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  #3561  
Old Posted Jun 24, 2016, 3:39 AM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Será que a ponte saí do lago norte, pois em 2015 tocaram no assunto dela.
Sair de lá vai ser difícil. Uma ponte é bem pesada.
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  #3562  
Old Posted Jun 24, 2016, 10:30 AM
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Igual aquela piada do caipira.
Um homem estava viajando, então avistou um caipira sentado na beira da estrada. Como ele estava meio perdido, resolveu pedir ajuda ao caipira:
- Você sabe se essa estrada vai para a capital?
Então o caipira respondeu:
-Não sei doutor, mais se for vai faze uma farta aqui
!

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  #3563  
Old Posted Jun 24, 2016, 3:07 PM
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  #3564  
Old Posted Jun 25, 2016, 10:44 AM
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Pelo visto a duplicação da DF 463 Que liga São Sebastião à DF 001 não ficará pronta nunca!!! Passei Ontem por São Sebastião e reparei um Minimo progresso na obra (uns 10% de avanço na obra em seis meses), visto que a ultima vez que passei por aquelas bandas foi no começo do ano
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  #3565  
Old Posted Jun 25, 2016, 4:45 PM
yuri radd yuri radd is offline
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Aquela via é vergonhosa. Escura, cheia de buracos e pista simples. Mas acho que fica ainda pior dentro de São Sebastião. Tem muito quebra mola, faixa de pedestre, barreira de 30km/h!!!
A cidade precisa de uma via expressa.
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  #3566  
Old Posted Jun 27, 2016, 8:58 PM
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Audiência discute inversão do trânsito em Taguatinga


Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília



As alterações no fluxo das avenidas Comercial e Samdu, em Taguatinga, serão discutidas a partir das 19h desta segunda-feira (27), em audiência pública, no Teatro Paulo Autran, no Sesc da cidade. Moradores da região, a Câmara Legislativa do DF e a Promotoria de Justiça do DF participarão do debate. A reunião visa avaliar os impactos da medida e as opiniões dos moradores sobre o assunto.

Os sentidos das vias passaram a ter sentido único desde o último dia 5 e desagradou moradores e comerciantes da região. O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) ajuizou ação para suspender a alteração após receber abaixo-assinado com mais de três mil assinaturas.








http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...em-taguatinga/
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  #3567  
Old Posted Jun 27, 2016, 10:46 PM
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Piada em um mês não dá para medir se houve queda ou não. Até mesmo porque, os consumidores ainda nem se adaptaram. A crise está é na alta dos aluguéis sempre acima da inflação mesmo em plena crise.
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  #3568  
Old Posted Jun 28, 2016, 11:15 AM
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Esses dias, ainda vendo o DFTV, foi dito que houve aumento nas vendas na Avenida Samdú. O trânsito está fluindo muito melhor! Esse povo tem que parar de ser chato, isso sim!
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  #3569  
Old Posted Jun 28, 2016, 4:42 PM
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Que o Transito está fluindo muito melhor isso tá e as vendas da Samdú devem ter aumentado mesmo, pois agora vejo inúmeros carros estacionados dos dois lados da via, antigamente quase não havia carros pelos estacionamentos
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  #3570  
Old Posted Jun 28, 2016, 4:44 PM
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passei Hoje pela manhã na ponte do bragueto, reparei que a Via engenharia já estava montando o canteiro de obras nas imediações das alças de acesso à ponte, já demarcaram com piquetes o traçado das futuras vias, agora vai
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  #3571  
Old Posted Jun 28, 2016, 5:04 PM
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Mobilidade: GDF vai privatizar gestão das estações do BRT-Sul

Divulgação

Estações do BRT-Sul na via EPIA estão fechadas há mais de dois anos. Fotos de Chico Sant’Anna. Mesma solução deve ser aplicada no BRT-Oeste na EPTG.


Por Chico Sant’Anna.

