trens para atender à demanda. Especialistas e governo dizem que o número é suficiente, mas o problema está na operação do sistema. “Quando o governo elabora a substituição dos ônibus, por exemplo, projeta uma média de seis passageiros por metro quadrado no corredor. Dessa forma, os coletivos só partem quando estão lotados, e as viagens ficam desconfortáveis. É preciso reduzir esse número”, explica o pesquisador associado da Universidade de Brasília (UnB) Flávio Dias.

Uma das formas de oferecer mais conforto aos passageiros é aumentar o número de viagens em cada linha, segundo o especialista. Dessa forma, as pessoas não precisam se espremer no coletivo, porque sabem que em seguida virá outro. A operadora de caixa Jaqueline Batista, 29 anos, conhece bem as dificuldades de pegar um ônibus lotado. Ela depende do transporte diariamente para ir de Ceilândia, onde mora, ao trabalho, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). “É sempre assim, todo mundo apertado. Além disso, perdemos muito tempo do nosso dia. Levo mais de uma hora para ir e, na volta, é ainda pior”, reclama Jaqueline, enquanto tenta se segurar no apoio do coletivo.

A reportagem esteve em Ceilândia, Santa Maria e na Rodoviária do Plano Piloto nesta semana para acompanhar a saga do brasiliense. No retorno para casa, as filas para embarcar no BRT começam antes das 17h. Quem quiser ir sentado espera ainda mais em um local separado. A cozinheira Maria do Carmo Rufino, 58 anos, moradora de Santa Maria, tem medo de cair e se machucar dentro do ônibus. Como não consegue um assento, procura um espaço para encostar e descansar as pernas. “A gente espera horas na fila para ir em pé, sem contar que fica todo mundo apertado. Depois de muito aguardar, quando o motorista abre a porta, é um corre-corre”, conta.

Em vez de facilitar, a chegada do BRT a Santa Maria fez Maria do Carmo ter que pegar mais ônibus. Antes, entrava em um único coletivo e descia na L2 Norte, onde trabalha. Agora, são três. A única vantagem é passar pelo corredor exclusivo e fugir do engarrafamento. No entanto, o tempo de espera aumentou, além da desorganização do terminal. “A gente chega e tem que esperar mais 40 minutos na fila até chegar o ônibus que passa por dentro da cidade. Para mim, a situação só piorou”,















http://www.correiobraziliense.com.br/app...ao-que-depende-do-transporte-publi.shtml
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  #2606  
Old Posted Feb 5, 2015, 4:40 PM
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fabiano fabiano is offline
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O problema do BRT é que compraram poucos veículos. Os BRTs do Gama sempre vão mais vazios que os da Santa Maria.

Sem contar que quase todos os dias tem um ou dois quebrados (compraram do chassi mais vagabundo junto com a carroceria mais capenga - articulados é claro -).

Sei não, acho que esse sistema não vai dar muito certo se continuar assim. Não é super lotado, é HIPER lotado.

Poderiam ter comprado conforme propagandas do GDF na época (BIarticulados) e saindo 3 ônibus de uma só vez a cada 5 ou 10 minutos.

Acho que está demorando os ignorantes tocarem fogo nesses BRTs junto com a pior empresa de transporte do DF (PIOLIXO).
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  #2607  
Old Posted Feb 5, 2015, 4:43 PM
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fabiano fabiano is offline
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"Especialistas e governo dizem que o número é suficiente". Dizem isso pq eles não andam. Tem chofer pra andar pra qualquer lugar de BSB a qualquer hora.
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  #2608  
Old Posted Feb 5, 2015, 4:54 PM
Agarwaen Agarwaen is offline
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É o problema crônico do DF de ter poucos ônibus por linha, levando a uma baixa frequência e portanto a longas esperas nos pontos,além de filas e lotações nos horários de pico.
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  #2609  
Old Posted Feb 6, 2015, 1:17 PM
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Crise no transporte exige reformulação na gestão, dizem especialistas



Para eles, de nada adianta trocar a frota de ônibus ou implantar corredores exclusivos se não houver mudanças na estrutura. Enquanto isso não ocorre, usuários relatam rotina de desgaste nos coletivos


Os problemas do transporte público no Distrito Federal são velhos conhecidos dos mais de 1 milhão de passageiros. A cada troca de governo, porém, renova-se a esperança de melhorias no sistema. Os usuários sabem o que é necessário para tornar mais agradável o caminho até o trabalho ou a volta para casa. Especialistas ouvidos pelo Correio são categóricos ao defender uma mudança na gestão do transporte. Sem ela, garantem, a compra de novos ônibus e a implantação do BRT ou VLT, por exemplo, terão pouco efeito no dia a dia dos usuários.

