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pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:02 PM

Comércio e Serviços no Distrito Federal - Movimentações no Setor
 
Espaço destinado a informações do setor de Comércio e Serviços no Distrito Federal e Região Metropolitana

pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:13 PM

Do Rio para o mundo
A ideia de exportar o modelo de "botequim carioca" para o resto do Brasil leva a desdobramentos. O Botequim Informal, que se autodenomina um "pé limpo", contratou a consultoria paulista de negócios Vecchi & Ancona para formatar o Informalzinho.

Eles querem que o modelo de franquia de um botequim pequenininho e adaptável seja lançado em Brasília, em Minas e em São Paulo, com abertura de 12 unidades desse "filhote" da rede nos próximos dois anos, diz Mariano Ferreira, um dos sócios do Informal.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/887231/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:14 PM

Seletti, rede especializada em alimentação rápida saudável, fechará o ano com seis lojas. Para 2010, o projeto é chegar a 20, com expansão focada em franquias
Alface e além. Com a crise econômica diminuindo o movimento nos restaurantes mais sofisticados, as redes de fast-food estão aproveitando para ganhar terreno. "Os restaurantes sentiram a crise e nós notamos uma migração deste público para as praças de alimentação", diz Luis Felipe Campos, idealizador e proprietário da Seletti, rede especializada em alimentação rápida saudável, que abriu sua primeira unidade em 2007, no shopping Villa-Lobos. Até então, a Seletti só trabalhou com estabelecimentos próprios. A rede conta, atualmente, com quatro restaurantes - todos em shoppings, em São Paulo, além de um quiosque na academia Tem Esporte, de São Bernardo. Até o final de novembro, inaugura unidades no shopping Vila Olímpia e Metrô Santa Cruz. A partir daí, começa a franquear sua marca. "Espero, até o final do ano, fechar três ou quatro contratos de franquias."

Alface I. Somente na inauguração do restaurante do Vila Olímpia, a empresa investiu R$ 500 mil. Para este ano, o Seletti projeta faturamento em torno de R$ 4,5 milhões - um crescimento de 80%, em relação a 2008. A partir de 2010, a rede parte para outras cidades, como Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Campinas. Nas duas últimas, planeja ter unidades próprias, "por serem cidades próximas a São Paulo". "A ideia é chegar a 20 restaurantes, em 2010", diz Campos, que estudou hotelaria na Suiça e foi sócio das redes Spoleto e Le Chef Express.

Alface II. A aposta de Campos, é claro, é na popularização de hábitos alimentares mais saudáveis. "Isto não é modismo, é uma tendência de comportamento." Nos restaurantes Seletti, por exemplo, não entram frituras. Tudo é grelhado ou assado. "Utilizamos sal marinho, muito azeite e óleo de canola, que são melhores para saúde." Ainda assim, diz Campos, o cardápio vai além do suquinho e da salada: tem várias opções de carnes grelhadas, legumes, grãos e até uma linha de "yoshakes" (shakes à base de iogurte), de "wraps" (sanduíches enrolados) e de sobremesas. O ticket médio é de R$ 18 e os pratos são montados ao gosto do freguês. "Também temos opções vegetarianas, com dois sabores de hambúrgueres."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/787307/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:15 PM

O A-Life, private equity brasileiro com foco em entretenimento, entra nas casas noturnas Kiss & Fly e Buddha Bar e na rede de bares Eu, Tu, Eles
Quinhão do rústico-chic . Uma tina em forma de meia- lua de gelo com cervejas e champanhes para os clientes se servirem à vontade. Com propostas como essa, o bar Eu, Tu, Eles, que abre em maio em São Paulo, pretende agradar bem-nascidos que gostam de despojamento. O conceito da casa é do trio Tarcísio e Marcelo Mello (Porto Luna e Gardênia) e Armando Lara Nogueira (ex-Disco), mas 40% do capital aportado é do A-Life, o primeiro private equity de entretenimento criado no Brasil, como se definem.

"Esse é um setor que cresce 50% ao ano no país. No nosso modelo entramos para cuidar de tudo do balcão para dentro de casas noturnas, restaurantes e bares. São empreendimentos focados no público AA e com identidade bem definida", explica Gustavo Araújo, presidente e sócio do A-Life, que tem no núcleo de gestão moços de até 30 anos. Os demais membros são Alessandro de Ávila, Pedro Silveira e Rachid Sader. Criado em dezembro, o fundo tem 25% de capital suíço-americano. Na carteira já conta com participação de 10% na casa noturna Kiss & Fly e 10% no Buddha Bar, em São Paulo, e 40% do Eu, Tu, Eles. Nos próximos seis meses já tem comprometidos R$ 10 milhões em três projetos que Araújo ainda não revela as bandeiras: um club nova-iorquino com restaurante e deck numa praia da zona sul carioca; um louge-bar em Florianópolis; e um restaurante de alta gastronomia de um chef italiano três estrelas Michelin, em São Paulo. "Nesses negócios, por enquanto, somos minoritários, mas a estratégia para os próximos é sermos sempre majoritários. Nossa capacidade de investimento só depende de projetos alinhados com nossa proposta." Um dos sócios, por exemplo, viaja pela Europa e Estados Unidos prospectando negócios. "Já estamos em conversa com um chef francês com casas pelo mundo."

Quinhão I. O Eu, Tu, Eles foi criado para ser um modelo replicável. "O projeto é ter unidades nas principais capitais num prazo de quatro anos." A primeira vai funcionar na esquina das avenidas Faria Lima com Cidade Jardim e vai consumir R$ 3,5 milhões. A próxima será aberta ainda este ano no Brooklin ou Moema. "Em 2011 inauguramos no Rio e Beagá, e na sequência Brasília, Porto Alegre e Curitiba." Pelo projeto arquitetônico, a casa tem aspecto rústico com parede de taipa, forno à lenha para fazer pizza de burrata e grelha para churrasco. "A classe A acredita que o chic é ser simples. Não quer formalidade, mas exige cozinha e serviços impecáveis."

Quinhão II. Para Araújo, restaurantes e bares têm vida curta no país por problemas de administração. "No A-Life só entramos em negócios em que participamos da gestão. Isso significa ter um controller verificando todos os processos e medindo a qualidade das casas todos os dias." Outro problema, o alto turn over da categoria, ele acredita resolver com um sistema de remuneração proporcional ao desempenho. "Nossos garçons são cast members." No Brasil, diz ele, os talentos que saem da faculdade não enxergam no entretenimento uma área de atuação interessante. "Por isso, criamos um plano de carreiras e uma remuneração agressiva para atrair gente talentosa para nossas casas, como a Disney e Las Vegas fazem."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/820583/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:17 PM

Prato único, francês notívago e "tapas top"
Por Por Maria da Paz Trefaut, de São Paulo

Um restaurante com a grife Joël Robuchon, uma casa de tapas chique com a assinatura do espanhol Sergi Arola e um descontraído bistrô de prato único são termômetros da ferveção paulistana neste final de ano. As três casas, inspiradas em conceitos e grifes internacionais de restaurantes, mostram que São Paulo, pelo menos em tese, continua um bom destino em tempos de crise.

Inaugurado em julho, o bistrô L´Entrecôte de Ma Tante teve um sucesso tão inesperado que antecipou os planos de expansão do grupo: a segunda unidade, no shopping Morumbi, deve entrar em funcionamento logo mais, entre dezembro e janeiro. A casa paulistana, inspirada na filosofia parisiense do Le Relais de Venise e do Relais de l´Entrecôte, já nasceu com o intuito de ser reproduzida em outras praças.

O conceito, dizem os cinco sócios, só poderia ser viável no Brasil dos últimos quinze anos, de economia estável e gastronomia em alta. É um bistrô com menu único por R$ 37, que inclui pão, salada verde, contra-filé com molho e fritas. Para os vegetarianos, além da salada, há apenas uma tábua de queijos e uma vasta lista de sobremesas.

O L´Entrecôte de Ma Tante - "O contrafilé da minha tia", na tradução literal - resulta da pesquisa de um grupo de empresários, alguns ligados à gastronomia outros não, que constatou a inexistência no país de restaurantes com prato único. Para desenvolver a receita, entrou na jogada o padeiro francês Olivier Anquier, cuja tia Nicole, de 72 anos, era detentora do "secret de famille" de um saboroso molho de contrafilé.

A opção por um prato só veio também da constatação que a maioria das pessoas frequenta mais ou menos os mesmos restaurantes e acaba por pedir sempre a mesma coisa. Claro que um cardápio mais enxuto facilita a reprodução de um modelo, mas "embora seja aparentemente uma operação mais simples, há grande risco, já que não há outra opção", diz Anquier.

Além da qualidade dos ingredientes - carne bonsmara e batatas sempre frescas provenientes de fornecedores fixos - a identidade visual do L´Entrecote também foi pensada para ser reproduzida. O símbolo é um patchwork de ladrilhos hidráulicos criado pelo arquiteto David Bastos, que deve estar em até onze casas ao longo dos próximos cinco ou seis anos. "Não queremos banalizar o conceito, mas há espaço em várias cidades: a próxima deve ser Brasília. Também não pretendemos ser uma rede de shopping, nossa proposta é fortalecer as ruas", adianta Edson D´Aguano, responsável pelo planejamento estratégico.

Inaugurado há mais de vinte dias, o L´Atelier destina-se a um público infinitamente mais abonado. Mesmo assim é quase três vezes mais barato do que a casa parisiense, criada em 2003 pelo chef Joël Robuchon, onde o tíquete médio fica entre 180 e 200. Aqui um jantar sai por volta de R$ 180, com um peso significativo na carta de vinhos, quase sem opções abaixo de R$ 130.

