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Old Posted Jan 29, 2013, 8:10 PM
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DER-DF inicia obras de acesso ao aeroporto Juscelino Kubitscheck

Obra prevê duplicação da DF-047 e construção de passagens subterrâneas.
Conclusão está prevista para 2014; serviço tem custo de R$ 58,6 milhões.


Vista aérea do trecho da DF-047 onde já começaram as obras de acesso ao aeroporto JK. Conclusão do serviço está prevista para janeiro de 2014 (Foto: Reprodução/TV Globo)

O Departamento de Estradas e Rodagem do Distrito Federal (DER) iniciou as obras de melhoria na DF-047. O serviço está orçado em R$ 58,6 milhões e prevê a duplicação de um trecho da rodovia e a construção de passagens subterrâneas sob o balão de acesso ao Aeroporto Juscelino Kubitschek. A expectativa é que as obras sejam concluídas até janeiro de 2014.

As obras de melhoria pretendem dar mais fluidez ao trânsito local, que deve apresentar aumento já a partir dos próximos meses, com a realização da Copa das Cofederações.

Até a Copa do Mundo do próximo ano, a Inframerica, consórcio que administra o aeroporto JK, pretende aumentar em um terço o número de passageiros.

O contrato de concessão do aeroporto foi assinado no último dia 14 de junho e tem validade de 25 anos. Com um investimento previsto de R$ 2,8 bilhões, o terminal deve ampliar sua capacidade de 15 milhões de usuários por ano para 20 milhões, em 2014, e para 41 milhões, no final do convênio.

O consórcio informou que R$ 750 milhões serão investidos no processo de expansão. Até o Mundial, os terminais 1 e 2 serão reformados. Uma nova unidade será construída com 15 novas pontes de embarque, totalizando 28 acessos às aeronaves.

Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/not...-ao-aeroporto-juscelino-kubitscheck.html

o certo era fazer um túnel por baixo de todo balão, já com previsão da linha do VLT, em vez de ficar remendando algo que vai dar problemas de afunilamento no futuro, vão economizar não fazendo o Túnel para fazer o restante da rodovia ta na cara
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  #622  
Old Posted Jan 30, 2013, 2:04 AM
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A vida sem carro

Os desafios, as soluções e os prazeres de quem decidiu abrir mão do automóvel particular

ALINE RIBEIRO E MARINA NAVARRO LINS, COM FELIPE PONTES, ISABELLA AYUB E JÚLIA KORTE



ENGARRAFAMENTO NAS FÉRIAS
O trânsito na Avenida 23 de Maio, em São Paulo, no meio de uma tarde da semana passada, fora do horário de pico. A opção pelo carro não é mais sinônimo de conforto e rapidez (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA e Tuca Vieira/Folhapress)

Mônica França, fisioterapeuta, buscava mais conforto no caminho de casa para seu trabalho, no Rio de Janeiro. Camila Nihei, médica, queria se deslocar mais depressa por São Paulo. O analista financeiro Danilo Ramalho desejava acordar um pouco mais tarde. Ricardo Santos, publicitário, pretendia viajar mais. Historicamente, a resposta para essas vontades é usar um carro particular. Foi justamente o que cada um deles experimentou, durante anos. Até desistir.

A perda do poder de sedução do carro é uma tendência mundial, como ÉPOCA mostrou na edição 758 (leia a reportagem aqui). No Brasil, tal comportamento foi confirmado pela Pesquisa de Origem e Destino do Metrô de São Paulo: de 1997 a 2007, o uso de transporte público na capital subiu de 45% para 55%. Segundo a imobiliária Lopes, 63% dos próximos lançamentos residenciais na capital estarão a até 1 quilômetro de uma estação do metrô.

Ganhar qualidade de vida na locomoção diária virou sonho de consumo da classe média. ÉPOCA entrevistou seis brasileiros que escolheram viver sem carro. Eles não fizeram isso por ativismo. Pelo contrário, guardam ótimas lembranças dos carros que tiveram. Apenas resolveram experimentar outra forma de viver e não se arrependeram. Nessa experiência, enfrentaram dificuldades. O carro particular é um meio de transporte confortável e conhecido. A música ambiente, as pessoas e mesmo a temperatura a bordo são escolhidas pelo dono. O carro está pronto para sair a qualquer momento, para qualquer lugar. Para alguém acostumado a essa verdadeira extensão motorizada da casa, os transportes alternativos são um salto rumo ao imprevisível. De bicicleta, táxi, metrô, ônibus ou a pé, a pessoa entra em contato com desconhecidos. Precisa conhecer bem a cidade, como linhas de ônibus e telefones de centrais de táxi, e avaliar a melhor combinação de meios de transporte para cada objetivo. Objetivos nem sempre fáceis de atender, como transportar crianças pequenas e suas bagagens. Casado e pai de dois filhos pequenos, o biólogo Uirá Lourenço anda por Brasília numa bicicleta tamanho-família. “É tão confortável que eles cochilam nas cadeirinhas, durante a viagem”, diz. Depois de encarar o desafio, os seis entrevistados viraram entusiastas da vida sem carro. Contam suas histórias aos amigos – e são cada vez mais ouvidos.

