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  #741  
Old Posted Apr 13, 2013, 9:42 AM
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No caso do Expresso Sul, sabia que o GDF estava bancando sozinho os recursos, agora que vai sair a contrapartida do governo federal, por isso as obras atrasaram. Ninguem precisa lembrar o caso da EPIA, quando era grana do GDF estava sendo gasto, a obra avançou rapidamente, só foi terminar a parte do GDF, que a obra empacou.
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  #742  
Old Posted Apr 13, 2013, 8:55 PM
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DF-047, via que dá acesso ao Aeroporto JK, começa a ser duplicada


Foto: Antonio Cunha

Árvores foram derrubadas, no Balão do Aeroporto, para o início das obras


O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) iniciou ontem as obras de duplicação na DF-047, via que dá acesso ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. O serviço está orçado em R$ 58,6 milhões e prevê a duplicação de um trecho da rodovia e a construção de passagens subterrâneas sob o balão de acesso ao terminal. A expectativa é de que as obras sejam concluídas até a Copa de 2014.

As melhorias pretendem dar mais fluidez ao trânsito no local, que deve aumentar a partir dos próximos meses com a realização da Copa das Confederações. A expectativa da Inframerica, consórcio que administra o aeroporto, é que o número de passageiros fique um terço maior até o torneio. Os recursos para a obra são federais e fazem parte das melhorias para a Copa do Mundo. “Teremos tudo pronto até o ano que vem”, assegura o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur.











http://www.correiobraziliense.com.br/app...eroporto-jk-comeca-a-ser-duplicada.shtml
Eu passei por lá ontem, e parecem que a obra é bem mais complexa que uma simples duplicação. Aliás, duplicação foi o que eu não vi. E qual é o sentido dessa passagem subterrânea? É para ligar o que a que?
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  #743  
Old Posted Apr 14, 2013, 5:59 PM
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Consórcio ganha o direito de participar da licitação do transporte público do DF

A licitação do transporte público do Distrito Federal, que já está quase concluída, ganhou mais uma empresa para concorrer a bacia 1. O Consórcio Metropolitano obteve, no último dia 8, uma liminar na Justiça Federal e mantém a participação na concorrência pública para a contratação de empresas de ônibus para operar o sistema de transporte público do Distrito Federal.

Composto pelas empresas Transporte Cidade Brasília, MCS, Rota do Sol e Cootransp (ambas que já operam no DF), o consórcio foi retirado da disputa por conseqüência da Portaria 47, publicada pela Procuradoria Regional da Fazenda Nacional da 1ª Região. O instrumento normativo cancelou a Certidão de Regularidade Fiscal já obtida pela empresa Transporte Cidade Brasília.

Baseada nessa decisão, a comissão do processo licitatório, inabilitou o grupo para participar da concorrência. De acordo com o assessor jurídico do Consórcio Metropolitano, Dr. Valter Xavier, houve nulidade da decisão administrativa porque ela não foi precedida de comunicação aos empresários para o exercício do direito de defesa. “A Portaria 47 foi publicada no dia 26 de fevereiro, com efeitos retroativos a 15 de janeiro, e a habilitação para o certame ocorreu no dia 28”, argumenta.

Xavier ainda afirma que não foi observado o devido processo legal, com a garantia do contraditório, previsto na Constituição Federal. “Os integrantes do consórcio souberam da decisão no dia da habilitação. Além disso, a empresa nem discutiu a pendência fiscal e prontamente pagou o débito mencionado na dita Portaria. Mesmo assim, o consórcio ficou de fora”, completa.

Para resolver esse problema em favor de seus clientes, o assessor jurídico ajuizou uma ação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região pedindo a anulação da Portaria 47 e seus reflexos na Licitação. A 21ª Vara da Seção Judiciária do DF concedeu a liminar, permitindo que o consórcio voltasse a participar da licitação.

Para Valter Xavier, com a ausência do consórcio, ficaria apenas um concorrente por bacia, o que eliminaria a livre competição e permitiria irregularidades na condução do certame, pois impediria a disputa de preço, uma das principais características desta modalidade licitatória.

“Com a liminar, a comissão da licitação é obrigada a manter o Consórcio Metropolitano na disputa, pois a decisão de tirá-lo estava baseada apenas na Portaria 47, que perdeu a sua eficácia. Os empresários só pretendem assegurar uma competição justa e igualitária, que tragam benefícios reais à população do DF”, diz Xavier.


