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  #101  
Old Posted May 21, 2017, 6:08 PM
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Nossa já repararam que o projeto original já mudou várias vezes....

O atual não vai transportar cargas, portanto dizem adeus ao famoso distrito industrial que pretendiam construir em Brasília. de 40 bi, caiu para 9 bi. Se tem grana para fazer, porque não dar uma esticada até Caldas Novas.
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  #102  
Old Posted Jun 26, 2017, 10:19 PM
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Sabiam da nova?

Túnel de LED em metrô de SP deve desembarcar em outras cidades

Adtrackmedia prevê expansão de peças visualizadas pela janela dos vagões, para RJ e Brasília

Com circulação média de 900 milhões de passageiros por ano, o metrô de São Paulo tem ganhado relevância como vitrine para anunciantes. Mas os formatos vão além das telas nas plataformas ou mídia estática nos vagões e estações. Com o avanço do digital out of home, que cresceu 12,6% em 2016, segundo dados da Global Entertainment and Media Outlook, da PwC, formatos digitais têm ganhado força.


Menezes: “Paulistano passa de duas a três horas diárias em deslocamento, nossa mídia chama a atenção até de quem está ao celular”

Há dois anos no Brasil, a Adtrackmedia inaugurou no país um novo espaço publicitário. O túnel de LED recebe a projeção de imagens das campanhas, formando um vídeo de até 15 segundos. A peça animada é vista através da janela do vagão. O formato se destaca, sobretudo, pelos preços atrativos, alto impacto e lembrança de marca, e já foi testado na ViaQuatro, Linha Amarela, por marcas como Sadia, Coca-Cola, MTV, HBO e McDonald’s, entre outras.

Segundo Leander Menezes, gerente da operação brasileira, as vendas do modelo registraram, de janeiro a maio deste ano, um crescimento de 200%. A expectativa agora é expandir o serviço para outras estações da linha. Até o momento, as projeções em vídeo são feitas apenas no túnel da estação Paulista.

“O paulistano passa de duas a três horas diárias em deslocamento. O túnel acaba sendo uma oportunidade de mídia inovadora, que surpreende por ser um formato grande, que ocupa quase toda a janela do vagão e chama atenção mesmo se o passageiro estiver com o celular”, explica o executivo. Não à toa, o formato demonstrou lembrança de marca superior aos demais modelos de mídia no metrô.

Segundo levantamento feito pela empresa para medir a assertividade do formato, 47% dos usuários do metrô disseram se lembrar dos vídeos exibidos no túnel de LED, contra 28% que se lembraram dos anúncios em telas nas plataformas, 17% da mídia estática na estação e outros 16% da mídia estática no trem.

Com atuação na Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Japão e Canadá, a Adtrackmedia se prepara também para levar o formato para outras praças, como Rio de Janeiro e Brasília, dependendo apenas do maior investimento dos anunciantes no modelo.

Para o executivo, essa é uma questão apenas de tempo, principalmente porque as marcas que costumam apostar no formato já descobriram o poder da mídia em impactar os jovens.

Em Madri, por exemplo, o anunciante precisa enfrentar uma fila de seis meses. Isso porque a empresa comercializa exclusividade no espaço para alguns segmentos caso a compra de mídia seja superior a 25 semanas. No Brasil, a expectativa é que em breve os espaços sejam cada vez mais disputados. “O fenômeno da convergência dos meios abre espaço para novas mídias, como o túnel de LED, altamente impactante e fora do contexto. O público da geração Millennial passa entre 12 e 18 horas todos os dias fora de casa, e 50% dos nossos usuários tem esse perfil”.

Outra vantagem da mídia é que ela não exige do anunciante nenhuma adaptação do material em vídeo que ele já tenha. Qualquer formato, como MP4 ou wave, por exemplo, rodam facilmente no túnel.

Fonte: http://propmark.com.br/midia/tunel-de-led-em-metro-de-sp-deve-desembarcar-em-outras-cidades
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  #103  
Old Posted May 27, 2021, 2:28 AM
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Vi uma reportagem recente, que o governador de Minas Gerais, irá fazer uma expansão da FCA - Ferrovia Centro Atlântica, de Pirapora para Unaí.

Detalhe, o trajeto original seria Pirapora-Brasília-Formosa. Eu fiquei curioso qual seria o traçado de Brasília para Formosa, essa ferrovia iria se integrar com a rodoferroviária?

