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  #1581  
Old Posted Oct 11, 2014, 1:33 PM
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O PT desviou 3% de todos os contratos da Petrobrás nos últimos 12 anos, um prejuízo de 10 bilhões de dólares aos cofres públicos. Parte desse dinheiro foi utilizado na campanha de 2010 vencida pela presidente Dilma. Ela foi diretamente beneficiada pelos roubos ao patrimônio público. Se o Brasil fosse um país sério, ela, presidente Dilma, estaria respondendo a um processo de impeachment. O q acho mais curioso em relação aos petistas é q isso não é suficiente pra deixar de votar nela. pelo jeito, para os petistas, só não pode matar e estuprar, o resto tudo pode. Os petistas ainda enchem a boca pra chamar o arruda de ladrão, o q é verdade. Porém, o q dá pra perceber é q ele é aprendiz, se comparado a esses cupins q se instalaram há 12 anos no governo federal.

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Mas o povo esquece rápido


Os dez estragos de FHC na Petrobras

Para refrescar a memória do senador Sérgio Guerra (PE) e demais entusiastas da CPI da Petrobrás, o presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras), Fernando Leite Siqueira, selecionou dez estragos produzidos pelo Governo FHC no Sistema Petrobrás, que seguem:

1993 - Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de `anões do orçamento`, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento;

1994 - Ainda como ministro da Fazenda, com a ajuda do diretor do Departamento Nacional dos Combustíveis, manipulou a estrutura de preços dos derivados do petróleo, de forma que, nos 6 últimos meses que antecederam o Plano Real, a Petrobrás teve aumentos mensais na sua parcela dos combustíveis em valores 8% abaixo da inflação. Por outro lado, o cartel internacional das distribuidoras derivados teve aumentos de 32%, acima da inflação, nas suas parcelas.

Isto significou uma transferência anual, permanente, de cerca de US$ 3 bilhões do faturamento da Petrobrás, para o cartel dessas distribuidoras.

A forma de fazer isto foi através dos 2 aumentos mensais que eram concedidos aos derivados, pelo fato de a Petrobrás comprar o petróleo em dólares, no exterior, e vender no mercado em moeda nacional. Havia uma inflação alta e uma desvalorização diária da nossa moeda. Os dois aumentos repunham parte das perdas que a Petrobrás sofria devido a essa desvalorização.

Mais incrível: a Petrobrás vendia os derivados para o cartel e este, além de pagá-la só 30 a 50 dias depois, ainda aplicava esses valores e o valor dos tributos retidos para posterior repasse ao tesouro no mercado financeiro, obtendo daí vultosos ganhos financeiros em face da inflação galopante então presente. Quando o plano Real começou a ser implantado com o objetivo de acabar com a inflação, o cartel reivindicou uma parcela maior nos aumentos porque iria perder aquele duplo e absurdo lucro.

1995 - Em fevereiro, já como presidente, FHC proibiu a ida de funcionários de estatais ao Congresso Nacional para prestar informações aos parlamentares e ajudá-los a exercer seus mandatos com respaldo de informações corretas. Assim, os parlamentares ficaram reféns das manipulações da imprensa comprometida. As informações dadas aos parlamentares no governo de Itamar Franco, como dito acima, tinham impedido a revisão com um claro viés neoliberal da Constituição Federal.

Emitiu um decreto, 1403/95 que instituía um órgão de inteligência, o SIAL, Serviço de Informação e apoio Legislativo, com o objetivo de espionar os funcionários de estatais que fossem a Brasília falar com parlamentares. Se descobertos, seriam demitidos.

Assim, tendo tempo para me aposentar, solicitei a aposentadoria e fui para Brasília por conta da Associação. Tendo recursos bem menores que a Petrobrás (que, no governo Itamar Franco enviava 15 empregados semanalmente ao Congresso), eu só podia levar mais um aposentado para ajudar no contato com os parlamentares. Um dos nossos dirigentes, Argemiro Pertence, mudou-se para Brasília, às suas expensas, para ajudar nesse trabalho;

Também em 1995, FHC deflagrou o contrato e a construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, que foi o pior contrato que a Petrobrás assinou em sua história. FHC, como ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, funcionou como lobista em favor do gasoduto. Como presidente, suspendeu 15 projetos de hidrelétricas em diversas fases, para tornar o gasoduto irreversível. Este fato, mais tarde, acarretaria o `apagão` no setor elétrico brasileiro.

