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  #2241  
Old Posted Apr 25, 2015, 7:23 PM
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Se bobiar até o Doyle está no meio.
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  #2242  
Old Posted Apr 28, 2015, 1:27 AM
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GDF só vai inaugurar obras já concluídas



Proposta é de autoria do deputado Rodrigo Delmasso


As obras públicas que não tiverem totalmente prontas ou que não estejam preparadas para o fim que se destinam não poderão ser inauguradas. Esse é o objetivo de um projeto de lei, em tramitação na Câmara Legislativa. A proposta impediria, por exemplo, a entrega de construções sem mobília, sem material de expediente e sem pessoal. Caso do recém entregue Centro Administrativo do Governo do DF.

O autor do projeto, o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN), explica que a medida vai moralizar a administração pública, em desfavor de agentes políticos que fazem uso de estratégias eleitoreiras que visam a tão somente promoção pessoal, sem preocupar-se com o real atendimento das inúmeras necessidades da população. “Infelizmente, é fato que há pessoas que realizam cerimônias festivas e solenidades para a inauguração de obras que não atendem as condições mínimas de serem inauguradas. Vamos acabar com isso”, diz.

Conforme o texto da proposta, a medida também vai evitar que prédios públicos sejam invadidos. “Uma obra abandonada, por não ter a estrutura necessária para seu funcionamento, está sujeita a isso. Com esse projeto também queremos dar mais segurança para o estado”, completa o deputado Rodrigo Delmasso.

O projeto traz a conceituação de obras públicas e também delimita o que pode ser considerada construção incompleta ou que não atenda às finalidades. As obras seriam todas as construções realizadas pelo poder público com o intuito de servir à população, tais como: escolas, hospitais, prédios de atendimento à população. Tais obras devem atender aos requisitos previstos no Código de Obras e Edificações e na Lei de Uso e Ocupação do Solo, além de estar em dia com a emissão de alvarás, autorizações e licenças. A inobservância dessas normas automaticamente classificaria a obra como incompleta.

As obras que não estejam em condições de atender ao fim para o qual foram planejadas seriam aquelas em que fossem constatados um dos seguintes itens: falta de número mínimo de profissionais, de matérias de uso ordinário e de equipamentos afins ou situações similares. Tais solenidades provocam expectativa das populações locais, configurando desrespeito e deslealdade das autoridades com a comunidade.










http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2015-04-27/politica/12190
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  #2243  
Old Posted Apr 28, 2015, 10:19 AM
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Durval indicou cargos para gestão de Rosso, diz colaborador do caso Pandora



Novo colaborador do Ministério Público Federal aponta que pessoas ligadas ao ex-secretário ganharam cargos na gestão de Rogério Rosso. Deputado federal diz que afirmações são mentirosas


Além de revelar a existência de vídeos inéditos de Durval Barbosa, o novo colaborador das investigações da Operação Caixa de Pandora, Luiz Paulo Costa Sampaio, denunciou a suposta ingerência do delator no governo, mesmo após a deflagração do escândalo. Em depoimento ao Ministério Público Federal, este mês, ele afirmou que Durval teria indicado dezenas de pessoas para cargos na gestão de Rogério Rosso à frente do Palácio do Buriti, em 2010. O atual deputado federal e líder do PSD na Câmara dos Deputados desmente as declarações de Luiz Paulo Costa Sampaio— que é alvo de oito processos criminais e de improbidade administrativa por conta de envolvimento na Pandora e busca escapar das condenações.

Sampaio procurou o Ministério Público Federal no mês passado para fazer revelações e pleitear uma delação premiada. A intenção era buscar benefícios, como a redução de pena e até um perdão judicial. A Justiça já recebeu duas ações de improbidade apresentadas pelo MP contra Sampaio. Mas o MPF só vai aceitar o pedido do engenheiro se ele confessar envolvimento em todos os crimes e trouxer informações comprovadas importantes para o caso.

No depoimento prestado ao procurador-regional da República Ronaldo Albo, o colaborador afirmou que pessoas ligadas a Durval Barbosa ganharam cargos no governo de Rosso. Ele citou casos como o de Emerson Ferreira Aguiar, nomeado como assessor da Secretaria de Governo em 28 de abril de 2010, 10 dias após a eleição indireta de Rosso. Mencionou ainda a nomeação de Anderson Alves Ribeiro para o mesmo cargo, na mesma data. O terceiro nome mencionado por Sampaio foi o de Francinei Arruda Bezerra, que ganhou um cargo na Agência de Tecnologia do Governo. Ele citou ainda os nomes André e Renato (sem falar em sobrenomes), que seriam parentes de Durval, nomeados em 2010 para o Executivo.












http://www.correiobraziliense.com.br/app...so-diz-colaborador-do-caso-pandora.shtml
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  #2244  
Old Posted Apr 28, 2015, 3:52 PM
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E agora EnrolaUmBeck, as coisas irão feder para teu lado também.
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  #2245  
Old Posted Apr 29, 2015, 4:27 PM
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Na política do Brasil, o importante não é 'ser', mas apenas 'aparecer'


No Distrito Federal, o governo petista de Cristovam Buarque foi considerado o pior durante muitos anos, até a chegada do outro petista Agnelo Queiroz ao Palácio Buriti. Na época de Cristovam, a justificativa era que o PSDB estava no poder e não colaborava. O então governador era ótimo nas teorias inaplicáveis; péssimo na prática.

