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  #1741  
Old Posted Dec 12, 2016, 9:45 PM
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Piada né, uai se vai colocar um possivel quiosque ou até banheiros, quem vai bancar tudo isso? Agora para invadir, cercar, derrubar árvores e troca-las por cercas, piers, quadra de esportes e piscinas, isso não fere o tombamento.
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  #1742  
Old Posted Dec 13, 2016, 12:38 PM
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Projeto de iluminação beneficiará população do Tororó


Ordem de serviço para benfeitorias no setor habitacional foi assinada pelo governador de Brasília neste sábado (10). Regularização e infraestrutura também estão previstas para a região

O caminho de casa para o comércio, para a faculdade e para outras regiões administrativas ficará mais fácil e seguro no Setor Habitacional Tororó, em Santa Maria. “Locais que estão no escuro serão iluminados, a regularização agora está mais perto da realidade, tudo isso nos deixa esperançoso”, comemorou a moradora e presidente da Associação de Empreendedores do local, Maria José Feitosa. Na ocasião, na manhã deste sábado (10), o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinou a ordem de serviço para projeto de iluminação do setor.

Serão instalados 2 mil metros de rede de baixa tensão, 50 braços pesados com luminárias, 23 postes de aço curvo de 7,5 metros com luminária e 33 postes de rede aérea. “Essa é uma região muito especial para Brasília, faremos todo o esforço para garantir o crescimento ordenado e com qualidade de vida para essa população”, destacou Rollemberg.

A iluminação começará a ser instalada pela Companhia Energética de Brasília (CEB) ainda nesse mês e a previsão de conclusão é no fim de janeiro. O investimento previsto é de R$562 mil, com verba de emenda parlamentar da deputada distrital Telma Rufino (Pros), que acompanhou a assinatura. O projeto contempla os condomínios Via Green Village e Atlântico Sul, além de complementar a iluminação já existente em outros pontos do setor.

No início da manhã, o governador percorreu as ruas e os condomínios da região para avaliar os serviços públicos prestados.

Regularização e infraestrutura no Setor Habitacional Tororó

Durante o evento, houve a entrega simbólica de reparos feitos em parceria do governo com a sociedade. Por meio de arrecadação da Associação de Empreendedores do Tororó, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) cascalhou 13 quilômetros de vias no setor habitacional.

Também foram instaladas 30 bacias de contenção e 30 quebra-molas. “O governo sozinho, às vezes, não é capaz de enfrentar todos os desafios com a rapidez que a população precisa”, avaliou Rollemberg. “Ficamos muito gratos com essa parceria e trabalhamos para garantir outras benfeitorias na região como a macrodrenagem e a duplicação de vias de acesso”, adiantou.

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) também entregou a licença ambiental para o condomínio Santa Felicidade, um dos 24 mapeados na região. O documento é essencial para iniciar a regularização dos terrenos. De acordo com o Ibram, quatro já estão com a licença expedida e os outros 20 estão em processo.

Também participaram do evento os secretários de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antônio Raimundo Santos Ribeiro Coimbra, das Cidades, Marcos Dantas, e de Gestão do Território e Habitação, Thiago Teixeira de Andrade; o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas; os presidentes do Ibram, Jane Vilas Bôas, e da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), Júlio César de Azevedo; os diretores presidentes da Novacap, Júlio Menegotto, e da CEB, Ari Joaquim da Silva; e o administrador de Santa Maria, Hugo Gutemberg Correia Monteiro Da Silva.