A reportagem esteve na Rodoviária do Plano Piloto e em cidades como Ceilândia e Santa Maria para ouvir da população quais são os principais problemas para quem pega ônibus ou metrô diariamente. Relatos, publicados em reportagem ontem e hoje, descrevem atrasos, empurra-empurra e coletivos lotados. A manicure Olga Maria dos Santos, 40 anos, moradora de Santa Maria, acreditava que a chegada do BRT melhoraria a qualidade do transporte público na cidade. Mas a implantação do novo modelo trouxe desorganização, demora e falta de infraestrutura. Ela se queixa, principalmente, do tumulto para embarcar nos ônibus articuladores. “O intervalo entre um e outro é enorme, e a gente chega a esperar até 40 minutos. O BRT não é aquilo tudo que anunciaram. Só duas estações funcionam, nem informações conseguimos direito”, reclama. Olga teme que a situação piore quando a passagem começar a ser cobrada.

O auxiliar administrativo do Banco Central Paulo Henrique Muniz dos Santos, 23 anos, afirma que o tempo de viagem para Santa Maria diminuiu em razão da faixa exclusiva do BRT. Mas, segundo ele, não há estrutura adequada para o Expresso DF funcionar de forma adequada. “Todo o sistema é mal organizado, os passageiros ficam perdidos, as estações funcionam e não existe qualidade. Do que adianta ter o BRT sem organização? Precisa de investimento”, observa.

Para o pesquisador associado do Centro de Formação em Transportes e Recursos Humanos (Ceftru) da Universidade de Brasília (UnB) Flávio Dias, é preciso uma remodelagem no sistema. Ele defende a integração e sugere formas de subsídio para tornar a qualidade do serviço melhor sem aumentar a tarifa. Dias acredita que se deve aumentar a frequência das viagens nas linhas para o passageiro ter mais conforto. Mas isso gera um custo. “Há várias maneiras de montar essa equação financeira. Pode haver um subsídio cruzado e o governo passar a cobrar pelo estacionamento em algumas das áreas, por exemplo.” O pesquisador afirma que a tarifa zero não é viável e fica muito caro para o governo bancar essa conta.













http://www.correiobraziliense.com.br/app...acao-na-gestao-dizem-especialistas.shtml
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  #2610  
Old Posted Feb 6, 2015, 1:22 PM
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Novo acesso deve ficar pronto ainda este mês

Foto: ROBERVAL EDUÃO

Operários desviaram o trânsito na altura das obras


Após quase um ano de em obras e vários adiamentos na entrega, o novo acesso ao Parque da Cidade, na altura das quadras 912/913 Sul, parece que finalmente deve ser concluído. Iniciada em março de 2014, a obra tinha previsão de entrega para o começo do segundo semestre do ano passado. No entanto, após sucessivos adiamentos, acabou paralisada no fim da gestão Agnelo. De acordo com a Secretaria de Obras, o novo prazo de entrega é no dia 21 de fevereiro.

Atualmente, estão sendo feitas as últimas modificações na pista que passa dentro do parque, o que provoca um desvio na via nos dois sentidos, deixando o trânsito um pouco lento. Serão instalados, também, semáforos na saída do acesso. Ainda de acordo com a secretaria, tanto o orçamento inicial, cerca de R$ 873 mil, quando o projeto foram mantidos.

A principal função da obra é facilitar a saída de quem precisa acessar o final da W3 Sul pelo parque. O acesso facilitará, também, a mobilidade de quem transita ou mora na região, que tem grande movimentação devido a quantidade de escolas e faculdades.

RISCO DE ACIDENTES – Durante o período de paralização, o caminho aberto para a realização da obra era usado irregularmente por motoristas e motociclistas, gerando altos riscos de acidente. Na época, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) colocou barreiras de concreto para impedir o uso indevido do local, mas mesmo assim algumas pessoas tantavam burlas as barreiras.













http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=301555
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  #2611  
Old Posted Feb 6, 2015, 1:23 PM
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Agora se será entregue é outra coisa
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  #2612  
Old Posted Feb 6, 2015, 8:57 PM
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É o problema crônico do DF de ter poucos ônibus por linha, levando a uma baixa frequência e portanto a longas esperas nos pontos,além de filas e lotações nos horários de pico.
Tem um problema que se entupir de ônibus, vai encarecer a passagem. Pois empresa particular não faz caridade. O IPK tem que compensar. Entupir de ônibus para atender x passageiros.