Mais olhando aqui alguns projetos do tempo do ronca.... Essa ferrovia iria ligar Belo Horizonte com a futura Capital Federal, que não seria aonde atualmente está, seria em Planaltina é claro. E a mesma iria se estender até Belém do Pará.

Detalhe a ferrovia chegou a ser cogitada e as obras iniciadas. Será que a especulação imobiliária não afetou a rota?
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  #104  
Old Posted May 27, 2021, 2:35 AM
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Romeu Zema vai a Brasília buscar recursos para obras de infraestrutura consideradas estratégicas para Minas Gerais

Na pauta de discussões estavam a BR-381, a ferrovia Pirapora-Unaí, aeroportos e o Anel Rodoviário, em BH

Fonte: https://www.ontruck.com.br/noticia/6939/...sideradas-estrategicas-para-minas-gerais
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  #105  
Old Posted Dec 26, 2021, 7:07 PM
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Piada do dia....

Correio Braziliense afirmou que o IPHAN vetou o transporte na avenida W3.... mas o próprio jornal noiado sequer omitiu o que o IPHAN vetou.... o IPHAN não vetou o VLT, mas apenas os postes. Eita jornaleco, junto com Metropoles e Jornal de Brasília, capachos do Consórcio de Imprensa, sabe aquela que são donas dos Institutos de Pesquisas e das empresas de Checagem.... credibilidade ZERO.
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  #106  
Old Posted Dec 28, 2021, 12:09 AM
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Editais de concessão do metrô e da Rodoviária do Plano saem em 2022

Previsão é de que, após a seleção de empresas interessadas, o desenvolvimento e apropriação do setor privado demore cerca de dois anos para se estabelecer por completo. Sistema metroviário receberá investimentos de R$ 3 bilhões


O processo de desestatização da Companhia Metropolitana Distrito Federal (Metrô-DF) e da Rodoviária do Plano Piloto vão avançar durante o primeiro semestre de 2022, com a publicação dos editais para encontrar empresas interessadas na concessão. A previsão é de que, após a seleção, o desenvolvimento e apropriação do setor privado demore cerca de dois anos para se estabelecer por completo. Apenas o projeto do metrô prevê um investimento de R$ 3 bilhões em ajustes no sistema, além de ampliação da frota de trens. Em entrevista exclusiva ao Correio, o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, afirmou que a licitação da expansão do sistema para Samambaia terá início também em 2022.

"Nós priorizamos, já para o ano que vem, Samambaia. Já está no projeto aprovado pela Câmara Legislativa do DF a ampliação do metrô, para licitarmos ano que vem. Quem ganhar a concessão já opera com essa expansão de linha", disse. O gestor explicou que, por ter maior demanda, essa ampliação foi posta à frente da extensão da rede metroviária até o Hospital Regional da Asa Norte — ação que era uma promessa do atual governo. Casimiro também falou sobre a inserção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na via W3. "É a via mais movimentada de Brasília. Colocando o VLT lá, tiro aquela quantidade de ônibus, e ficariam as duas estações da Asa Norte e da Asa Sul fazendo a integração", justificou. Por isso, ele afirma que tenta conversar com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a autorizar a instalação do VLT na via (leia Para saber mais).

Desestatizações
"Eu digo que é certeza que sai em 2022, no primeiro semestre. O equipamento público, a administração pública, é muito lenta nas ações porque tem muita burocracia para ser cumprida. Eu não posso simplesmente entender que você é uma empresa de conserto de elevador e te contratar sem fazer uma licitação. Tenho que preparar um edital, tem que dar isonomia, e isso leva tempo. Isso traz uma morosidade para um equipamento que é muito urgente e precisa estar com uma dinâmica muito mais rápida. Infelizmente, a gente tem muitos problemas na rodoviária (do Plano Piloto) que eu vejo que, com a concessão, vão diminuir. Vai de limpeza, equipamentos como escada rolante, elevadores. O privado consegue fazer melhorias de forma mais rápida. O metrô precisa de alguns investimentos para fazer essas melhorias. É preciso trocar alimentação, o sistema de alimentação do metrô ainda da época da construção, o que gera muita possibilidade de vandalismo. Então, a empresa privada pode comprar mais vagões, saindo de 30, que temos hoje, para 50."