Inaugurada ainda no governo Agnelo Queiroz, com direito à presença da presidente da República, Dilma Roussef, a linha do BRT-Sul, que liga Santa Maria e Gama ao Plano Piloto, continua incompleta e operando pela metade. Além de uma das pernas não ter sido concluída, pelo menos quatro estações estão prontas, mas inoperantes. Agora, com o DFTrans sem funcionários na quantidade suficiente, o governo Rodrigo Rollemberg pretende privatizar a gestão dessas estações para que elas entrem em operação.

Atualmente, o DFTrans tem com as estações que estão em operação um custo mensal de R$ 800 mil por mês, em especial com segurança, limpeza e manutenção.

No trecho já executado, o projeto original do BRT-Sul prevê 12 estações intermediárias (sem computar a Rodoviária do Plano Piloto e as estações terminais em Gama e Santa Maria). Outras três seriam erguidas no trecho 3 e 4 que trafegará pela EPIA até a Rodoviária Interestadual (Vide planta).

Divulgação

O BRT-Sul prevê 15 estações intermediárias de embarque e desembarque que serão agora privatizadas.

Atualmente, o DFTrans tem com as estações que estão em operação um custo mensal de R$ 800 mil por mês, em especial com segurança, limpeza e manutenção.

No trecho já executado, o projeto original do BRT-Sul prevê 12 estações intermediárias (sem computar a Rodoviária do Plano Piloto e as estações terminais em Gama e Santa Maria). Outras três seriam erguidas no trecho 3 e 4 que trafegará pela EPIA até a Rodoviária Interestadual (Vide planta).

Foto de Chico Sant’Anna.

Acessibilidade? Essa não existe nem para quem não é portador de necessidades especiais. Um cadeirante, dificilmente terá acesso a uma parada de ônibus dessas.


Além de várias estações ainda se encontrarem fechadas, sem permitir que os passageiros se beneficiem delas, muitas das que estão operando estão longe de serem o que foi prometido. O acesso, normalmente, se dá por terra, saltando valetas, se equilibrando em pinguelas. Acessibilidade? Essa não existe nem para quem não é portador de necessidades especiais. Um cadeirante, dificilmente terá acesso a uma parada de ônibus dessas. Bicicletários não foram instalados e os sistemas eletrônicos de informação, seja por meio de painéis ou mesmo via aplicativos para celulares, informando a hora de chegadas dos ônibus, sequer entraram em funcionamento.

A privatização da gestão das estações por meio de Parcerias Público Privadas incluiria praticamente todo o sistema. Fariam parte do pacote, além das estações intermediárias, as estações finais do Gama e de Santa Maria. Só a Estação Rodoviária do Plano ficaria de fora. A medida está prevista no cronograma oficial do GDF para estar funcionando em agosto de 2017, mas deve ser, segundo o sub-secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, antecipada para o final desse ano.

Quem apresenta esses planos é o sub-secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, em entrevista a este blog. Ele explica que o governo passado construiu uma linha de ônibus mas não desenvolveu um modelo de gestão do BRT. “Ninguém pensou como ele iria ser operado. Não existia um modelo de bilhetagem, tecnologia de funcionamento, manutenção e segurança patrimonial, nem mesmo a gestão do sistema interligando a outros modais” – afirma Damasceno.

Sem poder contratar funcionários em decorrência dos impedimentos da Lei de Responsabilidade Fiscal e sem dinheiro no caixa para terceirizar, o GDF de Rollemberg quer se valer das PPPs, as Parcerias Público Privadas. Hoje, o GDF já não tem estrutura para operar tudo sozinho e já conta com a ajuda da Viação Pioneira, empresa de ônibus que opera o BRT e que cede alguns trabalhadores que fazem a operação das estações.

“A idéia é que uma empresa administre as estações – limpeza, segurança, bilhetagem, despesas de água e luz – e que com a PPP, a empresa busque recursos para o pagamento da operação, sem que haja necessidade de contrapartida do governo. A supervisão e fiscalização dos transporte continuaria como DFTrans” – explica ele.

Foto de Lula Lopes

Numa segunda etapa, estações do BRT na EPTG também deverão ter a gestão terceirizadas.

