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  #201  
Old Posted Feb 9, 2015, 8:41 PM
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Para diversificar tem que ter INCENTIVO FISCAL. Se o CONFAZ não liberar os incentivos fiscais aqui. Não tem investimento. Pior. Com EnrolaUmBeck cancelando todo o PRO-DF. Pode esquecer, nem fábrica de cotonete virá para cá. Sem falar no terror da burrocracia.
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  #202  
Old Posted Feb 10, 2015, 6:14 PM
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Polo JK, no DF, sofre com falta de investimentos e violência



Parque industrial foi criado há 20 anos para impulsionar economia do DF Empresários reclamam de assaltos e da falta de transporte e de energia.


Localizado em uma área de 472 hectares às margens da BR-040, o Polo de Desenvolvimento Juscelino Kubistchek, mais conhecido como Polo JK, em Santa Maria, é tido por moradores e empresários como a “menina dos olhos” da região. Com 25 indústrias de grande porte instaladas no local, como a farmacêutica União Química, refrigerante Cerradinho, a mexicana Bimbo, a multinacional de produtos alimentícios e de bebidas PepsiCo, a fornecedora de ovos Asa Alimentos e a Estação Aduaneira Porto Seco, o Polo JK gera 3 mil empregos e movimenta atividades comerciais com 258 empresas do DF. O impacto econômico para o DF atual é de aproximadamente 2% do PIB e de 20% para Santa Maria.

Concebido em 1994 para fomentar a indústria e impulsionar a economia da capital, o parque industrial enfrenta dificuldades comuns às regiões do DF, como alto índice de violência, ausência de investimentos por parte do governo e dificuldades no transporte público. Os problemas de infraestrutura são considerados preocupantes e enfrentados com recursos dos próprios empresários: algumas empresas asfaltaram a rua, improvisaram galerias para águas pluviais e investiram em geradores para reduzir os danos causados às máquinas por conta dos picos de luz.

Com o pequeno comércio pouco desenvolvido no local, os gestores afirmam ainda que precisaram investir em restaurantes próprios, já que não há opções de almoço para os funcionários, com exceção de alguns quiosques improvisados nas esquinas.

A falta de transporte coletivo também é um problema que dificulta a contratação de funcionários: sem ônibus que leve os trabalhadores das duas regiões do DF mais próximas diretamente ao polo, empresários afirmam que são obrigados a ter frota própria e, em muitos casos, a contratar funcionários de municípios goianos que fazem divisa com o parque, como Valparaíso e Novo Gama.

O presidente da associação das indústrias, Reinaldo Siqueira Campos, diz que os empresários estão sendo “pacientes” com o novo governo, mas que pretende apresentar uma série de reivindicações ao novo governador, Rodrigo Rollemberg, assim que acabar o carnaval. "Isso aqui foi feito para gerar empregos para o DF, mas a gente gera empregos para o Entorno, porque tem mais ônibus vindo de lá. É precário, mas tem.”

Pioneira na implantação da indústria farmacêutica no DF, a União Química se instalou no polo em 2009. A vinda para o DF foi estratégica, segundo o diretor de operações da empresa, André Bocnhia. “Além do Centro-Oeste ser um ponto de fácil distribuição para todo o país, outro ponto favorável é que é uma região com várias universidades e faculdades, o que faz com que tenhamos mão de obra especializada”, afirma. A proximidade com Anápolis, um dos grandes polos industriais farmacêuticos do país, também contou a favor.

Com mil empregados, a produção da indústria gira em torno de 10 milhões de cartuchos por ano. Para produzir essa grande quantidade de comprimidos, sachês, líquidos, pomadas, e cremes, a indústria investiu em maquinário pesado e de tecnologia avançada. As oscilações no fornecimento de energia elétrica no polo, no entanto, já foram responsáveis por danificar diversos equipamentos.