As empresas estrangeiras, comandadas pela Enron e Repsol, donas das reservas de gás naquele país só tinham como mercado o Brasil. Mas a construção do gasoduto era economicamente inviável. A taxa de retorno era de 10% ao ano, enquanto o custo financeiro era de 12% ao ano. Por isto pressionaram o Governo a determinar que Petrobrás assumisse a construção. A empresa foi obrigada a destinar recursos da Bacia de Campos, onde a Taxa de Retorno era de 80%, para investir nesse empreendimento. O contrato foi ruim para o Brasil pelas seguintes razões: mudança da matriz energética para pior, mais suja, ficar dependente de insumo externo dominado por corporações internacionais, com o preço atrelado ao do petróleo e valorada em moeda forte; foi ruim para a Bolívia que só recebia 18% pela entrega de uma de suas últimas riquezas, a mais significativa. Evo Morales elevou essa participação para 80% (a média mundial de participação dos países exportadores é de 84%) e todas as empresas aceitaram de bom grado. E foi péssimo para a Petrobrás que, além de tudo, foi obrigada a assinar uma cláusula de `Take or Pay`, ou seja, comprando ou não a quantidade contratada, ela pagaria por ela. Assim, por mais de 10 anos, pagou por cerca de 10 milhões de metros cúbicos sem conseguir vender o gás no mercado nacional.

Em 1995, o governo, faltando com o compromisso assinado com a categoria, levou os petroleiros à greve, com o firme propósito de fragilizar o sindicalismo brasileiro e a sua resistência às privatizações que pretendia fazer. Havia sido assinado um acordo de aumento de salário de 13%, que foi cancelado sob a alegação de que o presidente da Petrobrás não o havia assinado. Mas o acordo foi assinado pelo então Ministro das Minas e Energia, Delcídio Amaral, pelo representante do presidente da Petrobrás e pelo Ministro da Fazenda, Ciro Gomes.

Além disto, o acordo foi assinado a partir de uma proposta apresentada pelo presidente da Petrobrás. Enfim, foi deflagrada a greve, após muita provocação, inclusive do Ministro do TST, Almir Pazzianoto, que disse que os petroleiros estavam sendo feitos de palhaços. FHC reprimiu a greve fortemente, com tropas do exercito nas refinarias, para acirrar os ânimos. Mas deixou as distribuidoras multinacionais de gás e combustíveis sonegarem os produtos, pondo a culpa da escassez deles nos petroleiros. No fim, elas levaram 28% de aumento, enquanto os petroleiros perderam até o aumento de 13% já pactuado e assinado.

Durante a greve, uma viatura da Rede Globo de Televisão foi apreendida nas proximidades de uma refinaria, com explosivos. Provavelmente, pretendendo uma ação sabotagem que objetivava incriminar os petroleiros. No balanço final da greve, que durou mais de 30 dias, o TST estabeleceu uma multa pesada que inviabilizou a luta dos sindicatos. Por ser o segundo maior e mais forte sindicato de trabalhadores brasileiros, esse desfecho arrasador inibiu todos os demais sindicatos do país a lutar por seus direitos. E muito menos por qualquer causa em defesa da Soberania Nacional. Era a estratégia de Fernando Henrique para obter caminho livre e sangrar gravemente o patrimônio brasileiro.

1995 – O mesmo Fernando Henrique comandou o processo de mudança constitucional para efetivar cinco alterações profundas na Constituição Federal de 1988, na sua Ordem Econômica, incluindo a quebra do monopólio Estatal do Petróleo, através de pressões, liberação de emendas dos parlamentares, barganhas e chantagens com os parlamentares (o começo do `mensalão` – compra de votos de parlamentares com dinheiro desviado do erário público). Manteve o presidente da Petrobrás, Joel Rennó que, no governo Itamar Franco, chegou a fazer carta ao Congresso Nacional defendendo a manutenção do monopólio estatal do petróleo, mas que, no governo FHC, passou a defensor empedernido da sua quebra.

