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  #221  
Old Posted Feb 1, 2013, 1:42 AM
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será mais uma conversa fiada do Agnelo? espero que não, deve ser esse projeto aqui:
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  #222  
Old Posted Feb 1, 2013, 1:46 AM
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Achei essa imagem que mostra onde serão as estações da asa norte, Metrô e do VLT

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  #223  
Old Posted Feb 1, 2013, 5:09 AM
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Eu acho que o GDF já deveria privatizar o metrô, e licitar o VLT já privado. Assim acaba a sacanagem do TCDF e TCU.
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  #224  
Old Posted Feb 5, 2013, 10:04 PM
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Revisão do Plano Plurianual do DF é aprovada



A revisão da proposta do Plano Plurianual (PPA) referente ao período de 2012 a 2015 foi aprovada pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e pela Câmara Legislativa (CLDF). A publicação está no Diário Oficial do DF desta terça-feira (5). O projeto de lei de revisão anual para compatibilizar o plano com o Orçamento de 31,9 bilhões previstos para 2013 foi enviado à CLDF em 15 de setembro do ano passado. De acordo com a Lei nº 4.742/201, o PPA pode ser revisto ou modificado sempre que necessário.

Neste ano, o volume de recursos aplicados em projetos prioritários ultrapassará o dobro do investido no ano passado. O Orçamento de 2013 destina R$ 3,5 bilhões para ações de mobilidade urbana, infraestrutura, urbanismo e programas sociais, entre outras áreas. Desse total, R$ 21,3 bilhões são do Governo do Distrito Federal (cerca de 12% a mais do que em 2012), e R$ 10,6 bilhões, do Fundo Constitucional (quantia 7% superior à do ano passado). O Orçamento de 2012 foi de R$ 28,5 bilhões, dos quais apenas R$ 1,5 bilhão foi destinado a projetos prioritários.

Durante os quatro anos do PPA (2012 a 2015), a previsão é que o Governo do Distrito Federal aplique R$ 114 bilhões em programas sociais, bens e serviços públicos. Esse valor inclui recursos do Fundo Constitucional e investimentos das empresas estatais. O valor é 40% maior que o autorizado no último plano, referente ao período entre 2008 e 2011.

O PPA é um documento que orienta gastos do governo. Segundo o subsecretário de Planejamento e Orçamento, José Admir Moraes Leite, as áreas de Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura e Assistência Social terão prioridade nos investimentos atuais. Juntas, elas receberão cerca de R$ 53 bilhões de recursos. "O PPA não sofreu grandes alterações nessa última análise. A Secretaria de Planejamento e Orçamento apenas reforçou o que já estava previsto e justificou suas metas e indicadores", explica.

O subsecretário destaca, ainda, os investimentos em infraestrutura como uma das prioridades para os próximos três anos. Ele se refere, por exemplo, aos recursos destinados às obras da Copa do Mundo, à implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e do Veículo Leve Sobre Pneus (VLP), assim como às verbas repassadas à Assistência Social para a construção de creches.

Novas Regras – Todos os investimentos e gastos públicos precisam ter o valor e a dotação fixados no PPA. Depois de aprovado, o plano pode ser alterado a qualquer momento caso exista necessidade, como inclusão de novos recursos ou projetos. Em 2012, o PPA passou a adotar metodologia mais detalhada, proposta pelo governo federal.

Antes, bastava que o governo listasse os programas que iria desenvolver e quanto gastaria em cada um. Agora, é necessário descrever a situação que levou à criação do programa, suas metas e indicadores. "Com isso, a população tem a expectativa de solução dos seus problemas e pode acompanhar melhor o cumprimento do que foi proposto", ressalta o subsecretário José Admir Moraes Leite.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...vada&id=448553
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  #225  
Old Posted Feb 6, 2013, 4:34 AM
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Uai o VLT está no Plano Plurianual do DF. Jamais saiu de lá. Agora veremos se realmente sai do papel. Apesar que o Consplan ter vetado ele no canteiro central da Avenida W3. Eu quero ver, os lojistas e reclamando.

