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  #2561  
Old Posted Nov 22, 2015, 9:26 PM
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Precisa comentar o que acontece na Casa dos Horrores...
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  #2562  
Old Posted Nov 24, 2015, 11:41 PM
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Nem irei falar que não avisei....

GDF não paga dívida e empresas se recusam a consertar tomógrafos na rede pública

Isso é só o começo. Vai começar se alastrar. Sanoli já falou que não vai renovar contrato com GDF.
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  #2563  
Old Posted Nov 24, 2015, 11:47 PM
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GDF não tem dinheiro nem para pinico mais....

Moradora do Park Way reclama de pousos e decolagens do helicóptero de Rollemberg
Fonte:http://www.metropoles.com/distrito-federal/politica-df/helicoptero
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  #2564  
Old Posted Nov 25, 2015, 9:56 AM
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Cartel de combustíveis no DF doou quase R$ 850 mil para campanhas políticas



Força do grupo fez com que proposta de instalação de postos em supermercados não passasse na Câmara Legislativa


Com doações sistemáticas a candidatos das mais variadas vertentes, o cartel dos combustíveis se tornou forte nos bastidores da política e conquistou o poder de impor seus interesses. Nas eleições passadas, as empresas acusadas de envolvimento no esquema doaram quase R$ 850 mil a dezenas de candidatos. Onze deputados distritais e seis federais receberam recursos desses postos de combustíveis. Os empresários do setor ainda doaram a quatro candidatos ao governo.

Uma das principais vitórias do grupo foi conseguir barrar, durante 11 anos, a aprovação de uma lei para liberar o funcionamento de postos de gasolina em supermercados, mesmo com pareceres favoráveis da Procuradoria-Geral da República e da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça. A proposta começou a ser debatida em 2003, depois que uma CPI da Câmara Legislativa apontou a existência de um cartel de postos de combustíveis no Distrito Federal. A Comissão Parlamentar de Inquérito terminou com 22 indiciados, entre eles, vários dos presos na operação de ontem.

Em 2004, quatro deputados apresentaram um projeto para autorizar o funcionamento de postos em estabelecimentos como supermercados. A atividade é liberada na maioria das grandes cidades do Brasil e o funcionamento dos postos ajuda a reduzir o preço médio no mercado. O projeto acabou arquivado. Na expectativa de autorização, algumas redes de supermercados chegaram a construir postos, mas tiveram que desistir.

Concorrência salutar

Em 2011, o deputado Chico Vigilante (PT) reapresentou a proposta, que foi aprovada em primeiro turno. Mas o então distrital Raad Massouh, posteriormente cassado pelos colegas, apresentou uma emenda alterando o projeto e assegurando o direito a abrir postos somente aos novos supermercados. No segundo turno, a proposição de Chico Vigilante acabou rejeitada.

Este ano, na primeira semana da nova legislatura, o petista reapresentou mais uma vez o projeto de lei. Ele não tem dúvida de que a rejeição à proposta foi articulada pelos empresários. “O cartel agiu aqui na Câmara, não há dúvidas. No primeiro turno, 23 deputados aprovaram o meu projeto. Na votação em segundo turno, boa parte desses parlamentares mudou de ideia. E o lobby desses empresários continua forte na Casa”, denuncia Chico Vigilante.

A proposição do petista permite postos de abastecimento em estacionamentos privados de supermercados e shoppings centers, desde que haja a realização de estudo de viabilidade técnica, além de relatórios de impacto ambiental e de vizinhança. Na justificativa, Chico lembra que não há restrições desse tipo em estados como Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Concorrência salutar

Ontem, durante a coletiva sobre a operação, o promotor Clayton Germano, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), disse que a concorrência seria benéfica ao mercado. “O Ministério Público, com o Cade, pretende novamente propor ao governador do DF que seja instituída uma lei para que os supermercados possam também participar desse comércio varejista. Isso é relevante para que, definitivamente, o DF possa gozar de uma situação em que haja plena competitividade do mercado de venda e distribuição de combustível”, justificou. “Chama a atenção uma medida tão salutar para o mercado, que é a concorrência com a instalação de postos nos supermercados, não ter passado aqui no DF, sendo que outras unidades da Federação permitem isso”, acrescenta Germano.