Igual ampliar linhas para UNB. Desperdiço, sabemos que lá só tem grande movimento no inicio da manhã e no final do dia. A noite, o número de alunos caí bastante. Seria desperdiço de colocar ônibus circulando ali vazio.
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  #2613  
Old Posted Feb 7, 2015, 11:40 AM
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Micro-ônibus com acessibilidade universal é apresentado ao Secretário de Mobilidade




Nesta terça-feira, 3, pela manhã, o Secretário de Mobilidade do DF, Carlos Tomé, conheceu o primeiro micro-ônibus piso baixo fabricado no Brasil, com acessibilidade universal, não tem degraus para o acesso dos passageiros. O veículo, ideal para o transporte de idosos, crianças e pessoas com deficiência, foi testado pela servidora pública e cadeirante, Suziene Bittencourt, que aprovou: “Pela primeira vez, tenho acesso a um transporte público e me sinto independente.” O modelo europeu ganhou tecnologia nacional. O secretário Carlos Tomé, que também deu uma volta no micro-ônibus, disse que é preciso buscar mais acessibilidade na nossa frota atual.












http://www.st.df.gov.br/imprensa/release...do-ao-secret%C3%A1rio-de-mobilidade.html
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  #2614  
Old Posted Feb 7, 2015, 1:46 PM
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Diante de onda de insegurança, taxistas do DF pedem volta da parada obrigatória em postos



Medida deixou de ser feita a partir de 2003, segundo sindicato

Foto: Douglas Lemos/R7

Sindicato dos taxistas registrou 45 ocorrências em janeiro. SSP-DF não confirma informação

Há três semanas, um taxista do Distrito Federal foi morto na região do Aeroporto de Brasília. A polícia suspeita de latrocínio, já que R$ 3 mil foram roubados, além de dois celulares.

O crime deixou ainda mais inseguros os taxistas que trabalham no DF. De acordo com o Sinpetaxi-DF (Sindicato dos Permissionários de Táxi e Motoristas auxiliares do Distrito Federal) até o dia 28 de janeiro foram 45 ocorrências de crimes envolvendo taxistas no DF. A SSP-DF (Secretaria de Segurança Pública) não confirmou a informação e disse que o balanço do mês de janeiro não foi concluído.

O número de ocorrências no primeiro mês de janeiro de 2015 é o mesmo dos crimes registrados contra taxistas entre os anos de 2011 e 2014, segundo a SSP-DF. Para Maria do Bonfim, presidente do Sinpetaxi-DF, que tem cerca de sete mil taxistas filiados, a situação é preocupante.

— [A situação] é péssima. A nossa esperança é que melhore. Mas está muito perigoso. Pode-se chamar de herói quem enfrenta a vida de taxista no período noturno.

A presidente do sindicato dos taxistas disse que já se reuniu com autoridades responsáveis pela segurança pública do Distrito Federal. Entre as medidas pedidas em reunião, estão a volta da parada obrigatória de táxis em postos de fiscalização após às 20h. De acordo com Maria do Bonfim, as paradas foram realizadas até 2003.

Em resposta, a SSP-DF disse que as abordagens são feitas todas as vezes em que há fundada suspeita por parte dos agentes. A Secretaria reforçou que há uma atenção especial em relação aos taxistas, e que a orientação é realizar a abordagem quando for observada movimentação estranha dentro do veículo, quando o taxista sinalizar de alguma forma, ou mesmo de forma aleatória. Isso não só em pontos de bloqueio, mas em todo o policiamento.

Cléber Monteiro, especialista em segurança e ex-diretor da Polícia Civil do DF, acredita que a proposta possa ser positiva, mas a falta de postos em algumas rodovias do DF atrapalha a fiscalização. Postos da Polícia Rodoviária do DF na EPTG e na EPIA foram retirados.

— Caso retorne, o taxista teria que entender que é uma medida pra segurança dele, e o policial teria que entender que abordá-lo seria mais que uma obrigação, mas também uma medida de segurança.