O Brasil não está pronto para acolher aqueles que desistem do carro particular. Mas, como mostram os quadros a seguir, nossas cidades evoluíram na última década. E têm condições de melhorar ainda mais, seguindo os exemplos internacionais.


Uirá Lourenço, 34 anos - Servidor público (Foto: Igo Estrela/ÉPOCA)

De bicicleta
Para o biólogo paraense Uirá Lourenço, trocar o carro pela bicicleta não foi o mais complicado. Quando tomou a decisão, aos 22 anos, sua vida de universitário cabia numa mochila. O desafio foi manter a opção. Desde então, Lourenço se casou, teve dois filhos e virou consultor. Viver em Brasília, com topografia plana e chuvas concentradas numa estação do ano, ajuda. “Pedalo até debaixo de chuva”, diz. “Temos um kit com capa e calça impermeável.” A bagagem vai num baú de motocicleta, adaptado. Barrado algumas vezes na entrada do Ministério do Meio Ambiente, ao chegar de bermuda, Lourenço passou a pedalar de calça. “Falta estrutura para receber o ciclista”, diz. Iuri e Cauã, filhos de Lourenço, andam de bicicleta desde quando estavam na barriga da mãe, Ronieli. Ao nascer, viajavam em suportes tipo canguru. Bolsas com fraldas e mamadeiras iam na mochila. “Parece difícil levar a bagagem de bebês, mas não foi”, diz. Hoje, com 3 e 4 anos, os filhos andam em cadeirinhas, numa bicicleta tamanho-família. Lourenço diz que nunca sofreram um acidente. “É tão confortável que eles se acostumaram a dormir no caminho.” A casa de Lourenço tem 11 bicicletas. As menores são dos filhos. Recentemente, os dois foram à escola pedalando por conta própria – e sem rodinhas. “Ganhei minha autonomia aos 18 anos, com o carro”, diz. “Eles estão ganhando a deles, tão pequenininhos, de forma tão saudável.”


(Foto: Yvan Travert/AFP)


Danilo Ramalho, 30 anos - Analista financeiro (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

A pé
Danilo Ramalho vivia um círculo vicioso. Como morava longe do trabalho, em São Paulo, sentia necessidade de ter carro. Com os gastos para manter um carro, não sobrava dinheiro para morar mais perto. Assim, chegava a gastar três horas na locomoção diária, nos 20 quilômetros entre a cidade de Guarulhos e o centro de São Paulo. “Tive transtorno de ansiedade generalizado, decorrente de estresse”, diz. “Precisei buscar ajuda de um psiquiatra e de um psicólogo.” Em 2004, Ramalho decidiu quebrar o ciclo. Abandonou o carro e, com despesas menores, passou a alugar apartamentos mais caros, localizados a menos de 2 quilômetros do escritório. Agora, acorda duas horas mais tarde. Para não suar a camisa na ida ao trabalho, vai de táxi, mordomia que lhe custa R$ 10 por dia. No fim da tarde, afrouxa o nó da gravata e volta para casa a pé. Acha graça em, pela calçada, ultrapassar os carros engarrafados no trânsito da Avenida Paulista. Não que ele tenha pressa. Ramalho caminha relaxado. Costuma parar em museus, cinemas, lojas e parques do centro da cidade. “Sou mais tranquilo agora”, diz. “Se tem um happy hour na sexta-feira, sei que posso beber sem me preocupar com a volta.” Ramalho tenta convencer a turma do escritório a se mudar para perto. “Um colega chega ao trabalho antes das 8 e só sai depois das 8, só para não pegar trânsito”, diz.


(Foto: Michael Nagle/Reuters)


Mônica França, 37 anos - Fisioterapeuta (Foto: Eduardo Zappia/ÉPOCA)

De ônibus
Aos 18 anos, Mônica França foi a primeira entre suas amigas a tirar carteira de motorista. Dois anos atrás, aos 35, vendeu seu carro por um preço abaixo do mercado. “Só queria me livrar dele!”, diz, hoje adepta do transporte público do Rio de Janeiro. Ela mora no bairro de Laranjeiras, a menos de 10 quilômetros do trabalho, no Leblon. Apesar da proximidade, às vezes deixava pacientes esperando. “Perdia muito tempo procurando vaga para estacionar”, afirma. “No fim do dia, os flanelinhas queriam me cobrar R$ 20, e não os R$ 2 determinados pela prefeitura. Ficava muito estressada.” Hoje, Mônica pega um ônibus. “Vou apreciando a paisagem e fico relaxada”, diz. “No início, tinha medo de ser assaltada. Demorei a me acostumar, mas nunca me aconteceu nada.” A fisioterapeuta diz sentir saudades de seu carro apenas em dias de chuva. “Basta cair os primeiros pingos, para desaparecerem os táxis livres”, afirma. Mônica também usa os transportes coletivos para passear com a filha, Maria Clara, de 9 anos. “Ela gosta, acha muito divertido”, diz. O ônibus substituiu o carro mesmo em viagens de fim de semana para Visconde de Mauá, a cerca de 150 quilômetros da capital. “Eu ia sempre, e não mudei de hábitos”, afirma. “A paisagem é linda, e meus pensamentos perdem a direção no trajeto.”