AS CINCO MUDANÇAS CONSTITUCIONAIS PROMOVIDAS POR FHC:

1) Mudou o conceito de empresa nacional. A Constituição de 1988 havia estabelecido uma distinção entre empresa brasileira de capital nacional e empresa brasileira de capital estrangeiro. As empresas de capital estrangeiro só poderiam explorar o subsolo brasileiro (minérios) com até 49% das ações das companhias mineradoras. A mudança enquadrou todas as empresas como brasileiras. A partir dessa mudança, as estrangeiras passaram a poder possuir 100% das ações. Ou seja, foi escancarado o subsolo brasileiro para as multinacionais, muito mais poderosas financeiramente do que as empresas nacionais. A Companhia Brasileira de Recursos Minerais havia estimado o patrimônio de minérios estratégicos brasileiros em US$ 13 trilhões. Apenas a companhia Vale do Rio Doce detinha direitos minerários de US$ 3 trilhões. FHC vendeu essa companhia por um valor inferior a que um milésimo do valor real estimado.

2) Quebrou o monopólio da navegação de cabotagem, permitindo que navios estrangeiros navegassem pelos rios brasileiros, transportando os minérios sem qualquer controle;

3) Quebrou o monopólio das telecomunicações, para privatizar a Telebrás por um preço abaixo da metade do que havia gastado na sua melhoria nos últimos 3 anos, ao prepará-la para ser desnacionalizada. Recebeu pagamento em títulos podres e privatizou um sistema estratégico de transmissão de informações. Desmontou o Centro de Pesquisas da empresa e abortou vários projetos estratégicos em andamento como capacitor ótico, fibra ótica e TV digital;

4) Quebrou o monopólio do gás canalizado e entregou a distribuição a empresas estrangeiras. Um exemplo é a estratégica Companhia de Gás de São Paulo, a COMGÁS, que foi vendida a preço vil para a British Gas e para a Shell. Não deixou a Petrobrás participar do leilão através da sua empresa distribuidora. Mais tarde, abriu parte do gasoduto Bolívia-Brasil para essa empresa e para a Enron, com ambas pagando menos da metade da tarifa paga pela Petrobrás, uma tarifa baseada na construção do Gasoduto, enquanto que as outras pagam uma tarifa baseada na taxa de ampliação.

5) Quebrou o Monopólio Estatal do Petróleo, através de uma emenda à Constituição de 1988, retirando o parágrafo primeiro, elaborado pelo diretor da AEPET, Guaracy Correa Porto, que estudava direito e contou com a ajuda de seus professores na elaboração. O parágrafo extinto era um salvaguarda que impedia que o governo cedesse o petróleo como garantia da dívida externa do Brasil. FHC substituiu esse parágrafo por outro, permitindo que as atividades de exploração, produção, transporte, refino e importação fossem feitas por empresas estatais ou privadas. Ou seja, o monopólio poderia ser executado por várias empresas, mormente pelo cartel internacional;

1996 - Fernando Henrique enviou o Projeto de Lei que, sob as mesmas manobras citadas, se transformou na Lei 9478/97. Esta Lei contem artigos conflitantes entre si e com a Constituição Brasileira. Os artigos 3º, 4º e 21, seguindo a Constituição, estabelecem que as jazidas de petróleo e o produto da sua lavra, em todo o território Nacional (parte terrestre e marítima, incluído o mar territorial de 200 milhas e a zona economicamente exclusiva) pertencem à União Federal. Ocorre que, pelo seu artigo 26 -- fruto da atuação do lobbysobre uma brecha deixada pelo Projeto de Lei de FHC -- efetivou a quebra do Monopólio, ferindo os artigos acima citados, além do artigo 177 da Constituição Federal que, embora alterada, manteve o monopólio da União sobre o petróleo. Esse artigo 26 confere a propriedade do petróleo a quem o produzir.