Com Cristovam, o DF ficou “em ponto morto” por quatro anos, com a economia se movimentando apenas pelo impulso de governos anteriores. Vivia com aquela história que “é melhor construir escola do que construir cadeia”. Depois de quatro anos, não construiu nem escola, nem cadeia. Não sei por que os governos do PT têm tanta afinidade com bandidos e tanta ojeriza à segurança pública!

Depois do desgoverno dele, ficou fácil para a população sentir saudades do Joaquim Roriz, velha raposa, e colocá-lo no poder novamente.

Posteriormente, a população do DF, por falta absoluta de candidatos, quis dar uma nova chance ao PT de gerir alguma coisa. Na disputa final, entre Agnelo Queiroz e uma idosa que nunca tinha se candidatado a nada, o petista elegeu-se. Afinal, desta vez o governo do Distrito Federal era do mesmo partido que o governo federal, haveria facilidades. O governador teria que ser muito incompetente para fazer uma má administração. Não tinha como fracassar.

Mas não é que deu errado, e Agnelo Queiroz se tornou o pior governo da história do Distrito Federal? Foram mais quatro anos perdidos. Ficou a impressão que o PT é formado, totalmente, por pessoas fracassadas e que tiveram como única opção se tornar ativistas/sindicalistas e depois políticos, para conseguirem alguma coisa na vida.

Na política brasileira, o importante não é ser. O importante é apenas parecer. Existe um Brasil imaginário coexistindo ao lado do Brasil real. Dá a impressão que esse Brasil imaginário é governado por drogados, que se impõe ao Brasil real como se governassem e tivessem mais lucidez do que as pessoas sóbrias.

Por favor, digam o nome de algum país que multa quem joga ponta de cigarros no chão e que ofereça educação, saúde, segurança e transporte no nível do Brasil. Eu não conheço nenhum.

O Brasil que multa quem joga ponta de cigarro no chão é o mesmo que joga milhares de toneladas de esgoto, lixo e resíduos industriais nos rios – inclusive no Rio de Janeiro, onde não se sabe em que ponto começam as lagoas e finda o esgoto.

Outro exemplo: os moradores de Brasilia se gabam de serem os primeiros do Brasil a implantar a faixa de pedestres, apontando que são mais civilizados do que os moradores outros estados, que ainda não faziam uso desse artifício, etc. e tal.

Mas era só preocupação para os “intelectuais” do Plano Piloto, habitantes do Brasil imaginário, pois na maioria das cidades-satélites (Brasil real), onde também foram implantadas as faixas de pedestres, a preocupação das pessoas não era atravessar as ruas, mas chegar em casa vivo, uma vez que moram em um dos lugares mais perigosos do país.

Para os intelectuais de barriga cheia e apreciadores de uma picanha da chapa, isso não importava, nem importa. O que vale é ter a faixa, multar motoristas e dar provas de civilidade para a Europa, mesmo que as pessoas sejam assaltadas ou mortas após atravessá-la. As autoridades não falam que a quantidade de pessoas que são assassinadas na periferia é infinitamente maior do que as que morrem atropeladas. Mas como moram no Brasil imaginário, a faixa foi considerada mais prioritária do que pôr fim à mortandade.

A mesma coisa acontece com os radares móveis que abundam em Brasília: tecnologia do Século XXI, em meio a rodovias do Século XIX e buracos da Idade Média.

Fonte: http://evivaafarofa.blogspot.com.br/2015/04/na-politica-do-brasil-o-importante-nao.html
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  #2246  
Old Posted Apr 29, 2015, 4:32 PM
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Com certeza o cara tem toda razão, igual a falácia da Bolsa Esmola do Cristovam Buarque; Quem puder ler o livro. "As Cidades Que Deram Certo", nem preciso falar que o livro tem um dedo MEU... kkk

FIGUEIREDO, Rubens & LAMOUNIER, Bolívar, 1996
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  #2247  
Old Posted Apr 29, 2015, 7:02 PM
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Rollemberg vai empurrar dívidas de Agnelo para 2018



De acordo com o GDF, as despesas antigas somam cerca de R$ 1 bilhão e o restante são restos a pagar – despesas empenhadas no ano anterior, mas que não foram pagas dentro do exercício


O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) prepara para a próxima semana um decreto com o cronograma de pagamento de dívidas e restos a pagar deixados pelo petista Agnelo Queiroz.

O governo pode levar todo o mandato (até 2018) para quitar os débitos, conforme informações do GDF. De acordo com o GDF, as despesas antigas somam cerca de R$ 1 bilhão e o restante são restos a pagar – despesas empenhadas no ano anterior, mas que não foram pagas dentro do exercício. Segundo o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, a dívida herdada por Rollemberg é “muito alta” – cálculos do governo apontam que chega a R$ 1,5 bilhão.

“Não temos condições de pagar essa dívida de uma vez e nem este ano. O governo estuda a melhor maneira de pagar, dentro das possibilidades”, admitiu Doyle ao jornal Destak. Segundo Doyle, o GDF tem um rombo no orçamento de 2015 de R$ 3,1 bilhões, agravado pelos reajustes a servidores prometidos em 2014.