A cozinha está a cargo do francês Guillaume Mautalent, que foi sub-chef e chef de pâtisserie da matriz francesa durante cinco anos. Impressionado com a qualidade das frutas brasileiras e com a instabilidade na oferta de produtos, ele foi responsável pela adaptação do cardápio. Mas se há aqui a reprodução de vários pratos, o conceito do restaurante é outro. Em Paris, o L´Atelier tem 36 lugares em torno de um balcão. Aqui tem 60, mas quase todos em mesas: o balcão é mínimo. "Imagina no Brasil você cobrar R$ 500 para uma pessoa comer no balcão. É impensável", diz o empresário Luigi Cardoso, que trouxe a ideia para cá.

O ambiente, dominado pelas cores vermelho e negro, marca da decoração do L´Atelier nas outras cidades em que foi montado - Las Vegas, Londres, Nova York e Tóquio - é mais notívago na versão paulista. A aposta é atrair público jovem para o imenso bar, que fica logo na entrada. Por isso, a iluminação escura, no estilo casa noturna. "Nosso desejo era um lugar com um bar e boa comida, de tendência contemporânea", explica Luigi, estreante na gastronomia e ex-dono do Museum, espécie de dinning club e lounge com clima de balada.

No dia 3 de novembro será a vez do Arola-Vintetres abrir as portas no Hotel Tivoli-Mofarrej. A casa segue o conceito mais informal dos empreendimentos do espanhol Sergi Arola, que fez seu nome na alta gastronomia. A exemplo das que já existem em Madrid, Barcelona e Lisboa, terá tapas e pratos despretensiosos no cardápio. "Muitos brasileiros vão aos meus restaurantes na Espanha. Acho que São Paulo, por sua vida cultural e social e por sua relevância em termos mundiais, é o melhor lugar para iniciar o desenvolvimento e a consolidação desse tipo de cozinha na América Latina", diz Arola, que adora o Brasil e mantém relações de amizade com Alex Atala e Flávia Quaresma.

Para o Tivoli, a escolha de Arola segue a política dos outros hotéis da rede de não fazer o típico restaurante de hotel e sim uma casa que seja um atrativo e uma referência na cidade. "Conversamos com muita gente e decidimos trazer o conceito do Arola, que tem uma cara nova e uma comida para ser compartilhada", adianta Bernard Mercier, diretor para o Brasil do grupo Tivoli Hotel & Resorts.

Embora no restaurante esteja prevista uma adega com 600 rótulos, a ideia é que as pessoas possam ir ali apenas para tomar um drinque, desfrutar a vista de São Paulo e não sejam obrigadas a jantar. Segundo Mercier, "não é um restaurante para ir uma vez por ano, no aniversário. É para ir uma vez por semana. Claro que é elitista. Os preços não são de McDonald´s, mas também não é o caso de vender o carro."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/7878...go-e-tapas-top

pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:18 PM

Ida Frank, de ativista nos anos 70 a "restauranter"
Por Maria da Paz Trefaut | De São Paulo

Ela nunca foi companheira de Dilma Rousseff, embora seja da mesma geração e também tenha sido presa e torturada. Já nos idos dos anos 1970, Ida Maria Frank não acreditava na luta armada como estratégia de resistência. Mais ligada aos movimentos sociais da igreja, deixou a política por um amor e, em Paris, descobriu o gosto pela gastronomia. Hoje é uma empresária do setor de restaurantes, sócia de quatro casas em São Paulo e prepara-se para estender seus domínios a Brasília e ao Rio. Seu empreendimento mais recente, o St. Honoré, misto de bistrô e pâtisserie, abriu as portas há poucas semanas no bairro paulistano do Itaim, corredor gastronômico da cidade.

Depois de alguns equívocos, Ida marcou seu primeiro gol quando se associou ao chef Paulo Barros para fazer o Due Cuochi, premiada casa de cozinha italiana. "No começo eu não tinha a menor noção do que era administrar um restaurante, era totalmente amadora", lembra. Em sete anos aprendeu a transitar na área com desenvoltura. E gosta de dizer que a militância de esquerda do passado a ajudou a ser a empresária que é.
"Procuro ser justa mesmo sabendo que estou numa situação de classe oposta. Estou convencida de que a modernização das relações pode chegar a uma convivência democrática." Em suas empresas, assegura, os funcionários têm tudo o que a legislação determina, ainda que as normas trabalhistas referentes aos empregados de bares e restaurantes "seja velha, obsoleta e precise ser revista".

Ela acredita, porém, que os empregados são viciados nessa legislação e trabalham "pensando em colocar o patrão no pau". Para ilustrar, conta que tem uma cliente no Due Cuochi que é advogada e frequenta o restaurante distribuindo cartões para seus funcionários. "Esses advogados fazem o empregado pleitear até R$ 100 mil para conseguir uns R$ 8 mil. O que vier é lucro."

Pães feitos por Amanda Lopes, pâtissière que é sócia de Ida no St. Honoré
O radicalismo, ela deixou para trás em consequência da idade - não apenas cronológica, mas pela experiência e amadurecimento. Sua história política começou na Ação Popular (AP), de onde migrou para o Movimento Popular de Libertação (MPL). Se hoje se define como centro-esquerda, mantém o orgulho por ter sido participante de uma geração "que queria mudar o Brasil e transformar as relações sociais".

Formada em sociologia pela Universidade Federal da Bahia e descendente de suíços, Ida morou muitos anos em Paris. Primeiro, como exilada, ficou dois anos, na década de 1970. Depois, voltou para cá com a tarefa política de participar da alfabetização de adultos, em Nova Iguaçu, subúrbio do Rio, num trabalho de base coordenado pelo bispo Adriano Hipólito. Aí foi presa e passou "longos 28 dias entre o DOI-Codi do Rio, o Quartel de São Cristóvão e um quartel em Petrópolis". Ao ser julgada foi absolvida.

Anos mais tarde, já vereadora pelo PMDB e presidente do Conselho da Condição Feminina, de São Paulo, passou por Paris para rever velhos colegas de resistência. O reencontro com um "companheiro" do passado terminou em romance. Ela, então, largou tudo e voltou à capital francesa por mais 11 anos: casou, enviuvou e continuou sozinha até sentir que era hora de retornar. Na segunda temporada, aprendeu francês nos marchés, conversando com o peixeiro, o fornecedor de carne, o senhor da queijaria.
Tinha tempo de sobra e cozinhava muito em casa. O marido, grande incentivador, dizia que o melhor restaurante de Paris era o "146, boulevard du Montparnasse", onde viviam. Ida chegou a pensar abrir um restaurante brasileiro lá, mas achou mais prudente trabalhar com exportação de produtos franceses para o Brasil. Nesse meio tempo, participou de cursos no Lenôtre e abriu, em parceria com um francês, seu primeiro restaurante em São Paulo, o Le Toulouse, que não deu certo.

Os acertos vieram mais tarde. Primeiro com o Due Cuochi, que tem duas unidades em São Paulo - abre em Brasília até o fim do ano e no Rio em 2012. Depois, com o Le Marais, restaurante francês criado também em parceria com Paulo Barros, mas que atualmente é dela e do chef Wagner Resende. Nos planos de expansão do Marais há uma nova unidade em São Paulo num shopping de alto luxo a ser construído pela JHSF.
"Com o Due Cuochi aprendi que é muito bom ter uma filial: uma casa estimula a outra." Ainda que esteja em pleno processo de ampliação interestadual, Ida diz que gosta de restaurantes pequenos. Diz que começa a chegar ao limite de seu crescimento. Aos 65 anos, ajudada pelos dois filhos, ela não escapa aos pensamentos sobre aposentadoria. "Estou querendo construir minha retirada, mas ainda não sei como".

O St. Honoré, onde agora passa a maior parte do tempo, é a realização de um sonho. Ali, as sobremesas e pães preparados pela pâtissière e sócia Amanda Lopes (que trabalhou com Fabrice Lenud e Eric Jacquin) são as estrelas da casa. Tanto que não há doces no cardápio: é preciso levantar para escolhê-los na vitrine.
Pronta para embarcar para Paris, onde vai comprar suprimentos para os restaurantes, Ida jura que, apesar de tantos novos negócios, trabalha menos do que nos tempos em que abriu o Due Cuochi. Na época, eram 16 horas por dia, agora, são umas 10. Em Paris, no apartamento que conserva no bairro do Marais, aproveita para descansar. "Fico sempre conectada, mas lá eu consigo dormir como em nenhum outro lugar".

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8912...0-restauranter

pesquisadorbrazil Sep 18, 2011 10:40 PM

Estive olhando hoje no jornal Correio Braziliense, que a Harley Davidson já começou a contratar funcionários para sua loja que será localizada na quadra 510 norte. Finalmente o boato se tornou realidade.

MAMUTE Sep 19, 2011 1:52 PM

:previous: Finalmente teremos nossa concessionária harley davidson:banana::banana:

MAMUTE Sep 19, 2011 1:53 PM

Na hora de comprar, clientes preferem grandes lojas a quiosques no DF


O aposentado José de Andrade Cerbele, 54 anos, se deparou com um quiosque de uma empresa de tevê a cabo. Ouviu a proposta, aceitou o pacote e passou a receber o serviço em casa, sem nunca ter visto o contrato que rege o acordo. “O vendedor disse que estava tudo na internet e um amigo meu contou que já tinha lido. Como eu nunca tive problemas ou queixas contra a companhia, não me preocupei com isso”, diz. Segundo ele, adquirir produtos ou serviços em pontos de venda ainda não se tornou um hábito. “Eu não duvido da seriedade deles, mas eu prefiro as lojas próprias”, afirma.