Expansão do metrô
"Nós temos três projetos de expansão, que é o de Samambaia, de Ceilândia e o do Hran, que, apesar de atender menos pessoas, ele é o mais caro, porque é todo subterrâneo. O do Hran, você só traria da rodoviária até o atendimento do hospital, o que seria muito pequeno em relação ao que eu posso fazer em Ceilândia e em Samambaia. Então, nós priorizamos, já para o ano que vem, Samambaia. Já está no projeto aprovado pela Câmara Legislativa do DF a aplicação do empréstimo com BNDES na expansão do metrô. É para a gente já licitar no ano que vem. O próximo passo seria trabalhar na expansão de Ceilândia. Ficaria por último o do Hran porque a gente viu que, economicamente, você só teria mais uma estação, e a demanda não é tão considerável quanto a das expansões de Ceilândia e Samambaia."

VLT
"O relatório do Iphan fala da restrição com a catenária. Eles têm uma certa resistência de permitir que a gente coloque um um VLT com alimentação superior porque pode mudar a característica da W3, com essa rede aérea de alimentação. A gente fez algumas considerações ao Iphan e estamos estudando o projeto para poder ver outras possibilidades. Temos duas saídas: uma é mista, em que tem uma catenária junto das estações de parada. Ela levanta e carrega a bateria toda vez que o veículo para. E tem uma outra que é alimentação pelo piso. Essa a gente já viu que tem alguns problemas quando chove. Começa a ter uma lâmina d'água e o VLT para, porque a tecnologia tem alguma restrições com lâmina d'água e isso gera risco ao sistema. Mas a gente entende as restrições que o Iphan colocou e vamos continuar discutindo isso para ver se se é possível debater e reverter. A W3 é a via mais movimentada que nós temos em Brasília. E a quantidade de ônibus que nós temos lá é muito maior do que nas outras vias. Então, colocando o VLT, tiro aquela quantidade de ônibus, e ficariam as duas estações da Asa Norte e da Asa Sul fazendo a integração. Existem outras possibilidades, mas o veículo sob trilho é mais eficiente na questão do carregamento. Então, coloco um veículo com mais eficiência para fazer esse transbordo das pessoas do terminal da Asa Sul ao Terminal da Asa Norte. O Eixo Monumental também tem esse apelo, mas já tem o metrô. Na L2 passam bem menos ônibus. Então, é por causa da demanda."

Corredores
"Todas essas obras viárias que estamos fazendo é para poder possibilitar o fluxo do BRT Oeste, inclusive, com aquela via que tá sendo feita no Setor Policial, que vai fazer interligação de quem vem da EPTG com o BRT e o Terminal da Asa Sul para poder direcionar algumas linhas que precisam ir para o Eixo. O BRT é para a distribuição dos passageiros. Diversos viadutos já estão sendo construídos contemplando a passagem do BRT. Vai faltar ligações no canteiro central com um pavimento rígido para poder possibilitar o fluxo."

Ciclovias
"A ciclovia é uma tentativa de tirar os ciclistas das vias. Mas está previsto no Código de Trânsito o tráfego de ciclistas nas vias para automóveis. A gente tem intensificado a questão do programa de educação no trânsito. Essa conscientização do motorista com o ciclista. De que o maior sempre protege o mais fraco. Isso a gente tem feito junto com o Detran-DF, mas ainda há muito o que trabalhar nessa questão da conscientização. Estamos aumentando o número de ciclovias; hoje o DF tem 616 quilômetros. Mas também vamos continuar com o programa de conscientização, principalmente dos motoristas, de que o trânsito é para todos."

Acidentes
"Brasília foi uma das poucas cidades que conseguiu atingir o índice estabelecido pela pela ONU (Organização das Nações Unidas) de redução de mortes no trânsito pela metade. Nós estamos signatários desse acordo, a Agenda 2030. Temos, também, o programa Brasília Vida Segura, que faz um monitoramento diário das mortes (no trânsito), relacionando com os motivos para poder atuar em cima das causas e, é claro, reduzir ainda mais esse número. Nós conseguimos atingir a meta que era de 50% de redução. Assinamos um novo acordo para poder reduzir em mais 50%, por mais 10 anos. E esse programa está dando muito certo aqui em Brasília. Com a meta zero, igual a da Suécia. Uma meta ambiciosa e difícil, mas a gente vê uma perfeita possibilidade de atingir isso com políticas de estado, monitoramento e planejamento para poder atacar os pontos vulneráveis da cidade e intervir para evitar mortes."