Segundo informações do Correio Braziliense, o anúncio do adiamento dos pagamentos não caiu bem entre as empresas fornecedoras de materiais e mão de obra do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo empresários do setor, o calendário de pagamentos, que pode se estender até o fim da atual gestão, deve inviabilizar a permanência de vários empreendimentos no mercado, especialmente os de pequeno e médio portes. O secretário-chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, disse que as possibilidades de pagamento e os critérios ainda são estudados.













http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/rollemberg-vai-empurrar-dividas-de-agnelo-para-2018/
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  #2248  
Old Posted Apr 29, 2015, 9:44 PM
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A partir do dia 1o a SANOLI não mais prestará serviços ao GDF e irá EXECUTAR a dívida do estado. E aí eu quero ver o EnrolaUmBeck falando besteiras.
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  #2249  
Old Posted May 5, 2015, 12:32 AM
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Governo do DF sofre seis derrotas na CLDF



Sem sintonia, deputados ameaçam ruptura com o Buriti





O governo do Distrito Federal sofreu seis derrotas no plenário da Câmara Legislativa desde o início do ano, mesmo contando com uma base aliada de até 20 parlamentares. Em todos os textos derrubados ou aprovados com grandes mudanças, o Buriti defendia o aumento da arrecadação pública ou o corte de gastos. Até o fim de abril, todos os projetos do Executivo que foram aprovados receberam texto substitutivo.

Na última terça-feira (28), os parlamentares não conseguiram acordo para aprovar um empréstimo de R$ 992 milhões com o BNDES ou de R$ 737 milhões com a Caixa Econômica Federal, que seriam usados para estender o metrô até a Asa Norte. O projeto voltou para a Comissão de Orçamento e Finanças, mas não entrou em votação por falta de quórum. A discussão ficou para esta semana. No mesmo dia, a Câmara aprovou a extensão de prazo para comerciantes da Asa Sul se adequarem à Lei dos Puxadinhos, mas rejeitou a cobrança antecipada do uso da área pública. As tentativas do Executivo de elevar a cobrança de IPTU, encerrar o IPVA zero de veículos no ano da compra, dívidas com fornecedores e reformular as administrações regionais também não passaram pela casa.

Responsável pela articulação com os distritais, o subsecretário de Relações Legislativas, Sérgio Nogueira, diz que a posição dos deputados em relação aos projetos faz parte do jogo político e não preocupa o governo. “Não são derrotas, são negociações, recuos estratégicos para não perder o principal de cada projeto. Diferente do governo passado, este não cooptou os distritais, que têm muito mais liberdade para questionar os textos. Esses revezes, se a gente for analisar, são mais políticos do que técnicos”, afirmou.

Falta diálogo – Membro da base aliada, o deputado Renato Andrade (PR) diz que falta articulação entre os dois poderes. “Parece-me que o governador acha que a Câmara está subordinada a ele, que vai votar tudo que ele quer e como ele quer. Enquanto não afinar dentro da Câmara, muita coisa não vai fluir. A Câmara não será um puxadinho do Buriti, de forma alguma”.]















http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2015-05-04/politica/146071
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  #2250  
Old Posted May 7, 2015, 12:25 PM
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Câmara e MPDFT vão tentar reduzir leis inconstitucionais

Foto Carlos Gandra

Procurador-geral (à direita) relatou queda no número de leis inconstitucionais


O procurador geral do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Leonardo Bessa, reuniu-se na tarde desta quarta-feira (6) com vários deputados distritais, na sede do Legislativo local. Os dois órgãos pretendem estreitar o relacionamento para reduzir o número de leis inconstitucionais e para discutir soluções para alguns problemas históricos da cidade. Bessa disse que a realidade já melhorou muito, em comparação com anos anteriores, e destacou a qualidade das leis aprovadas.

Durante o encontro, que contou com a presença de 18 distritais, o MPDFT apresentou um relatório com o resultado das ações da Assessoria Cível e de Controle de Constitucionalidade, no período de agosto de 2010 a maio de 2015. Segundo o relatório, que engloba projetos de autoria de deputados e do Executivo, neste período foram ajuizadas 142 Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs). De 120 ações já julgadas, 91 tiveram decisão favorável.

Os principais vícios apontados nas ações são afronta aos princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da razoabilidade, da motivação e do interesse público (37,3%); vício de iniciativa de leis que tratam da desafetação de áreas públicas ou da alteração de destinação de lotes (23,2%), e vício de iniciativa de leis que criam atribuições para órgãos públicos (13,3%).

A presidente da Câmara, deputada Celina Leão (PDT), assinalou que a visita do procurador geral do MPDFT mostra uma evolução no relacionamento entre os órgãos, acrescentando que a conversa desta quarta-feira já renderá frutos imediatos, como a realização de um seminário e a criação de um grupo de trabalho para discutir a constitucionalidade dos projetos de lei em tramitação na Casa.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputada Sandra Faraj (SD), por exemplo, considerou a aproximação com o MP positiva e destacou que neste ano 29% das proposições analisadas pela Comissão foram rejeitadas por serem inconstitucionais.