A professora de direito do consumidor do Mackenzie, Cláudia Costa, explica que enviar aos clientes um documento virtual é uma prática abusiva. “Os termos precisam ser entregues com letra legível e os interessados devem prestar atenção principalmente quando forem fechar acordo com companhias de telefonia, planos de saúde e bancos, que são os setores mais delicados no trato com os consumidores”, ressalta.

Quando se trata de compras em quiosques, além dos relatos como o de José de Andrade, não é raro ouvir reclamações de quem já preencheu, por exemplo, cadastros em quiosques para assinaturas de revistas e se arrependeu. Muitas vezes, as entregas, que seriam gratuitas durante um tempo, começam a ser cobradas logo depois — sem que o consumidor se dê conta do que está acontecendo. “Se era uma amostra grátis, a pessoa não tem obrigação de pagar. Por isso, receber a informação completa sobre as regras é fundamental. Cadastro sem a solicitação também é uma prática abusiva, porque, na verdade, ele não está sendo feito apenas para a entrega do brinde”, completa Cláudia. A especialista estima que 70% dos problemas de consumo poderiam ser evitados caso o acesso à informação fosse verdadeiramente garantido.

Deveres iguais
O professor da Universidade de São Paulo (USP) e das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) Antônio Carlos Morato explica que os deveres das empresas continuam os mesmos, estejam elas onde estiverem ou no modelo em que forem construídas. “O fato de ser uma loja própria, franquia, quiosque ou equivalente gera diferenças apenas entre os empresários. A preocupação com o consumidor deve ser a mesma”, diz.

O professor lembra que existe a responsabilidade solidária. “Quando houver um problema com o fabricante, as lojas precisam responder e efetuar a troca imediatamente, se for um produto essencial, como é o caso de aparelhos celulares, geladeiras ou fogões, explica.

A percepção dos consumidores é de que os quiosques são mais práticos. Aldenildo Souza Costa, 34 anos, é comerciante e comprou o celular em uma das pequenas estruturas da operadora montada dentro de um shopping da cidade. “No dia que decidi comprar um aparelho, a fila da loja estava enorme e eu achei que o quiosque seria mais rápido. O problema é que roubaram o meu telefone pouco tempo depois. Apesar de ter cancelado o chip, uma conta ficou pendente. Eu voltei para resolver a minha situação, mas me mandaram para a loja. Parece que eles só resolvem as coisas mais simples”, afirma.

Marcos Paulo, funcionário público de 37 anos, concorda com Aldenildo. Para ele, é a proximidade que convence. “Está aqui no caminho, fica fácil.” Ele também não desconfia da qualidade da prestação de serviços dos quiosques. “Se for em um lugar como um shopping ou supermercado, eu não duvido de que seja coisa séria. Quando é numa feira ou na rua, a situação muda de figura”, diz.










http://www.correiobraziliense.com.br...es-no-df.shtml

pesquisadorbrazil Sep 19, 2011 10:10 PM

Quote:

Originally Posted by MAMUTE (Post 5415685)
:previous: Finalmente teremos nossa concessionária harley davidson:banana::banana:

Isso mesmo MAMUTE, em breve teremos novidades, como o home center C&C - Casa & Construção no SIA, saiu uma noticia do judiciário, que desembargou a loja.

emblazius Sep 19, 2011 11:34 PM

Que beleza. Pena que chegou tarde para mim. Comprei quase todo o acabemento da minha casa na Leroy Merlin. Seja bem vindo Pesquisador!!!

Fullgencio Sep 20, 2011 12:50 AM

Só espero que acabem logo com a papagaiada dos índios no Noroeste.

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 9:14 AM

Quote:

Originally Posted by Fullgencio (Post 5416510)
Só espero que acabem logo com a papagaiada dos índios no Noroeste.

Vai demorar um pouco, mas o Noroeste vai ser liberado sim.:)

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 9:19 AM

KISS & FLY – Brasília
Fotos da filial paulista na Villa Daslu, que recebeu o título de “Melhor Club do Brasil em 2010”

http://i1177.photobucket.com/albums/...ysaopaulo1.jpg

http://i1177.photobucket.com/albums/...ysaopaulo2.jpg


Já conhece a Kiss & Fly?!

O famoso club Nova Iorquino agora terá filial em Brasília. Com projeto de Rudolf Piper, diretor do mítico Studio 54 e idealizador de algumas das mais famosos baladas internacionais nos últimos 30 anos, o club de Brasília elevará o cenário do entretenimento local a um patamar jamais alcançado.

Além do inédito conceito de serviço premium e de um ambiente super luxuoso composto, entre outros elementos, por um lustre com mais de 10.000 cristais italianos, a casa abrigará apenas 450 seletos convidados a cada noite.

Com inauguração prevista para o início de outubro, a Kiss & Fly Brasília trará nova referência de exclusividade e luxo para a cidade e, certamente, suas noites nunca mais serão as mesmas!

Posso dizer que estou super orgulhosa?! Meu marido foi responsável pela vinda da Kiss pra Brasília e, claro, é um dos donos da casa! Desejo todo o sucesso do mundo para ele nessa mais nova empreitada!

Alguma dúvida que será incrível?! Confiram algumas imagens 3D da casa:

Fachada Kiss & Fly Brasília

http://i1177.photobucket.com/albums/...ybrasilia1.jpg

Cabine do Dj e Camarote Dom Perignon


http://i1177.photobucket.com/albums/...ybrasilia2.jpg

Bar Tequila

http://i1177.photobucket.com/albums/...ybrasilia3.jpg

Ahhh, a Kiss também tem perfil e página no Facebook, por lá você acompanha todos os passos até a abertura! Quem quiser entrar, clique aqui! Todas as pessoas que curtirem estarão concorrendo a um par de convites para a inauguração!

E aí, quem curte uma boa balada e ficou feliz com a novidade?!

Fonte: http://www.diariodeacessorios.com.br...s-fly-brasilia

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 1:44 PM

Olha que matéria interessante que saiu no meu Twitter, claro, que eu solicitei informações para franquia e elas vieram...

brasilquiznos Restaurante Quiznos
@
@iaraujo21_ ainda não abrimos em Brasília. Estamos na fase de construção das duas lojas na Asa Sul e Norte muito em breve abriremos!.

E eu estive observando, o franqueado é dono de posto de gasolina da rede Petrobras, então será que vai ser dentro de posto de gasolina? E claro, as lojas serão inauguradas daqui 30 dias. Hummmmmmmmmmm não espero a hora para experimentar e claro, convidar o povo do forum para degustação, menos o sale, senão ele acaba com o estoque.

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 2:06 PM

A filial brasileira do Ping Pong registra o segundo maior ebtida da rede inglesa de restaurantes que pertence ao dono do banco russo Renaisssance Capital
Ricardo Rinkevicius, sócio da rede Ping Pong: segundo maior ebitda da rede londrina e abertura para franquias em 2011
Chinês do russo dá certo no Brasil . Aberta há oito meses, a filial brasileira do Ping Pong atingiu o segundo maior ebtida entre as 15 unidades da rede inglesa de restaurantes, resultado já convertido em libras. "Ser uma novidade em São Paulo nos ajudou. Não somos uma casa de cozinha chinesa tradicional. Temos um ambiente sofisticado e um preço acessível. Nosso tíquete médio é de R$ 60", explica Ricardo Rinkevicius, diretor da operação nacional. Mas o segundo melhor resultado conquistado aqui não coincide com a queda lá fora, uma vez que são doze restaurantes em Londres, um nos EUA e um em Dubai? "A rede perdeu 30% de faturamento durante a crise e cortou 30% de seus funcionários. Mas começou a retomada em setembro e , desde então, está no patamar pré-crise. Portanto, estamos comparando resultados reais. A filial brasileira cresce 10% todo mês, atende 1,8 mil pessoas por mês com 220 lugares." O resultado animou a empresa a abrir mais nove unidades em quatro anos - mais uma até dezembro em São Paulo, e duas no próximo ano no Rio e Brasília - e antecipar o processo de franquias para 2011. "Calculamos 30 lojas no país, sendo dez próprias e 20 franqueadas." A rede também expande seus dim sums para os EUA, onde pretende ter cem lojas em quatro anos, sendo 40 próprias. O Brasil é o único integrante dos Bric no plano de expansão. Só a filial brasileira, entre as demais do grupo, tem sócios locais, como Marco Antonio Bologna, presidente da TAM S.A., Rinkevicius e outros três membros, com 49% do negócio. "Os 51% de controle pertencem a Igor Sagaryan, dono do banco de investimentos russo Renaissance Capital. A rede é um investimento pessoal e faturou 90 milhões de libras em 2009." Até abril o Ping Pong de São Paulo atingiu o faturamento de R$ 5 milhões. Foram investidos R$ 2 milhões no restaurante, sem contar a fábrica em que são feitas as iguarias manualmente. "Montamos uma estrutura capaz de atender todas as casas que pretendemos ter no país."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/826583/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 2:11 PM

A chapa não esfria.
A General Prime Burger abre mais duas unidades até o fim deste ano. A primeira delas será inaugurada na quarta-feira, na rua Oscar Freire, nos Jardins. Depois de dois meses de funcionamento, essa mesma casa ganhará um lounge no segundo andar do imóvel, que tem 400 m2. . "A ideia é criar uma área com alguns sofás, dentro de um ambiente mais tranquilo", diz Paulo Kress, um dos sócios da General Prime. Como será a única casa da rede com esse tipo de "aconchego", recebe o nome de loja-conceito.

A outra unidade será aberta em Campinas, no shopping Galleria, em outubro. Será a primeira vez que a hamburgueria sai da capital paulista. O plano para 2011 é crescer ainda mais com lojas em Alphaville (SP), Brasília e Rio de Janeiro. A expansão continua em 2012, quando a General Prime avança para Belo Horizonte, Salvador e chega até aos Estados Unidos.