(*) Artigo publicado no site: da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET)















http://blogdoparaense.blogspot.com.br/2009/05/os-dez-estragos-de-fhc-na-petrobras.html



Já sei, vão alegar que o Blog é do PT

Mas pensem nisso, e procurem saber mais sobre o assunto e verão que o "escândalo da Petrobras do PT" é fichinha perante ao estrago que o PSDB de FHC fez...
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  #1582  
Old Posted Oct 11, 2014, 6:31 PM
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viram o debate na band ?

rollemberg é mt fraco mesmo, chessus
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"You're guilty all the same."

Juntos num só ritmo

Diga sim ao cyberbullying
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  #1583  
Old Posted Oct 11, 2014, 8:56 PM
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viram o debate na band ?

rollemberg é mt fraco mesmo, chessus
Sei não, pelo visto, Frejat vai papar essa. Pior, com apoio informal do PT e PMDF. Abraços Rollemberg.
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  #1584  
Old Posted Oct 11, 2014, 9:49 PM
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Hoje fui entrevistado pelo IBOPE aqui na minha rua...Primeira vez...
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  #1585  
Old Posted Oct 11, 2014, 11:19 PM
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Hoje fui entrevistado pelo IBOPE aqui na minha rua...Primeira vez...
Quem garante que suas respostas serão validadas? Eu desconfio muito desse processo. Eles apresentam e preenche uma ficha na sua frente e quando você sai de perto, eles trocam as fichas.

Igual matéria de TV, fiz uma denúncia, e a reporter deturpou toda a denúncia.
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  #1586  
Old Posted Oct 11, 2014, 11:23 PM
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A piada maior é agora. REDE não apoiou Aécio, me deparo na Folha de SP, que eles mudaram de idéia e não vão apoiar ninguem no 2o turno. Eu já vi essa novela. Será repetição ou continuação da novela de 2010.
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  #1587  
Old Posted Oct 12, 2014, 12:39 AM
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A REDE pode até não ter apoiado o Aécio Neves, mas saiu agora uma pesquisa de intenção de voto promovida pela Istoé/Sensus, falando em 58,8% dos votos válidos para ele... É a primeira depois da divulgação dos depoimentos da Petrobras... Não esperava tanta vantagem depois do resultado do 1º Turno.
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  #1588  
Old Posted Oct 12, 2014, 1:30 AM
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Cuidado, mano Espartano... o Pesquisa é petista fanático e ele vai apelar com este resultado!!!!!
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  #1589  
Old Posted Oct 12, 2014, 1:48 AM
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A REDE pode até não ter apoiado o Aécio Neves, mas saiu agora uma pesquisa de intenção de voto promovida pela Istoé/Sensus, falando em 58,8% dos votos válidos para ele... É a primeira depois da divulgação dos depoimentos da Petrobras... Não esperava tanta vantagem depois do resultado do 1º Turno.
É aquele negócio, qual metodologia utilizada? A mesma de sempre Control C Control V do IBOPE. O mesmo diz respeito de quem COMPROU a pesquisa. A REDE GLOBO?
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  #1590  
Old Posted Oct 12, 2014, 6:45 AM
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Mas vale um inimigo declarado que um amigo oculto


Ou mudando para não mudar

Por – Ataíde Santos

O que temos visto na política do Distrito Federal é realmente uma “caixinha de surpresa”.

Segundo o Eduardo Brito no seu “Do Alto da Torre”, no Jornal de Brasília, no último debate do primeiro turno, Rodrigo Rollemberg teria ao final do programa ido pedir desculpas ao seu oponente Jofran Frejat, por ofensa pessoal proferida durante o programa. Do ofendido ouviu: “Me ofende no público e pede desculpas no privado? Só aceito se forem pedidas também no público.” – Ficou sem resposta e sem desculpas.

Notícias de hoje (10/10) dão conta que Rodrigo Rollemberg têm feito ou ainda estão sendo discutidos, “por debaixo dos panos”, acordos com petistas de nome, recém eleitos e até derrotados. Não pode sair do privado.