O deputado Chico Leite (PT) elogiou a criação de uma assessoria parlamentar no MPDFT e sugeriu que a Câmara estabeleça enunciados claros de matérias que já são sabidamente consideradas inconstitucionais, o que, segundo ele, representa 30% dos projetos apresentados. As propostas enquadradas nesta situação seriam arquivadas automaticamente pela Mesa Diretora da Casa.

O deputado Chico Vigilante (PT) sugeriu um debate sobre o papel dos legislativos estaduais, “que hoje tem competências muito limitadas”. Já o deputado Raimundo Ribeiro (PSDB) ressaltou que a parceria com o MP é importante para a discussão de vários problemas da cidade.

O deputado Rodrigo Delmasso (PTN) sugeriu a união da Câmara, do MPDFT e do Executivo para a montagem de uma plataforma com a consolidação de todas as normas e leis do DF, de acesso fácil para os cidadãos.

Os deputados Wasny de Roure (PT) e Lira (PHS) pediram mais atenção do MP com a invasão de áreas públicas. Wasny pediu a intensificação de ações dos promotores junto aos órgãos de fiscalização para inibir a ação dos chamados “grileiros”. Informações da CLDF.








http://www.estacaodanoticia.com/main/201...o-tentar-reduzir-leis-inconstitucionais/
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  #2251  
Old Posted May 7, 2015, 3:04 PM
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Governo do DF sofre seis derrotas na CLDF



Sem sintonia, deputados ameaçam ruptura com o Buriti





O governo do Distrito Federal sofreu seis derrotas no plenário da Câmara Legislativa desde o início do ano, mesmo contando com uma base aliada de até 20 parlamentares. Em todos os textos derrubados ou aprovados com grandes mudanças, o Buriti defendia o aumento da arrecadação pública ou o corte de gastos. Até o fim de abril, todos os projetos do Executivo que foram aprovados receberam texto substitutivo.

Na última terça-feira (28), os parlamentares não conseguiram acordo para aprovar um empréstimo de R$ 992 milhões com o BNDES ou de R$ 737 milhões com a Caixa Econômica Federal, que seriam usados para estender o metrô até a Asa Norte. O projeto voltou para a Comissão de Orçamento e Finanças, mas não entrou em votação por falta de quórum. A discussão ficou para esta semana. No mesmo dia, a Câmara aprovou a extensão de prazo para comerciantes da Asa Sul se adequarem à Lei dos Puxadinhos, mas rejeitou a cobrança antecipada do uso da área pública. As tentativas do Executivo de elevar a cobrança de IPTU, encerrar o IPVA zero de veículos no ano da compra, dívidas com fornecedores e reformular as administrações regionais também não passaram pela casa.

Responsável pela articulação com os distritais, o subsecretário de Relações Legislativas, Sérgio Nogueira, diz que a posição dos deputados em relação aos projetos faz parte do jogo político e não preocupa o governo. “Não são derrotas, são negociações, recuos estratégicos para não perder o principal de cada projeto. Diferente do governo passado, este não cooptou os distritais, que têm muito mais liberdade para questionar os textos. Esses revezes, se a gente for analisar, são mais políticos do que técnicos”, afirmou.

Falta diálogo – Membro da base aliada, o deputado Renato Andrade (PR) diz que falta articulação entre os dois poderes. “Parece-me que o governador acha que a Câmara está subordinada a ele, que vai votar tudo que ele quer e como ele quer. Enquanto não afinar dentro da Câmara, muita coisa não vai fluir. A Câmara não será um puxadinho do Buriti, de forma alguma”.]















http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2015-05-04/politica/146071
Irão tentar? Não existe tentar, ou não fazem leis inconstitucionais ou fazem.
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  #2252  
Old Posted May 10, 2015, 11:10 AM
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Investigação aponta relação entre fraudadores e políticos do DF



O andamento das investigações sobre a megaoperação de lavagem de dinheiro para financiamento de campanhas eleitorais do Distrito Federal reforça a linha de trabalho da polícia sobre a existência de uma teia de troca de favores bem definida. Edigard Eneas da Silva, por exemplo, um dos chefes do esquema fraudulento, mencionava ser amigo da deputada distrital Telma Rufino (PPL). Ele ostentava que, caso a então candidata ganhasse a eleição, seria recompensado com um cargo público no Executivo local. Edigard também dizia financiar a campanha eleitoral da parlamentar e do ex-diretor-geral do Transporte Urbano do DF (DFTrans) e presidente regional do Partido da Pátria Livre (PPL), Marco Antônio Campanella.

Edigard é um dos principais mentores da fraude que chegou a alcançar R$ 100 milhões. Ele mantinha reuniões com gerentes de bancos para negociar empréstimos ilegais e criar empresas fantasmas em nomes de laranjas. O grupo era chefiado por Edigard — que ocupou cargos no Executivo local —, o primo dele Sérgio Eneas Silva e o empresário Rogério Gomes Amador. Sérgio era gerente de uma agência do Banco do Brasil em Taguatinga e, de acordo com a investigação, é suspeito de facilitar os empréstimos (leia Entenda o caso).