(Foto: Guillermo Legaria/AFP )


Ricardo Santos, 39 anos - Publicitário (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

De táxi
"Sempre fui apaixonado por carros”, diz o publicitário Ricardo Santos, de 39 anos, enquanto mostra, no celular, fotos de carros iguais aos oito modelos que teve. Há três anos, descobriu uma paixão ainda maior: seu próprio dinheiro. Fez contas e concluiu que o automóvel lhe custava R$ 9 mil por ano. “Nove paus!”, diz, ainda surpreso. “Dava para fazer uma grande viagem por ano.” Ele, que acabara de vender um carro, decidiu não comprar outro. Reservou a quantia para gastar com corridas de táxi. “Hoje, não tenho nenhum pudor em recorrer aos taxistas”, diz. “Peço um quando está chovendo, quando tem subida íngreme demais ou quando estou com preguiça.” Com 30 corridas por mês, Santos gasta cerca de R$ 600 – 20% menos do que gastava com o carro. “Minha vida ficou 95% mais fácil”, diz. “Não me estresso mais no trânsito, não me preocupo com estacionamentos e, em vez de dirigir, me divirto ouvindo histórias de taxistas.” Mesmo feliz com o táxi, Santos ainda se sentia mal quando o trânsito parava. “Ficava tão angustiado com o taxímetro rodando que saía do carro e ia andando ou correndo”, diz. Resolveu sua angústia com uma bicicleta dobrável, capaz de caber em qualquer porta-malas. “Não existe uma solução para o transporte em São Paulo, mas uma combinação de soluções”, diz. “Táxi, carona, carro, skate ou patins, o que é bom para mim pode não ser para você.”


(Foto: Matt Dunham/AP)


Camila Nihei, 30 anos - Médica (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)

De carro compartilhado e metrô
Acostumada a cuidar de pessoas em seu trabalho como médica, em São Paulo, Camila Nihei, de 30 anos, não gostava dos cuidados que um automóvel requer. Certa vez, perdeu a garantia de fábrica por demorar demais a fazer a revisão periódica. “Carro começou a ser mais preocupação do que benefício”, diz. Há dois anos, Camila deu o carro para o irmão. Passou a andar de ônibus, num corredor expresso com faixa exclusiva, e metrô. “Eu, que chegava a passar 30 minutos no trânsito, agora levo cinco”, afirma. “É tão rápido que nem dá tempo de ler.” Adepta do transporte público, Camila sentia falta do conforto de um carro particular. “Às vezes, dá preguiça sair de casa de táxi ou metrô”, diz. Decidiu experimentar o compartilhamento de carros. Também conhecido como car sharing, o serviço permite alugar automóveis por períodos mais curtos que uma locadora convencional. Lançado há cerca de 15 anos, nos Estados Unidos, o compartilhamento de carros é novidade no Brasil. Maior empresa do ramo, a Zazcar tem 60 veículos e 45 pontos de atendimento, todos na cidade de São Paulo. Uma vez por semana, Camila recorre ao serviço para fazer compras ou ir à casa da sogra, numa cidade vizinha. Camila reserva o carro pelo celular, usa o carro por R$ 15 a hora e depois devolve no mesmo lugar. Ela, que não gostava de oficina, agora não precisa nem sequer abastecer o carro.


de carro compartilhado e metrô (Foto: Alphonsus Chern/AFP)



Fábio Fonseca, 26 anos - Empresário (Foto: Eduardo Zappia/ÉPOCA)


(Foto: David McNew/Getty Images)