Entre as medidas preventivas sugeridas pelo especialista, estão a instalação de câmeras e uma melhora no contato entre taxistas e cooperativas, ou entre colegas de trabalho, caso o motorista trabalhe sozinho.

— É muito difícil ter medidas preventivas quando existem, em uma classe, grupos de cooperativas e trabalhadores individuais.

Cuidados diários

Adilson Oliveira, taxista há 14 anos, há seis em um ponto do Setor Bancário Sul, toma como medida para evitar situações de risco chegar cedo e ir embora no final da tarde.

— Tenho medo de trabalhar à noite. É muito perigoso.

Há 30 anos na praça, Gadeon Lobo, conhecido como Maranhão, contou que foi assaltado apenas uma vez, na Asa Norte, região central de Brasília, e em plena luz do dia. Em três décadas, nunca deixou de fazer corridas para alguma região do DF, mas toma alguns cuidados.

— Quando a gente acha algo suspeito, inventa uma desculpa e não faz a corrida. Eu já deixei de fazer várias viagens pelo DF.

Sem nunca ter sido assaltado, Francisco Holanda, que é taxista há 40 anos, revelou que, se desconfiar de algo, não faz a corrida. Como medida de proteção, Holanda só trabalha durante o dia. Ele avaliou a situação atual como crítica, mas relatou que nas décadas de 1970 e 1980, a situação esteve pior. Entre os três, uma Região Administrativa foi unanimidade na hora de dizer que tinham medo de ir: Estrutural (DF).

Monteiro ressaltou que na entrada da cidade há um posto da Polícia Militar e um da Polícia Civil. A solução para taxistas que transitam na cidade, entretanto, seria uma parada obrigatória nestes locais.











http://noticias.r7.com/distrito-federal/...da-parada-obrigatoria-em-postos-07022015
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  #2615  
Old Posted Feb 7, 2015, 2:58 PM
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O hoje fiquei sabendo que a Piracicabana, compro 20 onibus articulados, e já estão na garagem de Sobradinho, e que no sábado vai fazer uma fila de onibus até Planaltina, alguem pode confirmar isso?
viu no facebook, né ? rs
cara, um amigo meu que inventou isso e criou aquele desenho dos carros. Não houve compra de articulado.
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"You're guilty all the same."

Juntos num só ritmo

Diga sim ao cyberbullying
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  #2616  
Old Posted Feb 8, 2015, 9:35 PM
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Rotas perigosas


Um estudo inédito revela detalhes sobre acidentes com óbito no DF e dá soluções para reduzir a média de 400 mortes anuais nas vias da capital

Foto: Wellington Nemeth

Batida no Eixão, em 29 de janeiro: a rodovia está entre as líderes de ocorrências



Sábado à noite, primeiro fim de semana após o pagamento. Dia bom para tomar um chope e sair com os amigos. Não chove. No caminho de casa, um homem de 30 e poucos anos dirige seu carro a uma velocidade superior a 80 quilômetros por hora. Se o motorista estivesse atento a todo o contexto que envolve esse deslocamento, provavelmente tiraria o pé do acelerador. No universo das estatísticas, os fatores descritos são predominantes nas colisões com óbito ocorridas no Distrito Federal. O alerta vem de um estudo inédito, que ma-peou o perfil desse tipo de sinistro na capital do país. Bem detalhado, ele aponta dia, horário, local e velocidade dos veículos envolvidos nessas ocorrências, além de uma série de características das vítimas e dos infratores. Especialistas que acompanham diariamente esses desastres perceberam que há uma repetição notável de muitos endereços nesses casos. “Todo crime precisa de uma vítima, de um infrator e de um ambiente que propicie o delito”, explica Bruno Telles, presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC) e um dos coordenadores da pesquisa. Com uma média de dez vítimas fatais por ano, o Eixão, oficialmente DF-002, figura entre as vias onde a morte é anunciada. Em menos de 24 horas, no último dia 29, ocorreram dois acidentes graves na rodovia, que atravessa as asas Sul e Norte da cidade. Em um deles, o condutor de um Toyota Hilux perdeu o controle da direção, na altura da quadra 105 Norte, e invadiu a pista contrária, batendo de frente em um Honda Fit. Embora os carros tenham sido destruídos, Ana Marcia Fonseca e José Luiz da Silva sobreviveram — um desfecho improvável em desastres com características similares.