http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...cao-do-tororo/

Conversa do mentiroso. Minha casa foi furtada tem uns 30 dias e só ontem a PCDF me ligou pra dizer que nada poderia ser feito. O bairro está largado como sempre com ruas de terra/pedra cheia de buracos e em dias de chuva ninguém entra ou sai do bairro. Vendi tudo que tinha na minha casa, coloquei pra alugar e voltei pro Plano Piloto. Morei 5 anos no Tororó e não vi avançar NADA. Peguei Agnulo e EnRollemberg que estão cagando e andando pro Tororó. Infelizmente.
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #1743  
Old Posted Dec 13, 2016, 1:31 PM
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Lamentável essa situação o problema maior é que entra governo sai governo e ficam só na promessa
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  #1744  
Old Posted Dec 13, 2016, 6:16 PM
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O problema é pseudo falta de grana. No caso do Agnulo era outros motivos, bem mais sérios do que do EnrolaUmBeck. Pois o Agnulo estava proibido pelo MPDF de fazer qualquer benfeitoria na região. Enquanto não transformasse tudo em Urbana.
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  #1745  
Old Posted Dec 15, 2016, 10:30 AM
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Originally Posted by emblazius View Post
Conversa do mentiroso. Minha casa foi furtada tem uns 30 dias e só ontem a PCDF me ligou pra dizer que nada poderia ser feito. O bairro está largado como sempre com ruas de terra/pedra cheia de buracos e em dias de chuva ninguém entra ou sai do bairro. Vendi tudo que tinha na minha casa, coloquei pra alugar e voltei pro Plano Piloto. Morei 5 anos no Tororó e não vi avançar NADA. Peguei Agnulo e EnRollemberg que estão cagando e andando pro Tororó. Infelizmente.
É um bairro em que todas as glebas são particulares. Não há um interesse público naquela região, apenas interesse particular dos loteadores e os prejudicados são os compradores/moradores. Esse pensamento de subúrbio em pequenas glebas é complicado, os parceladores deveriam pensar de uma forma coletiva para viabilizar o bairro. Enquanto esperar pelo governo vai demorar muito.
Acho que o maior problema é que o PDOT transformou várias áreas rurais em áreas urbanas, sem qualquer estudo de capacidade de suporte, sem avaliação da infraestrutura, sem avaliação ambiental.
Queriam impedir parcelamentos irregulares, no entanto os mesmos continuam, mesmo em áreas urbanas. Parcelador muitas vezes querem o caminho mais fácil.
Acho que a melhor forma de viabilizar toda a DF-140 é desapropriar terras e nessas áreas permitir atividades e gabaritos que possam valorizar e vender. Assim o GDF junto da TERRACAP consegue recursos par implantar toda essa nova "Região Administrativa".
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  #1746  
Old Posted Dec 15, 2016, 10:37 AM
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Justiça do DF avalia neste mês expansão de condomínio do Morar Bem


Moradores têm opinião divergente sobre construção de mais três quadras. MP questiona expansão; Codhab diz ter licenças previstas.

A Justiça do Distrito Federal deve decidir ainda em dezembro se autoriza a construção de mais três quadras no condomínio Jardins Mangueiral, próximo a São Sebastião. A área analisada tem o tamanho de 33 campos de futebol e, por causa do formato, recebeu o nome de “dente”. O condomínio é um empreendimento do programa Morar Bem.

A discussão sobre a ocupação corre desde 2013. O governo da época, Agnelo Queiroz, quis criar quatro quadras, com 1.502 unidades habitacionais. A associação de moradores reclamou, mas no ano seguinte aceitou a proposta de três quadras e um parque. O acordo não agradou a todos e outra associação de moradores foi criada.

“O bairro não tem investimento ainda em nenhum equipamento público: nem escola, nem posto de saúde, e querem expandir um bairro que não está pronto”, afirmou o presidente de uma das associações de moradores, Guilherme Carvalho.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), foram liberadas todas as licenças ambientais para expandir o bairro. As obras não começaram, mas, na ponta do terreno, um canteiro já foi montado. A área está cercada, tem vigilantes e máquinas.

Nesta semana, o Ministério Público deu parecer contrário à expansão. No relatório, promotores constatam que “o ‘dente’ é importante área de recarga de aquífero e por isso precisa continuar como área verde”. Também alegam que a impermeabilização do solo, com a nova ocupação, vai impactar negativamente o sistema de abastecimento de água de São Sebastião, o que pode agravar a crise hídrica ressentia atualmente no DF.

Outro ponto levantado pelo MP é o fato de que, segundo o órgão, a construção de unidades habitacionais deve ser feita por meio de contrato e não simples aditivo, sendo necessária nova licitação. A Codhab não comentou as críticas formuladas pelo MP.

“Observa-se que o acordo foi formulado de tal maneira que, uma vez feito, ele pode ser modificado. Então se o acordo pode ser modificado, inclusive acabando com o controle do número de unidades, ele não pode ser aceito em nenhuma hipótese”, afirmou o promotor de Defesa do Meio Ambiente Paulo José Leite Farias.

Jardins Mangueiral

O condomínio Jardins Mangueiral é uma parceria público-privada orçada em R$ 1,33 bilhão. O conjunto habitacional é destinado a pessoas com renda de até 12 salários mínimos.