ENVELOPES


Até ontem (11), os envelopes com as propostas do consórcio ainda não tinha sido aberto. “Ainda cabe recurso da decisão do TRF. Mas esperamos que o bom senso prevaleça”, conclui o assessor jurídico.

No dia 4 de fevereiro, os integrantes do Consórcio Metropolitano entregaram a documentação para participar da licitação pública, na modalidade Concorrência, que contratará empresas para atuar no transporte público do DF.

Dentre os documentos exigidos está a Certidão de Regularidade Fiscal. No dia 15 de fevereiro, a Procuradoria Regional da Fazenda Nacional instaurou um processo administrativo. Cinco dias depois, ou seja, em 20 de fevereiro, a Procuradoria cancelou, por meio da Portaria 47, a Certidão de Regularidade da empresa Transporte Cidade Brasília, que havia entregado o referido documento, cuja vigência iria até 12 de março. O órgão alegou que havia débitos fiscais da empresa junto à Fazenda Federal.

A Portaria foi publicada no dia 26 de fevereiro. Com a decisão, a comissão do processo licitatório retirou o Consórcio da disputa. Os empresários só souberam da decisão dois dias depois, quando da abertura da habilitação para o certame.

Prontamente, a empresa envolvida no caso pagou as pendências exigidas, sem qualquer discussão, até porque pequeno o montante noticiado pela Portaria 47. Como o Consórcio e a empresa envolvida não tinham sido notificados previamente, sem a chance do contraditório, a Assessoria Jurídica que representa o grupo de empresários ajuizou uma ação no TRF da 1ª Região, para cancelar a Portaria 47.

A 21ª Vara da Seção Judiciária do DF deferiu o pedido e concedeu liminar para que o Consórcio voltasse a participar da licitação, sendo considerada irregular a recusa de sua habilitação pelo Poder Público.

A bacia 1 tem regiões como Brasília, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste, Octogonal, Varjão e Fercal, com uma frota de 417 ônibus.

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/site/not...ao-do-transporte-publico-do-df&id=463857
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  #744  
Old Posted Apr 14, 2013, 6:11 PM
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Juiz maluco, pois a empresa para se habilitar ao processo, teria de estar em dia com toda documentação. Eles acataram que a empresa se regularizasse durante a licitação. Com certeza o GDF irá conseguir reveter a decisão.
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  #745  
Old Posted Apr 14, 2013, 7:04 PM
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Governo duplica previsão de investimentos em sistemas de transporte público coletivo



Um ano após a implementação da Lei de Mobilidade Urbana (12.587), que prioriza o transporte público coletivo, mega engarrafamentos incentivados pelo IPI reduzido para compra de carros ainda demonstram a dificuldade do governo federal em lidar com o tema. O problema não passa pela falta de recursos. O orçamento de 2013 prevê aumento de 93% na dotação para “apoio a sistemas de transporte público coletivo urbano”. Foram autorizados R$ 2,5 bilhões para a iniciativa dentro do programa orçamentário “Mobilidade Urbana”.




O objetivo da ação é apoiar a elaboração de projetos que ofereçam maior acessibilidade e mobilidade à população das cidades brasileiras, por meio de modalidades de transporte seguras, rápidas, confiáveis e de capacidade adequada. Os projetos devem ainda possibilitar a racionalização do sistema local de transporte, diminuindo os problemas decorrentes da atual saturação dos acessos aos centros das maiores cidades brasileiras.

Embora a dotação autorizada para a ação tenha aumentado consideravelmente, o valor não representa garantia de execução. No ano passado, dos R$ 1,3 bilhão autorizado para a iniciativa, apenas R$ 1,6 milhão foi pago até 31 de dezembro, o que representa menos de 1% do total.

De acordo com o Ministério das Cidades, para ampliar a execução orçamentária é necessário que os proponentes entreguem documentação à Caixa Econômica Federal (CEF), para que, após análise e aprovação assinem o termo de compromisso, possibilitando dar início às obras.


A CEF, mediante termos de compromisso ou contratos de repasses, realiza a transferência financeira a Estados, Distrito Federal e Municípios. Estes se encarregam de licitar e executar os projetos, que devem seguir as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana Sustentável. A Caixa faz o acompanhamento físico e financeiro da execução e libera o dinheiro conforme autorização do MC.