Quem lida tecnicamente com o assunto é enfático em dizer que praticamente todos os acidentes de trânsito com morte poderiam ser evitados. Isso significa que, em 2012, ano usado como base para o estudo, 417 vidas não deveriam ter sido interrompidas sobre caminhos asfaltados do Distrito Federal. Tal número representa quase duas vezes as vítimas do incêndio na boate gaúcha Kiss, que, em janeiro de 2013, virou notícia em todo o mundo. O valor desse documento, cujos resultados foram concluídos no fim do ano passado, está no potencial que algumas medidas simples têm para impedir futuros desastres. Levantou-se, por exem-plo, a informação de que o trecho mais crítico dentro do quadrilátero da capital fica na BR-070, próximo do conjunto residencial Privê e da QNO, em Ceilândia, a cidade mais populosa do DF. Ali, muitos carros colidem quando motoristas se arriscam em retornos clandestinos para cruzar as duas pistas. Somente no período de análise dos peritos, houve dezessete mortes na rodovia, cinco delas num raio de apenas 2,6 quilômetros. Uma simples mureta de concreto no canteiro central teria inibido as manobras irregulares e poupado o sofrimento das famílias que ficaram sem os parentes. Além da BR-070, os estudiosos indicaram cinco pontos considerados de alto risco (veja o quadro acima). Entre eles, o viaduto que liga Taguatinga a Samambaia. Essa é uma pista de grande movimento, na qual os veículos costumam trafegar em velocidade acima da permitida (60 quilômetros por hora). Como não há fiscalização no local, os motoristas se sentem à vontade para pisar fundo. O exagero foi a causa principal dos cinco acidentes fatais no período de um ano. Barreiras eletrônicas poderiam ter coibido os excessos. “Me-didas como essa são capazes de reduzir em até 25% o número de óbitos”, alerta o perito Juliano Gomes, outro coordenador do estudo intitulado “Análise da criminologia ambiental dos sinistros de trânsito com vítima fatal no DF”.






Segundo a análise demonstra, o ambiente surge como um importante fator de risco. Mas são as atitudes de motoristas e pedestres que completam o triste cenário dos acidentes e permitem traçar um perfil-padrão para essas ocorrências. Por meio de dados objetivos, os peritos constataram que os homens, menos cautelosos ao volante, se envolvem mais em desastres. Geralmente, eles têm entre 30 e 40 anos e, momentos antes do acidente, consumiram álcool. No caso dos atropelamentos, nove em cada dez acidentes envolveram condutores do sexo masculino. Do lado das vítimas do choque entre carro e pedestre, diversas características se repetem: a maioria é do mesmo gênero (77%), está em idade produtiva, quase sempre sob o efeito de bebida (65%) e usa roupa escura na hora da colisão. Em grande parte das situações, os atropelados morrem de politraumatismo, já no hospital. No ma-pa cronológico desse tipo de sinistro, o encontro com a morte nas vias do DF ocorre, geralmente, numa quinta à noite, entre 18 e 20 horas, período que coincide com a volta do trabalho. Sem fazer a menor ideia disso, Daniel de Andrade, então com 34 anos, enquadrava-se perfeitamente no perfil de vítima por atropelamento quando tentou atravessar a BR-020. Era uma quinta, por volta das 18 horas. Ele tinha passado o dia pintando uma grade e bebido com uns amigos no posto em frente à rodovia antes de tentar cruzá-la. Quando fez isso, um Celta o acertou e fugiu. Andrade teve as pernas e a nuca fraturadas. Faleceu poucos minutos depois de chegar ao Hospital Regional de Sobradinho. “Se ele tivesse um lugar seguro para atravessar, não teria morrido”, lamenta Ilvan Oliveira, cunhado da vítima.