A última ocupação de Edigard no GDF foi como subsecretário de Qualificação e Capacitação Profissional da Secretaria de Trabalho. A nomeação dele ocorreu em 11 de abril do ano passado. Nas redes sociais, ele tem fotos ao lado do ex-governador Agnelo Queiroz (PT), da presidente Dilma Rousseff e da própria Rufino. O histórico do servidor de carreira também demonstra um passado que envolve passagens policiais. Ele foi preso, preventivamente, acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa e grilagem, em agosto de 2012.












http://www.correiobraziliense.com.br/app...ntre-fraudadores-e-politicos-do-df.shtml
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  #2253  
Old Posted May 12, 2015, 11:44 AM
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Câmara Legislativa lança Frente Parlamentar da Região Norte


O lançamento acontece durante audiência pública





A Região Norte do Distrito Federal, formada pelas cidades de Sobradinho, Fercal Sobradinho II, Planaltina, Paranoá e Itapoã, ganha a Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Região Norte.

O lançamento acontece durante audiência pública, de autoria da presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT), nessa terça-feira (12), às 19h, no Teatro de Sobradinho. O primeiro debate, promovido pela Frente, tem como tema o Transporte Público.

“Vamos discutir com os moradores da Região Norte para levantar quais são os principais problemas enfrentados por eles, para então buscarmos alternativas que visem desenvolver a região e que possam dar mais qualidade de vida àquela comunidade”, considera a deputada.












http://www.edsonsombra.com.br/post/no-df...ente-parlamentar-da-regiao-norte20150511
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  #2254  
Old Posted May 12, 2015, 11:46 AM
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São todos safados!!! vendo que o Expresso DF Eixo norte será feito, os anjinhos (Distritais) já estão de olho no Povão desinformado porem Agradecido
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  #2255  
Old Posted May 12, 2015, 5:41 PM
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Piada, tem que ter uma frente parlamentar pelo povo brasiliense e não para um grupo especifico..
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  #2256  
Old Posted May 14, 2015, 6:40 PM
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Projetos apresentados por deputados ferem autonomia das escolas do DF

Iniciativas contrariam a Lei de Diretrizes e Bases e são fortemente reprovados por especialistas

Se os deputados distritais fossem os responsáveis pela definição do currículo das escolas de Brasília, os alunos teriam que passar pelo menos 20 horas diárias na escola. Desde a criação da Câmara Legislativa, os parlamentares apresentaram 102 projetos de lei que propõem a inclusão de matérias na grade escolar. Em adição aos conteúdos indispensáveis, os distritais querem criar disciplinas ou incluir temas obrigatórios, como educação patrimonial, direito constitucional, saúde bucal, geriatria, relações humanas, xadrez, introdução ao sexo seguro, estudos sobre a raça negra, moral e civismo, literatura brasiliense, hotelaria e turismo e direito do consumidor. Não há consenso sobre o andamento desse tipo de proposição: muitos projetos foram julgados inconstitucionais, mas pelo menos 15 viraram leis.

Nos últimos 10 anos, os distritais apresentaram 32 projetos de lei com a intenção de criar conteúdos obrigatórios. Nesta legislatura, já foram quatro proposições. Uma delas inclui o combate à pedofilia como matéria opcional da grade curricular. Outro dispõe sobre a inclusão do ensino da música. O terceiro obriga a adoção de saúde bucal como pauta indispensável das escolas. E o último fala sobre a inclusão do tema valores familiares.

Pedagogia
O especialista em educação Célio da Cunha, da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), acredita que a inclusão de novas disciplinas é constitucional, mas é contra parlamentares legislarem sobre o cronograma escolar. “O currículo brasileiro já tem um número excessivo de disciplinas, que pedagogicamente não se sustentam mais. Não há necessidade de criação de disciplinas: temas relevantes para a formação dos estudantes podem ser contemplados nos eixos transdisciplinares, definidos em cada escola, de acordo com a realidade”, justifica o especialista.

Afonso Celso Danus Galvão, professor do programa de doutorado em educação da Universidade Católica, também é crítico da iniciativa dos deputados. “A maioria é ignorante sobre o assunto, mas inventa projetos ilegais para tentar mostrar serviço. Eles não têm conhecimento, qualificação e formação necessários, mas se intrometem na educação, que já é caótica”, comenta o especialista. “Essa divisão dos conteúdos em disciplinas é superada. E se todos os projetos sobre o tema fossem aprovados, os alunos teriam que passar pelo menos 20 horas em sala de aula.”


http://www.correiobraziliense.com.br/app...-ferem-autonomia-das-escolas-do-df.shtml




Pergunto, existe órgão mais inútil e dispendioso que esta CLDF??

Resumiu bem o professor "A maioria é ignorante sobre o assunto, mas inventa projetos ilegais para tentar mostrar serviço. Eles não têm conhecimento, qualificação e formação necessários, mas se intrometem na educação, que já é caótica”
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  #2257  
Old Posted May 21, 2015, 11:29 AM
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Sessões sem quórum no DF tem até 23 deputados em lista de presença


Pelo menos quatro sessões foram encerradas por falta de parlamentares Deputados ganham R$ 840 por sessão; Câmara realiza três por semana.