No debate de ontem, na Band, o que se viu, foram candidatos sem propostas, e que dizem que vão continuar tudo que está sendo feito. Rolemberg mais parecia ter decorado o texto de Agnelo Queiróz. “Já fizemos xis creches, estamos construindo ípsilon , já temos enes contratadas. Vamos ampliar isso, melhorar aquilo e…” Brasília na imaginação do pessebista será um “céu de brigadeiro”. A grande “novidade” do candidato à frente das pesquisas é : “Vamos inovar, vamos continuar tudo que está sendo feito e planejado.“ Justifica Rollemberg afirmando ser por respeito ao eleitor. Tem até certa razão. Mas, se é para continuar, porque mudar? Será que porque Agnelo é nordestino e o outro mineiro, porque um é feio e o outro bonito, um tem barba e o outro não? Com a palavra o eleitor.

Frejat fez seu papel: Tirou o Partido dos Trabalhadores da disputa pelo Palácio do Buriti. Teve até eleitor declarado do Rollemberg que votou em Frejat, apoiado pela ampla vantagem que tinha o seu senador Rodrigo. Uniram-se inimigos para derrotar um inimigo comum. A estratégia deu certo e Frejat segue o seu discurso saudosista dos tempos do Roriz.

Frejat diz que não, mas sabe-se que em caso de eleição, o governador de fato será o seu mentor: José Roberto Arruda.

Rollemberg, caso eleito, sucumbirá as pressões que virão, as faturas!

O PT decidiu pela neutralidade, os históricos, aceitam de bom grado, mostrar sua indignação com votos em branco ou nulos. Mas já existem, neo-petistas e apenas apoiadores defendendo o voto em Frejat, para dar um troco aos seguidores de Rollemberg, afirmando que é muito melhor um inimigo declarado que um amigo oculto. Se a mágoa continuar… Será que teremos alguma surpresa? O pessoal do PSB aposta que petista é incapaz de votar no Frejat. Procede tal garantia? É pagar pra ver!

O Distrito Federal estará fadado a governos dos mais duvidosos?

A autonomia política do DF foi uma boa escolha?

Perdemos, com a prisão do Arruda e sucessivos governos num período de quatro meses a oportunidade de um intervenção e o fim da brincadeira dos mesmos em alternância nos papeis do poder?

Mas aí já é outra história…

Fonte:http://blogdoataide.com.br/mas-vale-um-inimigo-declarado-que-um-amigo-oculto/
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  #1591  
Old Posted Oct 12, 2014, 2:16 PM
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Cuidado, mano Espartano... o Pesquisa é petista fanático e ele vai apelar com este resultado!!!!!
É a vida, não é Salen? E nem podem colocar a culpa no Roriz porque o grupo dele está levando fumo também... Da próxima vez tentem fazer um governo melhor.

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É aquele negócio, qual metodologia utilizada? A mesma de sempre Control C Control V do IBOPE. O mesmo diz respeito de quem COMPROU a pesquisa. A REDE GLOBO?
PESQUISA ISTOÉ|Sensus

Realização – Sensus

Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014

Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País

Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural

Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014

Margem de erro - +/- 2,2%

Confiança – 95%

Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/3873...thImagens=&path=&actualArea=internalPage


Agora, ainda tem muita água para rolar em baixo dessa ponte. Vamos aguardar as próximas semanas.
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  #1592  
Old Posted Oct 12, 2014, 6:35 PM
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Câmara Legislativa do Distrito Federal: Renovação, onde ?


O mais jovem distrital eleito no dia 5 tem um sobrenome que é velho conhecido do brasiliense. Ele é filho de Leonardo, o deputado das meias valiosas




No dia 27 de novembro de 2009, as cortinas do submundo se abriram em Brasília. Uma das primeiras surpresas que emergiram da Caixa de Pandora, o nome da operação policial à época, ganhou repercussão planetária. Nunca antes na história do Distrito Federal deputados candangos foram tão falados no Brasil e no mundo. Malfalados, é verdade. O motivo da projeção: cenas fortes em que parlamentares eram flagrados escondendo dinheiro de corrupção. Viu-se, então, Leonardo Prudente guardar notas nos recônditos de sua vestimenta. Eurides Brito mostrou para que serve uma bolsa grande. Para esconder melhor os pacotes de cédulas. E Júnior Brunelli rezou para que a farra tivesse vida longa, a famosa oração da propina. Quase cinco anos depois, alguns dos personagens — ou seus prepostos — envolvidos no maior escândalo político do DF estão de volta...