"Planejamos levar a General Prime para fora do Brasil. Vamos começar com o mercado americano." Todas as lojas são próprias e tanto Kress quanto o sócio Adriano Boscoli já estavam planejando essa expansão. Hoje, cada unidade da hamburgueria vende cerca de 300 sanduíches por dia durante a semana e esse número dobra aos sábados e domingos. Além de hambúrguer, General Prime também oferece massas e saladas.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/843983/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 2:12 PM

Chapa brasileira
... A hamburgueria PJ Clarke's está aquecendo os motores para começar uma expansão pela América do Sul. O grupo de investidores responsável pela operação brasileira - que mantém uma loja em São Paulo, a única da rede fora dos Estados Unidos - acaba de comprar a participação da matriz americana no restaurante paulista e tornar-se master franqueado para liderar a abertura de novas unidades do PJ fora da terra do tio Sam. O objetivo é ter dez casas em cinco anos, começando por uma no bairro dos Jardins, em São Paulo, a ser inaugurada em 2012. Depois, até 2013, devem ser abertas unidades em Brasília, na Argentina (em Buenos Aires) e no Chile (em Santiago). As seguintes devem ser em Curitiba, no Rio e em Lima, no Peru. Segundo Maria Rita Pikielny, uma das sócias do projeto - "os outros são advogados e pessoas do mercado financeiro que preferem não aparecer" - devem ser investidos entre US$ 1,8 milhão e US$ 2,5 milhões em cada nova loja.

... burguer americano... Quando foi inaugurado há três anos, o PJ Clarke's de São Paulo era uma sociedade entre Maria Rita - que, com seus parceiros brasileiros, detinha 45% do negócio - e os americanos donos da rede nos Estados Unidos, Phillip Scotti e Patrick Boyle. "Eles estão completamente focados na abertura de lojas por lá. Percebemos que só conseguiríamos expandir aqui se mudássemos o formato da parceria." Hoje, o PJ tem cinco restaurantes entre Nova York, Washington e Las Vegas e está negociando novas unidades em Atlanta, Miami e Chicago. Todas próprias - o modelo com franquias é exclusivo para os parceiros brasileiros, que vão administrar toda a expansão da América do Sul e pagar royalties aos americanos. "Podemos tocar sozinhos cada loja ou ter parceiros locais. Vamos estudar caso a caso", conta Maria Rita.

... e cardápio latino A sócia brasileira conta que os americanos toparam a expansão por aqui por acompanhar o grande número de turistas brasileiros que frequenta a sede nova-iorquina, que existe desde 1887 e é ponto turístico da cidade. "Quem vai a Nova York conhece o PJ de lá e também quer ir ao do Brasil." Para Maria Rita, outro ponto que contou a favor do desempenho da unidade paulista foi a "tropicalização" de 40% do cardápio, com lanches e pratos familiares ao paladar local - como o Paulista, sanduíche com carne, alface, tomate, orégano, queijo e maionese. A ideia é adaptar o menu do PJ a todos os lugares em que estiver. Hoje, o restaurante de São Paulo, que fica no bairro do Itaim, recebe ao mês cerca de 12 mil clientes e vende 7 mil Cadillacs - seu lanche best-seller, que leva "american cheese", bacon, alface e tomate.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/897829/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 2:14 PM

Paladar apurado no Planalto Central
Por Por Maria da Paz Trefaut, de São Paulo

Brasília, cidade que ostenta o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) per capita do país, demorou a ser descoberta pela gastronomia. Durante décadas, o Piantella reinou absoluto como referência da boa mesa clássica e como ponto de encontro de articulações políticas. Mas se o momento atual é particularmente adverso para a imagem política da capital, o mesmo não se pode dizer da restauração. Aos 50 anos, comemorados no próximo mês de abril, a cidade é um dos mais promissores destinos para quem quer investir nos prazeres da comida e da bebida.

A inauguração do Shopping Iguatemi, prevista para o fim do mês, promove a chegada de três grifes ao Distrito Federal: Galeto´s, Gero e Nespresso. São empresas que já replicaram seus negócios em São Paulo e no Rio e identificaram, por pesquisas, o potencial crescente da capital. Fora do espectro do shopping e alguns meses depois, entre maio e junho, será a vez do restaurante português A Bela Sintra abrir suas portas na Asa Sul. A casa será a primeira fora de São Paulo.

Rio ou Brasília? Esse era o dilema de Carlos Bettencourt, proprietário do A Bela Sintra, sempre que pensava na melhor rota para se expandir. As prospecções mais recentes lhe mostraram que, em termos de restauração, Brasília é o lugar da hora. O aparecimento de um imóvel bem localizado na Asa Sul facilitou ainda mais a decisão.

Em plena reforma, Bettencourt conta que a nova casa será diferente da matriz apenas na arquitetura. A comida será exatamente a mesma. Como a área do restaurante é muito grande, terá salas privadas para 14 pessoas, todas decoradas de forma diferente, e um salão com 90 lugares. Preparado para os humores da vida política local, ele pretende garantir a privacidade de pequenos grupos, seja para "comemorar vitórias ou afogar derrotas".

Para implantar a casa será transferido o chef Francisco José Alves, o Chicão, um dos mais antigos, que assumirá a operação. Para ajudá-lo, também irá por alguns períodos a portuguesa Ilda Vinagre, que no ano passado trocou o Alentejo pela cozinha do A Bela Sintra. "Quero entender a cultura local, não apenas gastronomicamente. Temos a tendência de ver Brasília como centro de poder, mas ali há embaixadas, empresas e uma população que gera movimento frequente", diz Bettencourt.

O otimismo também move a abertura da Nespresso, que chegou ao Brasil em 2004 com planos tímidos de expansão e em Brasília vai inaugurar sua décima loja por aqui. Pelas pesquisas da grife suíça, a capital federal se beneficia de uma maré particularmente favorável: tem bom poder aquisitivo, desenvolvimento do mercado de luxo e crescimento do setor gastronômico. Fatores que, somados, configuram a existência de um público com dinheiro suficiente para aderir ao projeto Nespresso.

"Pelo que averiguamos, Brasília tem um mercado de alto nível com potencial para se tornar nos próximos cinco ou oito anos a segunda praça do país", adianta Martin Pereyra, diretor da Nespresso para o Brasil. Entre os integrantes confidenciais do clube Nespresso, 5% já são brasilienses. A partir de agora não terão mais o desconforto de ter que carregar na bagagem as pequenas cápsulas de café adquiridas nas lojas de São Paulo ou do Rio.

Da mesma maneira, a clientela já formada no Sudeste é um dos facilitadores do restaurante Gero, que representa a primeira experiência do grupo Fasano em Brasília. Projetado pelo arquiteto Isay Weinfeld, terá as características da casa carioca e, como ela, será adaptado ao local. A entrada será independente do shopping. O cardápio reproduzirá 80% dos pratos, com algumas inovações, sob a batuta do italiano Salvatore Loi. A exemplo das expansões anteriores, o Gero levará uma brigada de São Paulo para montar a equipe local.

A entrada externa, integrada ao paisagismo do shopping, será também característica do Galeto´s. Com um plano de crescimento meticulosamente estudado, a rede que já tem 12 casas entre São Paulo e Rio pretende dobrar de tamanho até 2012, com a abertura de três ao ano. A de Brasília será a primeira de 2010 e a maior de todas, com 400 lugares.

No pacote de expansão do Galeto´s estima-se que cada unidade custa por volta de R$ 3 milhões. Já o esquema operacional prevê a contratação no local de pessoas-chaves, que são trazidas a São Paulo para ser treinadas. São esses líderes, assim chamados, que depois ficam responsáveis pela contratação dos demais funcionários.

Como parte do movimento gastronômico que agita a capital federal, no próximo dia 19 acontecerá a segunda edição do Terra Madre Brasil, um encontro de chefs adeptos do "slow food". A estrela do evento será o fundador do movimento, o italiano Carlo Petrini, que participará de discussões sobre biodiversidade alimentar e preservação de tradições culinárias.

Diante de tantas novidades, os candangos comemoram. Alguns identificam os três últimos anos como um divisor de águas entre a cidade onde era difícil escolher uma mesa e aquela que oferece uma multiplicidade de opções. Seja nos shoppings, nas entrequadras ou às margens do lago, com vista para a ponte JK, não faltam lugares novos nem espaços tradicionais repaginados. Sinal de que a "quadra dos restaurantes", tal como foi concebida no projeto urbanístico de Lucio Costa, não deu conta do recado.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8131...analto-central

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 2:15 PM

Preciosas I.
A Decanter tem entre seus rótulos de maior volume os das vinícolas argentinas Luigi Bosca, com 600 mil garrafas vendidas em 2009, e Callia, com 400 mil. Mas a estratégia da empresa hoje é se expandir entre os consumidores de alto poder aquisitivo. "Nessa seara temos crescido 10% ao ano." É certo que o que ajudou foi a redução de margem de até 30% adotada pela importadora para os vinhos acima de R$ 90. "Isso possibilitou o crescimento de 40% de venda de garrafas no ano passado e de 25% do faturamento. Assim, aumento o volume dos produtos de maior valor agregado. Ou seja, cresço com qualidade." A Decanter tem três lojas próprias e onze franquias. Sua rede monomarca de varejo deve crescer com mais duas unidades, em Goiânia e Brasília. Para o próximo ano, a proposta é abrir sua quarta Enoteca, loja-conceito, no Rio, cidade onde tem dobrado as vendas a cada ano desde 2008.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/838467/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 20, 2011 2:31 PM

Banheiro VIP
O principal negócio da Metalbagno, distribuidora de produtos alemães para banheiro, é a venda de acessórios para ambientes de luxo. Mas, diante do número de construções e reformas em torno da Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, tem se rendido a projetos de custo um pouco mais modesto. Nos últimos dois anos, a empresa aumentou em 80% a quantidade de projetos - a maior parte deles para hotéis de médio conforto, os três e quatro estrelas - e vendeu mais de 40 mil unidades de descargas. A empresa trabalha com metais sanitários, chuveiros, cabines para banho, cubas e afins, de três marcas: Keuco, Tece e Hansgrohe (esta, apesar de operar diretamente no Brasil, continua dependente da estrutura comercial da Metalbagno). "Hospitais e hotéis estão entre nossos principais clientes. Nosso portfólio cresceu 3,5 vezes para que tivéssemos peças que pudessem atendê-los em seu padrão", conta Eduardo Achcar, proprietário da Metalbagno. O investimento na Tece, por exemplo, de peças "inteligentes" para banheiros, é uma aposta em uma mudança de hábito da construção civil, explica o executivo. "Antes, um apartamento de quatro suítes só era possível em um ambiente de pelo menos 250 m2. Hoje, isso é feito em espaços de 130 m2, 150 m2. Esses ambientes precisam de peças mais compactas. O que era luxo virou item de conforto."