Foto: Mateus Rodrigues/G1

Mesa diretora da Câmara Legslativa durante sessão


Pelo menos quatro sessões da Câmara Legislativa do Distrito Federal encerradas por falta de quórum neste ano tiveram a lista de presença assinada por até 23 dos 24 deputados da Casa. As sessões acabaram em menos de 20 minutos e se resumiram à leitura do expediente, rito necessário para que os projetos de lei comecem a tramitar.

As sessões encerradas por falta de quórum ocorreram nos dias 12 de fevereiro, 19 de março, 1º e 16 de abril. As sessões duraram, respectivamente, 17, 7, 4 e 5 minutos (ouça áudios abaixo). Nesses dias, no máximo 5 dos 24 deputados distritais acompanhavam o rito em plenário e, por isso, nem os debates e pronunciamentos foram abertos. O quórum mínimo para abertura de debates é de seis deputados.

Segundo o regimento da Casa, as sessões ordinárias acontecem sempre às terças, quartas e quintas-feiras, a partir das 15h. A presença é obrigatória, e a ausência não justificada resulta no corte de ponto dos distritais.

Com o salário de R$ 25,2 mil em vigor desde janeiro, cada falta implica em um desconto de R$ 840 no vencimento. Com a assinatura na lista, a presença é considerada válida mesmo que o parlamentar não permaneça em plenário para a sessão.

O G1 ouviu 22 dos 24 deputados sobre o assunto. Os parlamentares faltosos apresentaram explicações diferentes, mas foram unânimes ao afirmar que a atividade legislativa "não se resume ao plenário" e que "a agenda de um deputado prevê uma série de outros compromissos". Dizem, também, que o Regimento Interno da Câmara permite que a manobra aconteça. A reportagem não conseguiu posicionamento dos deputados Dr. Michel (PP) e Raimundo Ribeiro (PSDB).

"O deputado não é obrigado a estar, pode assinar e sair. O quórum se dá com a presença física, não com a assinatura. Eu não concordo, mas é o que está no regimento", diz Reginaldo Veras (PDT). Rafael Prudente (PMDB) afirma que a participação em plenário depende do "bom senso" de cada deputado. "Como o regimento permite, pode ser que o deputado chegue e a sessão ordinária já tenha acabado", diz.

Para Rodrigo Delmasso (PTN), o fechamento quase instantâneo das sessões impede que alguns parlamentares voltem do cafezinho ou de pequenos atendimentos. "Já aconteceu de eu sair, passar cinco minutos fora atendendo um telefone, e a sessão ter terminado na volta. Já aconteceu de eu chegar uns minutos atrasado e a sessão ter terminado."

Congresso

No Congresso Nacional, deputados e senadores têm a presença contabilizada por uma espécie de "ponto eletrônico". Segundo a consultora legislativa da Câmara Federal Luciana Botelho, basta que o parlamentar esteja na Casa, em qualquer lugar do prédio principal ou dos anexos, para que seja considerado presente. "A presença para abrir a sessão é verificada no sistema eletrônico de entrada e saída", diz.

O quórum em plenário só é verificado se houver votação prevista para aquela sessão. Daí, é preciso que a maioria dos parlamentares (257 dos 512 deputados, no caso da Câmara) passem pelo plenário e registrem presença. No momento da votação, esse número é conferido novamente, de acordo com o Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

A presidente da Câmara Legislativa do DF, deputada Celina Leão (PDT), afirma que o sistema informatizado já foi encomendado e deve ser instalado até o fim do ano. Com isso, o distrital estará "presente" assim que entrar na garagem, mesmo que não visite o plenário. O quórum só será medido para abrir os pronunciamentos e, se houver acordo, na abertura das votações.

"Isso já aconteceria aqui, mas a Casa não se muniu de tecnologia. A gente já solicitou, é um processo licitatório. Se a Casa não conseguir fazer, vamos ter que contratar", declara.

Para Celina, a automatização do registro de presença não deve ter impacto negativo nas sessões. "A produtividade não pode ser medida em quatro sessões, mas no contexto global das atividades. Foi a primeira vez, por exemplo, que a Câmara fez uma sessão na sexta-feira. Estamos aproveitando as quintas-feiras, em que o quórum é menor, para fazer comissões gerais", diz.

No quarto mandato consecutivo como distrital, Chico Leite (PT) diz que a assinatura de chamada virou formalidade e não serve mais para medir a participação dos deputados. "Embora não seja o único trabalho do parlamentar, é preciso que ele esteja em plenário às terças, quartas e quintas. Propus esse debate há alguns anos e não tive êxito".

Manobra

Parlamentares ouvidos pelo G1 afirmam que a ocorrência de “sessões-relâmpagos” encerradas por falta de quórum está ligada ao rito diário de abertura e fechamento dos trabalhos. O funcionamento da sessão ordinária está previsto no artigo 109 do Regimento Interno, e também é baseado nas leis internas da Câmara Federal.

Segundo o regimento, a abertura da sessão é prerrogativa do presidente da Casa. Se ele não estiver em plenário, é substituído em ordem "pelo vice-presidente, secretários e suplentes ou, finalmente, pelo deputado mais idoso, entre os de maior número de legislaturas". Das quatro sessões-relâmpagos, apenas uma foi comandada pela presidente Celina Leão.

