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Grooverider Sep 28, 2011 11:10 PM

Meu .... só dá Brasília, Rio e São Paulo quando falamos de marcas de luxo. Fica cada vez mais claro que o eixo está se tornando um triangulo com essas três grandes metrópoles em seus vértices ... antes Curitiba era sempre a bola da vez ... agora me parece que a distância entre o triangulo e as demais cidades brasileiras vai ficando cada vez maior.

Na minha opinião, o primeiro pelotão ficou com Sampa, Rio e Brasília ... Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre correm bem atras dessas cidades.

É BSB com o ffwd pressionado até o talo. Sem dúvida alguma é um grande feito para uma cidade que mal completou 50 anos !!!

Viva a nossa linda Capital Federal !!!!

pesquisadorbrazil Sep 28, 2011 11:13 PM

Quote:

Originally Posted by Grooverider (Post 5426773)
Meu .... só dá Brasília, Rio e São Paulo quando falamos de marcas de luxo. Fica cada vez mais claro que o eixo está se tornando um triangulo com essas três grandes metrópoles em seus vértices ... antes Curitiba era sempre a bola da vez ... agora me parece que a distância entre o triangulo e as demais cidades brasileiras vai ficando cada vez maior.

Na minha opinião, o primeiro pelotão ficou com Sampa, Rio e Brasília ... Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre correm bem atras dessas cidades.

É BSB com o ffwd pressionado até o talo. Sem dúvida alguma é um grande feito para uma cidade que mal completou 50 anos !!!

Viva a nossa linda Capital Federal !!!!

Concordo contigo, lojas e restaurantes internacionais desembarcando em Brasília. Tá faltando é aquilo né. Hotéis internacionais, será que em breve teremos novidades?

Pois se depender dos empresários brasilienses não teremos hotéis internacionais. Então ficamos dependentes de empresários do eixo Rio-São Paulo ou até mesmo de estrangeiros.:banana:

Sem falar que para os próximos meses vai desembarcar na cidade, a Ferrari, Bentley, Porsche, Pacha, Bang & Olufsen, Balthazar Restaurant NY, Cartier, Baccarat, Prada, Ralph Lauren. E quem sabe um IMAX...

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 7:16 AM

Spedini tem crescimento de 20% no ano

Spedini tem crescimento de 20% no ano

Rede de tratoria expressa cresce com

A Spedini, especializada em culinária italiana, já registra um crescimento de 20% neste ano.
O principal fator de crescimento é a aquisição de novas unidades por parte de franqueados que já atuavam na marca, movimento que a franqueadora chama de “expansão caseira”. Na mais recente, um franqueado de Brasília adquiriu, de uma só vez, três unidades. O investimento para cada uma é de R$ 300 mil.

A marca esteve presente na 5ª Rio Franchising Business acompanhada do Grupo BITTENCOURT, responsável pela expansão da rede. Organizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF-Rio), a feira ocorreu entre 15 e 17/9 no Riocentro.

Atualmente, a rede conta com 18 unidades, entre as que estão sendo implantadas e as em operação, distribuídas em São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

(Com informações do site da Spedini)
Fonte: http://www.suafranquia.com/content.p...intID=NDM3NA==

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 7:17 AM

Luiza Prado Calçados aposta em Máster Franquia

Idéia é cada região brasileira ter uma Máster Franquia responsável pela rede na ár

A marca de calçados femininos Luiza Prado, sob o comando da empresária Jâinda Marques, está agora direcionando seus negócios para o sistema de Máster Franquia. De acordo com esse tipo de sistema o franqueador concede a terceiros o direito de vender sua marca em determinada região. “Pretendo ter Master Franquias nas principais regiões brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo; Rio Grande do Sul; Mato Grosso, Brasília, Goiás e Tocantins; Ceará e Pernambuco, assim como Pará”, afirma a executiva.

De acordo com ela em cada uma dessas cidades haveria uma unidade piloto cujo subfranqueado iniciaria o processo de comercialização e montagem da rede de franquia no território previamente estabelecido em contrato.