De carona
Fábio Fonseca morava na Barra da Tijuca e estudava engenharia da computação na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do Fundão. São dois dos piores lugares da cidade para viver sem carro. Na Barra, tudo é tão distante que há quem pegue táxi apenas para atravessar a Avenida das Américas, principal via do bairro. Insatisfeito com o transporte público, em 2005 Fonseca passou a ir à faculdade dirigindo. Não se sentia à vontade, porém, em viajar sozinho e ver os colegas parados nos pontos de ônibus. “O carro era um mal necessário, no meu bairro”, afirma. “A alternativa era juntar várias pessoas em um só veículo.” Em 2010, ele e um amigo, Thiago de Carvalho, criaram o portal CarUni, para unir motoristas e caroneiros. O projeto, que nasceu como um dever de casa da faculdade, tornou-se um sucesso. No primeiro mês, cerca de 500 estudantes se cadastraram. Hoje, há mais de 4 mil inscritos, de sete universidades. “O site virou nosso trabalho de conclusão de curso”, diz. O projeto tirou carros das ruas. Baixou a despesa dos motoristas, que puderam rachar a despesa do combustível com os passageiros. Deu rapidez e conforto aos caroneiros e fez surgir amizades. Hoje, o site funciona por conta própria. Fonseca abriu uma empresa de soluções empresariais e tornou-se um caroneiro. “Vou e volto do trabalho com um amigo da empresa”, diz.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2013/01/vida-sem-carro.html
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  #623  
Old Posted Feb 1, 2013, 5:08 AM
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Passando hoje no aeroporto, reparei que já começaram a demarcação e retirada de arvores na rota da Estrada Parque Aeroporto.
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  #624  
Old Posted Feb 1, 2013, 11:14 PM
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Só falta essa, os funcionários da VIPLAN fazerem greve. Uai claro, como uma empresa que não tem nada consta pode participar da licitação. Uai eles sabiam que a empresa iria sair do sistema, participando ou não da licitação.

E outra, demissão de 4 mil funcionários? Eu acho esses números inflados, e mesmo assim, grande parte vai ser absorvida pela novas empresas. Ou estão pensando que as empresas de foram também irão trazer seus motoristas e cobradores?
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  #625  
Old Posted Feb 4, 2013, 6:03 PM
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GDF licita bacias remanescentes nesta segunda-feira (04)




O edital de licitação para o novo sistema de transporte coletivo da capital federal foi reaberto no início do mês de janeiro. As bacias remanescentes são a 3, 4 e 1, já que não houve empresas habilitadas para assumir a operação dos lotes. A abertura das propostas está prevista para 4 de fevereiro, às 10h, no auditório do Departamento de Estradas de Rodagem do DF.

Segundo a Secretaria de Transportes, a abertura dos próximos envelopes seguirá a seguinte ordem:

BACIA 3: Núcleo Bandeirante, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II – Frota: 483

BACIA 4: Taguatinga (parte), Ceilândia, Guará, Águas Claras e Park Way (parte) – Frota: 464

BACIA 1: Brasília, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal – Frota: 417

De acordo com a Secretaria de Transportes, só podem participar desta licitação para as bacias 3, 4 e 1; empresas ou consórcios sem débitos com a Receita Federal; com certidões e documentos em dia; atestado técnico homologado; e em conformidade com as exigências do processo licitatório.

Bacias 2 e 5 já tem vencedoras

Em dezembro de 2012, a Viação Pioneira foi a escolhida para operar a Bacia 2, que atenderá, com 640 ônibus, as regiões do Gama, Paranoá, Santa Maria, São Sebastião, Candangolândia, Lago Sul, Jardim Botânico, Itapoã e parte do Park Way. Ela ofereceu a menor tarifa técnica: R$ 2,36.

A Expresso São José venceu a concorrência pela Bacia 5. Ela terá de colocar nas ruas 576 ônibus novos para as regiões de Brazlândia, Ceilândia, SIA, SCIA, Vicente Pires e parte de Taguatinga. Ela ofereceu a tarifa de R$ 2,70.

De acordo com o DFTrans, os contratos das bacias 2 e 5 foram assinados no final de dezembro, com a Viação Pioneira e a Expresso São José, respectivamente.








http://onibusrmtca.blogspot.com.br/2013/02/df-gdf-licita-bacias-remanescentes.html
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  #626  
Old Posted Feb 4, 2013, 8:41 PM
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Licitação do transporte recebe propostas de 11 empresas



A licitação do novo Sistema de Transporte Público Coletivo (STPC) do Distrito Federal recebeu, nesta segunda-feira (4), as propostas das 11 empresas interessadas em operar as bacias 1, 3 e 4 (veja abaixo a relação de regiões atendidas). Entre as candidatas que se apresentaram no auditório do Departamento de Estradas de Rodagem, pelo menos cinco são de outros estados. O edital foi reaberto no dia 2 de janeiro de 2013.

Só passarão para a próxima etapa as empresas que estiverem com a documentação regular, conforme análise da Comissão Especial de Licitação. Quem não concordar com o resultado poderá recorrer. Após o período para recursos, as propostas financeiras das bacias 3, 4 e 1 serão abertas nessa ordem.