As casas têm área de 51 ou 68 metros quadrados e possuem dois e três quartos. Os apartamentos medem 46 metros quadrados, com dois quartos. Segundo a Secretaria de Habitação, pelo menos 4.462 pessoas já receberam as chaves.










http://g1.globo.com/distrito-federal...orar-bem.ghtml
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  #1747  
Old Posted Dec 15, 2016, 10:51 AM
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Originally Posted by MAMUTE View Post
Justiça do DF avalia neste mês expansão de condomínio do Morar Bem


Moradores têm opinião divergente sobre construção de mais três quadras. MP questiona expansão; Codhab diz ter licenças previstas.

A Justiça do Distrito Federal deve decidir ainda em dezembro se autoriza a construção de mais três quadras no condomínio Jardins Mangueiral, próximo a São Sebastião. A área analisada tem o tamanho de 33 campos de futebol e, por causa do formato, recebeu o nome de “dente”. O condomínio é um empreendimento do programa Morar Bem.

A discussão sobre a ocupação corre desde 2013. O governo da época, Agnelo Queiroz, quis criar quatro quadras, com 1.502 unidades habitacionais. A associação de moradores reclamou, mas no ano seguinte aceitou a proposta de três quadras e um parque. O acordo não agradou a todos e outra associação de moradores foi criada.

“O bairro não tem investimento ainda em nenhum equipamento público: nem escola, nem posto de saúde, e querem expandir um bairro que não está pronto”, afirmou o presidente de uma das associações de moradores, Guilherme Carvalho.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), foram liberadas todas as licenças ambientais para expandir o bairro. As obras não começaram, mas, na ponta do terreno, um canteiro já foi montado. A área está cercada, tem vigilantes e máquinas.

Nesta semana, o Ministério Público deu parecer contrário à expansão. No relatório, promotores constatam que “o ‘dente’ é importante área de recarga de aquífero e por isso precisa continuar como área verde”. Também alegam que a impermeabilização do solo, com a nova ocupação, vai impactar negativamente o sistema de abastecimento de água de São Sebastião, o que pode agravar a crise hídrica ressentia atualmente no DF.

Outro ponto levantado pelo MP é o fato de que, segundo o órgão, a construção de unidades habitacionais deve ser feita por meio de contrato e não simples aditivo, sendo necessária nova licitação. A Codhab não comentou as críticas formuladas pelo MP.

“Observa-se que o acordo foi formulado de tal maneira que, uma vez feito, ele pode ser modificado. Então se o acordo pode ser modificado, inclusive acabando com o controle do número de unidades, ele não pode ser aceito em nenhuma hipótese”, afirmou o promotor de Defesa do Meio Ambiente Paulo José Leite Farias.

Jardins Mangueiral

O condomínio Jardins Mangueiral é uma parceria público-privada orçada em R$ 1,33 bilhão. O conjunto habitacional é destinado a pessoas com renda de até 12 salários mínimos.

As casas têm área de 51 ou 68 metros quadrados e possuem dois e três quartos. Os apartamentos medem 46 metros quadrados, com dois quartos. Segundo a Secretaria de Habitação, pelo menos 4.462 pessoas já receberam as chaves.