Foto: Ricardo Moreira/G1

Sede da Câmara Legislativa do DF, localizada na Praça Municipal


"Sempre chego às 15h ou um pouco antes e não tem ninguém. Aí a gente sobe no gabinete, atende alguém e quando está lá em cima, ele [quem comanda o plenário] abre [a sessão]. Abre, não suspende e já encerra, sem avisar ninguém", diz Joe Valle (PDT).

Estreante na Câmara, o deputado Lira (PHS) diz não entender a abertura das sessões sem o quórum regimental. "Sempre fiquei até o final, só me retiro quando é definida a falta de quórum. Na única vez em que saí pra resolver uma emergência, por 15 minutos, na volta já tinha encerrado. Eu não sei o que se passa na cabeça de quem tá presidindo, não sei as razões. Estando no prédio, eu geralmente desço para votar", afirma.

Responsável por presidir duas das quatro sessões, o líder da oposição Chico Vigilante (PT) nega que haja manipulação de quórum e diz que falta compromisso por parte dos colegas. "Quando todo mundo disputou a eleição, sabia que as sessões deliberativas são terça, quarta e quinta. Eu não marco nada no horário da sessão, a não ser quando peço audiência a um ministro, por exemplo. Mesmo assim, venho aqui e digo que estou saindo."

Presidente da Câmara entre 2013 e 2014, o distrital de quinto mandato Wasny de Roure (PT) diz que as ausências causam prejuízo à atividade parlamentar e se tornaram sistemáticas ao longo dos anos. "Eu, como presidente, teimei muito para fazer funcionar. Até no colégio de líderes as ausências eram sistemáticas. Sei que os deputados têm muita agenda, mas não pode comprometer o debate, é desonesto."

Correligionário de Vigilante, Wasny defende que o presidente da Casa tenha prioridade no comando das sessões. "Às vezes, o deputado está apreensivo, quer chegar logo e sair logo. Continuo achando que cometemos um grande erro ao não participar das sessões. É preciso ter paciência com o tempo", afirma, em referência à tolerância de 30 minutos prevista no regimento para o início da sessão ordinária (entre 15h e 15h30).

Vice-presidente da Câmara, a deputada reeleita Liliane Roriz (PRTB) diz não acreditar em "sabotagem". "Eu não participo do colégio de líderes, e depende muito da condição deles. O acionamento dos deputados foge do meu controle. Os parlamentares ficam à disposição do governo para debater. Cada um tem a sua base eleitoral, o seu segmento", diz.

Outras tarefas

Distritais que assinaram a chamada e não aparecem nas atas taquigráficas afirmaram à reportagem que não veem contradição nos dados. O distrital Wellington Luiz (PMDB) vai além, e diz defender a ausência quando não há acordo para votação.

Foto: Mateus Rodrigues/G1

Morador discursa em sessão parlamentar na Rodoviária do Plano

"Quando existe uma sessão ordinária sem nada pra acrescentar, em que os deputados só vão discursar, não compensa. Eu chego lá, assino e pergunto: 'Qual é o debate hoje?'. Se não for nada da minha área, vou para o gabinete atender. O deputado tem que sujar o sapato, não adianta ficar em plenário", afirma.

Luiz diz ter sido criticado no mandato anterior por faltar a muitas sessões. "Se você não assina, apanha da imprensa porque é faltoso. Se assina e vai para o gabinete, você apanha. Não vejo como imoral. Os debates duram três, quatro horas, imagina quantas comunidades você poderia visitar nesse tempo?"

Telma Rufino (PPL) também credita as sessões-relâmpagos aos atendimentos em gabinete. "Pra você ter uma ideia, por mais que eu marque para receber a comunidade pela manhã, as pessoas chegam ao gabinete no meio da tarde e subo para atender enquanto entramos na pauta do dia. As pessoas têm pressa, muitas vezes estão faltando ao trabalho e a compromissos importantes. Não dá para deixar esperando."

Para Agaciel Maia (PTC), as sessões sem quórum não atrapalham o ritmo da Câmara. "A parte que é mais importante é o problema da eficácia. Temos alguma matéria importante para a população que a Câmara não está votando por falta de quórum? O resultado de votação da Câmara é satisfatório? O parlamentar pode enganar a ele mesmo, mas a população ele nunca consegue enganar", diz.

Ricardo Vale (PT) diz que a prática não é recorrente. "Vez ou outra pode acontecer, mas acho que só presenciei essa situação uma ou duas vezes desde que assumi o mandato", afirma. Sandra Faraj (SD) adota o mesmo discurso: "Na verdade, essa legislatura tem sido muito produtiva. A gente não pode achar que o trabalho do parlamentar se limita dentro do plenário. Muitas vezes a gente está em uma comissão, uma reunião de liderança".

Outros deputados ouvidos pelo G1 evitam analisar o cenário coletivo. "Não sei te dar nenhuma explicação [sobre a lista de presença]. Eu sei que eu estava na Casa e pronta para o quórum", diz Luzia de Paula (PEN), sobre uma das sessões encerradas por falta de quórum que tinha o nome dela entre os presentes.