Em nota, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também mencionou a influência do cartel para barrar a legislação sobre postos em combustíveis. “Outro fator que contribuiu para o aprofundamento das investigações foi o papel desempenhado pelo Sindicombustíveis na disseminação de informações sobre reajustes de preços. De acordo com as investigações, o sindicato supostamente influencia conduta comercial uniforme entre os postos de combustíveis e cria dificuldades para o estabelecimento e funcionamento de postos em supermercados e outros locais com grande fluxo de consumidores”, afirmou o Cade.

Dinheiro nas eleições

CASCOL
Total doado: R$ 814.028,32

Deputados distritais

Agaciel Maia (PTC): R$ 15,7 mil
Bispo Renato Andrade (PR): R$ 6,3 mil
Celina Leão (PDT): R$ 90
Cristiano Araújo (PTB): R$ 38,1 mil
Raimundo Ribeiro (PSDB): R$ 6,3 mil
Ricardo Vale (PT): 7,8 mil
Robério Negreiros (PMDB): R$ 53,6 mil
Roosvelt Vilela (PSB): R$ 9,4 mil
Wasny de Roure (PT): R$ 14,1 mil
Welington Luiz (PMDB): R$ 18,9 mil

Candidatos ao governo

Agnelo Queiroz (PT): R$ 63,1 mil
Jofran Frejat (PR): R$ 66,3 mil
Pitiman (PSDB): R$ 480
Rodrigo Rollemberg (PSB): R$ 78,9 mil
Deputados federais
Alberto Fraga (DEM): R$ 16,5 mil
Izalci Lucas (PSDB): R$ 15,7 mil
Rogério Rosso (PSD): R$ 15,7 mil
Ronaldo Fonseca (Pros): R$ 18,99 mil
Rôney Nemer (PMDB): R$ 18,9 mil

AUTO SHOPPING
Total R$ 24.450,00

Deputados distritais

Júlio César Ribeiro (PRB): R$ 6 mil
Raimundo Ribeiro (PSDB): R$ 9,4 mil

AUTO POSTO JB
Total: R$ 9.450

Deputado federal

Augusto Carvalho (SD):
R$ 9,4 mil

Desconto com nota Legal

No mesmo dia em que foi deflagrada a operação contra o cartel dos combustíveis, a Câmara Legislativa aprovou projeto de lei que amplia o programa Nota Legal para abastecimento em postos de gasolina. O consumidor poderá cobrar a nota fiscal e o desconto de parte do imposto pago pelo abastecimento. O PL Nº 537/2015 foi votado em primeiro turno. “Esses gastos pesam na despesa familiar e os créditos representam uma vantagem para quem abastece”, explica o deputado Professor Israel (PV), autor da proposta.









http://www.correiobraziliense.com.br/app...uase-r-850-mil-para-campanhas-poli.shtml
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Last edited by MAMUTE; Nov 25, 2015 at 10:15 AM.
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  #2565  
Old Posted Nov 25, 2015, 9:57 AM
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Pronto! nesses candidatos ai Não voto Nunca Mais E espero que o "povo" faça o mesmo só assim vamos eliminando esse Corruptos...
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Last edited by MAMUTE; Nov 25, 2015 at 10:18 AM.
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  #2566  
Old Posted Nov 25, 2015, 3:02 PM
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Pronto! nesses candidatos ai Não voto Nunca Mais E espero que o "povo" faça o mesmo só assim vamos eliminando esse Corruptos...
E sobrou alguem pra votar?
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  #2567  
Old Posted Nov 26, 2015, 12:46 AM
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É aquele negócio, repararam que o cartel doou para todos os canditatos a governador..
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  #2568  
Old Posted Nov 26, 2015, 2:11 PM
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É aquele negócio, repararam que o cartel doou para todos os canditatos a governador..
O coitado do Pitiman recebeu míseros R$ 480.
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  #2569  
Old Posted Nov 26, 2015, 2:18 PM
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Na verdade foi 480 Mil, na matéria tá erado

Celina Leão 90 Mil

Se fosse só 480 nem coça no bolso
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  #2570  
Old Posted Nov 26, 2015, 2:19 PM
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E sobrou alguem pra votar?
O Toninho do PSol não recebeu essa verba suja ai
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  #2571  
Old Posted Nov 27, 2015, 11:19 PM
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Políticos do DF pediram dinheiro a postos que mantinham cartel, diz PF


Distrital, federal e senador ligaram para sócio da rede Cascol no mesmo dia Parlamentares dizem que conversas foram triviais; empresário foi preso.