Não há prazo determinado para que a comissão avalie a documentação. No entanto, o governador Agnelo Queiroz determinou que essa análise seja feita o mais rápido possível. "A habilitação das empresas é a fase mais demorada, mas faremos um esforço para concluí-la ainda neste mês", afirmou o secretário de Transporte, José Walter Vázquez. "Tenho a convicção de que, em breve, 3 mil novos ônibus estarão nas ruas. A cada dia, Brasília se aproxima da conquista de um transporte digno", destacou.

A Viação Planalto Ltda., que também apresentou propostas hoje, tentou suspender novamente a licitação do Transporte, como fez nas concorrências pelas bacias 2 e 5. Nesse fim de semana, a empresa de Wagner Canhedo entrou com uma liminar que foi julgada improcedente até mesmo pelo presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o desembargador João de Assis Mariosi.

Para o secretário de Transporte, isso mostra que o governo está no caminho certo. "Muitos não acreditavam que conseguiríamos, mas vencemos nova batalha ao reabrir o edital e atrair empresas grandes, de outras partes do país. Nossa meta vai além de substituir a frota de ônibus: queremos prestar um serviço de qualidade para o cidadão", assegurou José Walter Vázquez.

Bacias contratadas – O GDF assinou, em dezembro de 2012, os contratos das bacias 2 e 5. As vencedoras foram a Viação Pioneira e a Expresso São José, únicas empresas habilitadas na fase de apresentação de documentos e propostas financeiras.

A Viação Pioneira será a responsável pela Bacia 2. Ao todo serão 640 ônibus para atender as cidades do Gama, Paranoá, Santa Maria, São Sebastião, Candangolândia, Lago Sul, Jardim Botânico, Itapoã e parte do Park Way. Já a Expresso São José venceu a concorrência pela Bacia 5 e vai operar, com uma frota de 576 veículos, nas regiões de Brazlândia, Ceilândia, SIA, SCIA, Vicente Pires e parte de Taguatinga.

Confira as regiões atendidas pelas bacias que serão licitadas:

Bacia 1: Brasília, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal – Frota: 417 ônibus

Bacia 3: Núcleo Bandeirante, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II – Frota: 483 ônibus

Bacia 4: parte de Taguatinga e do Park Way, Ceilândia, Guará e Águas Claras – Frota: 464 ônibus

Lista de candidatas









http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/...ecebe-propostas-de-11-empresas&id=448241
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  #627  
Old Posted Feb 4, 2013, 8:57 PM
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Quero ver se o Sr Canhedo não tem laranjas aí no meio...
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  #628  
Old Posted Feb 5, 2013, 1:26 AM
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Quero ver se o Sr Canhedo não tem laranjas aí no meio...
Laranjas? Olha a Viplan ali no meio, oh caboco ruim de largar o osso....
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  #629  
Old Posted Feb 5, 2013, 2:06 AM
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Laranjas? Olha a Viplan ali no meio, oh caboco ruim de largar o osso....
Veremos, pois eu tenho certeza que não vai conseguir nenhuma bacia, só se for por meio de laranjas, pois a VIPLAN já entra na licitação inabilitada. E pior, insiste.
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  #630  
Old Posted Feb 5, 2013, 2:11 AM
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Justiça Federal nega pedido de suspensão do Edital de Concessão do trecho da BR-040 que liga Brasília (DF) a Juiz de Fora (MG)

Legislação

O juiz federal Leonardo Augusto de Almeida Aguiar, da 14ª Vara da Seção Judiciária de Minas Gerais, negou pedido de antecipação de tutela formulado pela Associação dos Proprietários do Aconchego da Serra, em que se pretende a suspensão do Edital de Concessão n.º 001/2012, até que a União e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) dêem cumprimento às obrigações do Edital.

O Edital prevê a duplicação da rodovia e a instalação de praças de pedágio em diversos pontos no trecho da rodovia BR-040, que liga Brasília (DF) a Juiz de Fora (MG).

A Associação argumenta que uma das praças, especificamente a de número 9, será instalada no Km 562 da rodovia, no município de Nova Lima, em ponto anterior ao bairro Aconchego da Serra, situada no Km 569. “A instalação da praça de pedágio acarreta a cobrança do pedágio aos moradores a cada entrada no local, o que viola o direito constitucional de ir e vir”, afirma.

A Associação alega, ainda, que a localização da praça de pedágio não atende aos critérios do próprio Edital, quais sejam, permitir o pagamento de tarifa proporcional ao trecho utilizado pelos usuários e evitar a localização em trechos urbanos. “O Vetor Sul de BH, onde será instalada a praça de pedágio no Km 562 é, na realidade, área de conurbação urbana, ou seja, encontro da cidade pólo (BH) com os municípios circunvizinhos que compõem a região Metropolitana e Colar Metropolitano”, argumenta.

Ainda de acordo com a Associação, “danosas serão as consequências caso não se suspenda, de imediato, a licitação até que se altere o local da praça de pedágio prevista para o Km 562 da BR-040 ou se estabeleçam critérios de isenção do pedágio ou via alternativa de acesso para os proprietários”.