A remuneração da empresa contratada dar-se-ia pelo direito a explorar publicidade dentro das estações e até um pequeno comércio. A mesma solução deve ser aplicada para a Estrada Parque Taguatinga – EPTG, onde a via exclusiva de ônibus está pronta desde o governo tampão de Rogério Rosso e não há no local um serviço de BRT.

Em alguns locais, é possível que a empresa selecionada venha a ser contemplada também com terrenos públicos para a construção de instalações comerciais mais amplas que atendam não só a passageiros, mas também amoradores das localidades.

A exploração comercial nas estações do BRT já havia sido cogitada no governo Agnelo Queiroz para, pelo menos, uma estação. No projeto original do BRT Sul, uma galeria comercial suspensa seria erguida sobre a EPIA, na altura da Floricultura do Núcleo Bandeirantes, interligando as quadras 6 e 14 do Park Way. O projeto agora deve ser retomado.

Para o professor e pesquisador de Mobilidade Urbana da Universidade de Brasília, Paulo César Marques da Silva, a medida é um reconhecimento de que o Estado não possui condições de administrar o sistema proposto. Mas para ele, diante desta realidade, a privatização da gestão das estações, desde que fiquem resguardadas as competências do Poder Público, “não é de todo o pior dos males”. Ele ressalta, contudo,que a empresa a ser escolhida para a gestão terceirizada não deve ter vínculos com a empresa de transporte operadora da linha. “O ideal é que tudo não fique na mão do mesmo grupo” – diz ele.

Procurada por esse blog, a direção da Associação dos Servidores do DFTrans – Assetransp, órgão que tem como responsabilidade gerenciar e fiscalizar o sistema de transporte público de ônibus em Brasília, disse desconhecer a proposta. Segundo o presidente da entidade, Heron Robledo, existe há algum tempo o rumor de repasse às operadoras de ônibus a gestão das estações, mas que isso nunca foi formalizado enquanto proposta.

Instado a comentar a presente proposta, Robledo disse que nos próximos quinze dias haverá uma assembléia da categoria quando então o assunto poderá ser debatido. Até lá eles vão fazer uma consulta formal à direção de terminais. Só depois pretendem se posicionar.

Foto de Chico Sant’Anna

GDF vai buscar financiamento de R$ 200 milhões para concluir trechos 3 e 4 do BRT-Sul que ficou abandonado, deixando como lembrança a ruína de uma estação na Candangolândia.

Conclusão da Obra

Neste momento, o GDF possui três obras de BRT inacabadas e abandonadas.

São elas:

a linha da EPTG, o chamado BRT-Oeste; a linha para Sobradinho e Planaltina, o BRT-Norte, para Sobradinho e Planaltina, e também a linha do BRT-Sul.

Pelo projeto, o trajeto do BRT-Sul deveria chegar em duas localidades do Plano Piloto: a Rodoviária – onde já chega – e na Estação Asa Sul, do metrô. Esta última perna, denominada trechos 3 e 4, foi abandonada no governo passado e nesses quase dois anos de gestão Rollemberg não foi retomada. Apenas uma estação, inacabada, ficou como ruína no setor de postos e motéis da Candangolândia. Hoje o local serve de abrigo a moradores de rua.

Agora, o GDF promete investir mais R$ 200 milhões (que deverão ser obtidos via financiamento bancário) para construir a via expressa na EPIA, dando continuidade a interligação da Floricultura do Núcleo Bandeirante à Estação Asa Sul do metrô, passando pela Candangolândia e pelas imediações do Parkshopping e rodoviária interestadual. Se tudo der certo, pelo cronograma do GDF, este trecho estaria sendo concluído poucas semanas antes das eleições de 2018.

Foto de Chico Sant’Anna

Moradores e trabalhadores do Park Way não podem usufruir o BRT-Sul. Estações estão fechadas.