“Houve um tempo em que tivemos que operar 100% com geradores próprios por falta de abastecimento de energia elétrica na empresa”, diz Bochnia. “Hoje temos geradores que suportam a operação independente da energia que vem do polo, mas isso eleva muito o custo industrial da empresa, e energia é uma coisa muito básica. O gerador tem um custo enorme para operar. As empresas têm geradores muito mais por uma situação pontual do que por uma necessidade de ausência de energia.”

Foto: Isabella Formiga/G1

Galpão de 10 mil metros quadrados da atacadista Nova Amazonas, no Pólo JK



O gerente comercial da atacadista Nova Amazonas, Carlos Sena, também já enfrentou problemas por conta da falta de luz. Embora não trabalhe com maquinário pesado, tem um galpão de 10 mil metros quadrados com milhões de produtos que são carregados e descarregados diariamente com empilhadeiras movidas a bateria.

“Investimos em um gerador que mantém parte da iluminação e do sistema que usamos para fazer parte de separação”, diz. Se a bateria das máquinas acabar, no entanto, o serviço do dia é encerrado, atrasando o trabalho de toda uma semana. “Chega-se a esse absurdo, porque você está pagando pela energia elétrica. Esse tempo sem demanda de energia não vai ser descontado da sua fatura de luz”, diz.

“O problema é a qualidade de energia que chega", diz o gerente da União Química. "A energia utilizada não pode ter grandes variações de tensão, porque gera um impacto direto nos equipamentos industriais, que param de produzir por causa dessas variações e chegam a queimar e parar de funcionar, gerando custos adicionais de manutenção."

A atacadista goiana Nova Amazonas chegou ao polo em 2002, quando havia pouca infraestrutura no local. A empresa, que revende produtos de higiene, perfumaria, alimentação e de construção, abastecidos por mais de mil fornecedores, precisou asfaltar a pista em frente ao galpão e criar uma vala que funciona para desviar a água da chuva.

“Quando chove aqui parece um rio”, diz o gestor. “Por conta da grande quantidade de terrenos vazios no polo, desce muita água, pedra e sujeira. Não parece uma rua, parece um rio caudaloso.”

A contratação de funcionários é outro grave problema enfrentado pelos empresários. Com poucos ônibus, que circulam em horários restritos, muitas empresas optaram por comprar frota própria. “Um dos motivos da concepção do Polo JK era gerar emprego não só para Santa Maria, mas para o Entorno do Gama, Santa Maria, Valparaíso, até Luziânia. Mas não dá para contratar ninguém de noite daqui, porque não tem transporte coletivo, e o que tem é precário”, diz Sena.

Para carregar os caminhões para fazer entregas nas primeiras horas da manhã, o gerente precisa contratar 60 trabalhadores para o horário das 18h30 às 4h. Neste período, não há transporte público. Durante o dia, há micro-ônibus que circulam pelo polo, mas, segundo o gerente, os veículos atrasam com frequência e encerram as atividades às 18h.

“No dia, ficamos à mercê da empresa cumprir ou não o horário. Tem que contar com boa vontade do motorista. Se ele for embora pontualmente às 18h, o pessoal fica literalmente a pé. Para vir trabalhar, a mesma coisa.

Expediente começa às 8h, e não é raro para o pessoal chegar tarde”, diz.
Para buscar soluções junto ao governo para os problemas enfrentado no polo, os empresários criaram uma associação. Carlos Sena afirma que o grupo já formalizou reclamação na Secretaria de Mobilidade e chegou a se reunir com antigos operadores que faziam as linhas na região.

“Os supervisores [das empresas de ônibus] nos disseram que no turno da noite havia a orientação de não parar nas paradas nesses pontos da BR por medo de assalto", disse.“Primeiro não tem [ônibus], e se passar não para. Agora tem o receio de ser assaltado”, diz.

Foto: Isabella Formiga/G1

Mato alto em lotes vazios e ruas esburacas no Polo JK

Funcionários que não deixam o polo com transporte próprio da empresa são os mais expostos à violência. “Quem usa bicicleta, moto, ou carro invariavelmente desiste do emprego por problemas de segurança”, diz.