Por fim, a Associação dos Proprietários do Aconchego da Serra sustenta que o edital de privatização não considerou que o trecho da estrada entre o Viaduto Mutuca e o Viaduto das Almas foi declarado, por força de acordo entre Ministério Público Estadual e a Gerdau, “Estrada Parque” e, também que este trecho cruza a Unidade de Conservação de Proteção Integral – Monumento Natural Estadual de Serra da Moeda.

Os argumentos apresentados pela autora não convenceram o juiz federal Leonardo Aguiar. Segundo o magistrado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar caso semelhante, afirmou que o conflito de interesses que resultou no ajuizamento da ação é recorrente nas regiões metropolitanas. “A solução técnica adotada cabe ao poder concedente. Uma decisão a esse respeito não compete ao Poder Judiciário”, decidiu o STJ.

Quando à Unidade de Conservação “Monumento Natural da Serra da Moeda” e, também, a construção no trecho da rodovia identificado como “Estrada Parque”, o magistrado salientou que, ao contrário do que sustenta a parte autora, “consta nos autos que a obra já cumpriu todas as etapas legais do licenciamento ambiental e, assim, a princípio, atende aos requisitos de proteção ambiental, não havendo, neste momento inicial, demonstração plausível do contrário”. Processo n.º 3788-49.2012.4.01.3800

Fonte: TRF-1

A Justiça do Direito Online


Por TRF-1

Fonte: http://www.intelog.net/site/default.asp?...8DF%29%20a%20Juiz%20de%20Fora%20%28MG%29
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  #631  
Old Posted Feb 5, 2013, 2:16 AM
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Coitados dos riquinhos de Nova Lima, não querem pagar pedágio...
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  #632  
Old Posted Feb 5, 2013, 11:10 PM
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GDF inaugura mais duas 'agulhinhas' na Asa Norte



Acessos das quadras 105/205 e 109/209 Norte foram liberados Previsão é que ainda este mês Asa Sul tenha agulhinhas funcionando.


As agulhinhas das quadras 105/205 Norte e 109/209 foram inauguradas na tarde desta terça-feira (5). Os dois novos acessos possibilitam aos motoristas entrar no Eixo Rodoviário a partir das tesourinhas dos Eixinhos.

As duas agulhinhas inauguradas nesta terça custaram R$ 1,5 milhão. Os recursos foram liberados pela Junta de Execução Orçamentária.

As obras dos três novos acessos da Asa Sul, na 105/205, na 109/209 e na 113/213, estão em fase final, e a inauguração deve acontecer ainda neste mês de fevereiro. O investimento na Asa Sul foi de R$ 2 milhões.

Agullhinhas

Previstas no projeto original de Lúcio Costa, as agulhinhas permitem aos motoristas acesso direto do Eixão aos Eixos W e L e vice-versa. Elas ainda reduzem em 500 metros a distância entre os comércios locais e o Eixo Rodoviário.









http://g1.globo.com/distrito-federal/not...a-mais-duas-agulhinhas-na-asa-norte.html
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Old Posted Feb 15, 2013, 10:38 AM
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Empresas de ônibus do DF estão sob suspeita de reduzir ainda mais a frota



Rápido Veneza, Rápido Brasília e Viva Brasília, que ligam cidades como Planaltina, São Sebastião, Paranoá, Itapoã e Sobradinho ao Plano Piloto são suspeitas de sabotagem


Foto: Viola Júnior

Ônibus da Viva Brasília, uma das empresas do grupo, na Rodoviária do Plano Piloto: passageiros afetados pelo possível esquema

O Governo do Distrito Federal (GDF) ordenou que o Grupo Amaral não retire da capital federal nenhum dos seus 446 ônibus cadastrados no Sistema de Transporte Coletivo Público de Brasília, assim como estabeleceu que não sejam arrancadas peças e equipamentos dos veículos em circulação. A suspeita é de que as empresas do grupo estejam cometendo sabotagem, diminuindo ainda mais a capacidade operacional, já reduzida e precária. São atingidas pela medida, publicada como instrução no Diário Oficial do DF da última quarta-feira, a Rápido Veneza, a Rápido Brasília e a Viva Brasília, que ligam cidades como Planaltina, São Sebastião, Paranoá, Itapoã e Sobradinho ao Plano Piloto.

O Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) tem recebido nos últimos dias denúncias indicando que as empresas estariam retirando parte da frota das ruas de Brasília e transferindo para o Entorno, onde o Grupo Amaral opera com a Santo Antônio. Também foram relatados casos de peças e equipamentos que estariam sendo levados para serem instalados em ônibus que não rodam exclusivamente na capital federal. “Estamos investigando a veracidade desses fatos. Caso seja comprovada a irregularidade, vamos tomar medidas administrativas, como multas, e até mesmo judiciais. Se for confirmada, é crime (contra o sistema de transporte coletivo). O GDF não vai ficar passivo diante desse caso”, avisou o diretor-geral do DFTrans, Marco Antônio Campanella.