Foto: Gabriel Luiz/G1

Portaria da Cascol, uma das distribuiboras de combustíveis alvo de operação da PF e do Ministério Público


Ligações telefônicas monitoradas pela Polícia Federal com autorização da Justiça mostram o contato de políticos com mandatos pelo Distrito Federal com empresários suspeitos de montar um cartel de combustíveis na capital e no Entorno. O suposto esquema envolvia donos de postos e de distribuidoras, que combinavam preços de álcool, diesel e gasolina, segundo a investigação.

As chamadas aparecem em uma representação da Polícia Federal enviada à Justiça e assinada pelo delegado João Thiago Oliveira Pinho. O documento aponta que Antônio Matias, sócio da rede Cascol, fez quatro ligações para políticos entre 15h02 e 18h36 do último dia 2 de outubro. Matias está em prisão temporária desde a última terça (26).

Em menos de quatro horas, o empresário conversou com o deputado distrital Raimundo Ribeiro (PSDB), o deputado federal Izalci (PSDB-DF), o senador Hélio José (PSD-DF) e um membro do PSDB (não identificado por nome). O conteúdo das conversas não é descrito no texto.

Em nota enviada ao G1, Raimundo Ribeiro diz ter entrado em contato com Matias para "sugerir que o mesmo ajudasse no processo eleitoral do conselho tutelar". Segundo o deputado, não houve pedido de dinheiro nem conversa sobre qualquer atividade ilícita.

Izalci afirma que um assessor foi ao escritório da Cascol naquele dia para comprar "tíquetes de abastecimento", mas o caixa da empresa já tinha sido fechado. A ligação foi feita para que Antônio Matias autorizasse a transação fora do horário comercial, segundo o deputado. Ele diz não ter conversado com Matias ou qualquer representante de postos "nos últimos meses".

O G1 entrou em contato com o gabinete do senador Hélio José, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. O parlamentar é o único político mencionado no documento que não pertence ao PSDB. A reportagem também aguarda retorno dos advogados de Antônio Matias.

'Imensos contatos políticos'

A representação não detalha o conteúdo das conversas com parlamentares, mas afirma que "a organização criminosa investigada possui imensos contatos políticos, os quais são prontamente usados em caso de necessidade".

O texto diz que as ligações foram feitas em um ano sem eleições e diz que "diversos políticos e partidos fizeram pedidos de dinheiro e de combustível a Antônio Matias, por exemplo, como comprovam ligações telefônicas monitoradas".

A influência no meio político seria uma das formas encontradas pelo cartel para evitar o avanço de investigações. Citada como "principal empresa do cartel da revenda", a rede Cascol vende mais de 32 milhões de litros de combustível por mês, faturando R$ 120 milhões durante o período, segundo a PF.

Na representação, o delegado pede a expedição de 24 mandados de condução coercitiva (em que a pessoa é obrigada a depor) e sete de prisão temporária. Na terça, a polícia cumpriu estes e outros 44 mandados de busca e apreensão no DF, no Entorno e no RJ.

A operação foi batizada "Dubai" em referência à cidade-estado do Golfo Pérsico que enriqueceu graças à exploração das reservas naturais de petróleo e gás. Os mandados envolvem também as empresas Shell e Ipiranga. Segundo o superintendente regional do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Eduardo Frade, o cartel elevava o preço dos combustíveis em até 20%.

Esquema

Por meio de escutas e interceptações de mensagens, os investigadores apontam que a estratégia do grupo era tornar o etanol economicamente inviável para o consumidor, mantendo o valor do combustível superior a 70% do preço da gasolina – mesmo durante o período de safra.

"Com isso, o cartel forçava os consumidores a adquirir apenas gasolina, o que facilitava o controle de preços e evitava a entrada de etanol a preços competitivos no mercado", disse a PF. "De forma simplificada, a cada vez que um consumidor enchia o tanque de 50 litros – já que cada litro da gasolina era sobretaxada em aproximadamente 20% – o prejuízo médio era de R$ 35."

De acordo com o delegado João Pinho, empresas donas de postos mantinham acordo com as distribuidoras, que "avisavam dos aumentos. Havia uma grande cumplicidade", afirmou. Juntas, BR Distribuidora, Ipiranga e Shell detêm 90% do mercado no DF. O delegado disse que o presidente do Sindicato dos Combustíveis do DF, José Carlos Ulhôa, exercia pressão para que os postos continuassem no esquema, por meio de chamadas telefônicas ou em grupos de WhatsApp.