"Faço minha parte, vou lá no plenário. Eu tenho que estar na Câmara no meu horário de trabalho", afirma Juarezão (PRTB). Líder do governo na Câmara, Julio Cesar (PRB) diz acreditar na honestidade dos colegas que assinam a lista. "Estou em todas as sessões, a não ser que esteja licenciado. A maioria fica nos seus gabinetes, desce para poder dialogar quando é chamado".

Conjuntura

Para alguns deputados, o problema pode estar no "esvaziamento" da pauta de votações, ocasionado por problemas na articulação política e pela falta de acordo entre os líderes partidários.

"Me preocupa o fato de que alguns somente assinem, e o que vale é a assinatura. Mas não podemos ser injustos. Pode ser que a sessão não tenha acontecido porque não havia nada deliberado pelo colégio de líderes", diz Israel Batista, líder pelo PV.
O distrital Robério Negreiros (PMDB) reforça a importância dos acordos de votação. "O plenário da Câmara Legislativa não tem chamada como a de um colégio, o trabalho parlamentar é amplo. Senão, a gente nem precisava ter gabinete. Temos três dias de plenário, terça, quarta e quinta. Eu mesmo, hoje (quarta, 20), assinei e fiz atendimentos como estou fazendo até agora, oito da noite", afirma.

Cristiano Araújo (PTB) diz que os distritais preferem atender as bases eleitorais e, por isso, se recusam a participar de "rodadas de debate" em plenário. "Se você não tem agenda no Legislativo e no Executivo, e os projetos de deputados estão presos nas comissões, cada um vai cuidar de suas bases. Acho difícil que qualquer um desses 24 deputados esteja à toa", diz.

Renato Andrade (PR) credita as ausências ao que chama de "insatisfação generalizada" entre os distritais. "De um lado, insatisfeitos com a própria Câmara, que não pauta os projetos dos deputados, só os do Executivo. De outro, insatisfeitos com o Buriti, que manda tudo com urgência e passa na frente. É uma obstrução à forma de tratamento que o governo quer impor à Câmara", diz.





http://g1.globo.com/distrito-federal/not...e-23-deputados-em-lista-de-presenca.html
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  #2258  
Old Posted May 21, 2015, 4:09 PM
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LLAP
 
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Estar na Câmara é uma coisa, agora estar no plenário é outra completamente diferente.
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  #2259  
Old Posted May 22, 2015, 7:42 PM
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JUIZ PROÍBE DF DE LIBERAR NOVOS PROJETOS E LICENCIAMENTOS IMOBILIÁRIOS EM ÁGUAS CLARAS
por AF — publicado em 22/05/2015 16:05
O juiz da Vara do Meio Ambiente do DF deferiu liminar proibindo que o Distrito Federal e a Terracap promovam, alienem, aprovem, parcelem, desmembrem ou pratiquem qualquer ato concernente a permitir qualquer novo empreendimento imobiliário na região de Águas Claras. Na mesma decisão, o magistrado determinou que o IBRAM proceda as ações necessárias para o licenciamento ambiental corretivo da região, bem como se abstenha de conceder novas licenças ambientais até a conclusão da correção determinada.

A medida liminar foi concedida na ação de autoria do MPDFT, na qual várias irregularidades foram apontadas pelo órgão ministerial em relação à instalação e à criação daquela cidade. De acordo como o autor, há fundada suspeita de inadequação do licenciamento ambiental original que permitiu o crescimento desordenado e o caos urbano na região.

Ao analisar a questão, o magistrado concordou com a urgência da situação apontada nos autos: “A região de Águas Claras é evidente símbolo da prevalência dos interesses econômicos, relativos à especulação imobiliária, sobre os interesses sociais voltados à construção de uma cidade racionalmente organizada e sadia. Verdadeira aberração no cenário de todo o Distrito Federal, tornou-se um paliteiro de espigões entremeados por uma fina e evidentemente insuficiente malha viária, causando um notável adensamento populacional e de tráfego no local, com base em parâmetros que, se não podem ser considerados ultrapassados, conforme afirma o autor, são no mínimo questionáveis”, afirmou.

Ainda segundo o juiz, a Constituição Federal é clara ao dispor em seu art. 225 que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações". Portanto, “incumbe ao poder público, dentre outras medidas, exigir, na forma da lei, estudo prévio de impacto ambiental, ao qual se dará publicidade, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente”. E esclareceu, “por meio ambiente entende-se também o ambiente urbano, o qual deve desenvolver-se de modo sustentável, tendo em vista a necessidade de garantir-se a qualidade de vida e um ambiente sadio e de bem-estar para a população, conforme diretriz traçada também no art. 182 da Carta Magna”.

Por entender estarem presentes os pressupostos legais para a concessão da liminar pleiteada, o juiz determinou a proibição de qualquer ato que permita a construção de novos empreendimentos na região, até que as questões de mérito quanto à irregularidade ou superação do licenciamento ambiental originário e seu desvirtuamento ao longo desses doze anos da implantação de Águas Claras sejam analisadas e julgadas.

Processo: 2015.01.1.015355-3
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  #2260  
Old Posted May 22, 2015, 7:49 PM
ccv ccv is offline
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Posts: 251
foi mal!!!! postei no thread errado
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