Banheiro VIP I
Até 2016, a Metalbagno irá investir cerca de R$ 20 milhões - nos quais estão incluídos o aumento do portfólio e também a abertura de novos escritórios. Hoje, a empresa mantém sedes em São Paulo e no Rio. Até 2016 serão cinco showrooms e cinco escritórios entre São Paulo, Rio, Minas e Brasília. No Rio, haverá um gerente só para atender projetos em hotéis e hospitais. Em São Paulo, um dos escritórios ficará na Zona Leste da cidade, perto do futuro estádio do Corinthians. "Infelizmente não podemos contar com projetos para os banheiros do estádio - eles costumam ser mais, digamos, simples... Mas queremos estar nas salas VIP dos centros esportivos", diz Achcar.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/890937/blue-chip

pesquisadorbrazil Sep 21, 2011 11:52 PM

Leroy Merlin quer chegar a 40 lojas no Brasil até 2015
A rede de materiais de construção Leroy Merlin afirmou ontem à redação do Mercado & Consumo que mantém seus planos de investimento no mercado brasileiro para os próximos anos. A empresa abrirá até o final deste ano mais três pontos de venda, em Uberlândia (MG), Rio de Janeiro e Brasília (DF), fechando 2011 com quatro novas unidades e um total de 25 lojas no país.

Atualmente, a rede está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal. Até 2015, o planejamento inclui a abertura de pelo menos outras 15 unidades, totalizando 40 no país. No período 2010/2015, o investimento previsto é de R$ 1 bilhão.

Fonte: http://www.gsmd.com.br/port/abre_mer....aspx?id=13203

MAMUTE Sep 22, 2011 12:22 AM

:previous:Essa unidade de Brasília da Leroy é a do Carrefour Norte né? agora serão três unidades da Leroy, uma C&C, três home center's da Cimfel fora os home center's da Tend tudo e Só reparos, só falta a Telha Norte pra ficar legal, quanto mais concorrência melhor:cheers:

pesquisadorbrazil Sep 22, 2011 12:25 AM

Quote:

Originally Posted by MAMUTE (Post 5418937)
:previous:Essa unidade de Brasília da Leroy é a do Carrefour Norte né? agora serão três unidades da Leroy, uma C&C, três home center's da Cimfel fora os home center's da Tend tudo e Só reparos, só falta a Telha Norte pra ficar legal, quanto mais concorrência melhor:cheers:

Sem duvida, agora eu estou curioso com o fim do hipermercado CARREFOUR no shopping BOULEVARD, o shopping vai ter acho que 10 mil m2 de ABL ociosos. Imaginando o que será feito com o espaço.

Vai que eles estejam em negociação com a TELHANORTE ou mesmo a C&C.
:banana:

Espartano_bsb Sep 22, 2011 12:28 AM

Não sabia que o carrefour do Boulevard tinha fechado... A concorrência da região está pesada demais!

MAMUTE Sep 22, 2011 12:30 AM

:previous:
:previous:Ou mesmo uma ETNA ou Tok Stok, o que vier é lucro, quem sabe teremos mais lojas no local, támbem seria uma boa:yes:

pesquisadorbrazil Sep 22, 2011 12:35 AM

Quote:

Originally Posted by MAMUTE (Post 5418944)
:previous:
:previous:Ou mesmo uma ETNA ou Tok Stok, o que vier é lucro, quem sabe teremos mais lojas no local, támbem seria uma boa:yes:

Até aonde eu sei, a ETNA vai para o FREEPARK. Ontem conversei com o povinho do CASAPARK, eles abortaram a expansão do shopping para o ano de 2012, somente em 2013 que eles vão expandir.

A única melhoria do shopping vai ser os cinemas e só.

MAMUTE Sep 22, 2011 1:53 AM

Quote:

Originally Posted by Espartano_bsb (Post 5418942)
Não sabia que o carrefour do Boulevard tinha fechado... A concorrência da região está pesada demais!

Eles devem fechar devido a distância de menos de 2,5Km para sua outra unidade, o Carrefour Norte e Atacadão estã muito próximos, támbem temos a concorrência pesada do Extra, Wallmart e do Atacadão, O Carrefour norte vai virar uma loja combo com uma Leroy merlin ao lado, vai atrair mais clientes para o Hiper, igual ao Extra/Leroy da EPIA...

pesquisadorbrazil Sep 22, 2011 10:28 AM

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Originally Posted by MAMUTE (Post 5419015)
Eles devem fechar devido a distância de menos de 2,5Km para sua outra unidade, o Carrefour Norte e Atacadão estã muito próximos, támbem temos a concorrência pesada do Extra, Wallmart e do Atacadão, O Carrefour norte vai virar uma loja combo com uma Leroy merlin ao lado, vai atrair mais clientes para o Hiper, igual ao Extra/Leroy da EPIA...

Isso mesmo, eles alegaram que essa loja do BOULEVARD dava prejuizos, vamos ver no que va dar.

Espartano_bsb Sep 22, 2011 11:38 AM

Quem vai tomar prejuízo nessa é o Boulevard Shopping. Hoje em dia apenas o cinema e o estacionamento gratuito atraem os clientes. Uma prova robusta que não cabem mais grandes shoppings no plano piloto.

pesquisadorbrazil Sep 22, 2011 1:17 PM

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Originally Posted by Espartano_bsb (Post 5419302)
Quem vai tomar prejuízo nessa é o Boulevard Shopping. Hoje em dia apenas o cinema e o estacionamento gratuito atraem os clientes. Uma prova robusta que não cabem mais grandes shoppings no plano piloto.

Não é bem assim, em Brasília existe uma superposição de lojas iguais num espaço territorial pequeno. E pior, tudo repetidas, agora, se vier novas lojas ancoras inexistentes na cidade, com certeza vai melhorar.:banana:

MAMUTE Sep 22, 2011 3:11 PM

:previous:Sem dúvidas, praticamente todos os shoppings do plano, tem praticamente o mesmo mix de lojas, salvo raras excesões, o Iguatemi é o único que tem um mix bem variado com lojas exclusivas, aí tanto faz voçê ir ao Conjunto Nacional, Pátio Brasil ou no Boulevard, daí que, tem mais movimento que está mais próximo do público...

Grooverider Sep 22, 2011 4:50 PM

Le Lis Blanc terá loja no Outlet Premium Brasília
Empreendimento em construção no município de Alexânia vai abrigar 60 lojas de grifes que venderão com descontos de até 80%.

A grife paulistana Le Lis Blanc abrirá uma loja no Outlet Premium Brasília, empreendimento da General Shopping Brasil que está em construção no município de Alexânia, cidade satélite do Distrito Federal. O segundo outlet do grupo e do gênero no País será inaugurado em março de 2012 e reunirá 60 lojas de marcas que venderão roupas, calçados, acessórios e artigos para casa com descontos de até 80%.

A Le Lis Blanc é a primeira grande marca nacional a assinar contrato com a General, mas o grupo já está em negociação com outras redes varejistas. A expectativa é que mais da metade dos lojistas que atuam no Outlet Premium São Paulo, primeiro empreendimento do País nos moldes internacionais, localizado no interior paulista, também abram unidades no Outlet Premium Brasília.

“Eles já nos conhecem e sabem da qualidade do projeto. O sucesso do primeiro foi maior do que esperavam e isso nos dá a credibilidade para que nos acompanhem ao novo outlet”, explica Alexandre Dias, diretor de Marketing e Varejo da General Shopping Brasil.

A Le lis Blanc, marca queridinha das paulistanas, abriu no final do ano passado, às vésperas do Natal, uma loja Outlet Premium São Paulo e gerou filas na porta. “Estamos trabalhando para levar as melhores grifes nacionais e internacionais para os consumidores do centro-oeste. A Le Lis repetirá o sucesso que faz no empreendimento paulista”, destaca Dias.

Obras- As obras do Outlet Premium Brasília começaram no mês de agosto. O empreendimento anunciado no início de junho é o segundo do grupo General Shopping e será o segundo do Brasil construído nos moldes dos outlets internacionais.

Com uma arquitetura inspirada nos prédios do plano piloto, o outlet vai gerar 2 mil empregos diretos e indiretos para a região. A inauguração será em março de 2012.

Segundo Dias, a expectativa de público e vendas é muito boa, pois o empreendimento estará localizado num importante corredor que liga Brasília-Anápolis-Goiânia. “Há uma demanda na região e o empreendimento vai justamente atender a essa necessidade do consumidor. Hoje muita gente se desloca para São Paulo para fazer suas compras. A região de Brasília tem o 3º maior PIB do País, porém um grande potencial de consumo, assim como o mercado de São Paulo”, afirma ele.