Para obter uma Máster Franquia é necessário um investimento inicial de R$ 350 mil e está prevista a participação de 30% sob os lucros das franquias contratadas. Vale reforçar que de acordo com pesquisas de mercado o setor calçadista cresce em média 31% ao ano e até 2014 as perspectivas são as mais otimistas.

Agora em junho a empresária fará uma apresentação em São Paulo para possíveis interessados. Aguardem mais novidades!

Sobre a empresa
Fundada em 2004 pela empresária Luiza Gomes do Prado, na cidade de Rio Verde em Goiás, a marca foi comprada por Jâinda K. Marques em 2006. Sob sua direção foi implementada na loja um atendimento personalizado que fez com que a grife ganhasse dois prêmios em 2008: de qualidade no atendimento regional e da empresa mais lembrada de Goiás. Em 2009, levada pelo sucesso da marca na região Jâinda iniciou o processo de desenvolvimento de franquias, não sem antes passar por uma reestruturação. Atualmente contam com lojas em Goiânia, GO; Taguatinga no DF e Joinville, SC. Esse ano além das franqueadas, iniciaram as vendas para lojas multimarcas em cidades com população inferior a 150 mil habitantes. O objetivo é se expandir até tornar-se uma marca de renome global.

Fonte: http://www.suafranquia.com/content.p...intID=NDEyOA==

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 7:18 AM

Carolina Martori dá continuidade ao plano de expansão

Marca investe em lojas franqueadas

A grife feminina de calçados e bolsas Carolina Martori, com sede em Franca, interior de São Paulo, começou o ano de 2011 apostando todas as suas fichas na ampliação do “universo Carolina Martori”. Após o sucesso das quatro lojas abertas em 2010 – Natal, Teresina, Fortaleza e Santiago do Chile - a empresa agora parte para um novo modelo de expansão: a Franquia. A opção por franquia se deu justamente pela necessidade de padronização de serviços e procedimentos que possibilitarão a detecção de problemas e antecipação de soluções , assim como para a pronta assistência ao parceiro, melhorando ainda mais os resultados da operação.

“Para as novas lojas as questões arquitetônicas e sensoriais serão muito exploradas. Profissionais de diversas áreas foram consultados para o desenvolvimento de uma atmosfera de elegância e modernidade no visual e ambiente de compra. Será uma grande surpresa para as nossas clientes” revela Eduardo Sato, diretor de expansão da empresa.

Vale lembrar que a Carolina Martori iniciou suas atividades em 2001 galgando rapidamente posições entre as tradicionais marcas concorrentes do segmento.

A indústria produz 100% dos produtos que abastecem suas lojas e responde por mais de uma centena de postos de trabalho diretos. A empresa estima a abertura de quatro a seis unidades franqueadas em 2011. “Além do Nordeste do Brasil já temos candidatos no Distrito Federal, Minas Gerais, Goiás e interior do estado de São Paulo”, comemora Sato.

Carolina Martori

Com experiência de toda uma vida no ramo calçadista, fabricando anteriormente uma linha de produtos populares, o senhor Hélio Martori funda em 2001, a grife de calçados Carolina Martori. Hoje, a marca Carolina Martori é referência junto ao segmento de calçados, possui forte conceito no mercado em que atua, emprega alta tecnologia em seus produtos e mantém altíssimo prestigio junto às suas clientes. Ao lado da antiga fábrica foi implantada uma “loja laboratório”, cujo objetivo, além da comercialização de parte da produção, atua também como área de pesquisa. Nesse local são observados a aceitação dos produtos, a preferência de seu público e performances de vendas de linhas, modelos e apostas.

A participação em feiras do setor como a Francal e Couromoda cria uma aproximação maior com seus clientes, tornando-os amigos e parceiros. Comprometida com a satisfação de suas clientes, Ana Carolina Martori, responsável pelo design, viaja com freqüência aos centros lançadores de moda como Nova Iorque, Paris, Milão e Barcelona, onde pesquisa novos desenhos e estilos para as suas coleções e verifica os lançamentos de novas tecnologias.