A observação atenta dos órgãos públicos e uma providência relativamente simples poderiam ter diminuído muito o risco de morte de Andrade. Aqui, os atropelamentos fatais ocorrem, comumente, próximo a pontos de ônibus, em rodovias onde não há passarelas. O estudo do DF mostra que praticamente não há atropelamentos com morte num perímetro de até 300 metros das travessias destinadas a pedestres. Vale ressaltar, também, que faltam educação e consciência aos cidadãos. Não basta instalar a passagem. É preciso mudar o comportamento dos pedestres, criando mecanismos, como grades e muretas, para impedir que cruzem a via nas áreas de risco. As mortes no Setor de Motéis, por exemplo, eram muito frequentes até a construção de uma alternativa para transpor, a pé, as pistas próximas. Essa medida, por si só, reduziu significativamente os desastres, mas não zerou esse tipo de acidente. Foi então que a engenharia de trânsito criou muretas para impossibilitar a travessia perigosa. Deu certo. Desde a conclusão da obra, não houve um único atropelamento na região. Em outro contexto, agora na BR-040, num trecho próximo à cidade de Santa Maria foram registrados quatro acidentes com vítima fatal apenas no primeiro semestre do ano-base para o estudo. A partir de julho, nenhuma morte desse tipo ocorreu por lá. Duas intervenções do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) explicam o efeito: a instalação de pardais e a redução da velocidade na pista para 60 quilômetros por hora.

Embora essas sejam ações rápidas e não muito onerosas, hoje há uma série de pontos ainda descobertos nas nossas vias. Parceiro no estudo sobre a criminologia dos sinistros do DF, o promotor Rodrigo Rosa, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, defende que o levantamento seja um norteador para a formulação de políticas públicas do novo governo. “Apontamos em minúcias onde, como e quando os acidentes acontecem. Além disso, propomos as medidas reparadoras para solucionar boa parte dos problemas em pontos críticos”, afirma Rosa. Ele pretende chamar as autoridades responsáveis para debater os dados, pois sustenta que esse estudo é o mais completo até hoje já realizado sobre acidentes no DF. O secretário de Mobilidade do Distrito Federal, Carlos Tomé, garante que já tem o levantamento em mãos e que as sugestões serão consideradas nas próximas medidas da secretaria. Em discurso na abertura dos trabalhos da Câmara Legislativa, no último dia 3, o governador Rodrigo Rollemberg prometeu retomar a campanha Paz no Trânsito, uma vedete da gestão de Cristovam Buarque.

O DF atualmente é cortado por 1 660 quilômetros de vias pavimentadas, cuja gestão diz respeito ao Detran, Dnit e DER. Estatísticas do primeiro órgão apontam uma discreta queda no número de acidentes de trânsito com morte nos últimos três anos. Em 2012, foram registrados, segundo o departamento, 393. Na temporada seguinte, houve menos ocorrências (362). E, até novembro do ano passado, eram 343 (os de dezembro ainda não foram divulgados). Embora as estatísticas sigam uma curva descendente, os especialistas alertam para o fato de que as mortes no trânsito permanecem altíssimas no Brasil. O país apresenta uma média de vinte casos por 100 000 habitantes. Em meados da década de 90, a capital chegou ao auge do mau exemplo, quando exibiu os dados mais alarmantes do território nacional. Naquela época, o índice de violência nas pistas motivou campanhas de educação e mudanças na rotina dos brasilienses, como o respeito incondicional à faixa de pedestres. A sangria no trânsito de Brasília e das cidades que a circundam já não é aquela de vinte anos atrás, mas ainda ceifa centenas de vidas todos os anos. Uma das teses que embasaram a pesquisa no DF foi citada por Letícia Marin e Marcos Queiroz no estudo “A atualidade dos acidentes de trânsito na era da velocidade: uma visão geral”. “Os acidentes de trânsito não ocorrem por acaso, mas são decorrentes de deficiências das vias, dos veículos e, principalmente, das falhas humanas”, alerta o documento, segundo o qual essas tragédias são “100% passíveis de prevenção”. Cabe, pois, lembrar que, em feriados prolongados, os números mais uma vez desfavorecem os motoristas. No Carnaval do ano passado, a folia acabou mais cedo para sete pessoas que morreram nas vias da capital federal. Antes de encarar as estradas próximas, vale conhecer melhor os pontos mais perigosos dessas rodovias, redobrar a atenção e fugir das estatísticas que podem destruir vidas — no asfalto e fora dele.