http://g1.globo.com/distrito-federal...orar-bem.ghtml
Ministério Público é uma piada. Primeiro que ambientalmente é muito melhor utilizar áreas com infraestrutura já implantadas, que iniciar algo do meio do nada.
Todos os condomínios do JM possuem dispositivos de infiltração para o lençol freático.
Outro ponto é que não prejudica os recursos hídricos considerando que não influencia diretamente a captação de água de São Sebastião.
O que precisa fazer para resolver o problema hídrico é a captação de Corumbá e do Lago Paranoá.
As licenças ambientais já foram emitidas, o órgão ambiental não verificou problemas com a implantação. O MP não tem competência para licenciar nada. Não realizaram nenhum estudo ambiental para comprovar a afirmação. De um modo genérico todos os parcelamentos de solo causam impactos ambientais, bem como todas atividades humanas.
Vejo que existe uma classe média instalada no JM que não quer mais pessoas morando. Esquecem que eles próprios já precisaram de moradia e estavam na fila para comprar uma casa. Depois que conseguem em um sentimento egoísta não quer mais que outras pessoas possam dividir o "mesmo espaço".
Habitações desse tipo são mais que necessárias, o JM ambientalmente é um dos melhores bairros de Brasília, deveria ser um exemplo.
O problema da falta de escolas impacta, no entanto não anula a necessidade maior que é de moradias.
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  #1748  
Old Posted Dec 15, 2016, 11:02 AM
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Ministério Público é uma piada. Primeiro que ambientalmente é muito melhor utilizar áreas com infraestrutura já implantadas, que iniciar algo do meio do nada.
Todos os condomínios do JM possuem dispositivos de infiltração para o lençol freático.
Outro ponto é que não prejudica os recursos hídricos considerando que não influencia diretamente a captação de água de São Sebastião.
O que precisa fazer para resolver o problema hídrico é a captação de Corumbá e do Lago Paranoá.
As licenças ambientais já foram emitidas, o órgão ambiental não verificou problemas com a implantação. O MP não tem competência para licenciar nada. Não realizaram nenhum estudo ambiental para comprovar a afirmação. De um modo genérico todos os parcelamentos de solo causam impactos ambientais, bem como todas atividades humanas.
Vejo que existe uma classe média instalada no JM que não quer mais pessoas morando. Esquecem que eles próprios já precisaram de moradia e estavam na fila para comprar uma casa. Depois que conseguem em um sentimento egoísta não quer mais que outras pessoas possam dividir o "mesmo espaço".
Habitações desse tipo são mais que necessárias, o JM ambientalmente é um dos melhores bairros de Brasília, deveria ser um exemplo.
O problema da falta de escolas impacta, no entanto não anula a necessidade maior que é de moradias.
Concordo plenamente

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Vejo que existe uma classe média instalada no JM que não quer mais pessoas morando. Esquecem que eles próprios já precisaram de moradia e estavam na fila para comprar uma casa. Depois que conseguem em um sentimento egoísta não quer mais que outras pessoas possam dividir o "mesmo espaço".
Essa parte é a mais pura Realidade
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  #1749  
Old Posted Dec 15, 2016, 11:40 AM
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Originally Posted by sxsp View Post
Ministério Público é uma piada. Primeiro que ambientalmente é muito melhor utilizar áreas com infraestrutura já implantadas, que iniciar algo do meio do nada.
Todos os condomínios do JM possuem dispositivos de infiltração para o lençol freático.
Outro ponto é que não prejudica os recursos hídricos considerando que não influencia diretamente a captação de água de São Sebastião.
O que precisa fazer para resolver o problema hídrico é a captação de Corumbá e do Lago Paranoá.
As licenças ambientais já foram emitidas, o órgão ambiental não verificou problemas com a implantação. O MP não tem competência para licenciar nada. Não realizaram nenhum estudo ambiental para comprovar a afirmação. De um modo genérico todos os parcelamentos de solo causam impactos ambientais, bem como todas atividades humanas.
Vejo que existe uma classe média instalada no JM que não quer mais pessoas morando. Esquecem que eles próprios já precisaram de moradia e estavam na fila para comprar uma casa. Depois que conseguem em um sentimento egoísta não quer mais que outras pessoas possam dividir o "mesmo espaço".
Habitações desse tipo são mais que necessárias, o JM ambientalmente é um dos melhores bairros de Brasília, deveria ser um exemplo.
O problema da falta de escolas impacta, no entanto não anula a necessidade maior que é de moradias.
Concordo plenamente.

Achei o Jardins Mangueiral o melhor bairro já construído por programas do governo. Achei até melhor que o bairro Total Ville, que é particular e não depende da Codhab.
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  #1750  
Old Posted Dec 27, 2016, 1:43 PM
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Vamos ver no que vai dar, pois o povo tem que participar das audiências públicas, para não chorar depois das mudanças.
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  #1751  
Old Posted Dec 28, 2016, 2:22 AM
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Não sei se é aqui nesse thread, mas olhe bem o detalhe da Central de Aprovação do GDF.