Representantes distribuídos por regiões garantem a distribuição dos produtos Carolina Martori em lojas multimarcas de todo o país. Em 2009, percebendo a abertura do mercado e a grande aceitação dos consumidores pelos seus produtos, a marca deu início ao processo de expansão de lojas, optando, inicialmente, pelo formato de LICENCIAMENTO.

Fonte: http://www.suafranquia.com/content.p...intID=NDAxOQ==

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 7:19 AM

Katz Chocolocates investe no segmento de franquia
A marca Premium de chocolates se prepara para abrir mais cinco lojas até a Páscoa

Famosa pelas deliciosas línguas de gato, biscoitos palmier e a torta de ricota, a Katz Chocolates investe no segmento de franchising e se prepara para fechar o trimestre com mais cinco franquias no Rio de Janeiro – Shopping Rio Sul, Downtown, Via Parque, Rio Design Barra e Botafogo Praia Shopping.

Há mais de 50 anos, a Katz é referência em chocolate, biscoitaria e pâtisserie gourmet. Criada pelas amigas Ruth Bucky, austríaca, e Anne Katz, alemã, na cidade de Petrópolis, a Katz ganhou a serra com receitas originais de doces e tortas européias. Há cinco anos, a empresária Peka Toenjes comprou a marca com a intenção de levá-la para outras praças, mantendo a qualidade, a matéria prima – o chocolate amargo Callebault da Bélgica e as receitas que marcaram gerações.

A nova fase foi marcada pela construção da fábrica - com 800 metros quadrados, a mudança da logomarca, a abertura da primeira loja-conceito no Leblon e a formatação para o projeto de franquia da Katz. Todo esse investimento trouxe à marca um retorno imediato e significativo, com o aumento das vendas e as inúmeras propostas de franqueados. Em 2010, o projeto de fazer da Katz uma rede se concretizou com a inauguração da primeira franquia, no Shopping da Gávea e em seguida com as negociações já formalizadas de outras cinco unidades. Dessa maneira, a empresa atingirá o marco de nove lojas até a Páscoa – data mais esperada pelo segmento.

Segundo Peka, a expectativa no setor de franchising é bastante otimista. A previsão é abrir 100 lojas em âmbito nacional, em um período de três anos, com foco principal nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais.

A Katz é sinônima de tradição e qualidade, oferecendo os melhores bombons e trufas com chocolate belga, podendo ser: branco / ao leite / amargo / extra-amargo (75% de cacau) e sem adição de açúcar. Além dos biscoitos amanteigados, tortas, bolos caseiros e a famosa torrada Petrópolis.

Formatação de Franquia

A Franquia da Katz Chocolates foi formatada nos mais modernos conceitos de padronização e acompanhamento (business format franchising). Com área mínima entre 20 e 35 m2 e sete funcionários , a franquia requer um investimento inicial de R$ 96 mil a R$150 mil (fora o ponto comercial). Neste valor está incluído gastos com as instalações, equipamentos e despesas pré-operacionais. A taxa de franquia é de R$ 30 mil, dependendo do tamanho da loja. A taxa de publicidade é de 4% sobre o valor de compra da unidade franqueada. É importante ressaltar que o valor arrecadado com a taxa de publicidade é destinado à formação de um fundo de marketing para divulgação institucional e local da marca Katz. O retorno deste investimento acontece de 18 a 30 meses. Após o início da atividade, cada franqueado contará com a supervisão periódica de campo, apoio na gestão empresarial, ações de marketing e todo o suporte da consultoria do franchising.

O faturamento do setor de franquias deverá crescer 15% no próximo ano, segundo estimativa da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Os números de 2009 não foram fechados, mas a ABF acredita que o setor cresça pelo menos 14,5% em relação a 2008, saltando de R$ 55 bilhões para R$ 63 bilhões. De acordo com o presidente da ABF, Ricardo Bomeny, o setor de franquias é um dos que mais cresce no Brasil, sendo uma ótima opção para quem deseja abrir o próprio negócio. Nos três últimos anos cresceu 50%.