Se eu fosse o GDF, matava logo eles de raiva. Construiria o VLT nas laterais, e no meio, acabava com estacionamento, instalando uma gigantesca área verde e com ciclovias. Pronto, assim, puxava o saco dos ciclistas.

O mesmo que o Consplan falou, no Eixo Monumental, ciclovias e VLT vetados no canteiro central, mas nas laterais não.

Eu queria ver que beleza, os motoristas esperando o VLT passar para ter acesso as quadras 700, 500 norte e sul. Pois vocês sabem, a preferência é do VLT e não dos outros veículos.
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  #226  
Old Posted Feb 28, 2013, 1:17 PM
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COMPANHIA DO METROPOLITANO DO DISTRITO FEDERAL

EXTRATO DE CONTRATO
Processo: 097.001.865/2012. Contratante: METRO-DF. Contratada: ANTÔNIO VICTOR.
Espécie: Contrato nº 008/2013. Objeto: Contratação de serviços técnicos especializados para a realização de Laudo Pericial de Engenharia na Construção Civil no Viaduto Rodoviário da interseção da Via W3 Sul e Estrada Parque Polícia Militar – ESPM, e do Complexo de Manutenção integrante da Linha 1 do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT, visando a realização do inventário físico das obras executadas, conforme descrito no Projeto Básico – ANEXO I desta Carta-Convite. Vigência: 90 (noventa) dias, contados de sua assinatura. Valor: R$ 73.800,00 (setenta e três mil e oitocentos reais). Dotação Orçamentária: Projeto de Implantação do Metrô Leve – VLT, no Programa de Trabalho 26.453.6216.3014.0001, na Natureza de Despesa 44.90.51, e na Fonte de Recurso 100. Número da Nota de Empenho: 2013NE00275. Data de Assinatura: 25/02/2013. Pela Contratante: Ivelise Longhi, Luiz Gonzaga Rodrigues Lopes. Pela Contratada: Antônio Victor. Gestor do Contrato: A cargo de uma Comissão Especial a ser designada pela Diretora-Presidente, em data oportuna.


REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÕES PÚBLICAS
AVISO DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO Nº 001/2013
A COMPANHIA DO METROPOLITANO DO DISTRITO FEDERAL - METRÔ-DF, por meio da Comissão Especial de Licitação – CEL, torna público a realização de pré-qualificação
de interessados na licitação para a contratação integrada de serviços técnicos especializados visando a elaboração e o desenvolvimento dos Projetos Básico, Executivo e As Built, execução das Obras Civis, de Fornecimento e Implantação de Sistemas Fixos e de Material Rodante, assim como a Pré-Operação do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT, em Brasília, Distrito Federal, conforme as exigências e demais condições e especificações expressas no edital e seus anexos. O Edital e seus anexos constam no Processo nº. 097-000226/2013 e encontram-se à disposição dos interessados, das 8:30 às 11:30 horas e das 14:00 às 17:00 horas, ao custo de R$ 50,00 (Cinqüenta reais), no Edifício Sede do Complexo Administrativo e Operacional do METRÔ-DF, localizado na Avenida Jequitibá, nº 155, Águas Claras –DF e, apenas para consulta, no sitio www.metro.df.gov.br . A sessão pública para recebimento da documentação dar-se-á no dia 19 de abril de 2013 às 10:00 horas no local acima indicado.
Outras informações poderão ser obtidas pelos telefones (61)3353-7145 e (61)3351-0076.
IRACEMA MARQUES DA LUZ
Comissão Especial de Licitação
Presidente

Fonte: http://www.buriti.df.gov.br/ftp/diar...o03-%20043.pdf
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  #227  
Old Posted Feb 28, 2013, 1:19 PM
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Será que dessa vez o VLT sai, agora é RDC, e o TCDF não poderá apitar, somente o TCU.
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  #228  
Old Posted Feb 28, 2013, 11:55 PM
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Muitos diziam que o GDF iria sucumbir ao máfia os Ônibus, mas agora vai!!!
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  #229  
Old Posted Mar 1, 2013, 2:42 AM
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Muitos diziam que o GDF iria sucumbir ao máfia os Ônibus, mas agora vai!!!
Mais não vai ter que fazer tudo novamente, audiências públicas e blablablá?
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  #230  
Old Posted Mar 1, 2013, 10:55 AM
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GDF retoma VLT