SUBSECRETARIA DE CENTRAL DE APROVAÇÃO DE PROJETOS
ORDEM DE SERVIÇO Nº 09, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2016.
A SUBSECRETÁRIA DA CENTRAL DE APROVAÇÃO DE PROJETOS, DA SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO DO TERRITÓRIO E HABITAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições conferidas pelo no art. 7º do Decreto nº 36.339, de 28 de janeiro de 2015, bem como com base no Princípio da Publicidade disposto no artigo 37 da Constituição Federal e no artigo 19 da Lei Orgânica do Distrito Federal, RESO LV E : Art. 1º Divulgar, a relação dos Alvarás de Construção expedidos por esta Central de Aprovação de Projetos no mês de julho, agosto, setembro, outubro e novembro de 2016, conforme a seguir: (nº do alvará, nome do interessado, nº do processo):
222/2016, BRASAL PREMIER EMPREENDIMENTOS LTDA, 138.001.980/1985;
223/2016, EDISON MARIANO TOLEDO, 142.001.106/2009;
224/2016, MARIA DOS REMÉDIOS DO AMARAL FEITOSA, 145.000.076/2015;
225/2016, LOAIY IBRAHIM MOHED MUSTAFA KARAJAH, 429.001.253/2015;
226/2016, LATIF CHATER E PEDRO IGOR DE ARAÚJO REGO, 142.000.439/2014;
227/2016, CODHAB, 429.003.514/2015;
228/2016, CODHAB, 429.003.515/2015;
229/2016, HERMI PIRES, 134.000.775/2008;
230/2016, CODHAB, 429.003.513/2015;
231/2016, CODHAB, 429.003.512/2015;
232/2016, CODHAB E CER-NEGRO, 145.000.988/2012;
233/2016, IFB, 141.001.454/2008;
234/2016, GILBERTO BASTOS SALES, 132.000.627/2014;
235/2016, CODHAB, 429.002.499/2015;
236/2016, WESTONI DE SOUZA LIMA, 131.000.487/2015;
237/2016, JFE 25 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, 141.000.673/2013;
238/2016, MARCELO GARCIA ROSA, 131.000.817/2013;
239/2016, LAM EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES IMOBILIÁRIAS LTDA, 429.000.032/2013;
241/2016, ASSOCIAÇÃO PRÓ MORAR DO MOVIMENTO VIDA DE SAMAMBAIA, 429.004.988/2015;
242/2016, ASSOCIAÇÃO PRÓ MORAR DO MOVIMENTO VIDA DE SAMAMBAIA, 429.004.989/2015;
243/2016, LVM INVESTIMENTOS E INCORPORAÇÕES E PARTICIPAÇÕES LTDA, 309.000.370/2008;
244/2016, ADINALVA JASMINEIRA DA SILVA, 429.001.296/2015;
245/2016, RIBEIRO E DINIZ COMÉRCIO DE PEÇAS E SERV. AUTOMOTIVOS LTDA, 142.001.049/2013;
246/2016, RIBEIRO E DINIZ COMÉRCIO DE PEÇAS E SERV. AUTOMOTIVOS LTDA, 142.000.587/2015;
247/2016, RIBEIRO E DINIZ COMÉRCIO DE PEÇAS E SERV. AUTOMOTIVOS LTDA, 142.000.586/2015;
248/2016, RIBEIRO E DINIZ COMÉRCIO DE PEÇAS E SERV. AUTOMOTIVOS LTDA, 142.000.585/2015;
249/2016, GILSON ROBERTO RIBEIRO BARBOSA, 142.000.584/2015;
250/2016, USECLEAN INDUSTRIA E COMERCIO, 131.000.276/2015;
251/2016, DONIZETTI ANTONIO FILHO E REGINA RODRIGUES NAVES, 429.000.164/2015;
252/2016, JR EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA, 300.000.270/2013;
253/2016, CODHAB, 429.003.531/2015;
254/2016, CODHAB, 429.003.532/2015;
255/2016, CODHAB, 429.003.533/2015;
256/2016, ENEGENHARIA CARVALHO E ACCIOLY, 132.000.631/2012;
257/2016, CODHAB, 429.003.500/2015;
258/2016, FLAVIO RAMOS, 429.000.015/2016;
259/2016, RPA CONSTRUÇÕES E PARTICIPAÇÕES, 146.000.514/2011;
260/2016, FLAVIO RAMOS, 429.000.014/2016;
261/2016, MANUEL JULIAO DOS SANTOS, 131.000.273/2015;
262/2016, COOPTRAF, 141.002.094/2013;
263/2016, ALENCAR MONCAYO LIMA - ME, 131.000.644/2014;
264/2016, CODHAB, 429.003.520/2015;
265/2016, SECRETARIA DE SAUDE DO DF, 429.003.645/2015;
266/2016, CODHAB, 429.003.524/2015;
267/2016, CODHAB, 429.003.519/2015;
268/2016, CODHAB, 429.003.523/2016;
269/2016, CODHAB, 429.003.530/2015;
270/2016, CODHAB, 429.003.525/2015;
271/2016, CODHAB, 429.003.529/2015;
272/2016, JOSE SOARES LIMEIRA, 429.003.572/2015;
273/2016, CODHAB, 429.003.521/2015;
274/2016, JM02 EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS, 141.002.142/1995;
275/2016, BAZAR ARAUJO - ME, 131.000.653/2014;
276/2016, IGREJA CRISTA MARANATA PRESBITÉRIO ESPIRITO SANTENSE, 142.001.064/2012;
277/2016, BRASFORT EMPRESA DE SEGURANÇA, 429.004.986/2015;
278/2016, SERENAR EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS, 429.000.012/2013;
279/2016, CODHAB, 131.000.932/2013;
280/2016, JOEL JERONIMO DA SILVA, 145.000.037/2015;
281/2016, ELIAS MENDES DA SILVA, 131.000.062/2015;
282/2016, CODHAB, 429.003.518/2015;
283/2016, CODHAB, 429.003.503/2016;
284/2016, CODHAB, 429.003.503/2015;
285/2016, CODHAB, 429.003.502/2015;