A instrução assinada por Campanella vale a partir de 7 de fevereiro deste ano. Ele explica que a determinação é preventiva. “É um meio de a administração se precaver, já que há indícios de tentativa de sabotagem. Temos uma comissão criada para investigar especificamente este caso e, em breve, poderemos ter novidades. Estamos em um período de transição, que passa pela licitação do sistema, e a população não pode ser prejudicada”, acrescentou o diretor.

Uma das suspeitas do Executivo é de que o Grupo Amaral estaria piorando os seus serviços por restarem poucas esperanças de conseguir se manter no novo modelo de transporte coletivo da capital. Nos dois lotes já licitados (leia Memória), o grupo participou dentro do Consórcio Brasília e foi desclassificado. Nos três lotes remanescentes, também se candidatou como Consórcio Metropolitano, mas os documentos ainda estão em fase de análise. “Não temos como adiantar as chances deste ou daquele concorrente”, disse uma fonte na comissão de licitação da Secretaria de Transportes do DF. Em contato telefônico com o Grupo Amaral ontem, o Correio foi informado pela atendente da diretoria que a pessoa responsável por falar sobre o assunto seria o diretor operacional, identificado como Paulo Antônio. No entanto, ele não foi localizado até o fechamento desta edição.






http://www.correiobraziliense.com.br/app...eita-de-reduzir-ainda-mais-a-frota.shtml
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Last edited by MAMUTE; Feb 16, 2013 at 4:39 PM.
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Rodoviária do Plano vai ganhar cara nova




Projeto está em fase de aprovação e trará mais conforto



A rodoviária do Plano Piloto se prepara para receber reformas. O projeto, que está sendo direcionado pela Novacap, tem como finalidade oferecer mais conforto e melhores condições às centenas de pessoas que utilizam o espaço todos os dias. Segundo a companhia, o processo de licitação ainda está em andamento e as obras só serão iniciadas após a sua conclusão.

O projeto prevê limpezas, pinturas, reformas de banheiros, acessibilidade, interligação dos fossos das escadas rolantes com a rede de águas pluviais e a recuperação das grelhas de águas pluviais na plataforma superior. “A obra é fundamental para o conforto dos usuários. O nosso objetivo é humanizar a rodoviária e fazer dela um shopping aberto”, garante o administrador da rodoviária, Severiano Rodrigues da Silva.

De acordo com a Secretaria de Transporte do Distrito Federal (STDF), a obra, apesar de necessária, é complexa. “No local onde será realizada a reforma existe lei de tombamento, por isso elas serão feitas sem alteração do projeto original”, afirma o diretor da Subsecretaria de Infraestrutura, Aldir Rondão. A solicitação para a reforma foi feita em 2012 pela STDF e ainda está sendo analisada.

Considerando que a rodoviária é uma área central de Brasília e recebe cerca de 700 mil pessoas por dia, a obra será relevante para a cidade, uma vez que Brasília se prepara para sediar a Copa do Mundo.

O administrador lembra que o espaço conta, diariamente, com inúmeras manutenções, realizadas pela empresa Técnica Construção e Empreendimento. Nos últimos meses foram feitos alguns projetos que preveem a instalação de 12 escadas rolantes e seis elevadores, sendo três deles entregues em março de 2013. Além da instalação de placas de sinalizações, câmeras de monitoramento, mictório ecológico, ralo inglês, vasos de planta, 107 televisores, aparelhos telefônicos para pessoas com necessidades especiais, aparelhos para diminuir o odor nos banheiros, entre outros.

Afonso Bezerra de Sousa, morador de Samambaia é usuário da rodoviária desde 1964, ele afirma que a cidade tem evoluído, porém, a rodoviária ainda precisa de reparos. O usuário também sugere uma expansão do local, entre outras mudanças. “Se o projeto for realmente aprovado, a população que frequenta o local será bastante beneficiada”. Já Antônio Pereira dos Santos, também usuário da rodoviária do Plano Piloto, elogia a limpeza feita nos banheiros e nas outras áreas. “Frequento a alguns anos e nunca vi a rodoviária tão limpa como agora”, observa.









http://coletivo.maiscomunidade.com/conte...RIA-DO-PLANO-VAI-GANHAR-CARA-NOVA.pnhtml
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Old Posted Feb 16, 2013, 11:57 PM
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Veremos se vai sair do papel. Ou o TCDF irá inventar que os antigos permissionários são donos dos boxes pela ETERNIDADE. Já reparam isso, os empresários inventam que tem DIREITO ADQUIRIDO. De forma alguma, a lei é clara, se houver licitação, e perder, irão ter que acatar o que diz a lei. Ou irão recorrer para o TCDF.