Park Way

Sem o funcionamento das estações do BRT-Sul – a maioria fica no trecho da EPIA no Park Way – os ônibus passam direto, deixando de pegar ou deixar passageiros. Como várias linhas foram desativadas com a implantação do BRT-Sul, os moradores da localidade ficam ilhados, sem opção de transporte público.

Mesmo tendo os ônibus passando diante de suas casas, uma pessoa que desejar ir do Park Way até o Gama ou Santa Maria, por exemplo, é obrigada a voltar à parada da Floricultura do Núcleo Bandeirante para poder embarcar. Isso implica em duas passagens extras por dia.

Outro problema para os moradores do Park Way é a falta de transporte interno. Quem se vale das linhas de ônibus que passam na EPIA é obrigado a caminhadas de até dez quilômetros pra chegar a seu destino. Ou então, se valer de transporte pirata, lotações e moto-táxis. Tem até tuk-tuk clandestino operando na região.

A partir da licitação das bacias de transporte coletivo, realizada ainda no governo Agnelo Queiroz, as linhas internas ao bairro deixaram de operar, ou operam insatisfatoriamente, não respeitando itinerários e horários.
Antes, existiam nove linhas. São elas:

0.119 – N. Band./ Vargem Bonita (Qd. 25)
119.1 – SMPW (Qd. 14 – Qd. 25) / Núcleo Bandeirante
119.2 – SMPW (Qd. 14) / Vargem Bonita (Qd. 25)
119.3 – SMPW (Qd. 14, 26, 27, 28 / Estação Metrô Shopping
119.4 – SMPW (Qd. 07 a 15 / Estação Metrô Shopping
119.5 – SMPW (Qd. 14 – Qd. 25) / Vila Cauhy / N. Band / Guará I e II
0.132 – Laranjeiras / Rodoviária do Plano Piloto
132.1 – Laranjeiras / Metropolitana / Rodoviária do Plano Piloto
132.3 – SMPW / São Sebastião / Rodoviária do Plano Piloto

Embora a comunidade já tenha formalizado dezenas de reclamações junto ao DFTrans e à subsecretaria de Fiscalização, Auditoria e Controle (Sufisa) e que o mesmo também já o foi feito pela administração regional e pelo conselho de segurança do bairro, o subsecretário de Mobilidade desconhecia a realidade, mas prometeu regularizar. Informando que a idéia é que esses ônibus se integrem também ao BRT-Sul, permitido que as linhas sirvam de alimentação.

BRT- Oeste vai operar na EPTG

Foto de Uirá Lourenço

Os 12 quilômetros do corredor exclusivo da EPTG vão receber 40 ônibus do tipo BRT. Eles vão trafegar pela hoje ociosa faixa exclusiva para ônibus.


Seis anos depois de inaugurado, o corredor exclusivo para ônibus da EPTG, com extensão de 12 quilômetros, vai receber ônibus do BRT. A obra, orçada em R$ 306 milhões, começou ainda no governo Arruda.

Para a interligação Taguatinga-Plano Piloto, o GDF decidiu não esperar mais pela conclusão das obras do túnel subterrâneo no centro de Taguatinga – cuja licitação se encontra em litigio judicial – e vai fazer as adaptações necessárias para que os ônibus articulados cheguem ao Plano Piloto.

A promessa é colocar até o final do ano em operação linhas do BRT-Oeste. Elas irão trafegar na faixa exclusiva já existente. As empresas Marechal, Piracicabana e São José, operadoras naquela bacia, terão que adquirir 40 ônibus com portas dos dois lados para operarem. Na via existem 17 estações para embarque e desembarque. A gestão dessas estações deverá seguir o mesmo padrão proposto para as do BRT-Sul: privatizadas para empresas que irão gerir e explorar comercialmente as paradas.

Em Taguatinga, as linhas deverão circular no interior das avenidas Comercial e Sandu antes de se dirigirem ao Plano Piloto. Uma integração em local ainda a ser definido receberá passageiros de Brasilândia. No Plano Piloto, o trajeto passará pela Estrada Parque Setor Policial Militar – a via existente entre o Cemitério e o Setor Policial Urbano -, onde já há faixa exclusiva para ônibus, terminando no Terminal Asa Sul do metrô – Tas.