A iniciativa conta com verba do “PAC 2 Mobilidade Grandes Cidades” que, de acordo com o MC, deve investir, ao todo, R$ 22 bilhões – R$ 12 bilhões com fundos de financiamento e R$ 10 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU), com caráter plurianual. Ainda segundo o MC, a implementação por parte do Ministério se dará de forma descentralizada.

Para o professor de Engenharia de Tráfego da Universidade de Brasília (UnB), Paulo César Silva, é importante que haja contrapartida por parte de estados e municípios em relação aos investimentos em mobilidade urbana. “Enquanto os estados e municípios não se sentirem obrigados a investir, através dos recursos destinados pela administração federal, as obras não vão sair do lugar”, afirma o professor.

Para Silva, é importante que o governo federal exija a contrapartida ao fazer esses repasses. “Essa cobrança é uma maneira não só de colocar verba da União nos municípios, mas também de estimular e fomentar as políticas de mobilidade” conclui.

Lei de Mobilidade Urbana

Há exato um ano, no dia 13 de abril de 2012, entrava em vigor a Lei 12.587, conhecida como Lei de Mobilidade Urbana. O documento definiu os direitos dos usuários de transporte coletivo, como informações, pontualidade e transparência nos serviços oferecidos.

A Lei da Mobilidade prioriza o transporte público e os meios não motorizados de transporte, como a bicicleta, integrando-a com os modos de transporte coletivo. O objetivo é integrar os diferentes modos de transportes e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas.

As questões ambientais também estão entre as prioridades da lei, que pretende estabelecer diretrizes para a redução da emissão de poluentes fomentando a valorização das formas não motorizadas de transporte e o incentivo à criação de vias para pedestres nas cidades brasileiras.

Outra mudança estabelecida pela lei é a obrigatoriedade da elaboração do Plano de Transportes e Trânsito, o PlanMob, para as cidades com mais de 20 mil habitantes. Antes era previsto pelo Estatuto das Cidades que apenas os municípios acima de 60 mil habitantes elaborassem o PlanMob. Com a criação da lei, as cidades deverão criar o Plano de Mobilidade para receber recursos da União. Os municípios terão até três anos para elaborar o plano e se adequar as diretrizes estabelecidas pela Lei.










http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=206572
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  #746  
Old Posted Apr 15, 2013, 12:15 PM
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Obras no Balão do Aeroporto garantirão mais fluidez no trânsito

Brasília (15/04/2013) - O GDF, por meio do Departamento de Estradas de Rodagens (DER), iniciou as obras das vias marginais na DF-047, pista que dá acesso ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. Também serão construídas passagens subterrâneas sob o balão de acesso ao terminal. O objetivo é gerar mais fluidez no trânsito, para evitar engarrafamentos e garantir mais segurança a pedestres e motoristas.

A obra é o primeiro investimento do programa federal PAC Copa, que realiza ações para adequar as cidades-sede das copas do Mundo e das Confederações. "As mudanças pretendem melhorar o fluxo do trânsito no local, que deve aumentar a partir dos próximos meses com a realização da Copa das Confederações", explicou o diretor-geral do DER, Fauzi Nacfur. O investimento do governo federal foi de R$ 58,6 milhões.

Para a execução das obras, foi necessária a retirada de árvores no Balão do Aeroporto. Entretanto, o DER informa que, após a conclusão dos trabalhos, prevista para abril do ano que vem, serão plantadas no mesmo local 8.360 mudas de variadas espécies do cerrado.

Fonte: Agência Brasília

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/site/not...tirao-mais-fluidez-no-transito&id=463942
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  #747  
Old Posted Apr 15, 2013, 8:57 PM
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Envelopes com as propostas para a bacia 1 serão abertos nesta terça-feira

Nesta terça-feira, será feita a abertura dos envelopes com as propostas financeiras das empresas habilitadas para concorrer à licitação que outorga o direito à exploração do transporte público do Distrito Federal. Duas empresas estão habilitadas a concorrer a bacia 1, que compreende Planaltina, Sobradinho, Plano Piloto e Cruzeiro.

A edição de hoje do Diário Oficial do DF, traz a convocação dos proponentes ao certame, que se refere à prestação de serviços. Participam da disputa a Viação Piracicabana e o Consórcio Metropolitano, composto pelas empresas Transporte Cidade Brasília, MCS, Rota do Sol e Cootransp (essas empresas já operam no DF).