Edição desta quinta-feira do Diário Oficial do DF abre edital para a pré-qualificação de empresas interessadas em executar a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Projeto faz parte do PAC Mobilidade Grandes Cidades

O Governo do Distrito Federal torna público, no Diário Oficial do DF de hoje (28), o edital para a pré-qualificação de interessados na licitação para elaboração e desenvolvimento de Projeto Básico, Executivo de As Built (cadastro da construção), execução de obras civis, fornecimento e implantação de sistemas fixos e de material rodante, assim como pré-operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A contratação integrada será pelo regime diferencial de contratos públicos de serviços técnicos especializados.

O edital completo está disponível na sede do Metrô-DF, localizada na Avenida Jequitibá, 155 (Águas Claras). A sessão pública para recebimento da documentação será no dia 19 de abril, às 10h, também na sede do Metrô-DF.

Também no Diário Oficial do DF, foi publicado o resultado da licitação para a contratação de laudo pericial de engenharia nas obras do VLT – o viaduto rodoviário da interseção da via W3 Sul e Estrada Parque Polícia Militar (ESPM) e do Complexo de Manutenção Integrante da Linha 1. O vencedor da licitação foi o engenheiro Antônio Victor. O contrato entre as partes já foi assinado e tem vigência de 90 dias.

Sobre o VLT – O Governo do Distrito Federal não mediu esforços para alavancar esse modal de transporte. O projeto do VLT elaborado pelo governo anterior sofreu uma série de questionamentos jurídicos e, em outubro de 2011, a Justiça decidiu anulá-lo. O GDF tem consciência de que o DF não pode mais prescindir de um transporte como esse. O atual governo trabalhou muito e conseguiu incluir a obra no PAC Mobilidade Grandes Cidades.

A Linha 1 vai do Aeroporto até o futuro Terminal Asa Norte. No entanto, o novo projeto do VLT deverá dar prioridade à construção do trecho que liga o Aeroporto Internacional de Brasília ao Terminal Asa Sul.

Fonte: http://www.df.gov.br/noticias/item/5...etoma-vlt.html
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  #231  
Old Posted Mar 1, 2013, 4:23 PM
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Mais não vai ter que fazer tudo novamente, audiências públicas e blablablá?
Dependendo do caso, audiência publica só atrapalha, o povo que se interessa pela obra nunca vai as audiências, só vão os do contra dai quem perde é o povo, mas no caso do VLT os do contra são a Máfia dos ônibus
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  #232  
Old Posted Mar 4, 2013, 8:55 PM
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Olha a falta de noção do estagiário da Exame

Transporte | 01/03/2013 11:37

Brasília abre licitação para trem de alta velocidade
Em um primeiro momento, o trem ligará o centro da capital do Brasil ao aeroporto da região



Brasília - O Governo de Brasília anunciou nesta sexta-feira que vai levar adiante o projeto de um trem de alta velocidade, que ligará o centro da capital do Brasil, em um primeiro momento, ao aeroporto da região, com um custo calculado em cerca de US$ 200 milhões, e convocou empresas nacionais e estrangeiras a participarem de uma licitação.

Segundo as autoridades, as empresas interessadas deverão apresentar suas propostas até o dia 19 de abril.

A licitação incluirá a execução de obras civis e a provisão de veículos, enquanto posteriormente sairá o concurso para a operação do sistema.

Em uma primeira fase, o trem de alta velocidade unirá o aeroporto com o centro da cidade, um trecho que deve começar a operar em 2015.

A obra fazia parte dos planos para melhorar o transporte na capital brasileira visando a Copa do Mundo de 2014, já que Brasília será uma das 12 subsedes, mas foi suspensa em setembro de 2012 por conta de suspeitas de irregularidades no projeto inicial.

O primeiro projeto contava com apoio do Banco Mundial (BM) e da Agência Francesa de Desenvolvimento, que em 2009 se comprometeu a financiar parte das obras.