Pra min, ali deveria ter apenas uma área exclusivamente para alimentação, que seria ideal, fosse no mezanino. Na parte inferior, área de serviços. E acabar com aquele bando de lojas na plataforma inferior, ali deveria ter espaço para os passageiros.

Até mesmo porque, a praça de alimentação no mezanino teria movimento, pois, as pessoas obrigatoriamente tem que passar pelas escadas rolantes, então, passam no mezanino de qualquer jeito.

E na parte de cima, deveria ser destinado, para bancas de jornais, livraria. O resto, o GDF deveria acabar com todas as permissões. Os únicos ao meu ver, que deveriam ter um espaço devidamente delimitado, seria os fotografos e os engraxates.
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  #636  
Old Posted Feb 17, 2013, 3:22 AM
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Concordo, deveria ter apenas uma praça de alimentação descente e com umas bancas de revistas, livrarias e lotéricas ai ficaria bom, várias opções, no mais uma boa limpeza e um piso com granito ou algo do tipo para ficar bacana, temos condições de ter algo digno de países de primeiro mundo
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  #637  
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Uma praça de alimentação no mezanino não daria conta daquele tanto de gente. Pra mim seria suficiente retirar o monte de quiosques espalhados, que foram aparecendo, se não estou enganado na época do Cristóvão e aquela reforma meia-boca, foram retirados vários destes quiosques, que depois foram voltando aos poucos...

Chega ao absurdo de ali na plataforma superior tem uns quiosques fechando as passagens entre os vidros...
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  #638  
Old Posted Feb 18, 2013, 3:54 PM
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Ei gente, hoje tem audiência publica para tratar da mão unica lá na Sandu e Comercial, quem for, favor espionar pra nós e se possivel dar um catiripapo naqueles comerciantes chatos que não dexam fazer a mudança:

Os moradores de Taguatinga terão uma nova oportunidade para debater os projetos que propõem mudanças no trânsito das Avenidas Comercial e Samdu. O deputado distrital Washington Mesquita convida a população para participar da audiência pública, que será realizada no dia 18 de fevereiro, a partir das 19h, no Lions Clube - Taguatinga Su. O encontro é para discutir a implantação da mão única nas duas principais vias da cidade.

Durante o encontro, representantes de organizações da sociedade civil poderão discutir com representantes da Administração Regional de Taguatinga, Detran-DF, Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Secretaria de Obras, Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) sobre as alterações no trânsito em cada setor.


Serviço

2ª Audiência Pública para debater o trânsito nas Avenidas Comercial e Samdu, em Taguatinga

Data: 18 de fevereiro de 2013

Local: Salão do Lions Clube - Taguatinga Sul

Horário: 19h

Mais informações: 3348-8030


http://www.taguatinga.df.gov.br/noticias...%A7a-no-tr%C3%A2nsito-em-taguatinga.html
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  #639  
Old Posted Feb 20, 2013, 1:04 AM
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Originally Posted by Jota Ferro View Post
Uma praça de alimentação no mezanino não daria conta daquele tanto de gente. Pra mim seria suficiente retirar o monte de quiosques espalhados, que foram aparecendo, se não estou enganado na época do Cristóvão e aquela reforma meia-boca, foram retirados vários destes quiosques, que depois foram voltando aos poucos...

Chega ao absurdo de ali na plataforma superior tem uns quiosques fechando as passagens entre os vidros...
Concordo contigo. Foi Cristovam com Paulo Octávio que fez a reforma, inclusive demolindo a marquize da rodoviária. Detalhe, até hoje não consegui entender, como o IPHAN liberou essa demolição. A rodoviária não é tombada?
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  #640  
Old Posted Feb 20, 2013, 2:50 AM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Concordo contigo. Foi Cristovam com Paulo Octávio que fez a reforma, inclusive demolindo a marquize da rodoviária. Detalhe, até hoje não consegui entender, como o IPHAN liberou essa demolição. A rodoviária não é tombada?
Foi liberado por que a marquise tinha problemas estruturais, ou demolia ou ia cair tudo. E como ela foi reconstruída com o mesmo desenho o IPHAN liberou.

O diabo é que foi uma reforma muito meia-boca, inclusive a marquise anterior tinha uma espessura muito menor, mas as normas de segurança atuais não permitiram uma construção com o mesmo desenho. Então o resultado ficou bem porcaria, inclusive de vez em quando cai uma placa de mármore.

Enfim, bem sem vergonha a reforma feita pelo Cristovam.

E ai? Alguem foi na audiência la em Taguatinga? Parece que o pessoal reagiu bem a ideia.

Um video aqui do R7:

http://videos.r7.com/projeto-quer-transf...ca/idmedia/512272ef92bbc9ca99e66a47.html

Pra variar os comerciantes sempre pensando pequeno.... o bom é a desordem mesmo.
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