O Consórcio obteve, no último dia 8, liminar na Justiça Federal que garantiu a participação na concorrência pública. O grupo de empresas foi retirado da disputa por conseqüência da Portaria 47, publicada pela Procuradoria Regional da Fazenda Nacional da 1ª Região. O instrumento normativo cancelou a Certidão de Regularidade Fiscal já obtida pela empresa Transporte Cidade Brasília.

A sessão de abertura dos envelopes ocorre às 9h, no 15º andar do Edifício Anexo do Palácio do Buriti, na sala 1509.

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/site/not...erao-abertos-nesta-terca-feira&id=464084
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  #748  
Old Posted Apr 16, 2013, 7:37 PM
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Engraçado, tava olhando as licitações do DER e tem uma duplicação de um trecho da DF-451 (no google aparece como DF-450) ali perto da subestação CEB, ali tem alguma coisa?

Enquanto isso nada de duplicar a via de ligação do Guará com a EPNB....
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  #749  
Old Posted Apr 16, 2013, 8:07 PM
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Essa pista que você citou fica em Ceilândia, vai ser duplicada apenas um trecho 1/4 do totalpor acaso lá tem um centro de evangelização renascidos em pentecostes, cujo a entrada fica antes do fim da duplicação
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  #750  
Old Posted Apr 16, 2013, 8:16 PM
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Essa pista que você citou fica em Ceilândia, vai ser duplicada apenas um trecho 1/4 do totalpor acaso lá tem um centro de evangelização renascidos em pentecostes, cujo a entrada fica antes do fim da duplicação
Pois é, ta com cara de coisa arrumada por conchavo para agradar algum puxa saco. Será o pessoal do centro?
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  #751  
Old Posted Apr 17, 2013, 1:17 AM
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Auditoria aponta falhas graves na execução da Linha Verde (EPTG)



O Tribunal de Contas do Distrito Federal identificou erros graves na execução de obras e serviços de engenharia da Linha Verde, que engloba toda a adequação viária da Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG), incluindo construção dos viadutos, estações de transferência, pontos e terminais de ônibus.

Segundo relatório do Núcleo de Fiscalização de Obras do TCDF, as diversas falhas relativas à qualidade da obra comprometem a durabilidade, bem como a segurança dos usuários. Apesar da obra da Linha Verde ser recente, há diversos tipos de defeitos na superfície, tanto no pavimento flexível, que é feito de asfalto, quanto no pavimento rígido, de concreto. Entre os pavimentos, há revestimento desgastado, afundamentos e panelas.

Foto: Andressa Anholete


Para o corpo técnico, os defeitos encontrados nas vias podem ser atribuídos à má execução do pavimento, à não conformidade dos materiais aplicados e ao acúmulo de águas pluviais, decorrentes de ineficiência/insuficiência da drenagem pluvial no trecho. Essa drenagem pluvial insuficiente/inexistente, inclusive, compromete a integridade do escoramento de barrancos. Além disso, o acúmulo de água na pista de rolamento aumenta o risco de acidentes causados por aquaplanagem, bem como a redução da vida útil do pavimento. Os auditores também apontaram o alagamento das vias marginais no entorno do complexo de viadutos Israel Pinheiro.

O corpo técnico do Tribunal também verificou outras irregularidades: sinalizações horizontal e vertical são precárias e estão em desacordo com as normas pertinentes, paradas de ônibus e estações de transferência inacabadas, inexistência de um sistema de contenção dos aterros, feita normalmente mediante plantio de grama.

Também há diversos questionamentos quanto aos valores pagos ao Consórcio Construtor, que aumentaram indevidamente o valor dos contratos. Foram identificadas ainda, soluções de engenharia adotadas nas obras sem os devidos estudos que comprovem a sua adequação técnica e econômica, falhas de medições e pagamentos que desconsideram os parâmetros estabelecidos no projeto executivo e nas normas técnicas vigentes, grandes discrepâncias entre os quantitativos projetados e executados de alguns serviços sem as devidas comprovações e justificativas, preços de serviços bem acima dos valores pagos no mercado e previsão de insumos que não foram efetivamente aplicados.