Esse acordo com a França foi anunciado em 7 de setembro de 2009, no marco de uma visita ao país do então presidente francês, Nicolas Sarkozy, que no mesmo dia visitou uma exposição na qual era exibido um modelo de trem de alta velocidade oferecido por uma empresa francesa.

O projeto, no entanto, caiu em desgraça com uma série de denúncias de corrupção que afetaram o governador de Brasília na época, José Roberto Arruda, que acabou sendo cassado por sua suposta responsabilidade em um escândalo de subornos.

http://exame.abril.com.br/brasil/not...lta-velocidade

Mas o cara misturou alhos com bugalhos!

Já pensou povo? Um VLT de alta velocidade! Que chique, imagina o bicho a 300 km/h rasgando a W3!!! Sai da frente!!!

Dessa vez o estagiario vai pra rua...
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  #233  
Old Posted Mar 4, 2013, 9:41 PM
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Ai o sujeito viajou forte mas um VLT-bala ia ser muito doido
de uma estação a outra 150Km/h o trajeto ia ser vuado
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  #234  
Old Posted Mar 5, 2013, 7:52 PM
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Brasília



Os trens de passageiros intermunicipais se preparam para voltar a circular em pelo menos nove Estados onde há projetos em estudo. A intenção na maioria dos casos é aproveitar trechos de ferrovias de cargas já existentes para o transporte de passageiros em trens de média velocidade. Os projetos preveem operação pela iniciativa privada e tarifas que concorram com as de ônibus, com a intenção de desafogar as rodovias.

Ao todo são 1,9 mil quilômetros nos chamados "trens regionais" que têm previsão de começar a sair do papel no próximo ano. O Ministério dos Transportes possui desenhos avançados de seis trechos, a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) estuda duas linhas na região de Brasília, o governo de Minas Gerais, três, e o de São Paulo outras cinco.

Depois de um levantamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que apontava 64 trechos potenciais de ferrovias que poderiam receber passageiros, o Ministério dos Transportes escolheu 14 trechos prioritários para estudos em 2011. Depois de dois anos, seis estão em execução pelo órgão e um pelo governo de Minas Gerais e devem ser concluídos até o fim do primeiro semestre. Depois dos estudos, serão feitas consultas públicas e a intenção do Ministério dos Transportes é lançar os editais até o fim do ano para que as obras comecem no início de 2014. Os trechos mais adiantados são da ligação Londrina-Maringá, no Paraná, e de Bento Gonçalves-Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, que já tiveram os estudos concluídos e terão audiências públicas no mês que vem para ouvir os moradores e governos locais sobre os projetos.

De acordo com Euler Costa Sampaio, coordenador dos estudos de trens regionais de passageiros do Ministério dos Transportes, a operação dos trens deve ser feita por meio de Parceria Público-Privada (PPP) ou concessão. "Queremos aproveitar as novas regras do setor ferroviário, que instituiu o direito de passagem nas ferrovias de carga", diz. Em alguns trechos, como entre Londrina e Maringá, a intenção é duplicar a via, já que o tráfego de cargas na região é pesado devido a proximidade com o Porto de Paranaguá. Os estudos vão apontar se a demanda é suficiente para viabilizar uma linha só para passageiros, diz Sampaio. A estimativa de demanda chega a 36 mil passageiros por dia e a 13 milhões de passageiros por ano.

Outro desafio dos trens regionais será a chegada dentro das cidades, em locais em que possa haver integração com o transporte municipal. "Tem de ter qualidade e acessibilidade para concorrer com ônibus. As tarifas devem ser similares às do transporte rodoviário", comenta o técnico do Ministério dos Transportes.

Há casos como a ligação de Salvador a Alagoinhas, na Bahia, em que o estudo que ficará pronto em junho vai apontar a viabilidade da extensão de 40 quilômetros da linha férrea até Feira de Santana. Com 568 mil habitantes, a cidade é a segunda mais populosa do Estado e é ligada a Salvador pela BR-324, que registra tráfego intenso de transporte de pessoas e cargas.
Outro trecho destacado por Sampaio é o da ligação São Luís-Itapecuru-Mirim, no Maranhão, onde está sendo montado o maior polo petroquímico do Nordeste.