A BR Distribuidora informou que presta "total colaboração com as autoridades nas diligências". "A empresa pauta sua atuação pelas melhores práticas comerciais, quaisquer irregularidades serão investigadas e os responsáveis, punidos", disse a empresa, em nota.

A Ipiranga disse que não teve acesso ao inquérito policial e que vai contribuir “com integridade e transparência, com as informações necessárias aos órgãos de controle”. “As medidas cabíveis serão avaliadas, assim que a empresa obtiver conhecimento do processo.”

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, confirmou que um dos funcionários foi conduzido à delegacia e liberado após depoimento. A empresa disse que "age sempre de acordo com a lei, prezando pela ética no relacionamento com todos os seus públicos" e informou colaborar com as investigações.













http://g1.globo.com/distrito-federal/not...-postos-que-mantinham-cartel-diz-pf.html
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  #2572  
Old Posted Nov 28, 2015, 9:16 AM
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Opa pegaram um do PSB, se abrir mais o buraco vai encontrar mais gente. Pior que a mídia também financiada pelo Cartel daqui a pouco irão falar que estão politizando a operação policial.
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  #2573  
Old Posted Dec 2, 2015, 10:13 AM
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Corte em salários do 1º escalão do GDF segue parado na Câmara


Proposta de redução de 20% foi anunciada pelo governador em setembro Deputado do PMDB pediu vista; 'Fiquei em dúvida sobre outros cargos', diz.

Foto: Tony Winston/Agência Brasília

O governador Rodrigo Rollemberg durante anúncio de redução no número de secretarias e de salários do primeiro escalão, em setembro


Anunciado pelo governo do Distrito Federal em setembro como forma de cortar despesas "na própria carne", o projeto que reduz salários de governador, vice, secretários e administradores regionais ainda não saiu do papel. O texto está há mais de dois meses em tramitação na Câmara Legislativa, sem previsão de ir a plenário.

Até a manhã desta terça-feira (1°), o texto ainda tramitava na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que avalia se o projeto tem algum vício ou inconstitucionalidade. Membro da comissão, o deputado Robério Negreiros (PMDB) pediu vistas (mais tempo para analisar) no último dia 10. Desde então, o texto parou de tramitar.

"Vou devolver amanhã [nesta terça]. Não podemos votar de maneira açodada, mas o tema é relevante e meritório. É que já houve uma redução de salário de 20% após as eleições passadas, por ordem do ex-governador, então fiquei em dúvida sobre a abrangência de outros cargos", diz Negreiros.

Em 2012, o decreto legislativo 1923/2012 fixou os salários de governadores, vices, secretários e administradores regionais. Desde então, não houve mudanças nos vencimentos, exceto pela proposta agora. O Siga Brasília , aplicativo e página com informações sobre o governo, informa que Rodrigo Rollemberg recebe R$ 23.449 mensais, o mesmo valor descrito no texto de 2012. Descontando o Imposto de Renda, o governador recebe líquido por mês R$ 18,8 mil.

"A vista que pedi não foi para adiar o projeto, mas para entendê-lo direito. Estive em alguns órgãos, e me questionaram como ficaria o salário. Você pega o SLU, por exemplo, a maioria é gente de fora. Daqui a pouco, a gente não consegue trazer especialistas em aterro, em outras coisas", afirma o peemedebista.


Na ponta do lápis

Hoje, o GDF gasta R$ 715.211,30 por mês com os salários do governador Rollemberg, do vice Renato Santana, dos 18 secretários e dos 24 administradores regionais. O valor leva em conta apenas o vencimento bruto, sem bônus, 13º salário, férias, benefícios e indenizações.

Com a aprovação da lei, o custo mensal cairia para R$ 572.169,04 – uma economia de R$ 143.042,26 a cada folha salarial. Se o corte fosse mantido por um ano, o GDF deixaria de gastar R$ 1.716.507,12 apenas com o primeiro escalão.

Na prática, a medida deve valer por um período bem menor. Se o texto não for votado nas próximas duas semanas, só volta à pauta da Câmara em fevereiro, após o recesso parlamentar. Como o GDF tem até maio para voltar aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a redução salarial poderia ser aplicada em, no máximo, três contracheques.