A médio prazo, a adaptação da faixa e do terminal custará aos cofres públicos cerca de R$ 150 milhões e do terminal Tas, R$ 10 milhões, que o GDF pretende buscar em financiamentos bancários ou junto a entidades de fomentos. A conclusão dessa linha implica também em reformas na Estrada Parque Indústria e Abastecimento – EPIG, construção de um terminal no Por do Sol, em Ceilândia, dentre outras obras necessárias. Tudo isso não estará pronto antes de dezembro de 2019 e se houver dinheiro. Só a reforma da EPIG custará outros R$ 181 milhões.






https://chicosantanna.wordpress.com/...es-do-brt-sul/
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  #3572  
Old Posted Jun 28, 2016, 7:19 PM
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Tinham que tirar essa Pioneira do "sistema" de BRT. É de longe a pior empresa de transporte público do DF.
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  #3573  
Old Posted Jun 28, 2016, 8:22 PM
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passei Hoje pela manhã na ponte do bragueto, reparei que a Via engenharia já estava montando o canteiro de obras nas imediações das alças de acesso à ponte, já demarcaram com piquetes o traçado das futuras vias, agora vai
Apesar que também teria de sair a 2a ponte do Lago...
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  #3574  
Old Posted Jun 29, 2016, 10:28 AM
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Veículos são responsáveis por metade das emissões de gases de efeito estufa no DF


Divulgação


A maior parte das emissões de gases de efeito estufa no Distrito Federal decorre da queima de combustíveis fósseis por uso veicular. Essa é uma das conclusões do Inventário de Emissão por Fontes e Remoção por Sumidouros de Gases de Efeito Estufa do Distrito Federal, encomendado em 2012 pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural — à época, Secretaria de Agricultura.

O relatório avalia a origem e a concentração de produtos na atmosfera local, como o dióxido de carbono (CO2). Divulgados nesta terça-feira (28), durante reunião do Conselho de Meio Ambiente do DF, os dados referem-se ao período de 2005 a 2012. Com base no documento, será possível definir estratégias para reduzir a liberação desses elementos.

O documento é o primeiro estudo do gênero com recorte distrital e mostra uma situação delicada. “A taxa elevada de motorização do Distrito Federal explica o alto índice para transportes”, explica a chefe da unidade estratégica de clima da Secretaria do Meio Ambiente, Leila Soraya Menezes.

A média de 55 automóveis para cada cem habitantes — menos de dois moradores por veículo — baseia a conclusão de Leila. “O documento ainda avaliou os dados por tipo de combustível e ficou comprovado que 70% dos veículos que compõem essa taxa de emissão são automóveis, não caminhões”, afirma. Para ela, é fundamental o investimento em outros modais, como a ampliação das linhas de Metrô e da rede integrada de transporte coletivo.

Emissão anual média de gases poluentes por categoria para o DF (2005-2012)


49,05% Transporte
16,51% Indústria (em especial as produtoras de cimento)
14,28% Decomposição de resíduos
4,77% Efluentes domésticos, como esgoto
2% Queimadas


O resultado surpreende, inclusive, quando comparado à composição nacional de emissões. De acordo com o documento, se avaliada a origem da liberação dos gases de efeito estufa, no Brasil, as queimadas e o desmatamento na Amazônia e no Cerrado respondem por 79,57% da liberação. No caso de estados como o Rio Grande do Sul, que tem intensa atividade agrícola, a emissão em decorrência das queimadas representa 68,24% do total de emissões.

Como reduzir as emissões de gases de efeito estufa no Distrito Federal


A partir da divulgação do Inventário de Emissão por Fontes e Remoção por Sumidouros de Gases de Efeito Estufa do Distrito Federal, a proposta é que um grupo de cientistas avalie os dados e, então, colabore para a elaboração das medidas de redução dos índices. “O inventário é uma ferramenta fundamental para o enfrentamento das mudanças do clima, uma vez que dá parâmetros para propormos planos de mitigação”, defende Leila.