Além dos seis trechos com estudos já iniciados, o Ministério dos Transportes prevê contratar estudos para outros sete trechos: São Cristóvão - Laranjeiras (SE), Recife - Caruaru (PE), Campos - Macaé (RJ), Itajaí - Rio do Sul (SC), Campinas - Araraquara (SP), Santa Cruz - Mangaratiba (RJ), e Bocaiúva - Janaúva (MG).

Os projetos preveem que os trens atinjam de 80 a 140 quilômetros por hora para encurtar, em alguns casos, o tempo de percurso atual. É o caso do trecho entre Brasília e Goiânia que teria viagens de 50 minutos, enquanto as de carro e ônibus duram de duas a três horas. O trecho é estudado pela Sudeco. A linha seria de uso misto, sendo aproveitada para transporte de cargas, com ligação da Ferrovia Norte-Sul em Anápolis (GO), onde está prevista uma parada.

O diretor-superintendente da Sudeco, Marcelo Dourado, ressalta que 6 milhões de pessoas moram no entorno da futura linha e devem ser beneficiadas pelo novo modal de transporte. Ele destaca ainda que haverá melhora no escoamento de produção do agronegócio. A região concentra o segundo Produto Interno Bruto (PIB) meso-regional só perdendo para Rio-São Paulo.

"Essa ligação mais rápida vai incentivar a industrialização e a conurbação da região", acredita Dourado. Os estudos estão sendo concluídos e a intenção do órgão é que a licitação ocorra até o fim do ano, as obras comecem em 2014 e sejam concluídas em até sete anos. O custo estimado é de R$ 1 bilhão. A Sudeco estuda ainda a ligação entre Brasília-Luiziânia (GO), onde já existe linha férrea e seria necessária adaptação para o trem de passageiros. "Essa seria uma intervenção mais rápida e barata. Seriam necessários dez meses e R$ 90 milhões de desembolsos para viabilizar a linha", afirma Dourado. O trecho seria atendido por um Veículo Leve sobre Trilho (VLT). De acordo com o superintendente da Sudeco, os dois projetos têm chegada prevista na rodoferroviária da capital federal e devem desafogar as rodovias do Distrito Federal.

O governo federal prevê ainda estudos de um trem ligando as cidades do Triângulo Mineiro e outro mais ousado, da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que planeja o "Trem da Costa Dourada", linha de 2 mil quilômetros ligando Salvador ao Delta do Parnaíba (PI) pelo litoral, passando pela maioria das capitais do Nordeste. Apesar do apelo turístico do projeto até mesmo os estudos encontram dificuldade para sair do papel. "O Ministério do Turismo tinha se comprometido a bancar, mas ainda não conseguimos a liberação da verba. Agora estamos negociando com o governo espanhol para financiar os estudos", diz o superintendente da Sudene, Luiz Gonzaga Paes Landim. Ele garante que o trem é viável e afirma que o projeto poderia ser "fatiado", com início nos trechos de maior apelo turístico como Salvador -Praia do Forte (BA), Recife-Porto de Galinhas (PE), Natal-Praia da Pipa (RN) e Fortaleza-Canoa Quebrada (CE).

Para o coordenador de transporte de passageiros do Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans/UFSC), Rodolfo Philippi, os projetos atuais estudados pelo Ministério dos Transportes terão viabilidade reforçada pelo transporte urbano, uma vez que o aproveitamento de linhas já existentes vai possibilitar estações no centro das cidades. "Em locais maiores como Londrina, Maringá e Caxias do Sul poderá haver mais de uma estação incentivando o locomoção das pessoas dentro das cidades", diz.

Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, recorda que nas décadas de 60 e 70 os trens de passageiros chegaram a transportar 100 milhões de passageiros por ano. "Com o desinvestimento do governo na rede, os trens de passageiros foram perdendo competitividade e começaram a ser desativados e foram substituídos pelo transporte de rodovias. Agora devemos ter novo momento de retomada do setor", considera.