O mais jovem distrital eleito no dia 5 tem um sobrenome que é velho conhecido do brasiliense. Rafael Prudente, 30 anos, obteve a nona melhor colocação entre seus pares, com 17 581 votos. Um feito para um candidato de primeira viagem que nunca ocupou cargo público. Ele é filho de Leonardo, o deputado das meias valiosas. Empresário como o pai, Rafael atua nas firmas de segurança privada da família. Agora, vai assumir a vaga que já pertenceu ao patriarca, condenado por improbidade administrativa em consequência das investigações da Pandora. Como explicar essa vitória depois de tão retumbante vexame? “A ética começa quando a necessidade termina”, diz Alberto Ribeiro de Barros, professor da Universidade de São Paulo especializado no tema. Boa parte da base eleitoral dos Prudente é formada por funcionários das empresas que eles administram. É bom lembrar que essas firmas mantêm contratos com o governo, relação que o parlamentar deve fiscalizar. “A eleição de um distrital com flagrante interesse empresarial no Executivo guarda em si uma contradição. Se o histórico é problemático, há mais uma evidência de que faltam educação política e alfabetização democrática ao eleitorado”, diz o cientista político Alexandre Gouveia.

O clã Prudente não foi o único a driblar crises ultrajantes e se recolocar na política local. Rafael vai dividir a bancada com os colegas Robério Negreiros (PMDB) e Cristiano Araújo (PTB). Bem antes de se tornar distrital pela primeira vez, Negreiros amargou uma quarentena na cadeia. Foi preso em 2004 no âmbito da Operação Sentinela. Na época, a Polícia Federal apurava a participação da Brasfort, empresa de sua família, em esquema de fraude em licitação do Tribunal de Contas da União. O episódio certamente não foi considerado relevante para os 9 256 eleitores que deram a Negreiros um voto de confiança em 2010. Naquela eleição, ele ficou na primeira suplência e teve de esperar que um colega mais enrolado lhe abrisse caminho. Não demorou. Em 2012, Benício Tavares, o titular da vaga, foi cassado por compra de votos. O peemedebista cumpria sua sexta legislatura e já havia superado, sem perder o cargo, condenação por desviar recursos de uma entidade de deficientes físicos, além da denúncia de pedofilia a bordo de um barco de passeio no Amazonas. Mas Benício acabou abatido por crime eleitoral. E assim, de suplente em 2010, Negreiros saltou para o posto de segundo distrital mais votado nesta legislatura. Também herdeiro de uma firma de segurança, Cristiano Araújo (PTB) foi denunciado neste ano pelo Ministério Público do DF por fraude à Lei de Licitações. Inquérito da Polícia Civil apontou que o parlamentar usou critérios próprios para selecionar candidatas ao programa de bolsas da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP). No crivo de Araújo, contou o quesito beleza. Soma-se à lista de enrolados na Justiça e legitimados nas urnas Agaciel Maia. Quatro dias antes de ele ser reeleito distrital, o ex-diretor-geral do Senado foi condenado pela Justiça Federal no episódio dos atos secretos.

Em termos absolutos, metade dos 24 assentos da Câmara Legislativa será ocupada por parlamentares sem mandato nos últimos quatro anos. Uma aparente renovação. Mas esse índice de novidades não sobrevive a uma análise menos rasa. Bispo Renato (PR) e Raimundo Ribeiro (PSDB) foram distritais na legislatura retrasada e integraram a base governista de José Roberto Arruda. Em 2010, com o mensalão do DEM assombrando as coligações dos aliados de Arruda, acabaram alijados da Câmara. Quatro anos depois, voltam aos seus postos legislativos. Sem ter precisado passar pelo ostracismo, Rôney Nemer (PMDB) está no grupo dos distritais condenados por improbidade administrativa. Ele é acusado pelo Ministério Público de ter recebido mesada em troca de apoio político. No dia 5, conquistou seu primeiro mandato como deputado federal pelo DF.