Para isso, um grupo de trabalho com membros do Conselho de Meio Ambiente e pesquisadores do Distrito Federal será formado e definirá as propostas para cumprir metas de redução de gases de efeito estufa na atmosfera. Até 2020, o Distrito Federal e as demais unidades da Federação precisam reduzir em 40% as atuais taxas, conforme estabelece o Decreto 7.390, de 9 de dezembro de 2010, da Presidência da República. O relatório avaliou dados de 2005 a 2012, mas só foi concluído em dezembro de 2014. Desde então, ele estava embargado em razão de débito com a consultoria responsável pelo estudo.








http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...-estufa-no-df/
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  #3575  
Old Posted Jun 29, 2016, 10:38 AM
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Câmara do DF aprova 'Lei do Uber' e deixa limitação de carros em aberto


Texto permite tarifas mais baratas, com as do UberX; governo discorda Limite no número de licenças gerou polêmica e será definido pelo Buriti.

Foto: Carlos Gandra/CLDF

Deputados distritais durante sessão em que se aprovou a Lei do Uber no DF

Em plenário há uma semana, a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na noite desta terça-feira (28) em segundo turno o projeto que regulamenta aplicativos de transporte individual, como o Uber. O texto vai à sanção do governador Rodrigo Rollemberg, que tem 30 dias para publicar a lei em Diário Oficial – e pode vetar parte das novas regras.

Um dos pontos mais polêmicos vai voltar às mãos do Palácio do Buriti sem definição – os distritais não definiram limite máximo para o número de veículos licenciados no app. Pelo texto aprovado, o governo tem 90 dias para determinar esse teto. Parte dos deputados defendia que o número correspondesse a 50% da frota de táxis.

O "texto-base" elaborado pelos distritais e aprovado em primeiro turno na semana anterior foi confirmado por unanimidade, por volta das 21h. Logo em seguida, os deputados passaram a analisar uma lista de destaques, com temas controversos que previam maior ou menor liberdade para taxistas e motoristas de Uber e similares.

Em uma das emendas, os deputados aprovaram a permissão para cadastrar dois motoristas em um único veículo. Se o projeto for sancionado pelo governador, os condutores que operam por aplicativos terão de comprovar que residem no DF há pelo menos três anos.

O projeto aprovado nesta terça libera o UberX (modalidade mais popular do aplicativo), que seria extinto de acordo com o texto original do Buriti. O texto cria o serviço de táxi executivo e autoriza que taxistas a utilizarem a plataforma do Uber ou de aplicativos similares – o motorista vai poder desligar o taxímetro e atender pelo aplicativo.

O texto que segue para análise do GDF também prevê que o aplicativo deve criar meios de acessibilidade para deficientes, como sistema de áudio. Pelo projeto, os taxistas poderão atender passageiros fora dos pontos, nas ruas, sem chamado por rádio-táxi (por telefone ou aplicativos).

Por nota, a Uber afirmou que é importante lembrar que o projeto ainda não é lei e que 30 mil moradores do DF assinaram nesta terça uma petição pedindo uma “regulação moderna para o usdo da tecnologia.

Segundo a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), afirma que o balanço da votação foi positivo. “A população vai continuar tendo o serviço, não foi limitado pela Casa, foi uma queda de braço, nós conseguimos consensuar isso, e delegamos isso ao Poder Executivo, que inclusive pode não limitar nada, pode deixar essa [lei da] oferta e demanda.”

“Acreditamos que limites artificiais criam sistemas ineficientes e vamos continuar o debate no DF para que a tecnologia seja usada para servir melhor as cidades”, disse a empresa.

Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Utilização de Aplicativos para Transporte Individual, o deputado Professor Israel (PV) diz esperar que não haja limitação na frota do Uber.
“No fundo, a Câmara optou por um modelo, ela manteve o modelo monopolista.
Agora a gente aguarda para ver como o governo enxerga isso, e eu torço para que o governo tenha uma visão diferente e queria fazer um sistema mais moderno.”