Hoje, apenas duas linhas férreas recebem transporte de passageiros no país: a Estrada de Ferro Carajás, entre São Luís-Carajás (PA), e a Estrada de Ferro Vitória-Minas entre Vitória e Belo Horizonte. Ambas são mantidas em projetos sociais da Vale e movimentam juntas 1,5 milhão de passageiros por ano.

Governos de SP e Minas projetam sete linhas regionais

Os governos de Minas Gerais e de São Paulo preparam sete linhas de trens regionais. Os dois Estados já tiveram malha extensa de transporte de passageiros, desativadas nos últimos 20 anos, mas que continuaram sendo aproveitadas pelo transporte de cargas. Para voltar a receber passageiros, os projetos preveem investimentos de R$ 2 bilhões em Minas e de R$ 25 bilhões em São Paulo nos próximos anos. Somadas, as linhas vão transportar mais de 700 mil passageiros/ dia.

Em Minas, o governo prepara três ramais ferroviários na região metropolitana de Belo Horizonte, que vão ligar 23 municípios. O projeto será operado por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). O governo do Estado abriu edital e as empresas devem apresentar projetos até o fim deste mês. O lote 1 prevê a ligação Sete Lagoas-Belo Horizonte-Divinópolis e vai atender 1 milhão de habitantes que vivem no entorno da linha.

"São trechos operados parcialmente pelo transporte de cargas. Algumas áreas estão abandonadas desde 1993, mas ainda mantêm a faixa de domínio", diz o diretor de planejamento metropolitano da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, Adrian Machado Batista.

O lote 2 compreende o trecho Brumadinho-Belo Horizonte-Águas Claras, e o lote 3 liga Belo Horizonte, Sabará, Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto. o governo de Minas prevê consulta pública e licitação do projeto no segundo semestre. A assinatura dos contratos e o início das intervenções estão previstos para 2014 com duração de um ano e meio. As três linhas transportarão cerca de 120 mil pessoas por dia.

Segundo Marcos Siqueira, coordenador da unidade de PPP de Minas, "a reativação dessas linhas resolve os maiores problemas de transporte metropolitano de Belo Horizonte". Os projetos contarão com subsídio público para garantir viabilidade econômico-financeira. "Será uma parceria entre governo e empresa para garantir mobilidade na região metropolitana. Haverá um custo-benefício alto", diz.

Em São Paulo, o governo do Estado prevê quatro linhas: São Paulo, Mauá, São Caetano, Santo André e Santos; Jundiaí-Campinas; Taubaté-São José dos Campos e Sorocaba.

Ao todo, serão 431 quilômetros de ferrovias, aproveitando malhas existentes e construindo novos trechos. O número de passageiros transportados deve chegar a 465 mil diariamente, segundo estimativas iniciais.

Em novembro de 2012, o banco BTG Pactual e a Estação da Luz Participações (EDLP) apresentaram molde para o projeto e o governo do Estado abriu a possibilidade para que outras empresas interessadas apresentem projetos. O prazo termina em junho. Na sequência ocorrem consultas públicas, com lançamento do edital e início das obras, previsto para 2014.

"Os trechos para Jundiaí e ABC já têm projeto executivo em andamento e estão mais adiantados. Essas linhas já começam a ser tocadas pelo governo do Estado. Quando as empresas assumirem o projeto, os desembolsos do poder público nessa fase inicial contam como contrapartida", explica o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes. Os projetos serão feitos por fases. As primeiras linhas estão previstas para entrarem em operação em 2016 e as últimas em 2020.

"As estradas estão no limite da capacidade. Há grande congestionamento de veículos no acesso a São Paulo. Esses são os primeiros trechos que queremos tirar do papel. Há vários projetos que estudamos fazer posteriormente", diz Fernandes.

Há ainda o projeto de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ligando Praia Grande, São Vicente e Santos, com 17 quilômetros de extensão na fase inicial e 35 quilômetros na fase final, em que chega até o Guarujá. A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) prevê lançar em maio o edital de concessão do Sistema Integrado Metropolitano. A estimativa é que circulem 246 mil passageiros por dia útil. O projeto é estimado em R$ 7,5 bilhões. O contrato de assinatura com a empresa que deve operar o trecho está previsto para novembro e as obras devem ter início em 2014.