Fonte: http://www.suafranquia.com/content.p...intID=MzkyMA==

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 10:25 AM

Gigantes chegam ao BarraShopping/New York City Center
Exposição ficará de 21 de setembro a 12 de outubro

Depois do sucesso no Shopping Anália Franco, é a vez de os clientes do BarraShopping e New York City Center, no Rio de Janeiro, conferirem a exposição mundial “Os Gigantes da Era do Gelo”, de 21 de setembro a 12 de outubro.

São 11 réplicas em tamanho real de animais que habitaram a era glacial e que medem até 4 metros de altura, produzidos na cidade de Praga (República Theca). Entre os animais de “Os Gigantes da Era do Gelo” estão o mamute, o rinoceronte, o roedor gigante, o tigre dentes-de-sabre, entre outros, todos já extintos. O público pode conhecer as distintas espécies, seus habitats e características.

A exposição, que tem entrada gratuita, ocupa o Lounge da Portaria I do BarraShopping e a Praça de Eventos do New York City Center. O acervo já passou por países da Europa e América do Sul. No Brasil, depois do Rio, a exposição seguirá para outros seis shoppings da Multiplan no país: ParkShopping, RibeirãoShopping, MorumbiShopping, BH Shopping, BarraShoppingSul e ParkShoppingBarigüi.

Visite o hotsite da exposição em http://www.gigantesdaeradogelo.com.br/

http://i1177.photobucket.com/albums/...rbsb7/pks1.jpg

http://i1177.photobucket.com/albums/...rbsb7/pks2.jpg

http://i1177.photobucket.com/albums/...rbsb7/pks3.jpg

http://i1177.photobucket.com/albums/...rbsb7/pks4.jpg

Fonte: http://www.multiplan.com.br/main.jsp...328820505D109E

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 10:26 AM

Mais não se alegrem rapidamente. Pois no PKS somente em 2012.

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 10:54 AM

A volta dos outlets ao Brasil

http://i1177.photobucket.com/albums/...ngsBraslia.jpg

Sucesso nos Estados Unidos e na Europa, os outlets - shoppings de liquidações onde as grifes desovam coleções passadas - têm pouco prestígio no Brasil. Até pouco tempo, a palavra outlet era desconhecida dos consumidores e proibida entre investidores e varejistas: virou sinônimo de mico no País na década de 90 depois de uma sequência de experiências mal sucedidas que levou esses empreendimentos a fecharem as portas ou a se renderem ao modelo de shopping convencional. Passada a ressaca, os outlets ensaiam uma volta ao mercado brasileiro.

O pioneiro dessa segunda fase foi inaugurado em junho de 2009, às margens da Rodovia dos Bandeirantes, entre São Paulo e Campinas. Nos fins de semana e feriados, chega a receber caravanas de consumidores vindos do interior do Estado atrás de "barganhas" como uma camisa polo da Tommy Hilfiger por R$ 159 (custa R$ 230 numa loja regular) ou calças jeans da Levi"s por R$ 99. Com um mix de grifes nacionais e internacionais, o Premium Outlet já é considerado um case de sucesso pelo mercado e terá seu modelo reproduzido pelo País. Há pelo menos cinco lançamentos previstos para os próximos dois anos em São Paulo, Brasília e no Rio Grande do Sul.

A General Shopping, responsável pelo projeto do Outlet Premium São Paulo, anunciou recentemente um novo empreendimento em Alexânia, cidade que fica a 50 minutos de Brasília e a 1 hora de Goiânia. O centro de compras vai concorrer com o outlet da novata Vértico, empresa paulista criada há dois anos para desenvolver shoppings convencionais, mas que também resolveu se render aos outlets. A empresa já começou a comercializar as lojas do empreendimento, que será instalado na Cidade Ocidental, a uma hora de Brasília.