O discurso de ineditismo não cola nem mesmo no caso daqueles que estreiam no Parlamento. Juarezão, do PRTB, foi uma das apostas de Luiz Estevão para a Câmara Legislativa. Preso em Tremembé (SP) por falsificação de documento no episódio do TRT de São Paulo, o ex-senador não pode concorrer a cargos públicos. Mas ele investiu pesado com a intenção de formar uma bancada para chamar de sua. Guarda Jânio, também patrocinado pelo PRTB de Estevão, ficou na primeira suplência. Com quase 15 000 votos, obteve performance melhor que onze distritais eleitos, mas não conseguiu a titularidade por causa do coeficiente eleitoral. Há que lembrar que Liliane Roriz foi reeleita pelo partido do ex-senador enrolado com a Justiça. Na lista do parece novidade mas não é, figura ainda Telma Rufino (PPL). Líder comunitária na ocupação de Arniqueiras, Telma virou distrital pelas mãos do ex-deputado José Tatico, que financiou sua campanha. Tatico foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por crimes previdenciários.

Não é de hoje que a composição da Câmara Legislativa assusta os desavisados. Em 2004, reportagem de VEJA apontou a ficha corrida de um terço dessa Casa. Nesse meio está Carlos Xavier, condenado em abril a quinze anos de prisão por ser o mandante do assassinato de sua mulher. Motivos óbvios fizeram com que Xavier fosse expurgado do ambiente legislativo já na época das investigações. Mas, como na Casa do Espanto tudo é possível, a família Xavier tentou recolocar os pés na política. Um irmão de Carlos se candidatou neste ano com o slogan “el, el, el, agora é o Daniel”. Não desta vez.















http://www.edsonsombra.com.br/post/camara-legislativa-do-distrito-federal-renovacaoa-onde-20141012
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  #1593  
Old Posted Oct 12, 2014, 9:07 PM
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Ninguém vai cair nesse papo do Frejat de que ele é mais experiente. A eleição já está quase decidida pro Rollemberg, muito difícil a quadrilha Roriz contornar isso.
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  #1594  
Old Posted Oct 12, 2014, 9:10 PM
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A quadrilha do terRorizta já era vamos ver depois dessa primeira semana de propaganda politica na TV o que vai dar...
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  #1595  
Old Posted Oct 12, 2014, 11:02 PM
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LLAP
 
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Devemos não esquecer que Brasília é uma caixinha de surpresas, se Frejat conseguir reunir toda a base de apoio de Agnelo para o lado dele, já era Rollemberg. O PMDB vai para o lado de quem vai dar mais, isso é fato.
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  #1596  
Old Posted Oct 12, 2014, 11:20 PM
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A Istoé, que pagou o Sensus, é quase uma filial da Globo em termos de opinião, sem falar, adivinha quem são os maiores clientes da Sensus? Petroleiras internacionais. O caso do vazamento da delação premiada escancara a fragilidade que a PF tem, com seus policiais corrompidos pela mídia.

Eu fico pensando, se a inteligência da PF soubesse de uma invasão militar ela divulgaria tão rápido assim?
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  #1597  
Old Posted Oct 13, 2014, 12:03 AM
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Am I bovvered?
 
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
A Istoé, que pagou o Sensus, é quase uma filial da Globo em termos de opinião, sem falar, adivinha quem são os maiores clientes da Sensus? Petroleiras internacionais. O caso do vazamento da delação premiada escancara a fragilidade que a PF tem, com seus policiais corrompidos pela mídia.

Eu fico pensando, se a inteligência da PF soubesse de uma invasão militar ela divulgaria tão rápido assim?
A Istoé até uns meses atrás era uma segunda Carta Capital. Agora que eles perceberam que o barco do PT está afundando eles mudaram de posicionamento. Sem sentido isso que você disse.
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  #1598  
Old Posted Oct 13, 2014, 12:09 AM
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Mas isso aqui tem sentido para você....