Entorno
"As linhas do semi urbano vem do Entorno para Brasília passaram a ser de responsabilidade da secretaria. Eram atribuição da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e foi passada para o GDF. Nós estamos trabalhando com os municípios para poder fazer as adequações e planejamento que são necessários. No início do ano que vem, provavelmente, a gente lança editais para poder contratar mais veículos, porque estão todos com autorizações precárias. E a integração com o DF vai ser feita pelo sistema de bilhetagem, e não pela tarifa. Então, o cartão de mobilidade vai poder usar para o transporte daqui e para o transporte do Entorno. Mas, não terá integração tarifária, porque a nossa integração aqui utiliza subsídio previsto em lei com autorização do Legislativo. Eu não tenho essa autorização para poder dar subsídio para o Entorno."

Iphan e o VLT
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Distrito Federal (Iphan-DF) emitiu parecer técnico contendo a análise final do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). Na avaliação, foram feitas 19 ressalvas. Entre elas, a negativa para a instalação do VLT na W3. O instituto entendeu que a proposta fere o tombamento de Brasília. Além disso, destacaram uma contradição no projeto apresentado. Os técnicos apontaram que o caso do VLT já foi avaliado em pareceres técnicos anteriores do Iphan e "considerado um prejuízo à paisagem tombada.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ci...da-rodoviaria-do-plano-saem-em-2022.html
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  #107  
Old Posted Dec 28, 2021, 12:10 AM
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Melhor logo o GDF judiciar essa questão do IPHAN, quer reduzir a pressão no Plano Piloto e não quer dar alternativa, qual, o povo vir a cavalo ao Plano Piloto? Detalhe, o tombamento de Brasília é DISTRITAL e a UNESCO se baseou num documento de 1960, portanto por isso fica essa ingerência.
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  #108  
Old Posted Dec 30, 2021, 2:46 AM
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Voltando ao transporte ferroviário, reparei que teremos 2 ferrovias passando por Brasília e um prolongamento até Pirapora/MG.




14. PETROCITY: Barra do São Francisco/ES a Brasília/DF
22. PETROCITY: Campos Verdes/GO a Unaí/MG
33. MRS: Pirapora/MG a Unaí/MG

Essa linha 22 estou curioso em saber por onde irá passar.

Essa aqui é a linha 14, intitulada Estrada de Ferro JK



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  #109  
Old Posted Dec 6, 2022, 9:50 PM
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Olha que sacanagem é o sistema metroviário no Brasil.... se em Brasília é uma vergonha, imagine de BH...











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  #110  
Old Posted Dec 6, 2022, 9:51 PM
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Detalhe, cadê os canhotas apoiadores da idiocracia.... falam e bravejam tanto, chamam o povo de gado.... só porque vem com mimimi.... Aguentem.
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  #111  
Old Posted Dec 8, 2022, 1:41 PM
fortescue fortescue is offline
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Que chatice.. Isso aqui é um fórum de infraestrutura..
Ficar toda hora defendendo lado A ou B de política não agrega em nada..
Ninguém aqui é obrigado a gostar e idolatrar Bolsonaro, rapaz!!
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  #112  
Old Posted Dec 8, 2022, 2:12 PM
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Que chatice.. Isso aqui é um fórum de infraestrutura..
Ficar toda hora defendendo lado A ou B de política não agrega em nada..
Ninguém aqui é obrigado a gostar e idolatrar Bolsonaro, rapaz!!
Idolatrando nada. Apenas é a pura verdade. Então mostre o que o Partido dos Trabalhadores fez de metrô em Brasília? Vai ser dificil mostrar, inaugurar estações prontas, faltando apenas a galeria.

Isso tem a ver com competência e planejamento. Algo que certos partidos só tem da boca para fora. Detalhe, Agnelo, Rollemberg e Cristovam tinham a máquina distrital e federal alinhadas e.... nadica de nada fizeram. Porque será?