Os que são deixados nos bairros com transporte da empresa, também são vítimas. “Você deixa o funcionário na rua e ele tem que se deslocar um quilômetro para chegar a casa dele, existe probabilidade grande dele ser assaltado. Então as pessoas começam a desistir e não vêm mais trabalhar”, disse.

O gerente de operações da União Química afirma que, no último mês, dois funcionários foram assaltados enquanto esperavam o ônibus. A exemplo do que ocorre em muitas empresas, a companhia utiliza transporte próprio para levar e buscar os funcionários.

Assustados com o crescimento da violência na região, associados listaram as ocorrências de assaltos, furtos e sequestros-relâmpagos de dezembro a janeiro. No fim do ano passado, o corpo de uma professora foi encontrado em um dos lotes vazios do polo. O carro de um vendedor de churrasquinho foi roubado por dois homens armados e vigilantes relataram terem ajudado vítimas de sequestros-relâmpagos que são abandonadas no polo.

A iluminação precária e o mato alto não ajudam a diminuir a sensação de insegurança na região. Para o gerente da atacadista, a falta de estrutura afasta potenciais empresários de se instalarem no local. “Se tiver da forma como está aqui, não será atrativo. Então o empresário vai procurar uma estrutura que tenha asfalto, fornecimento de energia, água, os lotes capinados”, diz.

O GDF afirmou que estuda ampliar o polo industrial e que o Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, determinou que os problemas de infraestrutura sejam sanados imediatamente, mas não informou as medidas que pretende tomar.

Em nota, o governo disse estar trabalhando em conjunto com os empresários para solucionar os problemas "de forma definitiva, evitando medidas paliativas que vinham sendo tomadas e que prejudicaram sobremaneira a atividade no setor." O GDF também afirmou que já pediu reforço da iluminação nos pontos mais críticos e roçagem de mato alto.













http://g1.globo.com/distrito-federal...violencia.html
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  #203  
Old Posted Feb 10, 2015, 6:49 PM
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Considerando o PIB do DF em 2012 de R$ 171.236.000.000,00

2% desse montante é oriundo do Polo JK, ou seja, R$ 3.424.720.000,00. Esse valor corresponde a 20% do PIB de Santa Maria, ou seja, R$ 17.123.600.000,00.

Sei não, muito suspeitos esses dados, hehehe. Será que isso procede mesmo? Se proceder, já é um PIBÃO.
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  #204  
Old Posted Feb 10, 2015, 9:14 PM
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Considerando o PIB do DF em 2012 de R$ 171.236.000.000,00

2% desse montante é oriundo do Polo JK, ou seja, R$ 3.424.720.000,00. Esse valor corresponde a 20% do PIB de Santa Maria, ou seja, R$ 17.123.600.000,00.

Sei não, muito suspeitos esses dados, hehehe. Será que isso procede mesmo? Se proceder, já é um PIBÃO.
PIB atualizado em 2014 foi de 210 bi...
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  #205  
Old Posted Mar 22, 2015, 1:18 AM
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Finalmente a Fábrica II da Coca-Coca está sendo construída pelo Grupo Brasal no Polo JK e vai ser gigantesca... Dizem que vai ser do lado da futura fábrica da PepsiCo....

Fonte: http://www.abrasnet.com.br/clipping....clipping=49869
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  #206  
Old Posted Mar 22, 2015, 10:46 AM
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O polo JK cada vez se tornando mais importante, vavo que vamos
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  #207  
Old Posted Mar 22, 2015, 11:14 AM
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Agora vamos ver se saí do papel, não me estou enganado, o Osório estava com um pé dentro de Luziânia para fazer um DISTRITO INDUSTRIAL só para eles, o local teria TODA produção da COCA-COLA, desde salgadinhos, doces, chás, isotônicos e lógico refrigerante fora fábrica de latinas.