Com tantos projetos previstos, a expectativa da indústria ferroviária é de nova retomada do setor. "Depois do ostracismo vivido nas décadas de 80 e 90, o setor voltou a se aquecer em 2003 com o plano de revitalização de ferrovias do governo federal, e em 2007 com as obras de metrô de São Paulo. Agora, os trens regionais devem marcar novo momento de alta de demanda", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate.

Abate prevê que o setor feche a década com mais 3 mil quilômetros de ferrovias que servem passageiros. Os cálculos levam em conta os trens regionais, de transporte urbano e o trem de alta velocidade (TAV). Hoje são mil quilômetros, a maioria de trens urbanos. Os projetos, segundo Abate, devem gerar encomendas de 4 mil vagões para o segmento até 2020.

Fonte: http://www.revistaferroviaria.com.br...18126&pagina=1
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  #235  
Old Posted Mar 5, 2013, 7:56 PM
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Apesar que o item 8 está errado, o correto é Brasília/Luziânia e não Brasília/Anápolis/Goiânia.
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  #236  
Old Posted Mar 12, 2013, 1:48 AM
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Com 20 anos de uso, trens passarão por reforma geral



Parte da frota de trens da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal passará por reforma geral. Em entrevista ao "Jornal de Brasília", o gerente de manutenção do Metrô, Fernando Sollero, disse que vários trens foram comprados em 1993 e precisam de manutenção. Para isso, dez novos veículos serão licitados. No entanto, eles serão usados apenas para substituirem os trens antigos, que passarão por manutenção.


No sábado, o Metrô promoveu treinamento para instruir servidores e passageiros em uma situação de pane, como a que ocorreu na sexta-feira, quando uma falha na tração paralisou um trem e causou pânico entre os usuários.







http://www.destakjornal.com.br/notic...-geral-183546/
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Old Posted Mar 12, 2013, 2:30 AM
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Originally Posted by MAMUTE View Post
Com 20 anos de uso, trens passarão por reforma geral



Parte da frota de trens da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal passará por reforma geral. Em entrevista ao "Jornal de Brasília", o gerente de manutenção do Metrô, Fernando Sollero, disse que vários trens foram comprados em 1993 e precisam de manutenção. Para isso, dez novos veículos serão licitados. No entanto, eles serão usados apenas para substituirem os trens antigos, que passarão por manutenção.


No sábado, o Metrô promoveu treinamento para instruir servidores e passageiros em uma situação de pane, como a que ocorreu na sexta-feira, quando uma falha na tração paralisou um trem e causou pânico entre os usuários.







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Sinceramente, era melhor usar esses trens na linha que querem implantar em Luziânia e comprar novos trens para a cidade. Pois todos sabem, não existem reformas, mas apenas maquiagens.
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Old Posted Mar 12, 2013, 4:46 AM
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Centro-Oeste prevê destinar R$ 1,4 bi para financiar fábrica de trilhos na região

A Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste), autarquia ligada ao Ministério da Integração Nacional, vai usar R$ 1,4 bilhão para financiar a construção de uma fábrica de trilhos na região.

O recurso virá do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste previsto na MP 581, já aprovado na Câmara e no Senado. O dinheiro do fundo já está previsto no Orçamento da União, ainda não votado no Congresso.

A Superintendência já administra um fundo constitucional para a região com R$ 17 bilhões em caixa.

Segundo Marcelo Dourado, superintendente da Sudeco, pelo menos três empresas estrangeiras estariam interessadas em montar uma unidade siderúrgica na região para a produção de trilho.

O plano é ter uma siderúrgica com laminador para a produção de pelo menos 200 mil toneladas de trilho por ano, diz Dourado. O minério necessário à produção viria das jazidas de ferro existentes hoje na região de Corumbá (MS), próximo à divisa com a Bolívia.

A iniciativa se soma a outro plano, tocado pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção do (Mdic) Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O governo tem pressionado o setor siderúrgico brasileiro a retomar a produção de trilhos, paralisada pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) em 1996, em razão da falta de demanda.