Depois de ter acompanhado de perto o insucesso dos outlets brasileiros na década de 90, a consultoria internacional de mercado imobiliário Jones Lang LaSalle também decidiu dar uma segunda chance a esse modelo de negócio: está desenvolvendo um outlet em Novo Hamburgo, no caminho para a serra gaúcha e outro no km 46 da rodovia Castelo Branco, em São Paulo.

A 14 km desse terreno, a JHSF, dona do shopping Cidade Jardim, prepara o lançamento do Catarina Fashion Outlet. Até a EcoRodovias, empresa que administra estradas como a Imigrantes, Anchieta e Ayrton Senna, vem estudando a implantação de outlets ao longo da malha rodoviária, segundo investidores do setor. A concessionária não quis comentar o assunto.

"O interesse por esse tipo de investimento é generalizado", diz André Costa, diretor de locação da Jones Lang LaSalle. "Ao contrário do que aconteceu na década de 90, o momento é propício para os outlets." A situação econômica do País é o pano de fundo desse cenário. Além de consumidores dispostos a gastar, o fortalecimento do varejo e a abertura de novas lojas fez com que os fabricantes precisassem de outro meio para vender as sobras, já que os bazares temporários e as liquidações nas lojas próprias tornaram-se insuficientes.

Localização. Na primeira fase dos outlets, com inflação e juros altos, os lojistas brasileiros aprenderam a trabalhar com pouco estoque. Por isso, poucos se interessaram a entrar no novo negócio. Além disso, os primeiros outlets do País estavam localizados dentro dos grandes centros urbanos, muito perto dos shoppings convencionais - um erro estratégico, já que as lojas de liquidação poderiam canibalizar a operação principal das marcas. Resultado: aqueles outlets atraíram apenas fabricantes inexpressivos, que não tinham condições de estar nos grandes centros de compra. O Shopping D, localizado na Marginal do Tietê em São Paulo, por exemplo, nasceu com a intenção de ser um outlet, mas teve de se converter.

"O que leva o cliente a um outlet é o desconto. E tudo no empreendimento tem de ser planejado com esse fim", afirma Alexandre Dias, diretor de Marketing e Varejo da General Shopping. Os primeiros projetos no Brasil não levaram isso em conta e foram desenvolvidos com o porte de shoppings tradicionais, com direito a mármore, elevadores, escadas rolantes e ar condicionado.

Os novos outlets seguem à risca o certeiro modelo americano: estão localizados nos arredores das metrópoles, onde o terreno é mais barato; são horizontais e abertos para evitar custos de manutenção e reduzir o valor do aluguel. "As marcas internacionais foram muito mais receptivas do que as brasileiras, que no início duvidaram do projeto", diz Dias.

A Calvin Klein, presença certa nos outlets americanos, foi uma das primeiras a se instalar no de São Paulo. "Os produtos que marcam muito uma coleção vão direto para o outlet; os mais básicos são liquidados primeiro nas lojas convencionais", explica Fábio Vasconcelos, diretor comercial da marca. O outlet já é a terceira loja mais rentável da Calvin Klein - em alguns épocas do ano chega a faturar mais que a unidade do Shopping Iguatemi.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/i...l,731499,0.htm

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 10:55 AM

Bomba, eu sabia desse novo shopping, falavam que seria nas redondezas de Luziânia. Mas enfim saiu uma matéria real, será na cidade Ocidental. Calma pessoal, não é dentro da cidade, mas creio que seja na BR 040, antes de chegar no Posto Texaco de Valparaizo. Inclusive o terreno já se encontra em obras.

GMF Sep 29, 2011 3:47 PM

:previous:
Shopings na região do Entorno do DF são interessantes por fomentar o consumo de massas.