287/2016, BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO, 141.003.188/1994;
288/2016, CODHAB, 429.003.522/2015;
289/2016, VIA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS, 141.001.934/2010;
290/2016, CONSTRUTORA MEIRELLES LTDA, 429.001.390/2015;
291/2016, FUNDAÇÃO HABITACIONAL DO EXERCITO- FHE, 141.004.418/2009;
292/2016, CAFÉ DO SITIO INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA, 132.002.689/2002;
293/2016, JFE 27 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, 141.000.956/2013;
294/2016, SALVIO HUMBERTO SAFE DE MATOS, 142.000.600/2011;
295/2016, ASSOCIAÇÃO HABITACIONAL DOS TRABALHADORES, 390.000.025/2013;
296/2016, ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO E DAS INDUSTRIAS DO GUARÁ, 390.000.028/2013;
297/2016, COOPERATIVA HABITACIONAL DOS AMIGOS RODOVIÁRIOS, 390.000.026/2013;
298/2016, FORUM DAS ASSOSSIAÇÕES E ENTIDADES HABITACIONAIS, 390.000.027/2013;
299/2016, COMERCIAL TAGUASUL PARAFUSOS LTDA, 145.000.524/2014;
300/2016, ASSICON PARTICIPAÇÕES S.A., 131.000.423/2014;
301/2016, MAQUINAS TERRA PRODUTOS METALURGICOS,143.000.317/2014;
302/2016, M2 EMPREENDIMENTOSIMOB. S.A, 429.000.090/2014;
303/2016, TERESA CRISTINA DA CAMARA SOUSA E RAMOS BELL, 429.001.343/2015;
304/2016, MARIA APARECIDA COELHO DE ARAUJO, 429.000.008/2015;
305/2016, FIUGAR CONSTRUÇOES E INCOPORAÇÃO, 429.000.153/2014;
306/2016, CODHAB, 429.003.517/2015;
307/2016, CODHAB, 429.003.516/2015;
308/2016, CODHAB, 429.003.545/2015;
309/2016, CODHAB, 429.002.498/2016;
310/2016, CODHAB, 429.003.546/2015;
311/2016, CODHAB, 429.003.556/2015;
312/2016, CODHAB, 429.003.559/2015;
313/2016, CODHAB, 429.003.558/2015;
314/2016, CODHAB, 429.003.542/2015;
315/2016, CODHAB, 429.003.555/2015;
316/2016, CODHAB, 429.003.552/2015;
317/2016, CODHAB, 429.003.543/2015;
318/2016, CODHAB, 429.003.557/2016;
319/2016, CODHAB, 429.003.551/2015;
320/2016, JOA BATISTA CINTRA E NEUSA MARIA ISAIAS,143.000.254/2015;
321/2016, ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES ATUANTES DE SAMAMBAIA ,142.000.750/2009;
322/2016, PAULO MAGALAHES DE ARAUJO, 131.000.825/2014;
323/2016, MADEREIRA TUBARÃO, 143.000.372/2016;
324/2016, AUTOMEC DISTRIBUIDORA DE AUTO PEÇAS, 143.000.588/2014;
325/2016, CODHAB, 429.002.496/2015;
326/2016, BABILÔNIA MATERIAL DE CONSTRUÇÃO, 131.001.352/2010;
327/2016, CODHAB, 429.002.497/2015;
328/2016, CARLOCCI FEITOZA E SONIA MARIA, 142.000.457/2014;
329/2016, ENEGENHARIA CARVALHO E ACCIOLY, 131.000.088/2013;
330/2016, LUNER ENGENHARIA, 141.002.183/2016;
331/2016, MITRA ARQUIDIOCESANA DE BRASÍLIA, 136.000.099/2003;
332/2016, COMUSA-DF, 142.000.588/2011;
333/2016, ANTO N I O MARCELO IMOES RAMOS, 429.004.911/2015;
334/2016, ASSOSSIAÇÃO DOS EMPREGADOS DA CAESB, 390.000.304/2014;
335/2016, IPE- OMNI, 306.000.174/2006;
336/2016, SOLTEC, 141.002.931/2013;
337/2016, MICROCERVEJARIA FALCÃO, 429.000.012/2016;
338/2016, ALEONDES CAETANO BRITO, 132.000.295/2003;
339/2016, OSMAR CARDOSO PEREIRA, 142.000.684/2014;
340/2016, MIAMI EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS, 429.000.114/2014;
341/2016, ALEONDES CAETANO SOBRINHO, 132.000.295/2003;
342/2016, EDILSON DE JESUS FRAZÃO FURTADO - ME, 131.000.766/2014;
343/2016, AC COELHO CONTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO LTDA, 429.005.032/2015;
344/2016, MARCIA DE MELO LIMA, 136.000.585/1999;
345/2016, EDUARDO BATISTA - ME, 132.000.551/2016;
346/2016, IGREJA CRISTÃ MARANATA P. ESPIRITO SANTENSE, 300.000.338/2014;
347/2016, CASA CIVIL,141.000.518/2010;
348/2016, MAGDA ANDRADE DE OLIVEIRA, 132.000.801/2008;
349/2016, POLICIA CIVIL DO DF, 141.008.052/1979.
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  #1752  
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Olhando pela númeração, o JFE leia-se João Fortes Engenharia, que teve vários distratos no Empreendimento Atrium Corporate, somente hoje, dia 07.2016 teve seu projeto APROVADO é mole, detalhe o empreendimento fora lançado em 2010. E agora cachoeira, pois o projeto aprovado não condiz com o projeto lançado na época, com certeza mudou tudo.
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  #1753  
Old Posted Jan 27, 2017, 10:04 AM
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Aos poucos, “Vicente Pires II” se impõe