Financiamento do BID

Essas obras foram financiadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ajustadas por meio da Licitação Pública Internacional – LPI nº 001/2008-PTU-UGP-ST/DF. Os preços contratados somam R$ 244.785.884,18. O TCDF é o órgão credenciado pelo BID para fazer as auditorias de projetos financiados pelo banco no Distrito Federal.


Determinações do TCDF

Na última decisão (Nº 720/2013), o Tribunal de Contas do DF determinou à Secretaria de Transportes que, juntamente com o DER/DF:

- mantenha atualizado o prazo de validade da garantia dos Contratos AC 001/09-ST e AC 002/09-ST;
- adote, imediatamente, providências para que sejam licitadas as obras de alargamento dos viadutos da RFFSA, Vicente Pires e Guará, localizados nas vias expressas norte e sul na Linha Verde, bem como as obras de conclusão das paradas de ônibus e estações de transferência da EPTG;
- informe sobre o andamento do contrato de complementação das obras do sistema de drenagem da Linha Verde e do ajuste firmado com a empresa Recanto Paisagismo, em 2011, para execução de plantio de grama e contenção de taludes;
- acione a CONCREMAT Engenharia e Tecnologia S.A. e o Consórcio Mendes Junior/Serveng Civilsan/C. R. Almeida S.A. para que, no prazo de 30 dias, corrijam as falhas apontadas e encaminhem a cópia das notas fiscais de todo o material asfáltico adquirido e utilizado;
-instaure processo administrativo para avaliar a idoneidade das empresas contratadas para a implantação da Linha Verde: Mendes Júnior, Serveng Civilsan, C. R. Almeida S.A. e Concremat, tendo em conta as falhas relativas à má qualidade da execução das obras da Linha Verde
-implemente maior rigor no controle dos contratos.













http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/...a-execucao-da-linha-verde-eptg&id=464452
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  #752  
Old Posted Apr 17, 2013, 1:26 AM
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Desde a entrega da obra já se viam inúmeras falhas, que qualquer leigo no assunto diagnosticava os problemas de primeira, espero que seja reparada o quanto antes...
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  #753  
Old Posted Apr 17, 2013, 1:36 AM
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Ai finalmente o TCDF acertou uma! Ok que podia ter visto isso no governo Arruda (o maior enganador que Brasília já viu).

Essa obra da EPTG foi uma das maiores vergonhas que já vi, mal planejada, pessimamente executada.

Esse ponto então:
- adote, imediatamente, providências para que sejam licitadas as obras de alargamento dos viadutos da RFFSA, Vicente Pires e Guará, localizados nas vias expressas norte e sul na Linha Verde, bem como as obras de conclusão das paradas de ônibus e estações de transferência da EPTG;

É uma vergonha que a pista tenha sido entregue sem o alargamento destes trechos, sendo a pista feita sobre a faixa de acostamento que obviamente é menos larga do que o necessário. Vários acidentes ocorreram no local por causa desta "gambiarra".
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  #754  
Old Posted Apr 17, 2013, 2:01 AM
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Ai finalmente o TCDF acertou uma! Ok que podia ter visto isso no governo Arruda (o maior enganador que Brasília já viu).

Essa obra da EPTG foi uma das maiores vergonhas que já vi, mal planejada, pessimamente executada.

Esse ponto então:
- adote, imediatamente, providências para que sejam licitadas as obras de alargamento dos viadutos da RFFSA, Vicente Pires e Guará, localizados nas vias expressas norte e sul na Linha Verde, bem como as obras de conclusão das paradas de ônibus e estações de transferência da EPTG;

É uma vergonha que a pista tenha sido entregue sem o alargamento destes trechos, sendo a pista feita sobre a faixa de acostamento que obviamente é menos larga do que o necessário. Vários acidentes ocorreram no local por causa desta "gambiarra".
Ali nessa região tem um problemão. Uma dutora da CAESB. Se for mexer naquilo ali, com certeza o Guará vai passar alguns anos sem água. Agora do outro lado, no Lucio Costa, daria para mexer sem problema algum.
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  #755  
Old Posted Apr 17, 2013, 2:02 AM
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Essa pista que você citou fica em Ceilândia, vai ser duplicada apenas um trecho 1/4 do totalpor acaso lá tem um centro de evangelização renascidos em pentecostes, cujo a entrada fica antes do fim da duplicação
Cara é isso mesmo, a duplicação deve ser feita para agradar a igreja pois a duplicação praticamente acaba no tal Centro de Evangelização. Enquanto isso vários trechos em Brasília que precisavam de duplicação estão esquecidos.