Quando Arruda viu que Brasília iria perder empregos, impostos e tal, decidiu conceder um incentivo fiscal de 2 bilhões para o Osório manter a Coca-Cola aqui no DF. Nossa levou quase 5 anos para eles fazerem isso. E não acredito que essa renùncia trouxe benefício ao DF.
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  #208  
Old Posted Mar 26, 2015, 7:08 PM
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Governo estuda instalar subestação de energia no Polo JK

Em reunião com empresários, governador Rodrigo Rollemberg prometeu investimentos de infraestrutura e transporte no parque industrial de Santa Maria


O governo do Distrito Federal estuda a instalação de uma subestação de energia no Polo de Desenvolvimento Econômico Juscelino Kubistchek, o Polo JK, em Santa Maria. A medida solucionaria um dos problemas de picos de luz que geram transtornos e prejuízos às dezenas de indústrias instaladas no parque industrial.

Nesta quinta-feira (26), cerca de 50 empresários do setor se reuniram no auditório da União Química Farmacêutica onde reivindicaram investimentos em infraestrutura, segurança e transporte na região. O governador Rodrigo Rollemberg prometeu empenho do governo para licitar, o mais rápido possível, a construção de uma subestação de energia que atenda o parque de indústrias. “A solução desse problema é urgente. Temos que garantir um aporte, inclusive, para que novas empresas possam se instalar aqui”, afirmou.

Localizado às margens da BR-040 em uma área de mais de 400 hectares, o parque industrial, criado em 1994, é formado por cerca de 15 indústrias de grande porte. Juntas a outras dezenas de médias e pequenas empresas, geram mais de 8 mil empregos.

No Polo JK, estão instaladas a farmacêutica União Química, a fábrica de refrigerantes Cerradinho, a mexicana Bimbo, a multinacional de produtos alimentícios e de bebidas Pepsico, a fornecedora de ovos Asa Alimentos e a Estação Aduaneira Porto Seco.

Transporte público

Os empresários solicitaram, também, a inclusão de novas linhas de ônibus que atendam o Entorno e Santa Maria. Segundo eles, não há um transporte público direto para o polo, o que aumenta o tempo de deslocamento dos trabalhadores e o gasto de passagem com as viagens. “Ainda hoje teremos uma reunião para discutir a mobilidade urbana, de forma a melhorar o transporte público como um todo”, afirmou o governador.

O presidente da Associação Comercial e Industrial do Polo JK, Siqueira Campos, saiu com uma impressão positiva do encontro. “Estamos com esperança de que esse governo faça diferente. É uma equipe nova e acreditamos que ela não vá fazer o que a anterior fazia”, disse ele, que há alguns anos luta por avanços na região.

Invasões

A presença de invasões na área destinada às empresas foi outro problema apresentado pelo empresariado, e que, segundo Rollemberg, deve ser estudado pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). O governador se comprometeu a convocar uma reunião de trabalho com representantes do Polo JK e órgãos do governo para discutir as melhorias e definir um cronograma para obras na região.

Rollemberg aproveitou a ocasião para comentar o aumento de efetivo policial nas vias públicas do DF desde o início de janeiro. “Nós aumentamos em 986 o número de policiais nas ruas do Distrito Federal. Eram policiais que estavam em serviço administrativo e saíram para desenvolver atividades nas ruas”.

Também participaram da reunião no Polo JK, o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, e o administrador regional de Santa Maria, Nery Moreira da Silva.