Foto: Hugo Barreto

Lotes são anunciados livremente pela internet. Investidores se fortalecem com apoio de políticos.


As ruas da Colônia Agrícola 26 de Setembro, em Taguatinga, e adjacências são pacatas, mas se multiplicaram em quase dez vezes nos últimos 20 anos. De um acampamento criado para abrigar cerca de 100 famílias sem-terra, em 1996, se transformou em uma “Vicente Pires II”, como é apelidada, com lotes parcelados irregularmente colocados à venda em sites de venda pela internet. Os valores variam entre R$ 40 mil e R$ 170 mil.

Conforme o Jornal de Brasília mostrou ontem, figuras influentes do cenário político do DF atuam, direta ou indiretamente, no local. O ex-deputado federal José Edmar, preso em 2003 sob suspeita de integrar uma quadrilha de grilagem, por exemplo, seria dono de chácara na região que foi vítima do parcelamento irregular. O nome do senador Hélio José, que nega ter qualquer propriedade ali, também foi ventilado por locais.

A reportagem voltou à 26 de Setembro e ouviu novos nomes da política local que estariam envolvidos na compra e revenda irregular de lotes na região. Entre eles, do ex-deputado distrital e agora conselheiro do Tribunal de Contas do DF Márcio Michel, conhecido pelo apelido de Dr. Michel. A parlamentar Telma Rufino (PROS) também foi apontada por moradores como dona indireta de um terreno.

“SE O GOVERNO TIRAR A GENTE DAQUI EU VOU ACHAR RUIM DEMAIS. TINHA QUE TIRAR É O POVO QUE ESTÁ LOTEANDO”, EUCLIDES BERNARDINO DA SILVA, PRODUTOR RURAL DA REGIÃO

Ela nega a informação e garante que a única propriedade em seu nome está em Arniqueiras. Já o conselheiro Márcio Michel não foi encontrado e a assessoria do TCDF não respondeu até o fechamento da reportagem.