E lembrando que a grana do Metrô de BH foi parar no Metrô de Caracas.... interessante. E lembrando aos navegantes eu não sou Bolsonarista. Eu sou Anti-PT é bem diferente.
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  #113  
Old Posted Dec 8, 2022, 8:35 PM
c2500 c2500 is offline
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Que chatice.. Isso aqui é um fórum de infraestrutura..
Ficar toda hora defendendo lado A ou B de política não agrega em nada..
Ninguém aqui é obrigado a gostar e idolatrar Bolsonaro, rapaz!!
Total! Já perdeu a graça esse forum.
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  #114  
Old Posted Dec 9, 2022, 3:20 AM
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Total! Já perdeu a graça esse forum.
sim, e tudo graças ao pesquisadorbrazil que é insuportável, que cara chato e doido pqp
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  #115  
Old Posted Dec 9, 2022, 3:06 PM
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Total! Já perdeu a graça esse forum.
Será mesmo que tinha "GRAÇA"? Eu sabia que a panelinha do outro forum queria vir aqui fazer o mesmo. Mas a vida passa. Mas continuarei com meus posts. Mas agora vir com papo de política, sabe muito bem o que vou responder.
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  #116  
Old Posted Aug 17, 2024, 1:48 AM
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União assina contrato para 6 trens regionais no Brasil

A Infra S.A., controlada pela União por meio do Ministério da Infraestrutura, assinou contratos para a elaboração de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) voltados à implantação e exploração de transporte ferroviário de passageiros em seis trechos no Brasil, localizados em regiões que já possuem infraestrutura ferroviária.

O Consórcio Ferroviário Evtea foi escolhido para o Lote 1, composto pelas ligações ferroviárias no Nordeste: Salvador (BA) – Feira de Santana (BA), São Luís (MA) – Itapecuru Mirim (MA), e Fortaleza (CE) – Sobral (CE). O grupo é formado pelas empresas Systra Engenharia e Consultoria Ltda. (líder), Houer Consultoria e Concessões Ltda., Tylin Brazil Ltda., e M Viana Sociedade de Advogados.

Para o Lote 2, denominado Lote Centro-Sul, foi escolhido o Consórcio Ferrovias Centro-Sul, composto pelas empresas Volar Engenharia Ltda. (líder) e AeT Arquitetura Planejamento e Transportes Ltda. Esse lote incluirá as ligações ferroviárias entre Brasília (DF) – Luziânia (GO), Rio Grande (RS) – Pelotas (RS), e Londrina (PR) – Maringá (PR).

Os contratos foram assinados em 29 de julho de 2024, e a Ordem de Serviço foi emitida em 8 de agosto de 2024.

Os trechos

O trecho entre Salvador (BA) – Feira de Santana (BA) terá 107 km de extensão, e atualmente é faz parte da malha da Ferrovia Centro-Atlântica S.A. – FCA:


O trecho entre São Luiz (MA) – Itapecuru Mirim (MA) terá 116 km de extensão e atualmente é faz parte da malha da Ferrovia Transnordestina Logística (FTL):


O trecho entre Fortaleza (CE) – Sobral (CE) terá 240 km de extensão e atualmente é faz parte da malha da Ferrovia Transnordestina Logística (FTL):


O trecho entre Brasília (DF) – Luziânia (GO) terá 62 km de extensão, e atualmente é faz parte da malha da Ferrovia Centro-Atlântica S.A. – FCA:


O trecho entre Rio Grande (RS) – Pelotas (RS) terá 64 km de extensão, e atualmente é faz parte da malha da Rumo:


O trecho entre Londrina (PR) – Maringá (PR) terá 133 km de extensão, e atualmente é faz parte da malha da Rumo:


Fonte: https://viatrolebus.com.br/2024/08/uniao-assina-contrato-para-6-trens-regionais-no-brasil/
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  #117  
Old Posted Dec 6, 2024, 8:58 PM
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Obra histórica promete conectar Espírito Santo a Brasília com 1.188 km de trilhos; “Estrada de Ferro JK” inicia desapropriação de imóveis e mira transformar o transporte no Brasil



ANTT autoriza desapropriar 1.188 km para a “Estrada de Ferro JK” que ligará Brasília ao ES (Imagem: Reprodução)

A Estrada de Ferro JK acaba de dar mais um passo rumo à sua concretização. A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou, nesta quarta-feira (4.dez.2024), a desapropriação de imóveis necessários para a construção da ferrovia, que promete conectar Barra de São Francisco, no Espírito Santo, à capital do país, Brasília.

Com essa decisão, a Petrocity Ferrovias, empresa responsável pelo projeto Estrada de Ferro JK, pode avançar com o planejamento e a implantação dos 1.188 quilômetros previstos no anteprojeto de engenharia. Segundo o documento publicado pela agência, a área destinada à ferrovia e as poligonais consideradas de utilidade pública foram definidas com base em estudos prévios.
O que muda com a autorização?