Nas cidades em que existem favelas e regiões nobres lado a lado, é comum vermos shoppings movimentados basicamente pelas classes D e E (muitas vezes as classes A e B preferem ir ao exterior fazer compras). Aqui em Brasília segue uma lógica um pouco diferente. As Classes A e B se concentram na área central, onde também se concentra a maior parte dos shoppings. Logo, desperdiçamos uma grande força de consumo, que poderia movimentar a economia local. Shoppings em regiões com maior densidade populacional (como Ceilândia ou perto da Cidade Ocidental), costituem um processo bem interessante.

MAMUTE Sep 29, 2011 4:10 PM

:previous: Isso já está mudando, os empresários do setor de Shoppings estão abrindo os olhos para o potencial das regiões mais populosas, um exemplo disso são os novos shoppings que serão construidos em: Águas lindas de Goiás, também será construido um em Luziânia, Ceilândia e Planaltina DF esses do Grupo PO. Além do shopping da Brookfield em Águas claras, e ainda vem mais:notacrook:

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 4:49 PM

Eu nem vou dizer nada com relação a esse OUTLET CIDADE OCIDENTAL, mas acabei de ligar na VERTICO, e a pessoa responsavel pelo shopping, jogou um balde de água fria. Veio com papo que ainda está em definição de projeto. E que o Estadão se equivocou em afirmar que o shopping está sendo comercializado e tal.

E como eu suspeitava, é papo para boi dormir, como uma empresa lança algo que sequer poderá ser comercializado. Eu até gozei da cara da pessoa, falando que então lançaram algo virtual, que sequer vai existir.

E pior, que a pessoa confirmou que poderá ocorrer isso mesmo, é mole.

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 8:10 PM

Portiere projeta expansão de mercado
ANTONIO PAZ/JC

Krai planeja abrir 20 lojas autorizadas em um período de cinco anos

A Portiere, empresa gaúcha que atua no segmento de móveis personalizados e de alto padrão, prevê expansão de mercado através da abertura de lojas autorizadas em várias regiões do País. A previsão, de acordo com o diretor de expansão da empresa, Luciano Krai, é abrir 20 lojas autorizadas em um período de cinco anos, levando em consideração aspectos como número de habitantes e característica de cada região para implantação das mesmas. Krai informa que a ideia da direção da Portiere é que sejam abertas quatro lojas autorizadas por ano, seguindo análise criteriosa.

Dentro desse propósito, a Portiere irá apresentar o seu perfil de negócios para empreendedores durante a sua participação na terceira edição da Casa Brasil, evento proeminente, que será realizado no período de 2 a 6 de agosto no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, a 124 quilômetros de Porto Alegre. A Casa Brasil reúne a cadeia produtora do setor moveleiro e é organizada pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis).

Krai explica que, para participar da Casa Brasil, a Portiere foi escolhida, assim como as demais participantes, por uma curadoria formada por profissionais de arquitetura, design, comunicação e qualidade. Segundo o diretor, é estabelecido um o rigoroso processo de seleção para participar do evento, que leva em consideração aspectos importantes, como conceito, qualidade e tendências.

Criada em setembro 1999, a Portiere tem hoje cinco lojas próprias, sendo duas em Porto Alegre, uma na avenida Nilo Peçanha, 2.331, e outra na avenida Cristóvão Colombo, 1.884, além de estar presente em Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE). A empresa também conta com uma joint venture no Panamá.

O diretor de expansão informa que a empresa já está recebendo proposta de investidores para abertura de lojas autorizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Maranhão e Rondônia.
Ele informa que empresa pensa no futuro e está investindo igualmente na sua fábrica de móveis planejados, localizada em Porto Alegre, através da importação de equipamentos modernos, provenientes da Itália. “A Portiere, desde a sua fundação, fabrica itens de alto padrão e um de nossos principais fornecedores é a empresa Duratex, que emite certificação de normas de qualidade para seus produtos e que são fornecidos aos nossos clientes no momento da concretização do negócio”, explica.

Ele diz que outro diferencial da Portiere está no atendimento, que é feito por arquitetos e, segundo Krai, transforma-se em ponto fundamental na relação com os clientes e no planejamento e execução de projetos para os mais variados fins.