Os prejudicados

A especulação imobiliária não traz risco apenas para o meio ambiente – a colônia foi considerada parte da Floresta Nacional (Flona) em 1999 e, portanto, se tornou área de interesse ambiental. Quem se mudou para a comunidade para cumprir o objetivo inicial do assentamento, plantar, também sofre. Em meio aos terrenos retalhados, poucas terras produtivas resistem.

O seu Euclides Bernardino da Silva, produtor rural de 60 anos, se sente sufocado em sua propriedade. A terra em que cultiva feijão, mandioca e quiabo, além de algumas hortaliças, é uma exceção na colônia agrícola Cana do Reino, em frente à 26 de Setembro. “Quando virar tudo casa aqui ao redor, o que eu vou fazer?”, reclama o idoso.

Ele e a esposa, Margarida Elias da Silva, também produtora rural, de 50 anos, dizem morar na chácara há décadas. Seriam cadastrados como agricultores pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e venderiam frutas e legumes no Ceasa e para vizinhos. “Se o governo tirar a gente daqui eu vou achar ruim demais. Tinha que tirar é o povo que está loteando”, critica. “Em cima estão loteando, embaixo estão loteando, do lado estão loteando. Fica difícil”.

Condomínios erguidos

O JBr. constatou o parcelamento de propriedades ao lado da chácara dos produtores Euclides e Margarida. Algumas ostentam pequenas plantações na entrada, mas a maioria abriga apenas barracos com caixas d’água. Diversos “condomínios” se formam. Terrenos cercados e com portões, indicando o endereço e até o nome do local, se proliferam pela área verde. Como consequência da ocupação, vários pontos se tornaram depósito irregular de lixo.

A Agefis fez operação em dezembro e informou ter desocupado quase 110 mil m² na colônia agrícola em 2016. Segundo a Terracap, as cerca de 100 famílias de meados dos anos 1990 se multiplicaram em mais de 10 mil habitantes na região, que tem 997 hectares. Pelo tamanho e complexidade administrativa, “Vicente Pires II” ainda será um problema para as próximas gestões.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...s-ii-se-impoe/
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  #1754  
Old Posted Jan 27, 2017, 10:18 AM
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Uai daqui a pouco literalmente Brasília encosta em Brazlândia... kkkk
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  #1755  
Old Posted Jan 31, 2017, 11:42 PM
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Adivinha aonde será esse bairro aqui...

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  #1756  
Old Posted Jan 31, 2017, 11:48 PM
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Olha eu estive vendo um video que somente disponivel no FACEBOOK, um concurso de vários escritórios de arquitetura do BRASIL e do Exterior... Olha, a região vai rivalizar tanto com o PLANO PILOTO quanto com ALPHAVILLE...

Fonte:https://www.facebook.com/0e1arquitet...4578145253057/
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  #1757  
Old Posted Feb 1, 2017, 12:02 AM
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A OFICINA



Fomos convidados para participar da 1ª Oficina de Concepção Arquitetônica, realizada pela Urbanizadora Paranoazinho. O objetivo era desenvolver propostas para o desenvolvimento urbano do bairro situado próximo a Brasília - cujo projeto urbanístico foi desenvolvido com consultoria do Gehl Architects - e testar ideias e os princípios urbanísticos estabelecidos.


Os parâmetros urbanísticos do bairro da Fazenda Paranoazinho/DF foram definidos almejando alcançar um bairro para pessoas, no qual a vida define o espaço e não o contrário. O Zoom acredita nessa forma de desenhar a cidade e em nossos projetos buscamos sempre ter como prioridade a escala humana. Em nosso ensaio propusemos espaços públicos, mix de usos, diversidade de fachadas, tipologias diversificadas, para um bairro vivo e dinâmico.












Fonte: http://www.zoom.arq.br/oficina-upsa
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  #1758  
Old Posted Feb 1, 2017, 12:03 AM
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A UPSA leia-se Fazenda Paranoazinho fez um concurso com vários escritórios de arquitetura e vai escolher um para ser o projeto vencedor para desenvolvimento do BAIRRO....
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  #1759  
Old Posted Feb 1, 2017, 12:16 AM
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Outro projeto para região da Tao Arquitetura











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  #1760  
Old Posted Feb 1, 2017, 12:30 AM
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