Foto: Reprodução

Decreto reduz salários do primeiro escalão do GDF enquanto limite da LRF for desrespeitado

Só primeiro escalão

O projeto de decreto legislativo 56/2015 define que os salários do primeiro escalão serão reduzidos em 20% sempre que o GDF estourar o limite máximo de gastos com folha de pagamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece esse teto em 49% da receita corrente líquida.

Com o texto, o salário bruto do governador passa de R$ 23.449,55 para R$ 18.759,64; o do vice-governador, de R$ 20.743,83 para R$ 16.595,06; o dos secretários, de R$ 18.038,12 para R$14.430,49, e o dos administradores regionais, de R$ 14.430,49 para R$ 11.544,39.

O decreto não cita outras categorias do funcionalismo público. O Palácio do Buriti afirma que não existem carreiras com salários vinculados ao do governador e, por isso, o decreto não tem efeito cascata.

Em setembro, o GDF ultrapassou o limite máximo da LRF e gastou 50,8% da receita corrente líquida com salários. Agora, o Buriti tem até maio para voltar ao limite da lei. Pelo menos um terço do "excesso de salários" tem que ser cortado até dezembro.

Caso contrário, o DF fica proibido de obter garantias, transferências voluntárias e operações de crédito – na prática, deixa de receber investimentos de fora. O secretário de Fazenda, Pedro Meneguetti, anunciou os números de setembro e disse que o governo corria risco de "entrar em colapso".

Sem prazo

O projeto é relatado na CCJ pela deputada Sandra Faraj (SD), que também preside o colegiado. Em resposta ao G1, ela afirmou que o relatório "há semanas", mas só pode pautar o tema quando acabar o pedido de vistas.

A reunião da CCJ prevista para esta terça foi cancelada, em razão do Dia do Evangélico comemorado na segunda (30). Até as 15h, o calendário disponível no site da Câmara não exibia nenhuma reunião marcada para o colegiado até o fim de 2016. Assim, não há prazo para a tramitação ser concluída.











http://g1.globo.com/distrito-federal/not...calao-do-gdf-segue-parado-na-camara.html
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  #2574  
Old Posted Dec 2, 2015, 10:14 AM
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Será que alguém acreditou que isso ia pra frente
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  #2575  
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Precisa comentar o que a Casa dos Horrores faz. Pior é gastar milhões com marketing falando que está economizando e ajudando na qualidade de vida dos brasilienses.
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  #2576  
Old Posted Dec 6, 2015, 11:51 AM
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Conselho Econômico considera que a crise do GDF já vem de vários governos

Para Rollemberg, o Conselho é formado com pessoas que são capazes de apontar caminhos que tragam solidez para o Distrito Federal, que permita oferecer ao DF serviços de qualidade e recuperar nossa capacidade de investimento

Foto: Igo Estrela/Obritonews

Governador Rodrigo Rollemberg durante reunião em Águas Claras


Depois de mais três horas, terminou sem nenhuma conclusão objetiva a primeira reunião do Conselho Econômico do governo do Distrito Federal realizada na manhã deste sábado (5), na Residência Oficial de Águas Claras.

Durante o encontro, o governador Rollemberg apresentou aos conselheiros um mapa da real situação encontrada por sua equipe quando assumiu o Executivo local, o que foi feito para que as dificuldades fossem superadas, qual a atual situação e qual o provável cenário para 2016, quando o governo terá que arcar com a promessa de pagar, em outubro de 2016, os reajustes dos servidores públicos, que por quase um mês fizeram greve, que deveriam ter começado a ser pago ainda em setembro deste ano.

Conselho

A dar detalhes sobre a reunião, o governador Rollemberg explicou o papel do Conselho. “Essa Comissão de Aconselhamento Econômico foi formada com pessoas que são capazes de apontar caminhos que tragam solidez para o Distrito Federal, que permita oferecer ao DF serviços de qualidade e recuperar nossa capacidade de investimento, que é o grande desafio para que o Estado possa investir nas comunidades que mais precisam”, declarou o governador Rollemberg sem apontar quais as primeiras sugestões dos aconselhamentos do recém-formado conselho.

Análise

Numa primeira avaliação, os conselheiros concordaram que a situação apresentada pelos membros do governo presentes à reunião e, como vem sendo divulgada exaustivamente nos meios de comunicação pelo próprio governador, é gravíssima.

Reconheceram, também, que esse estado de coisas é consequência de um aumento de gastos com pagamento de servidores e o aumento da máquina pública. Para os especialistas, a culpa da crise vivida atualmente pelo GDF não é responsabilidade apenas da gestão de Agnelo Queiroz (PT) mas, também, de outras gestões anteriores. Mas, preferiram não indicar quem foram elas.