“A Portiere possui um departamento de produtos, que realiza constantes pesquisas junto ao público consumidor no que diz respeito às suas necessidades e hábitos. Dessa forma, através destas pesquisas a empresa desenvolve novos produtos e acessórios utilizando materiais de qualidade reconhecida, beleza e alinhados com as últimas tendências das principais feiras de móveis europeias, de acordo com as normas de preservação de meio ambiente e política de sustentabilidade. Este departamento realiza, também, a adequação e qualificação de fornecedores a nível global”, acrescenta.

Na busca pela exposição da marca no mercado, a Portiere promoverá em parceria com a Siq Marketing, de São Paulo (SP), o Design Fórum Cozinhas: Cozinhas 3.0, que será realizado no dia 17 de agosto, no Hotel Sheraton.

Informações adicionais: A Portiere pode ser contactada através dos telefones (51) 3312.1111 e 3272.8500 ou pelo e-mail: portiere@portiere.com.br, além do site: www.portiere.com.br

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=67253

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 8:13 PM

Agora voltando ao assunto interessante do PODERIO econômico dos funcionários públicos...

Limpeza geral

Funcionários de confiança de senadores que não se reelegeram em outubro ganham entre R$ 1,5 mil e R$ 11,3 mil por mês. Quase metade deles está lotada nos estados, e não em Brasília. Cada senador tem até R$ 100 mil por mês para gastar com comissionados. Cada senador tem R$ 100 mil mensais para gastar com comissionados, informa o site Congresso em Foco.


Então, como eu já falei aqui e afirmo, que banca o mercado de luxo é a iniciativa privada.

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 8:41 PM

Mais uma matéria desmentindo que a cidade é refem da renda dos funcionários públicos.

Renda maior na informalidade
Autor(es): Mariana Branco
Correio Braziliense - 29/09/2011

Trabalhadores com carteira assinada têm rendimento médio inferior ao dos autônomos e dos sem registro, fato inédito em BrasíliaNotíciaGráfico

Pela primeira vez em 19 anos, a renda de trabalhadores sem carteira assinada e de autônomos superou a dos formais. O dado está na Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal (PED-DF), realizada pela Companhia de Desenvolvimento do DF (Codeplan) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento, divulgado ontem, mostrou que em julho de 2011 o rendimento médio real dos assalariados com carteira foi de R$ 1.197. Já os assalariados informais e os autônomos ganharam, respectivamente, R$ 1.222 e R$ 1.314. O fenômeno é inédito em toda a série histórica da PED, que teve início em 1992.

Outra surpresa na pesquisa foi o recuo dos postos de trabalho formais e o avanço dos informais entre julho e agosto deste ano, na contramão do que vinha acontecendo nos últimos 12 meses. Na comparação mensal foram suprimidas 5 mil vagas com carteira (recuo de 1%) e criadas mil sem carteira (alta de 1,1%). Se tomada a variação frente a agosto do ano passado, foi constatado que o mercado do DF comportou-se de maneira oposta e mais de acordo com o movimento de formalização que impera em todo o país: criou 21 mil postos com carteira e suprimiu 11 mil sem carteira.

O economista Júlio Miragaya, diretor de Gestão de Informações da Codeplan, acredita que ainda é cedo para saber as causas exatas das alterações. "Pode ser conjuntural", comenta. No entanto, ele levanta uma hipótese sobre a renda maior de quem está na informalidade face à do trabalhador formal. "Como está havendo formalização intensa, pode ser uma forma de o empregador compensar o fato de não assinar a carteira", suspeita.

Daniel Biagioni, sociólogo e analista do Dieese afirma que, apesar da atipicidade de agosto no que diz respeito à criação e à supressão de postos informais e formais, os trabalhadores com carteira continuam sendo maioria. "Atualmente, no DF, existem 521 mil contratados sob o regime celetista e 96 mil pessoas trabalhando sem carteira." A quantidade de autônomos, 160 mil, também é inferior à de funcionários formalizados.