A Folha apurou que o governo tem pressionado o Grupo Gerdau. A empresa admite estudos para a produção de trilhos, mas afirma que ainda não se decidiu sobre o assunto.

O governo Dilma tem insistido no comitê de metalurgia do Plano Brasil Maior --programa que forma a essência da política industrial do governo-- a existência de uma nova realidade no país, com demanda garantida nos próximos anos.

As novas 12 concessões ferroviárias, prometidas pelo governo, criam uma demanda para pelo menos 1,2 milhão de toneladas de trilhos no país. O setor siderúrgico afirma que uma demanda entre 400 mil e 500 mil toneladas por ano já daria sustentação econômica para o negócio.

IMPORTADOS

A Folha fez um levantamento junto ao (Mdic) e constatou que a demanda de trilho importado nos dois últimos anos tem sido menor do que isso, entre 160 mil a 170 mil toneladas nos últimos dois anos.

A previsão do plano de expansão ferroviário é a construção de 10 mil quilômetros de ferrovias nos próximos anos, um projeto que, se concluído, envolverá investimentos de R$ 91 bilhões.



Para Dourado, da Sudeco, o investimento numa nova fábrica de trilho no país é essencial para a mudança na matriz de transportes, o que não envolve apenas carga, mas também passageiros.

"A ferrovia é a solução para as cidades brasileiras, não há outra opção. A solução não é o pneu, tanto para o transporte de passageiros quando para o transporte de carga", diz Dourado.

PROJETOS

A superintendência do Centro-Oeste tem dois projetos para a construção de ferrovias para a operação de trens de carga e de passageiros no Planalto Central.

O primeiro é a construção de uma linha de 200 quilômetros entre Brasília e Goiânia, passando pela cidade de Anápolis, onde cruza a Ferrovia Norte-Sul. O projeto prevê o uso da estrada de ferro por operadores de transporte de carga e de passageiros.

Outra ideia, apontada pela Sudeco, é uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilho) para passageiros entre Brasília e Luziânia, margeando a BR-040, num trecho de 70 quilômetros.

Os dois projetos estão em fase de licitação para a contratação do estudo de viabilidade econômica, técnica e ambiental.

PILOTO

A minuta de contrato da concessão do trecho entre Açailândia (MA) e Vila do Conde (PA) incluiu a exigência para a compra de trilhos no Brasil. O contrato prevê que o concessionário deve desembolsar 75% do valor gasto com trilhos em compras nacionais na fase de construção da ferrovia e de 50% no período da operação.

A empresa fica desobrigada a cumprir essa regra se o custo do trilho no país for 35% maior do que o preço internacional.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado...a-regiao.shtml
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  #239  
Old Posted Mar 12, 2013, 4:48 AM
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Seria uma boa a região entre Goiânia e Brasília recebesse essa fábrica. Apesar que na região não dispomos de uma siderurgica. Apesar que corre um boato que Águas Lindas teria interesse em receber essa fábrica.
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Old Posted Mar 23, 2013, 12:49 AM
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Governo assina contrato com consórcio para desenvolver viaduto do VLT



A obra do VLT deve custar cerca de R$ 20 milhões, e deve ficar pronta a tempo para a Copa de 2014



A secretaria de Obras assinou o contrato com o consórcio Transoeste para desenvolver o projeto executivo do viaduto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A previsão é que o viaduto seja construído entre a avenida W3 Sul e o Setor Policial.

As obras do VLT estão paradas desde setembro de 2010 por questões judiciais. há um mês o processo de licitação foi retomado, e agora está a cargo do Metrô. A previsão é que o viaduto fique pronto em até 14 meses.

O edital de pré-qualificação para empresas interessadas em construir o viaduto serão abertas na próxima semana. O prazo para entregar a documentação exigida é de 30 dias. De acordo com a secretaria, as obras devem ficar prontas até a Copa de 2014.

A obras deve custar R$ 20 milhões, e faz parte da implantação do corredor oeste (ESPM).








http://www.correiobraziliense.com.br...o-do-vlt.shtml
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