A General Shopping Brasil, dona de 13 shoppings centers, foi pioneira ao construir, em parceria com a Senpar Terras de São José, o Outlet Premium São Paulo. Localizado em Itupeva, a 50 minutos da capital paulista, o empreendimento que acaba de completar dois anos é sucesso de público e vendas. Por ano recebe mais de 5 milhões de visitantes.

O grupo, que tem interesse em lançar outros outlets no País, é criterioso. “Temos avaliado vários mercados, mas o crescimento no segmento de outlets se dará em parceria com os lojistas e de forma planejada. Foi essa parceria que viabilizou o pioneirismo desse modelo, o aprendizado e o sucesso do mesmo. E o crescimento seguirá esse formato”, finaliza Dias.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_n...php?not=174097

pesquisadorbrazil Sep 22, 2011 5:30 PM

Eu fui na loja Aramis no PKS, o gerente me confirmou que eles vão abrir uma loja no mesmo shopping.

Arquivista Sep 23, 2011 12:23 PM

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Originally Posted by MAMUTE (Post 5418937)
:previous:Essa unidade de Brasília da Leroy é a do Carrefour Norte né? agora serão três unidades da Leroy, uma C&C, três home center's da Cimfel fora os home center's da Tend tudo e Só reparos, só falta a Telha Norte pra ficar legal, quanto mais concorrência melhor:cheers:

E aquela obra grande no final do Pistão Sul que desapareceu do nada? Era uma Cimfel mesmo?

MAMUTE Sep 23, 2011 3:43 PM

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Originally Posted by Arquivista (Post 5420663)
E aquela obra grande no final do Pistão Sul que desapareceu do nada? Era uma Cimfel mesmo?

Era sim!!! o que houve, deve ser que o terreno era alugado daí eles podem ter vendido para outra empresa ou vão construir algo no local, sei támbem que estão construindo um Home center CIMFEL em Samambaia e um em Santa Maria no polo JK esse muito grande...

pesquisadorbrazil Sep 23, 2011 9:27 PM

Quiznos chega ao Brasil com primeiras lojas em Brasília
Por Trícia Oliveira

Brasília foi a escolhida para sediar as cinco primeiras filiais da rede de fast-food americana Quiznos. No ano passado, a empresa abriu expansão para a América Latina e, depois de meses de negociação, o empresário Luiz Antonelli ganhou a disputa pelo direito de uso da marca no Norte do Brasil ─ a exceção são os estados de São Paulo, Mato Grosso e toda a região Sul. Até novembro, as duas primeiras casas devem ser inauguradas, uma na Asa Norte e outra na Asa Sul.

O principal concorrente da Quiznos é a Subway. A marca também trabalha com montagens de sanduíches em pão baguete com carnes, saladas, queijos e molhos. “O nosso diferencial é que investimos em um conceito de qualidade e sabor, com a utilização de produtos premium. Os sanduíches são montados com recheios fartos e há também a opção de cortes nobres de carnes”, explica Luiz Antonelli.

Nos 27 países onde está presente, as elaborações com carnes especiais estão entre as mais pedidas. É o caso do Black Angus – que leva mozarela, cheddar, champignons, cebola refogada e mostarda com mel – e do Double Cheese Cheesesteak, com carne prime rib extra, cebola sauté e queijo suíço duplo. Os pães e molhos podem ser escolhidos à parte.

O pão é fabricado na própria loja e os clientes têm a opção de escolhê-lo tostado. “O pão fica crocante por fora e macio por dentro. Com uma casquinha, igual a uma baguete que acaba de sair do forno”, descreve Luiz. O procedimento é feito em um equipamento especial patenteado pela Quiznos. Os preços dos produtos ainda não foram definidos, mas Antonelli adianta que devem ficar em torno de R$ 8, o sanduíche médio, e R$ 14, o grande.

Em fevereiro de 2012, a rede deve começar o processo de expansão pelas demais regiões brasileiras. “Provavelmente, nosso próximo passo será abrir filiais no Rio e em Salvador”, conta Luiz.

http://i1177.photobucket.com/albums/...b7/quiznos.jpg
Fotos divulgação

Fonte:http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8410

MAMUTE Sep 23, 2011 11:49 PM

:previous:É só abrir que eu vou lá comer uns:eat:

MAMUTE Sep 24, 2011 2:27 AM

Hostaria dei Sapori chega a Brasília com a missão de unir cultura, cortesia e comida tradicional italiana



A partir desta segunda-feira (19/9), Brasília ganha uma nova casa italiana, a Hostaria dei Sapori. O restaurante, que funciona na esquina da 212 Sul, no mesmo endereço da antiga Confraria do Camarão, faz jus ao nome, que tem sua origem no latim e pode ser traduzido como “pousada de sabores”. Sabores esses que têm raízes ― e não apenas referências ― em Roma e também em Nápoles.

O novo estabelecimento é comandado por três empreendedores ─ dois italianos e um descendente ─ , que têm laços firmes com essas cozinhas. Entre eles, o italiano Gino Tarquinio (na foto, ao centro), responsável em garantir a originalidade das receitas servidas na Hostaria. Com a experiência de quem trabalha há 15 anos como chef de cozinha na Itália, Tarquinio se revezará entre o comando de seu restaurante Sapore di Mare ─ especializado em peixes, no centro de Roma ─ e da nova casa, em Brasília. Para ajudá-lo nessa missão, trouxe consigo parte de sua equipe, incluindo dois chefs, um garçom e garçonete.


http://www.querocomer.com.br/v1/imag...1916182244.jpg

Gino e o outro sócio italiano, Giuseppe Modafferi (na foto, à esquerda), já se conheciam há alguns anos. Eram vizinhos em Roma. Gino, com seu Sapore di Mare, e Giuseppe, com sua livraria e casa de sanduíches, Signor Panino, que hoje tem nova administração. Ricardo Carvalho (na foto, à direita), que completa o trio de proprietários, é descendente de italianos. “A família de minha mãe é proprietária da Zi Tereza di Napoli”, conta o restaurateur. Fundada em 1945, a marca, que se dedica à receita tradicional napolitana, já conta com endereço em São Paulo e, até hoje, mantém restaurante aberto ao público no sul da Itália. “Em janeiro, vamos incrementar a Hostaria com um espaço dedicado à pizza tradicional napolitana”, adianta ele.

Por enquanto, o cardápio da Hostaria funciona como uma ponte entre Brasília e Roma. Boa parte das receitas servidas por lá também fazem parte do menu da casa brasiliense. Entre eles, o autêntico e muito elogiado Spaghetti alla Carbonara (foto), a R$ 29, elaborado por Tarquinio. “Aprendi com minha mãe, que há mais de 30 anos trabalha em restaurantes na Itália”, conta o chef. “Ela virá para a inauguração oficial da casa ─ marcada para o próximo dia 28. Se souber que faço alguma adaptação no carbonara, me bate”, brinca.

http://www.querocomer.com.br/v1/imag...1916182420.jpg

Cozinha tradicional

Desse risco, Tarquinio está livre. A única adequação do menu em homenagem ao paladar brasileiro é o Fettuccine alla Boscaiola, acompanhado de picanha preparada com cogumelos porcini, a R$ 69. No mais, os destaques vãos para as receitas genuinamente italianas. Entre elas, o Involtini Napoletani (rolos de carne com queijo, presunto, rúcula e parmesão ─ R$ 25), Pesce Tricolore (peixe com tomate cereja e azeitonas ─ R$ 35), Aragosta alla Terracinese (lagosta com tomate cereja, cebola vermelha, batatas e azeite ─ R$ 99) e a Entrada Imperiale (10 entradas criadas pelo chef ─ a R$ 119 para até quatro pessoas). Tudo isso preparado com ingredientes originais.

E não são apenas as opções do menu que seguem a tradição. O formato do cardápio também é um convite a degustar as iguarias à moda italiana, saboreando vários pratos em uma mesma refeição. Dessa maneira, o cliente poderá ordenar seu pedido, optando por uma sequência de entrada, primeiro prato, segundo prato, e acompanhamentos, além da sobremesa.

Com 400 m², o espaço é dividido em diferentes ambientes ao estilo italiano, simples e moderno. Além de um amplo salão com 50 lugares, a Hostaria tem sala vip para 30 pessoas, vitrines com exposição de produtos italianos, jardim para aperitivos, eventos e encontros culturais, além de uma adega com vinhos variados, com 70% de rótulos italianos. Dentre eles, 50% são DOC (denominação de origem controlada). Enquanto aguarda a chegada do seu pedido, o cliente terá a seu dispor livros e jornais italianos.

“A felicidade que desejamos proporcionar ao nosso cliente depende da fórmula F=3C, ou seja, felicidade igual à cultura, cortesia e comida. Essa última é apenas um aspecto que oferecemos. Queremos dar um atendimento em que o cliente possa relaxar e ao mesmo tempo experimentar um pouco da nossa cultura”, afirma Modafferi.


Serviço

Hostaria dei Sapori
212 Sul, Bl. A. Lj 4; (61) 3346-3234.
Segunda, a partir das 18h. De terça a domingo, das 11h às 15h, das 18h às 20h (happy hour) e a partir das 20h (jantar).



http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8399

pesquisadorbrazil Sep 24, 2011 2:41 AM

Isso que o povo queria, variedade, não quantidade. eu sinto falta de um bom restaurante italiano, não no nivel do Fasano, mas algo que ainda não existe na cidade.