Favorável à restrição no número de carros dos aplicativos, o deputado Agaciel Maia (PR) afirma que o GDF tem capacidade de avaliar que tamanho deve ter a frota de Uber no DF. “Com essas informações [dados sobre demanda, número de táxis e veículos cadastrados nos aplicativos], o governo vai poder estabelecer um limite que atenda os taxistas, atenda os operadores e atenda a sociedade como um todo.”

Debate

A votação em segundo turno foi adiada na quarta e na quinta (22 e 23) por discordância no trecho sobre a limitação no número de carros do aplicativo a cerca de 1,7 mil unidades – 50% da atual frota de táxis, que é de 3,4 mil veículos. A Uber não informa o número de veículos que operam pelo sistema, mas diz que 5 mil condutores teriam de ser desligados caso a emenda fosse aprovada.

Na quinta, os 12 deputados favoráveis à restrição esvaziaram o plenário para impedir que os deputados contrários ao trecho rejeitassem a medida. A limitação foi aprovada em primeiro turno na quarta-feira (22), por 12 votos a 11, quando a deputada Liliane Roriz (PTB) esteve ausente por licença médica.

Nesta segunda-feira (27), deputados contrários e favoráveis à restrição no número de veículos operando pelos aplicativos se reuniram para tentar um acordo. A proposta de deixar para o GDF a determinação da frota foi um dos pontos discutidos.

O texto passando essa responsabilidade ao governo foi protocolado na tarde desta terça, após reuniões para tentar um consenso. Mesmo após a abertura da sessão, o dispositivo não era ponto pacificado, tanto que foi suspensa durante a noite.









http://g1.globo.com/distrito-federal...m-2-turno.html
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Uai para o sistema começar a valer, basta comprar ônibus com portas laterais para atender o os moradores da zona Oeste (Ceilândia e Taguatinga)...
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  #3577  
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TREVO DE TRIAGEM NORTE Obra da saída norte ficará pronta em 2018

FOTO: ROBERVAL EDUÃO



A obra da Ponte do Bragueto, no Lago Norte, estava prevista para terminar neste ano. Porém, a nova previsão de entrega é para junho de 2018. Em 2014, foi apresentado o projeto de reestruturação que engloba a restauração do esqueleto inaugurado em junho de 1961, e que envolve ainda outras cinco obras no trecho, batizado como Trevo de Triagem Norte.

Um acordo do Departamento de Estradas de Rodagem com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social garantiu R$ 146 milhões para a construção das pistas do trecho Torto-Colorado e do trevo de triagem norte. O investimento conta ainda com contrapartida de R$ 51 milhões do GDF.

As obras tiveram início na gestão de Agnelo Queiroz (PT) no segundo semestre de 2014, e estavam em ritmo avançado, mas foram interrompidas, segundo o DER por falta de verba, em dezembro. As obras foram retomadas no dia 1º de junho deste ano.

Diariamente, cerca de cem mil motoristas passam pelo local. São moradores de Sobradinho e de Planaltina, além de cidades vizinhas do DF, como Planaltina de Goiás e Formosa. De acordo com patologista de estruturas e edificações, Dickran Berberian, a solução vai ajudar a melhorar o tráfego no local, mas é necessário prestar atenção nos detalhes. “ É uma obra necessária. Uma boa dica é a sinalização antes do viaduto para que, por exemplo, caminhões saibam a altura permitida com antecedência, evitando futuros acidentes. Além disto, a ponte deve ter as vigas examinadas. Mas, a obra tem um bom projeto e tem tudo para melhorar o trânsito no local”, disse.








http://www.alo.com.br/noticias/obra-...em-2018-371821
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Parece que retomaram a obra de Duplicação da BR 080 no perímetro urbano de Brazlândia
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  #3579  
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E começaram o recapeamento da BR 070
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Old Posted Jun 30, 2016, 10:38 PM
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Uai tinha que duplicar tudo, inclusive grande trecho da DF 001 desde Santa Maria até o Taquari.
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