Responsável por uma colisão na BR-020, o açougueiro Valdemir Calado parou de beber e desistiu do volante

Foto: Michael Melo

Calado: ele vendeu o carro após acidente

Era 1 hora da madrugada de 15 de agosto do ano passado e o açougueiro Valdemir Calado, então com 25 anos, dirigia embriagado seu Fiat Uno. Antes do acidente que provocou, ele estava com amigos num bar em Planaltina (GO). Deu carona a um deles e voltava para casa quando bateu o carro ao fazer um retorno na BR-020. Por causa do efeito do álcool, não notou que outro veículo vinha em sua direção. Os dois automóveis voaram longe com o choque, mas ninguém teve ferimentos graves. Depois do sinistro, Calado conta que parou de beber. O trauma foi tão grande que ele preferiu vender seu Uno e rodar apenas de ônibus. “É um susto que não tem explicação. Por uma fração de segundo, poderia ter morrido e matado”, diz. Hoje, ele afirma ser o chato que não deixa que os amigos bebam antes de pegar o volante. O açougueiro também passou a frequentar os encontros bimestrais da Promotoria de Justiça de Delitos de Trânsito no Paranoá. Esse projeto foca a conscientização de quem está ao volante. Por meio de filmetes, músicas e conversas, os infratores refletem sobre os episódios, sempre guiados por um psicólogo. “O objetivo não é reforçar nenhum tipo de culpa ou martírio, mas evitar que esses acidentes voltem a acontecer”, diz o promotor Delson Ferro, à frente da iniciativa há cinco anos. A participação nesses encontros depende da Justiça e é determinada com base nos recursos de transação penal ou suspensão condicional do processo. Essa pena alternativa contempla principalmente três tipos de violação às leis: embriaguez na direção, condução de um veículo sem carteira de habilitação e lesão corporal culposa – desde que ela não tenha provocado óbito.



Ultrapassagem proibida mudou o destino de uma família

Foto: Michal Melo

Adailton e Sandra Correia na DF-290: o casal perdeu o seu bebê e a mãe dela

Em 9 de fevereiro de 2012, a doméstica Sandra Correia saiu cedo de casa com a família. Ela, grávida de seis meses, o marido, Adailton, o filho de 12 anos e a mãe tinham quatro horas de estrada pela frente. Ainda não eram 7 da manhã quando Sandra passou protetor solar no rosto, à espera de um dia quente. Sua lembrança seguinte é o filho com a camisa verde e branca ensanguentada, gritando que não conseguia enxergar. O menino havia fraturado as costelas e desenvolveu um estrabismo que lhe causa dores de cabeça até hoje. O marido bateu com a boca no volante e teve o calcanhar estilhaçado. Sandra foi imediatamente removida pelo Corpo de Bombeiros para o hospital mais próximo. Já era perto do meio-dia quando descobriu que seu bebê não havia sobrevivido. Somente no dia seguinte ela soube da perda da mãe, que também morreu na hora da batida. “Não tiveram coragem de me falar”, lembra, com a voz embargada. O acidente que desfalcou a família de Sandra ocorreu na DF-290, sentido Santo Antônio do Descoberto. Não fazia nem dez minutos que tinham saído de casa, no Condomínio São Francisco, quando um carro, fazendo uma ultrapassagem irregular, acertou o automóvel deles de frente. Nada ocorreu com o infrator, que teve apenas arranhões. Sandra e a família aguardam uma decisão da Justiça. Por enquanto, o autor do crime continua impune.



Colaboraram Arthur H. Herdy e Rafaela Lima

http://vejabrasil.abril.com.br/brasilia/materia/rotas-perigosas-4213
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  #2617  
Old Posted Feb 8, 2015, 10:30 PM
pesquisadorbrazil's Avatar
pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
LLAP
 
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Posts: 29,917
No eixão não vai adiantar reduzir velocidade. Pode colocar 10 km ali, vai ter mortes do mesmo jeito.
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  #2618  
Old Posted Feb 10, 2015, 12:03 PM
sxsp sxsp is offline
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
No eixão não vai adiantar reduzir velocidade. Pode colocar 10 km ali, vai ter mortes do mesmo jeito.
Vai continuar tendo pessoas morrendo, porém menos já que as chances de óbito diminuem reduzindo a velocidade.
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  #2619  
Old Posted Feb 10, 2015, 3:57 PM
Agarwaen Agarwaen is offline
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Posts: 498
Rolam boatos de que está avançando a PPP para a Inter-bairros, com previsão para obras começarem em 2016.
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  #2620  
Old Posted Feb 10, 2015, 4:06 PM
yuri radd yuri radd is offline
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Posts: 927
Reduzir velocidade é o mantra de quem não quer tomar as medidas realmente necessárias pra mitigar os problemas.
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