MAMUTE Sep 24, 2011 3:38 PM

Alto poder aquisitivo dos brasilienses atrai comércio especializado em café



Hoje, as lavouras locais garantem safras de grãos de primeira qualidade



http://imgsapp2.correiobraziliense.c...936619068e.jpg
Luciana Sturba investiu mais de R$ 1 milhão para ampliar o espaço da sua loja: "Foi preciso expandir para atender à demanda



Os brasilienses não se satisfazem mais com qualquer cafezinho. A exigência de grãos especiais aqueceu um mercado sofisticado de cafeterias e lojas especializadas na cidade, sobretudo nos últimos quatro anos. Redes locais e outras já consagradas nacionalmente se atentaram para o potencial desse público e, na esteira da expansão gastronômica, se instalam em shoppings e comerciais do Plano Piloto. Restaurantes, padarias e supermercados passaram a oferecer aos clientes marcas renomadas de café, que ainda encontraram espaço em escritórios de luxo.

Empresários apostam num salto exponencial do mercado de cafés daqui para frente. Os espaços comandados por baristas ainda não somam 10 em Brasília, número considerado irrisório para a demanda crescente. Por ora, não existe uma radiografia consolidada do segmento, mas os donos das lojas comentam que a capital federal desponta como a terceira melhor praça do país, atrás somente de São Paulo e Rio de Janeiro. Os investimentos em máquinas e infraestrutura e o movimento em alta nas casas especializadas sustentam o discurso.

A fazenda onde nasceu o café Cristina, há 10 anos, fica no Sul de Minas Gerais, mas foi em Brasília que a empresa ganhou corpo. A capital de população viajada e com alto poder aquisitivo virou matriz da marca presente hoje em cerca de 120 pontos comerciais espalhados pelo Distrito Federal e em Curitiba, além de Emirados Árabes e Nova York. O showroom, nos fundos de um prédio da comercial da 202 Norte, conta com o trabalho de Thamy Bruno, atual campeã regional de barista. “O crescimento desse mercado em Brasília é assombroso”, diz ela.

No último ano, a empresa reforçou o quadro de distribuidores, todos especializados em café. “Os brasilienses recebem bem os produtos de luxo e a estabilidade econômica da cidade nos permite pensar a longo prazo”, comenta o sócio-diretor Pedro Lisboa. O quilo do café Cristina varia entre R$ 48 e R$ 70. O próximo passo da marca é ampliar as vendas pela internet e aprimorar o serviço delivery. “Nosso desafio é fazer com que os cafés especiais entrem também na casa dos brasilienses, e não apenas nas cafeterias e restaurantes”, explica o gerente do showroom, Bruno Marcelo de Brito.

Aos poucos, a procura por cursos de café caseiro e barista prova o interesse dos brasilienses em mergulhar no assunto. Pelo menos 100 pessoas participaram das aulas no Grenat Cafés Especiais, na 202 Sul, desde 2008, quando a cafeteria abriu as portas, com um pequeno balcão e capacidade para 35 pessoas. Em dezembro do ano passado, após um investimento de mais de R$ 1 milhão, o espaço triplicou de tamanho e passou a acolher o dobro de clientes. “Foi preciso expandir para atender a demanda. Em algumas horas do dia, a loja lotava”, conta a proprietária, Luciana Sturba.

Em média, 220 xícaras de café são enchidas todo dia no Grenat. Por mês, saem cerca de 200kg de grãos. O gasto médio de cada cliente é de R$ 30. Só um cafezinho expresso custa R$ 4. O sucesso do estabelecimento — que também vende máquinas, coadores e canecas — fez a paulista Luciana se tornar consultora no segmento, ajudando outros empresários a abrirem lojas especializadas em Brasília e fora da cidade. “Não tenho dúvidas de que o mercado vai crescer ainda mais. Quem conhece o bom café não toma mais qualquer café.”.

A Nespresso, da Nestlé, chegou a Brasília em março de 2010 com uma unidade no Iguatemi. A empresa não divulga números regionais, mas o diretor na América Latina, Stefan Nilsson, diz que o desempenho na capital federal tem surpreendido. “É um público especial para nós. Há muita gente na cidade com alto poder aquisitivo e que viaja o mundo inteiro”, completa. O Nespresso é vendido em 80 estabelecimentos, como nos restaurantes Dudu Camargo, Cocobambu, Bela Sintra, Dom Francisco, Dona Lenha, Soho, Porcão e Taypa.

Qualidade
Uma das mais populares bebidas tem uma cotação na capital federal que varia de R$ 0,50 a R$ 6, dependendo da qualidade do grão e do requinte do ambiente em que é servida. Os preços obedecem à lei da livre oferta. A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), que rastreia a procedência e o processamento dos grãos usados em cafés gourmet, faz controle de qualidade.

Alta de 307%
De 2003 a 2008, o hábito de tomar café no Brasil, principalmente fora de casa, registrou aumento de 307%, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforçou que o arroz, o feijão e o café são os produtos mais consumidos pela população brasileira.






http://www.correiobraziliense.com.br...-em-cafe.shtml

Fullgencio Sep 24, 2011 3:56 PM

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Originally Posted by MAMUTE (Post 5421860)
Alto poder aquisitivo dos brasilienses atrai comércio especializado em café



Hoje, as lavouras locais garantem safras de grãos de primeira qualidade



http://imgsapp2.correiobraziliense.c...936619068e.jpg
Luciana Sturba investiu mais de R$ 1 milhão para ampliar o espaço da sua loja: "Foi preciso expandir para atender à demanda



Os brasilienses não se satisfazem mais com qualquer cafezinho. A exigência de grãos especiais aqueceu um mercado sofisticado de cafeterias e lojas especializadas na cidade, sobretudo nos últimos quatro anos. Redes locais e outras já consagradas nacionalmente se atentaram para o potencial desse público e, na esteira da expansão gastronômica, se instalam em shoppings e comerciais do Plano Piloto. Restaurantes, padarias e supermercados passaram a oferecer aos clientes marcas renomadas de café, que ainda encontraram espaço em escritórios de luxo.

Empresários apostam num salto exponencial do mercado de cafés daqui para frente. Os espaços comandados por baristas ainda não somam 10 em Brasília, número considerado irrisório para a demanda crescente. Por ora, não existe uma radiografia consolidada do segmento, mas os donos das lojas comentam que a capital federal desponta como a terceira melhor praça do país, atrás somente de São Paulo e Rio de Janeiro. Os investimentos em máquinas e infraestrutura e o movimento em alta nas casas especializadas sustentam o discurso.

A fazenda onde nasceu o café Cristina, há 10 anos, fica no Sul de Minas Gerais, mas foi em Brasília que a empresa ganhou corpo. A capital de população viajada e com alto poder aquisitivo virou matriz da marca presente hoje em cerca de 120 pontos comerciais espalhados pelo Distrito Federal e em Curitiba, além de Emirados Árabes e Nova York. O showroom, nos fundos de um prédio da comercial da 202 Norte, conta com o trabalho de Thamy Bruno, atual campeã regional de barista. “O crescimento desse mercado em Brasília é assombroso”, diz ela.

No último ano, a empresa reforçou o quadro de distribuidores, todos especializados em café. “Os brasilienses recebem bem os produtos de luxo e a estabilidade econômica da cidade nos permite pensar a longo prazo”, comenta o sócio-diretor Pedro Lisboa. O quilo do café Cristina varia entre R$ 48 e R$ 70. O próximo passo da marca é ampliar as vendas pela internet e aprimorar o serviço delivery. “Nosso desafio é fazer com que os cafés especiais entrem também na casa dos brasilienses, e não apenas nas cafeterias e restaurantes”, explica o gerente do showroom, Bruno Marcelo de Brito.

Aos poucos, a procura por cursos de café caseiro e barista prova o interesse dos brasilienses em mergulhar no assunto. Pelo menos 100 pessoas participaram das aulas no Grenat Cafés Especiais, na 202 Sul, desde 2008, quando a cafeteria abriu as portas, com um pequeno balcão e capacidade para 35 pessoas. Em dezembro do ano passado, após um investimento de mais de R$ 1 milhão, o espaço triplicou de tamanho e passou a acolher o dobro de clientes. “Foi preciso expandir para atender a demanda. Em algumas horas do dia, a loja lotava”, conta a proprietária, Luciana Sturba.

Em média, 220 xícaras de café são enchidas todo dia no Grenat. Por mês, saem cerca de 200kg de grãos. O gasto médio de cada cliente é de R$ 30. Só um cafezinho expresso custa R$ 4. O sucesso do estabelecimento — que também vende máquinas, coadores e canecas — fez a paulista Luciana se tornar consultora no segmento, ajudando outros empresários a abrirem lojas especializadas em Brasília e fora da cidade. “Não tenho dúvidas de que o mercado vai crescer ainda mais. Quem conhece o bom café não toma mais qualquer café.”.

A Nespresso, da Nestlé, chegou a Brasília em março de 2010 com uma unidade no Iguatemi. A empresa não divulga números regionais, mas o diretor na América Latina, Stefan Nilsson, diz que o desempenho na capital federal tem surpreendido. “É um público especial para nós. Há muita gente na cidade com alto poder aquisitivo e que viaja o mundo inteiro”, completa. O Nespresso é vendido em 80 estabelecimentos, como nos restaurantes Dudu Camargo, Cocobambu, Bela Sintra, Dom Francisco, Dona Lenha, Soho, Porcão e Taypa.

Qualidade
Uma das mais populares bebidas tem uma cotação na capital federal que varia de R$ 0,50 a R$ 6, dependendo da qualidade do grão e do requinte do ambiente em que é servida. Os preços obedecem à lei da livre oferta. A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), que rastreia a procedência e o processamento dos grãos usados em cafés gourmet, faz controle de qualidade.