http://www.jornaldebrasilia.com.br/n...ia-no-polo-jk/
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  #209  
Old Posted Mar 26, 2015, 7:09 PM
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Já deveria ter uma Subestação ali há anos como um polo industrial funciona nessas condições
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Last edited by MAMUTE; Mar 26, 2015 at 7:39 PM.
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  #210  
Old Posted Mar 26, 2015, 7:17 PM
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Só ali? deveria ter em vários locais, principalmente nas ADEs...
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  #211  
Old Posted Mar 26, 2015, 7:38 PM
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Mas se tratando do principal polo industrial do DF era o minimo ter uma Subestação de Grande porte ali, com uns 5 à 10 Transformadores, O polo de Ceilândia também teria que ser suprido por um Subestação, e quando se criar um polo desse porte já deveria ter a estrutura pronta, inclusive, abastecimento de água, energia, asfalto e ainda uma estação de tratamento de esgoto e dejetos
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  #212  
Old Posted Mar 26, 2015, 10:23 PM
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Mas se tratando do principal polo industrial do DF era o minimo ter uma Subestação de Grande porte ali, com uns 5 à 10 Transformadores, O polo de Ceilândia também teria que ser suprido por um Subestação, e quando se criar um polo desse porte já deveria ter a estrutura pronta, inclusive, abastecimento de água, energia, asfalto e ainda uma estação de tratamento de esgoto e dejetos
Pior, agora terão de fazer do ZERO no futuro distrito industrial perto de Santo Antonio do Descoberto...
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  #213  
Old Posted Mar 28, 2015, 12:38 AM
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Finalmente a Fábrica II da Coca-Coca está sendo construída pelo Grupo Brasal no Polo JK e vai ser gigantesca... Dizem que vai ser do lado da futura fábrica da PepsiCo....

Fonte: http://www.abrasnet.com.br/clipping....clipping=49869
Espero que não seja igual essa fábrica da Pepsico. A previsão para inauguração da Pepsico era para 2009 ou 2010 se não me engano. Até hoje nada de obra.
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  #214  
Old Posted Mar 28, 2015, 8:36 PM
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No atual governo a chance de grandes investimentos PRIVADOS na cidade são REMOTAS. Eu nem vou dar o trabalho para explicar, mas explicando. Um governo que não respeita contratos, uma cidade sem infraestrutura, uma cidade sem mão de obra e uma cidade que não tem grana nem para saúde, educação, segurança e mobilidade, portanto não vai ter grana para fazer renúncia fiscal.
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  #215  
Old Posted Mar 28, 2015, 8:52 PM
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No atual governo a chance de grandes investimentos PRIVADOS na cidade são REMOTAS. Eu nem vou dar o trabalho para explicar, mas explicando. Um governo que não respeita contratos, uma cidade sem infraestrutura, uma cidade sem mão de obra e uma cidade que não tem grana nem para saúde, educação, segurança e mobilidade, portanto não vai ter grana para fazer renúncia fiscal.
Ah vc esta falando do governo Agnelo? Não cara esse já acabou...
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  #216  
Old Posted Mar 28, 2015, 10:58 PM
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Ah vc esta falando do governo Agnelo? Não cara esse já acabou...
De forma alguma Jota, pelo menos o cara viajou para atrair investimentos. Qual empresário que investirá em BRASÍLIA. EnrolaUmBeck vai querer que o povo invista aqui sem apresentar a cidade.

Apresentar a cidade por vídeo-conferência? Piada né. Agnelo pode ter vários pecados, mas em termos de visibilidade, colocou a cidade no foco do MUNDO. E EnrolaUmBeck em uma só canetada fez perder vários anos de convencimento.

O povo imagina que é só pegar o projeto de Brasília, colocar debaixo do suvaco, apresentar aos empresários e assim consegue investimentos? Foi assim com a Formula Indy. Primeiro Agnelo foi lá. Depois eles vieram a Brasília, depois Agnelo viajou novamente para lá para reforçar o convencimento e por fim, os empresários vieram a Brasília, já convencidos e assinaram o contrato.

Agora para atrair INDÚSTRIAS, o convencimento vai muito além de ideologias. Vai ter que BABAR MUITO O OVO dos estrangeiros, VENDER A MÃE e tal. Sem contar que vai ter que disputar o mesmo industrial com quase 6 mil municipios.

E grana para viagens ao exterior estão fora de cogitação. O que pensaria o povo "humilde" que votou em EnrolaUmBeck aquele povo humilde que vive nos lagos Sul e Norte. Pobre não votou em EnrolaUmBeck isso eu posso te garantir.
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  #217  
Old Posted Mar 28, 2015, 11:57 PM
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Mais uma empresa inaugurada no Polo de Desenvolvimento Econômico JK



Governador cita melhorias necessárias para reforçar atividades econômicas do parque industrial


Consolidando a vocação de Brasília de ser um centro gráfico e editorial, o Polo de Desenvolvimento Econômico Juscelino Kubitschek ganhou mais um reforço neste sábado (28). Foi inaugurada a sede da Gráfica Qualidade. Em terreno do Pró-DF, o negócio conta com 4.200 metros quadrados de área construída e 70 funcionários — com chance de ampliação desse número, a partir das demandas recebidas. Localizado às margens da BR-040, o Polo JK foi criado em 1994 e é formado por diversas empresas, que geram mais de 8 mil empregos.