Mais dinheiro
Para o autônomo Valdeni Basílio de Camargo, 41 anos, sair de um emprego com carteira e investir em um pequeno negócio de lavagem de carros, montado em uma quadra do Sudoeste, representou uma elevação da renda. Há um ano, ele trabalhava com carteira assinada como auxiliar de manutenção e limpeza de um prédio. Ganhava R$ 700. Acabou tendo que deixar a função porque a empresa, terceirizada, foi substituída. Então, teve a ideia de alugar de um conhecido uma perua com apetrechos para lavar veículos e trabalhar por conta própria. O ganho mensal varia, mas, de acordo com ele, costuma ser superior a R$ 1 mil.

"Além de ser melhor do que trabalhar para os outros, consigo tirar mais. Estou pagando INSS (a contribuição com o Instituto Nacional do Seguro Social) por fora. Para mim, é a mesma coisa que ser fichado. É daqui que tiro dinheiro para pagar meu aluguel e a pensão dos meus filhos", conta o morador de Planaltina.

O economista Carlos Alberto Ramos, professor da Universidade de Brasília, afirma que em um cenário de economia aquecida é comum a elevação da demanda por trabalho informal. É aberto espaço, por exemplo, para a oferta de serviços. Ele destaca ainda que as sucessivas altas do mínimo — que, de 2003 a 2011, subiu de R$ 240 para R$ 545, ou seja, 127% — podem ter contribuído de forma direta para a elevação de renda dos informais e autônomos detectada pela Codeplan e Dieese. O motivo é que o menor salário da economia funciona como uma espécie de indexador não oficial para esses trabalhadores. "Eles reajustam o preço de seus produtos e serviços quando o salário mínimo aumenta."

A PED-DF revelou que em agosto último a taxa de desemprego ficou em 12,3%, quase estável frente aos 12,4% registrados para julho. Os segmentos que criaram vagas no período foram indústria (4 mil postos), construção civil (2 mil) e administração pública (2 mil). No comércio houve retração, com 2 mil vagas a menos.

Estudo
A PED é realizada no DF e em mais seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo. O Dieese também calcula a média nacional da taxa de desemprego. Em agosto, ela ficou em 10,9%, tendo recuado 0,1 ponto percentual frente a julho. Salvador teve a maior taxa, de 15,6%, e Belo Horizonte a menor, 7,6%.

Conferência trata do emprego decente
A Secretaria de Trabalho do DF, centrais sindicais e representantes do setor privado estão participando da I Conferência Distrital de Emprego e Trabalho Decente. O evento, que começou ontem e termina hoje, tem como principal objetivo debater igualdade de oportunidades e tratamento para todos, em especial para os grupos mais fragilizados dentro do mercado de trabalho, como negros e mulheres. A conferência será encerrada com a redação de um documento, que vai servir de base para as discussões da Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente marcada para 2012.

Fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.b...=Bras%C3%ADlia

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 8:42 PM

É aquele negócio que todos sabemos, tem flanelinha tirando salário maior do que médico, advogado, professor e policial. Eu nem vou mencionar os ambulantes...

pesquisadorbrazil Sep 29, 2011 9:06 PM

Nossa de novo arroz com feijão. Nem preciso falar quem está em vias de instalar um restaurante no Boulevard Shopping? Claro né, o Mc Donalds. Agora eu tomei conhecimento que o hipermercado do shopping vai continuar, e foi desmentido seu fechamento. Quem vai fechar as portas é o hipermercado Carrefour de perto da Água Mineral.

emblazius Sep 30, 2011 12:35 AM

Que bom, até gosto muito do Boulevard.

pesquisadorbrazil Sep 30, 2011 2:10 AM

Quote:

Originally Posted by emblazius (Post 5428244)
Que bom, até gosto muito do Boulevard.

Mais bem que poderia ser um Burger King, Arbys ou Wendys no lugar do Mc Donalds.


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