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  #1599  
Old Posted Oct 13, 2014, 12:16 AM
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Eu estou curioso para saber, tanto Rollemberg ou Frejat vencerem as eleições, andam prometeram aumentos salariais cavalares. Se Aécio vencer, esse povo não vai ter um centavo de aumento. E adivinha qual vai ser a desculpa da vez. Vamos investimento 5 bilhões em mobilidade.
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  #1600  
Old Posted Oct 13, 2014, 3:48 AM
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À Queima-Roupa: Chico Vigilante
12 de outubro, 2014

A derrota do primeiro turno na disputa ao governo foi a maior da história do PT em Brasília?
Foi. Em 1990, tivemos uma derrota numérica, mas ganhamos politicamente. Em 1998, perdemos, mas saímos fortalecidos. Em 2002, estávamos com a derrota na mão, mas fomos roubados. Na disputa de 2006, ressurgimos das cinzas, apesar de não elegermos Arlete (Sampaio), reafirmamos o PT na cidade. Agora tivemos uma derrota numérica e política. O momento é de avaliar o que aconteceu.
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Alguma ideia do que provocou essa derrota?
Perdemos o governo em primeiro de janeiro e de 2011. Esse é um governo que não tinha rosto. Cada secretaria e administração era uma ilha e o titular trabalhava para si mesmo e não em nome do governador.
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Ocorreu por causa da aliança com o PMDB, num projeto de administração compartilhada?
Não. Dentro do próprio PT todo mundo trabalhava para si, com raras exceções, como o administrador de Ceilândia. Cada gestor agia assim: o que era bom ficava para ele e o que não prestava caía no colo Agnelo. O governo não conseguiu mostrar o caos que recebeu.
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Adotar a neutralidade no segundo turno é vingança?
Nós não nos sentimos representados por nenhum dos dois candidatos no segundo turno e ainda com o agravante de Rollemberg ter optado pela turma do FHC. Fomos humilhados pelo Fernando Henrique. Essa turma não gosta de Brasília e vamos sofrer.
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Houve traições na campanha de Agnelo?
Teve. Desde o começo e em larga escala. No meio da campanha eu disse ao Agnelo: “Estão fazendo contigo o mesmo que fizeram com a Maria de Lourdes (Abadia)”.
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Fizeram campanha para os adversários?
Muito. Tanto para Rodrigo quanto para Frejat. Sentiram que não tinha chance de vitória e mudaram de lado. Tem gente que acha que qualquer governo serve para eles.
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Como vai ser a campanha da Dilma em Brasília depois da derrota no primeiro turno?
Para nós, agora ficou muito bom. Brasília foi a cidade que mais sofreu no governo de FHC. Vamos mostrar os avanços de Dilma e os atrasos do passado.
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Por que a militância do PT não foi para as ruas?
Essa foi a eleição mais atípica e insossa de todas. Mas agora a água bateu no gogó. A militância vai para as ruas. A presidenta Dilma terá mais votos no segundo turno. As pessoas se sentem mais ameaçadas. Já sabem o que está em jogo.
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Em quem o senhor vai votar na disputa ao governo?
Vou votar 13 de novo.
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Qual a sua expectativa para a próxima administração?
Haverá muitas dificuldades. O governo do Agnelo foi o governo da bondade. E o próximo será da maldade. Nenhum dos dois candidatos vai conseguir cumprir os acordos que Agnelo fez.
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Por quê? São acordos impossíveis de cumprir?
Agnelo fez uma opção pelo social.

Fonte: Coluna Eixo capital, Correio Braziliense. Por Ana Matia Campos e Helena Mader)

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Essa era exatamente a sensação que eu tinha, e falei varias vezes, as secretarias e as administrações regionais estavam sem comando, cada uma trabalhando pra si.

O Agnelo parecia um pamonha perdido em um governo onde ninguem trabalhava pra ele.
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