É uma vergonha aquele trecho na via de ligação do Guará com a EPNB, são poucos metros de terra plana que serviriam tanto a moradores do Guará como do Park Way e Águas Claras.
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  #756  
Old Posted Apr 20, 2013, 2:27 AM
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O TÚNEL DE DO CENTRO DE TAGUATINGA JÁ ESTÁ LICITADO


O deputado Chico Vigilante, líder do Bloco PT/PRB, participou de um debate do Partido dos Trabalhadores, desde as 9 horas, com apoiadores, simpatizantes e moradores de Taguatinga, Ceilândia e de toda parte do DF. O evento ocorreu no Lions Clube de Taguatinga e teve início às 9 horas. O secretário-chefe da Casa Civil, Swedemberg Barbosa palestra para os presentes.

O secretário anunciou uma grande notícia que vai alegrar principalmente os moradores de Ceilândia e de Taguatinga: o túnel que será construído no centro de Taguatinga, como parte do expresso DF, já foi licitado pelo GDF.

A obra terá início em breve e beneficiará, principalmente, os usuários de transporte público e mesmo os motoristas de carros que fazem o percurso Ceilândia, saindo do Sol Nascente, passa pela avenida Hélio Prates, entra em Taguatinga Norte, pela avenida Samdu, e segue para o Plano Piloto, até o fim da avenida W3 Sul.

Com toda certeza esta obra, que atende uma antiga reivindicação dos moradores de Taguatinga, vai melhorar, desafogar o trânsito nestas regiões, sobretudo no centro de Taguatinga. Com isso, todos ganham em termos de tempo, praticidade e, claro, mais qualidade de vida.





http://www.chicovigilante.com.br/site/?p=3690
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  #757  
Old Posted Apr 20, 2013, 2:50 AM
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Mamute essa noticia é de 2 de março.....Depois disso não saiu mais nada....
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  #758  
Old Posted Apr 20, 2013, 3:03 AM
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Pois é, eu creio que tem a ver com o período das chuvas, que inicialmente poderia prejudicar em uma possível escavação, mas já dava pra fazer obras preliminares, de desvios dos veículos a retirada de arvores, entre outras, acho que vou ligar na administração para perguntar sobre o mito do túnel
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  #759  
Old Posted Apr 21, 2013, 3:56 PM
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Estacionamento subterrâneo da Esplanada deve piorar o trânsito de Brasília, diz especialista



Anunciado para 2014, estacionamento ainda não tem previsão de sair do papel



Uma das manchetes da estreia do portal R7 DF, no dia 21 de abril de 2012, dizia que “Estacionamentos subterrâneos da Esplanada dos Ministérios devem ficar prontos para a Copa”. Um ano após a publicação da reportagem, o projeto, polêmico, ainda não tem previsão de sair do papel.


Com 340 mil m² de área construída, estacionamento subterrâneo oferecerá cerca de 10 mil vagas na Esplana dos Ministérios

O atraso se deve à finalização do modelo econômico do empreendimento, que terá investidores privados por meio de uma PPP (Parceria Público Privada). Enquanto o modelo é discutido, especialistas criticam a iniciativa.

Para a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB (Universidade de Brasília) Cristiane Guinancio, o déficit de vagas de estacionamento é reflexo de uma decisão política que privilegiou o aumento de veículos individuais circulando na cidade. Deste modo, segundo ela, a construção do estacionamento subterrâneo não resolve o problema na origem e continua a privilegiar o uso do veículo individual.

De acordo com ela, esse tipo de solução sobrecarrega o sistema viário não só na região central de Brasília como nas outras regiões do DF. O estacionamento, portanto, contribuiria para o aumento do trânsito em toda a capital.

Para a professora, a escolha incentiva a compra e a produção de carros, causando impactos ambientais, à medida que aumenta o consumo energético e a emissão de CO2 na atmosfera.

— Então será que a verdadeira solução não seria um transporte público de qualidade? Assim teríamos uma otimização da infraestrutura urbana disponível. E muitas pessoas deixariam os seus carros em casa e usariam mais nos finais de semana.

Cristiane alerta ainda que a própria construção do estacionamento também causa grande impacto ambiental ao impermeabilizar grande superfície de solo.