O Conselho e formado por Leonardo Colombini, ex-secretário de Fazenda do GDF; Everardo Maciel, consultor Jurídico e ex-Secretário da Receita Federal; Raul Velloso, consultor econômico; Hélio Tollini, consultor orçamentário da Câmara dos Deputados; Marcos Mendes, economista e consultor legislativo do Senado Federal e Waldery Rodrigues, economista e consultor Legislativo do Senado Federal.

Também participaram os secretários de Fazenda, Pedro Meneguetti, Planejamento, Leany Lemos e o da Casa Civil, Sérgio Sampaio.

Conta Única

O governador Rodrigo Rollemberg também comentou o envio, para a Câmara Legislativa, do projeto que estende para 2016, o prazo da utilização de fundos específicos pela Conta Única do Tesouro do Distrito Federal. De acordo com o governador, os valores deverão ser usados com a mesma finalidade do início de 2015: o pagamento de servidores.

“No início do ano propusemos a possibilidade de utilização dos fundos na Conta Única do Tesouro, o que dá flexibilidade para o pagamento de pessoal e que só seriam usados para o pagamento daquelas atividades. Isso foi fundamental. Agora, é importante sua renovação para dar flexibilidade ao poder público”, explicou Rollemberg, que garantiu que os valores retirados dos fundos, como o da Cultura e até da Polícia Militar, serão repostos.

Segundo o secretário de Fazenda, Pedro Meneguetti, durante o ano de 2015 foram utilizados R$ 180 milhões para quitar salários. O mesmo valor deverá ser usado pelo governo, caso a Câmara Legislativa, que já apresentou opiniões contrárias a ampliação do prazo.







http://fatoonline.com.br/conteudo/13568/...e-varios-governos?or=he-bra&p=de&i=2&v=0
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  #2577  
Old Posted Dec 6, 2015, 8:49 PM
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Piada atrás de piada. E ainda dão crédito para EnrolaUmBeck.... A crise é de planejamento. Recebe bilhões de mesada do governo federal para obras de mobilidade mas não usam as verbas e termina perdendo as verbas por não usa-las no período acertado. Parece que nem precisa de dinheiro com essa mentalidade.
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  #2578  
Old Posted Dec 15, 2015, 11:40 AM
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Liliane Roriz recorre na Justiça, paga multa de R$ 10 mil e mantém mandato na CLDF

Ela tinha sido condenada por improbidade administrativa e poderia perder cargo político


Reprodução/TV Record


Liliane Roriz


O TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios) reduziu a pena da deputada distrital Liliane Roriz (PRTB/DF). Ela havia sido condenada por improbidade administrativa ao emitir notas fiscais falsas para alugueis de carros, em dois mil e doze.

Com a nova decisão, a deputada não será inserida na Lei da Ficha Limpa e pagou multa de cerca de R$ 10 mil e vai seguir com o mandato na CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal).

Antigo quadro

Anteriormente, o TJDFT definiu que o ato de improbidade administrativa, acarretaria na perda da função pública; suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos e proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos. Os réus também foram condenado ao ressarcimento do dano causado, no valor de R$ 5 mil.

O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) ajuizou uma ação civil para apuração de atos de improbidades relacionados à locação de veículos no ano de 2012, para uso do gabinete da deputada, sendo que o valor mensal dos contratos seria objeto de ressarcimento por verba indenizatória decorrente do exercício da atividade parlamentar. Alegou que o segundo réu, aproveitando-se da relação próxima que tinha com a suposta locatária, forjou o contrato de locação dos veículos, apropriando-se dos valores relativos ao falso ajuste, nos meses de janeiro e fevereiro de 2012.





http://noticias.r7.com/distrito-federal/...10-mil-e-mantem-mandato-na-cldf-14122015
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  #2579  
Old Posted Dec 15, 2015, 4:09 PM
Jota's Avatar
Jota Jota is offline
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Posts: 3,485
Que beleza, paga uma multinha que para um Roriz é troco e ta tudo limpo!
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  #2580  
Old Posted Dec 15, 2015, 4:21 PM
pesquisadorbrazil's Avatar
pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
LLAP
 
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Posts: 29,808
E depois reclamam dos políticos eleitos. A justiça é uma mãe para eles.
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