Presente no evento, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, ressaltou que a inauguração consolida, cada vez mais, o Polo JK. Nesta semana, ele esteve reunido com empresários do local e discutiu investimentos para o parque.

"Nós temos que melhorar a infraestrutura dessa área em função da importância das empresas que estão instaladas aqui e que pretendem se instalar", disse. A estrutura energética, a segurança e as condições de acesso do transporte coletivo foram medidas apontadas pelo governador para fortalecer o Polo JK como uma grande área de expansão das atividades econômicas.

Também estiveram presentes a mulher do governador, Márcia Rollemberg; o presidente da Associação Comercial e Industrial do Polo JK, Siqueira Campos; o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF), Jamal Jorge Bittar; e o administrador regional de Santa Maria, Nery Moreira da Silva.








http://www.df.gov.br/conteudo-agenci...o-polo-jk.html
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  #218  
Old Posted Mar 29, 2015, 12:40 AM
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Naturalmente as gráficas irão sair do SIG, até mesmo porque a falta de estacionamento já prejudica a região sem contar que temos poucas fabricas de grande porte.
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  #219  
Old Posted Mar 31, 2015, 2:09 AM
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Governo busca parcerias para implementar parque tecnológico



Rollemberg convidou a Embrapa para ser âncora na criação do complexo


A implementação do parque tecnológico foi tema de reunião hoje no Palácio do Buriti entre o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Antônio Lopes, e secretários de Estado. Rollemberg convidou a Embrapa para ser a empresa âncora na criação do complexo tecnológico. "A ideia é abrir um novo tempo no modelo de desenvolvimento do DF", disse o chefe do Executivo. Um grupo de trabalho será criado para definir o modelo do parque e como ele será gerido. A partir de agora, o governo quer intensificar as conversas com o setor produtivo e com entidades científicas e tecnológicas.

O convite foi feito depois de estudo por parte da equipe do governo sobre os modelos de parques adotados no mundo e dos entraves locais que impediram a implementação do complexo no DF.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Salles, a reunião foi decisiva. "Essa parceria é muito importante porque a Embrapa, além de ser referência, tem infraestrutura pronta, com laboratórios, cientistas e todo o conhecimento de que precisamos para começar."

"A nossa proposta é que se pense em um grande modelo de pesquisa e de inovação. Temos densidade científica e tecnológica significativa e podemos aproveitar o que já existe no DF", disse o presidente da Embrapa. Lopes sugeriu focar o parque em estudos dos trópicos no que diz respeito à medicina, à tecnologia da informação e à agricultura.














http://www.df.gov.br/conteudo-agenci...C3%B3gico.html
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  #220  
Old Posted Mar 31, 2015, 11:13 PM
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Eu pago para ver. Vai ter que gastar alguns milhões que NÃO tem para fazer uma volta ao mundo para CONVENCER os empresário que aqui no DF é um porto seguro. Mas com esse governo ai descumprindo contratos, vai ter que babar muito o ovo ou puxar muito saco para atrair uma fábrica de óleo de péroba. Pois ninguem mais virá aqui. Primeiro...

Se for conceder incentivos fiscais vai ter que ter APOIO do Confaz... E aí já começa perdendo, pois Rio, Minas e São Paulo tem poder de veto.

Esse é apenas um entrave, e nem vou mencionar o restante das coisas. Pois se EnrolaUmBeck pisar fora de Brasília num voo internacional, o povo já vai meter o pau nele. E nem adianta mandar emissários, pois quem assina a papelada é o governador e não pau mandado.
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