A declaração de Utilidade Pública, apesar de ser um passo essencial, não isenta a Petrocity Ferrovias das obrigações legais, como a obtenção de licenciamentos ambientais e a interação com órgãos competentes. Ainda assim, a medida é vista como fundamental para acelerar o cronograma da construção da ferrovia, uma obra ambiciosa que reforça o transporte ferroviário no Brasil.

O projeto da Estrada de Ferro JK integra uma iniciativa maior de modernização do setor ferroviário. Desde 2021, o programa Pró-Trilhos permitiu que empresas privadas solicitassem licenças para operar suas próprias ferrovias, sem a necessidade de concessão pública. Até agosto de 2024, 24 empresas já haviam sido autorizadas a construir 45 ferrovias em todo o país.

Concessão x Autorização

Vale lembrar que há diferenças importantes entre os modelos de concessão e autorização. No caso das concessões, as ferrovias são públicas, mas cedidas temporariamente a empresas por meio de leilões. Já as autorizações, como a da Estrada de Ferro JK, permitem que a ferrovia seja privada, com licenças que podem chegar a 99 anos, sem a obrigatoriedade de leilão ou direito de passagem.
Polêmicas e desafios

Apesar do avanço, o projeto enfrenta desafios. A gestão atual avalia que o programa Pró-Trilhos, lançado na era Bolsonaro, carece de ajustes para garantir mais segurança jurídica e eficiência. O ministro dos Transportes, Renan Filho, chegou a classificar algumas iniciativas como “ferrovias de papel”. O governo Lula busca regulamentar melhor os critérios antes de liberar mais projetos semelhantes.
O impacto da “Estrada de Ferro JK”

Quando concluída, a Estrada de Ferro JK terá potencial para transformar o transporte de cargas e pessoas entre o Espírito Santo e o Distrito Federal. Além de conectar regiões estratégicas, a ferrovia é vista como um passo importante para desafogar rodovias e promover um modelo logístico mais sustentável no país.

Com o aval da ANTT, o futuro da construção da ferrovia começa a tomar forma, e a promessa de uma nova era para os trilhos brasileiros parece estar mais próxima.

Fonte: https://clickpetroleoegas.com.br/obra-hi...mira-transformar-o-transporte-no-brasil/
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  #118  
Old Posted Dec 6, 2024, 9:18 PM
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Acho que agora vai
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  #119  
Old Posted Dec 6, 2024, 10:05 PM
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Acho que agora vai
E pelo visto vai passar perto do Aerodromo Botelho, e depois vai descer, quase na divisa com DF e GO e seguir até chegar perto do Alphaville e Damha, que vai passar no meio de ambos e se dirigir para o Porto Seco por fora do DF. Pois nem sonhando o Luis Estevão vai deixar desapropriar a fazenda dele.
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  #120  
Old Posted Jan 16, 2025, 11:12 PM
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Petrocity prevê criar mais de 6 mil empregos em construção de ferrovias no ES



Em fase de licenciamento ambiental, projeto da Petrocity conta, no total, com quatro trechos de estradas de ferro para movimentar cargas gerais e grãos

Em fase de licenciamento ambiental e previstas para terem obras iniciadas em 2026, as ferrovias planejadas para conectar o Norte do Espírito Santo à Região Centro-Oeste pelo grupo Petrocity vão gerar ao menos 6 mil empregos durante a implantação das linhas férreas que partem do Estado. Mas o número de vagas pode superar para 20 mil em todos os quatro trechos e em períodos de pico. As informações são de A Gazeta.

O projeto, chamado de Corredor Centro-Leste, prevê a criação de uma malha ferroviária de 2.160 quilômetros, formada por quatro estradas de ferro com os contratos autorizados pelo governo federal e duas delas já com Declaração de Utilidade Pública Concedida (DUP), com autorização para desapropriações ao longo do seu curso. O andamento foi apresentado nesta quarta-feira (15), em audiência pública no Palácio Anchieta.