— Há grande impacto na execução da obra, com grande consumo de energia e material de jazidas de minérios. O próprio cimento causa grande impacto ambiental.

A estrutura do estacionamento ocupará área de 340 mil m² e oferecerá cerca de 10 mil vagas, distribuídas em quatro andares. Estudos realizados enquanto o projeto era desenvolvido apontam a necessidade de 7,5 mil vagas nas proximidades do Congresso Nacional.

Para o pesquisador Artur Morais, esse número de vagas a ser criado e o custo que elas representarão são relevantes para a avaliação da pertinência do projeto. Ele acredita que o modelo de PPP é o mais adequado para a obra, uma vez que, segundo ele, o governo deve priorizar seus esforços em transporte público.

— A administração jamais deveria investir em projetos que beneficiem a locomoção por meio de automóveis. Todos os investimentos devem focar o transporte coletivo, que favorece as pessoas que mais necessitam.

Atraso

No último dia 31 de março, o governador Agnelo Queiroz anunciou que o edital de licitação da obra deveria ser lançado no começo de maio deste ano. O anúncio foi feito no Congresso Nacional, onde o Agnelo se reuniu com o ex-presidente do Senado, José Sarney, e com o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia.

O governador explicou que a verba para construir a obra partirá da iniciativa privada, que depois vai explorar o serviço, cobrando o estacionamento. Esse módulo de operacionalização é conhecido como PPP (Parceria Público Privada).

De acordo com o secretário-executivo do Conselho Gestor das PPP, Márcio Galvão,o projeto de arquitetura que foi apresentado no Congresso já está pronto e que, na época, o GDF (Governo do Distrito Federal) aguardava a finalização do estudo de modelagem econômica e financeira do estacionamento.

— A modelagem já foi apresentada, mas nós não concordamos com alguns pontos e pedimos uma revisão desse projeto.

Segundo ele, um projeto desse porte tem de ser autossustentável quando estiver pronto. Isto é, precisa garantir o retorno do investimento na construção que partirá da empresa que for administrar o estacionamento.

— Brasília tem essa cultura de não se cobrar estacionamento em espaços públicos, com o a Zona Azul, por exemplo. Então esse projeto precisa ter uma demanda por utilização das vagas que gere uma renda que pague todo aquele investimento.

O secretário afirmou ainda que, neste momento, a Secretaria de Governo está realizando uma nova pesquisa de mercado que vai levantar qual seria a aceitabilidade da sociedade, o valor mínimo a ser pago por hora, o valor do aluguel mensal das vagas.

— Essa mudança deve ser acompanhada da melhoria das condições do transporte público, para existir também a opção de não usar o carro.

De acordo com Galvão, o projeto prevê a implementação de um meio de transporte leve, que fará a ligação entre rodoviária e Esplanada, passando por todos os pontos do estacionamento. Esse transporte serviria tanto para os motoristas quanto para os pedestres que precisam se deslocar da rodoviária para a Esplanada.

— Já foi pensando um veículo leve sobre trilhos ou sobre pneus, mas o modelo ainda não foi definido.

Após a conclusão da modelagem econômica e financeira, o edital da licitação para construir o estacionamento deve ser publicado em 90 dias, seguindo as regras do TCDF (Tribunal de Contas do Distrito Federal). Nesse prazo, o projeto é analisado pelo tribunal, Ministério Público e Procuradoria Geral do DF.

Ao mesmo tempo, serão realizadas audiências públicas e o projeto fica disponível para consulta pela sociedade por no mínimo 30 dias. Iniciada a construção, as obras devem durar, no mínimo, de dois a três anos.

Segundo o subsecretário, os projetos de estacionamentos subterrâneo nos setores comerciais Sul e Norte, em fase menos avançada, estão sendo executados paralelamente pelo GDF.

— Alguns projetos já foram apresentados e nós estamos conversando com a Administração de Brasília, Secretaria de Obras e Secretaria de Transportes.









http://noticias.r7.com/distrito-federal/...-brasilia-diz-especialista-20130421.html
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Old Posted Apr 21, 2013, 4:19 PM
pesquisadorbrazil's Avatar
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LLAP
 
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Eu duvido que venha piorar o que já está ruim. Mais um dos pseudos especialistas. Querem pegar exemplos de outras cidades e comparar em Brasília.
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