Alta de 307%
De 2003 a 2008, o hábito de tomar café no Brasil, principalmente fora de casa, registrou aumento de 307%, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforçou que o arroz, o feijão e o café são os produtos mais consumidos pela população brasileira.






http://www.correiobraziliense.com.br...-em-cafe.shtml

Uma cafeteria de entre-quadra investe R$1 milhão de reais para ampliar. E tem gente ainda que acredita em bolha imobiliária em BSB? A renda aqui é muito elevada, e não é só de funcionários públicos. Tem muito empresário ganhando muito dinheiro, e isso se reflete no preço dos imóveis.

pesquisadorbrazil Sep 24, 2011 3:59 PM

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Originally Posted by Fullgencio (Post 5421874)
Uma cafeteria de entre-quadra investe R$1 milhão de reais para ampliar. E tem gente ainda que acredita em bolha imobiliária em BSB? A renda aqui é muito elevada, e não é só de funcionários públicos. Tem muito empresário ganhando muito dinheiro, e isso se reflete no preço dos imóveis.

Novamente uma mentira que as construtoras e imobiliárias querem passar ao MUNDO. Se a renda de Brasília estivesse concentrada nos FUNCIONÁRIOS PUBLICOS, porque será que não vemos Ferraris, Bentleys entre outros carros circulando ou estacionados na esplanada?

Me desculpe a sinceridade, o povo já descobriu a mentira, quem compra imovel em Brasília não é funcionário público. Se fosse assim, vai lá na Gucci, Louis Vuitton, Armani e pergunte para eles, quem são os compradores?

Funcionário Público? É piada.

E voltando ao assunto do investimento da empresa, não tem nada haver com BOLHA IMOBILIÁRIA. E isso que vou falar, tem haver.

Uma kitinete no Noroeste valer mais do que um LOFT em Nova York? Me desculpe, Brasília não está com essa bola toda.

Fullgencio Sep 24, 2011 4:06 PM

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Originally Posted by pesquisadorbrazil (Post 5421877)
Novamente uma mentira que as construtoras e imobiliárias querem passar ao MUNDO. Se a renda de Brasília estivesse concentrada nos FUNCIONÁRIOS PUBLICOS, porque será que não vemos Ferraris, Bentleys entre outros carros circulando ou estacionados na esplanada?

Me desculpe a sinceridade, o povo já descobriu a mentira, quem compra imovel em Brasília não é funcionário público. Se fosse assim, vai lá na Gucci, Louis Vuitton, Armani e pergunte para eles, quem são os compradores?

Funcionário Público? É piada.

Aí eu discordo. A elevada renda dos funcionários públicos é sim, em parte, responsável pelos elevados preços e são eles os principais compradores de imóveis em BSB.

Agora, o fato de não haver Ferraris e Bentleys eu tenho uma hipótese: esse tipo de carro serve principalmente para você indicar o quanto de dinheiro vc tem. Isso funciona em SP e Rio, onde as pessoas trabalham na iniciativa privada, e a idéia de quanto dinheiro vc tem será formada pelo que vc ostenta ou aparenta.

No caso de BSB, basta vc falar em que órgão vc trabalha, que automaticamente já se saberá seu nível de renda. Então a funcionalidade de uma Ferrari cai muito.

Além disso, a maioria do povo de BSB via viajar de avião, para outras partes do país, pois isso é uma vantagem de BSB também (1 hora vc está nos principais pontos do BrasiL). Então novamente não faz muito sentido ter carrões aqui.

pesquisadorbrazil Sep 24, 2011 4:27 PM

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Originally Posted by Fullgencio (Post 5421884)
Aí eu discordo. A elevada renda dos funcionários públicos é sim, em parte, responsável pelos elevados preços e são eles os principais compradores de imóveis em BSB.

Agora, o fato de não haver Ferraris e Bentleys eu tenho uma hipótese: esse tipo de carro serve principalmente para você indicar o quanto de dinheiro vc tem. Isso funciona em SP e Rio, onde as pessoas trabalham na iniciativa privada, e a idéia de quanto dinheiro vc tem será formada pelo que vc ostenta ou aparenta.

No caso de BSB, basta vc falar em que órgão vc trabalha, que automaticamente já se saberá seu nível de renda. Então a funcionalidade de uma Ferrari cai muito.

Além disso, a maioria do povo de BSB via viajar de avião, para outras partes do país, pois isso é uma vantagem de BSB também (1 hora vc está nos principais pontos do BrasiL). Então novamente não faz muito sentido ter carrões aqui.

Novamente eu discordo, já no outro forum, inclusive eu postei a informação de uma amigo meu, que é o gerente da Grifith, e ele foi categórico. Quem movimenta a cidade não é funcionário público. O povo anda meio cego com relação a cidade.

Só um ponto que eu vou falar aqui, aonde todas as as construtoras e imobiliárias sempre erram. Você sabe, qual seria o PIB de Brasília em 2005?

Todas as construtoras e imobiliárias se baseavam nos dados do IBGE, que na época, falava a mesma coisa, aonde tudo dependiam dos funcionários públicos, isso e aquilo.

E fizeram o levantamento, e o PIB de Brasília era de 40 bilhões. Mas com uma metodologia, ao qual, esqueceram de ver a cidade real, aonde existe industrias, por exemplo, descobriram que o PIB real da cidade era de 80 bilhões.

Viu como é, as construtoras e imobiliárias estavam tão vidradas nos funcionários públicos que esqueceram de ver esse outro lado. E outro ponto mais importante.

Somente 1% dos funcionários públicos, ganha bem, me desculpe a sinceridade, e Brasília somente tem 1,25 mil funcionários que ganham bem, o resto..... Aí é outra história.:haha:

pesquisadorbrazil Sep 24, 2011 8:58 PM

SKY anuncia rede 4G para outubro
Faz poucos dias que a presidente Dilma Rousseff anunciou a presença de redes 4G no Brasil antes da Copa do Mundo. Pois bem: aproveitando os subsídios, a SKY correu atrás e irá montar sua rede de quarta geração. Para isso, fechou um acordo com a Telebrás, que será a fornecedora do link para o início da operação.

primeira cidade da América Latina que irá receber cobertura 4G é Brasília. O serviço tem previsão de ser lançado ainda em outubro. O fato de Brasília ser a primeira cidade a receber cobertura é que, em 2008, a Sky adquiriu a empresa ITSA, que operava em MMDS no Distrito Federal.

Uma das razões para a compra era conseguir essa licença (cobiçada na época) para a atuação em serviços WiMAX. Como a tecnologia fracassou e o LTE utiliza a mesma frequência de operação, a Sky poderá usar a licença já adquirida para atuar em 4G. Só que essa licença não é válida em todo o território nacional, então seria a única forma de lançar o serviço sem ter que aguardar os leilões de espectro.

O gerente geral de infraestrutura da operadora afirmou ao Convergência Digital que, devido ao PNBL, a Telebrás possui uma rede com enorme área de atuação, e esse foi um dos fatores que irão viabilizar o lançamento do serviço. Entretanto, a parceria com a Telebrás não tem nada a ver com o Plano Nacional de Banda Larga — embora eu acredite que futuramente isso possa mudar, por causa da massificação de TV por assinatura paraas classes C, D e E.

Acredito que a Sky está tentando correr contra o tempo: a GVT TV foi anunciada e será comercializada em breve. Oferecer internet é forma de conseguir melhorar seu serviço e conter os clientes, senão, migrações em massa ocorrerão para a operadora da felicidade.

Fonte: http://tecnoblog.net/77906/sky-rede-4g/

Espartano_bsb Sep 24, 2011 11:46 PM

Pesquisador, cai na real! Tira o governo federal de Brasília para ver o que vai sobrar...

pesquisadorbrazil Sep 25, 2011 1:11 AM

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Originally Posted by Espartano_bsb (Post 5422189)
Pesquisador, cai na real! Tira o governo federal de Brasília para ver o que vai sobrar...

Ai que você se engana. E por falar a verdade, preciso mostrar os números? 51% do PIB brasiliense vem da vida da iniciativa PRIVADA.:whip: Até mesmo saiu uma matéria recente, uma pena não ter na internet uma fonte com a mesma, afirmando agora que antigamente cargos do serviço público em Brasília pagavam mais do que na iniciativa privada.

Hoje em dia, isso já se inverteu. Ou vai sonhando que funcionário público mora em cobertura no Sudoeste, tem Bentley na garagem, tem Harley Davidson, compra roupas Armani, Louis Vuitton, Rolex. Come no Fasano, A Bela Sintra e viaja para Frankfurt? Piada né.

emblazius Sep 25, 2011 1:34 AM

Concordo com o Fulgêncio. E sobre as marcas e viagens eu discordo totalmente de você Pesquisa. Muitos colegas meus viajam o mundo todo. Já me chamarm, mas como estou casando e construindo casa não posso me dar ao luxo. Ir ao Bela Sintra eu posso ir mesmo não sendo da elite do serviço publico. Agora, é claro que muita coisa é de fato para a elite de BSB, o qual servidores publicos não fazem parte, mas meu caro, isso é para 0,001% da população de Brasília. E muitas das lojas de frife que estão na capital abastecem as madames do nordeste e Centro Oeste, falo pq vou as vezes pegar uma encomendas de uma conhecida na Louis Viton do Iguatemi que mora no Nordeste e lá eles são do ramo de transportes.

A base da classe média do DF ainda é sim o serviço público. Eu quando corretor vendia a grande parte dos imóvies para servidores. Tanto é que larguei a profissao e fui estudar para passar em concurso.

MAMUTE Sep 25, 2011 2:28 AM

Olhem aqui, uma lista dos salários dos servidores públicos federais, a maioria dos funcionários ganham até R$ 12.000 essa lista esclarece bem o potencial e poder consumo desse asalariados do governo federal...

http://www.servidor.gov.br/publicaca...ab_56_2011.pdf


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