As ferrovias da Petrocity, chamadas de Corredor Centro-Lestes, são:

EF 456/030 (São Mateus/ES a Ipatinga/MG) – 431,3 km
EF 030 (Barra de São Francisco/ES a Brasília/DF) – 1.188 km
EF A20 (Estrada de Ferro Corumbá de Goiás e Anápolis/GO) – 67,9 km
EF 355 (Estrada de Ferro de Brasília/DF a Mara Rosa/GO) – 452 km


Segundo informações do presidente do grupo Petrocity, José Roberto Barbosa da Silva, nas ferrovias que saem do Espírito Santo, será necessário contratar, em média, mais de 6 mil pessoas. Na EF-030, seão, em média 4.070 contratações de forma direta e 814, indireta. Já a EF-456 vai demandar a contratação de 1.282 empregados de forma direta e 257, de forma indireta.

Quando a operação das ferrovias for iniciada, o que está previsto para o final de 2031, a expectativa é ter 1.787 funcionários envolvidos na área operacional, tanto na manutenção da via, maquinistas e centro de controle, quando nas UTAC, os chamados portos secos. A expectativa é movimentar 28 milhões de toneladas de carga no primeiro ano da ferrovia.


As obras

Quatro construtoras envolvidas diretamente no projeto devem assinar um convênio para realizar as obras. Quando forem autorizadas, o que está previsto para meados de 2026, serão sete frentes simultâneas trabalhando na construção da ferrovia, ao longo do traçado, com o objetivo de acelerar a implantação.

O custo total do projeto é estimado em R$ 28 bilhões, sendo R$ 23,5 bilhões o valor previsto para a obra das ferrovias. O restante do valor será destinado para a construção do porto do grupo, em Urussuquara, São Mateus. Para capitanear recursos, já há memorando de entendimento assinado com dois fundos, entre outras iniciativas.

Na audiência pública, o presidente do grupo Petrocity disse que, caso consigam incentivos fiscais para a construção da ferrovia, será possível reduzir em R$ 8 bilhões o custo de instalação, o que ajuda a viabilizar o projeto.

A audiência pública contou ainda com a participação do governador Renato Casagrande, do vice-governador e Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ricardo Ferraço, do senador Zequinha Marinho (PA), presidente da Frente Parlamentar Mista das Ferrovias Autorizadas (Fren-Fer) do Congresso Nacional, presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo, Paulo Barona, e dos prefeitos Enivaldo dos Anjos, de Barra de São Francisco/ES, e de São Mateus, Marcus Azevedo Batista.

Casagrande destacou que o projeto interessa ao Espírito Santo, por ajudar a integrar com os demais Estados do Brasil e ressaltou que tudo o que depender do governo será feito para ajudar.

Já Ricardo Ferraço ressaltou que o projeto é estratégico para o Espírito Santo e para o Brasil, principalmente com o Estado se colocando como alternativa para contribuir com o gargalo logístico do Brasil.


Marcus Cozivip, prefeito de São Mateus com o vice-governador, Ricardo Ferraço e com o governador Renato Casagrande durante audiencia pública da Petrocity


O senador Zequinha Marinho explicou que, atualmente, o país conta com 108 requerimentos autorização para ferrovias, sendo que 45 já foram deferidas. Sobre o andamento dos projetos, afirmou que o gargalo está nas autorizações feitas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), cobrando um órgão mais eficiente.
Operação

A previsão é que, em 2031, a operação tenha início, juntamente com o porto da Petrocity, que tem o cronograma semelhante.

Todos os quatro trechos de estrada de ferro privadas serão interligados, permitindo o transporte de cargas ao longo do percurso. Também será possível se integrar ao grid ferroviário nacional, complementando as ferrovias já existentes e em desenvolvimento. Além de garantir transporte de mercadorias entre as regiões produtivas, a via também vai possibilitar a chegada de cargas a terminais portuários, como o futuro porto da Petrocity, em São Mateus. O investimento vai abrir, assim, uma nova ligação ferroviária do Centro-Oeste e de Minas Gerais com o Espírito Santo.

Além dos ramais ferroviários, o projeto ainda prevê a implantação, ao longo da ferrovia, de 11 portos secos, sendo dois no Espírito Santo: um em São Mateus, no Norte do Estado, e outro em Barra de São Francisco, no Noroeste capixaba. Nesses locais, haverá transbordo dos materiais transportados, sendo esperados produtos agrominerais.

A ideia é que os portos secos recebam cargas das regiões onde estão localizados ao longo da ferrovia, possibilitando também o transporte entre as regiões atendidas e não só para o porto no Espírito Santo, por exemplo.

Fonte: https://fanoticias.com.br/petrocity-prev...pregos-em-construcao-de-ferrovias-no-es/
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