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  #321  
Old Posted May 12, 2017, 1:50 PM
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Estou sentindo no ar que.... O EnrolaUmBeck arrancou os incentivos fiscais e a empresa desistiu de produzir por aqui oras bolas.
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  #322  
Old Posted May 15, 2017, 7:06 PM
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GDF construirá subestação de energia elétrica no Polo JK


Iniciativa faz parte de um conjunto de ações que têm a finalidade de retomar o desenvolvimento econômico do DF.

Foto: DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES


Com o objetivo de promover a retomada do desenvolvimento econômico do Distrito Federal, o Executivo local concretizou mais uma iniciativa para estimular o setor produtivo da capital do País.

O governo de Brasília construirá uma subestação de energia elétrica e a rede de drenagem de águas pluviais no Polo JK, em Santa Maria. Os editais para a licitação das obras foram assinados na manhã desta segunda-feira (15/5) pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Serão investidos R$ 46 milhões na rede de drenagem e R$ 14 milhões na subestação, provenientes de uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A expectativa é que o resultado da licitação saia em até 90 dias.

As obras integram o Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, o Pro-Cidades, que conta atualmente com o montante de US$ 71.430 e ainda prevê benfeitorias nas Áreas de Desenvolvimento Econômico do Gama e de Ceilândia.

“Serão investidos R$ 184 milhões aqui e em outras áreas de desenvolvimento econômico para proporcionar infraestrutura adequada para o setor produtivo”, disse Rollemberg.

Problemas antigos

As intervenções no Polo JK colocarão fim a problemas antigos apontados por empresários, como queda de energia, queima de equipamentos e alagamentos.

Segundo o diretor de Expansão e Logística do Fujioka, Katsume Fujioka, a rede elétrica disponível hoje é insuficiente. Para permanecer na área, foi preciso investir em um gerador no galpão da empresa. “Com certeza esses investimentos vão nos trazer até mais economia.”

O governador explicou na manhã de hoje que os investimentos que visam à retomada do desenvolvimento econômico, com a criação de emprego e renda, são prioridade nesta segunda fase da sua gestão.

Ele citou a recente regularização da Lei dos Puxadinhos da Asa Norte, a assinatura do decreto que autoriza a venda direta de terrenos em condomínios e as obras de infraestrutura do Sol Nascente, em Ceilândia, e de Vicente Pires.

Além disso, Rollemberg quer tornar os processos de concessão de habite-se, de liberação de construção e de licenciamento ambiental ainda mais ágeis.










http://www.metropoles.com/distrito-f...ica-no-polo-jk
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  #323  
Old Posted May 15, 2017, 7:56 PM
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Lá precisa é de tudo, obras de pavimentação, de saneamento, de policiamento de tudo. A energia é apenas um dos problemas.
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  #324  
Old Posted May 23, 2017, 11:30 AM
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Governo faz lançamento do FIDE para reverter a fuga de empresas bem como de atrair novas empresas para Brasília. Iniciativa tardia. E as empresas que vierem se instalar no Aeroporto não tem nenhuma relação com a FIDE do GDF. E sim pelo empenho da Inframerica.
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  #325  
Old Posted May 24, 2017, 7:49 PM
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GDF enviará ao Legislativo proposta para reduzir imposto da indústria


Caso a redução seja aprovada, cai a diferença entre a alíquota interna e a interestadual do ICMS para os donos de pequenos negócios


O governo do Distrito Federal vai enviar à Câmara Legislativa proposta de redução de 5% no diferencial de alíquota sobre insumos para produção industrial de empresas que usam o Simples Nacional. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24/5) pelo chefe do Executivo local, Rodrigo Rollemberg, na apresentação da 15ª Agenda Legislativa da Indústria do Distrito Federal.

De acordo com o governador, o projeto acompanhará outros que vão impactar as atividades do setor produtivo. “Na próxima semana, enviaremos ao Legislativo a redução do diferencial de alíquota, o novo Código de Obras e a lei que redefine a compensação urbanística”, enumerou Rollemberg.

Caso a redução seja aprovada pelo parlamento local, cai a diferença entre a alíquota interna e a interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os donos de pequenos negócios. A medida pretende estimular a atividade industrial no DF.
O presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Jamal Bittar, destacou o significado de qualquer redução de taxa ou de imposto em tempo de crise no País. “Em tempos de vacas gordas, 5% não é uma diferença significativa. Agora, porém, com uma crise nacional, disputa-se o mercado a 1%, a 2%. É uma ajuda inestimável”, classificou.

Anfitrião do evento, Bittar entregou dois documentos a Rollemberg e ao presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT): a 15ª edição da Agenda Legislativa da Indústria do Distrito Federal e a Proposta para o Desenvolvimento Industrial do DF.

A Agenda Legislativa elaborada pela Fibra elenca os 36 projetos de lei que tramitam no âmbito distrital considerados prioritários e de interesse do setor. Eles foram divididos em cinco temas: Assuntos econômicos, Política tributária e fiscal, Política urbana e meio ambiente, Assuntos de relação do trabalho e Administração pública.

Bittar também entregou a Proposta para o Desenvolvimento Industrial do DF, documento que elenca oito desafios e 20 ações a serem tomadas em conjunto pelo poder público e pela iniciativa privada.

Nele, a Fibra pede que sejam priorizadas atividades de bases tecnológicas e sustentáveis, visando a absorção do capital intelectual disponível e a redução de impactos ambientais.

Uma das sugestões é a implementação do Biotic – Parque Tecnológico, proposta de parceria entre público e privado. O objetivo do projeto é criar um polo de cerca de 1,2 mil empresas dos ramos de tecnologia da informação e comunicação e da biotecnologia no DF. A licitação está em andamento.










http://www.metropoles.com/distrito-f...o-da-industria
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  #326  
Old Posted May 25, 2017, 8:38 AM
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AhAhAh. Esqueça o Legislativo Papudo. Se eles votarem algo, será seu Impeachment.
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  #327  
Old Posted Jun 12, 2017, 7:06 PM
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Mais uma industria que deixou de se instalar em Brasília. Que beleza de governo. E depois culpam o Agnulo...

http://geconsul.com.br/index.php?ir=...48#prettyPhoto
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  #328  
Old Posted Jul 14, 2017, 8:44 PM
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ICMS menor devolve a competitividade ao Distrito Federal



Equiparação de incentivos fiscais na Região Centro-Oeste restitui o otimismo em diversos setores da capital federal, como comércio, indústria e serviços. A projeção é atrair empresas que deixaram a região e voltar a gerar emprego


A equiparação do incentivo do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na Região Centro-Oeste, aprovada na noite de quarta-feira no Senado, torna o Distrito Federal mais competitivo. O principal fator, segundo técnicos do GDF, representantes de entidades de diversos setores e especialistas ouvidos pelo Correio, é a adoção da mesma política fiscal praticada em Goiás. O estado vizinho era, até então, mais atraente do que a capital do país por causa da carga tributária mais baixa. Desde 2012, quando a Justiça e o Ministério Público locais contestaram as deduções fiscais, pelo menos 600 empresas deixaram o DF e 10 mil postos de trabalho acabaram extintos, segundo projeção do Sindicato do Comércio Atacadista (Sindiatacadista).

Diante do novo cenário, o plano da equipe econômica do Palácio do Buriti é atrair o investimento empresarial de modo que aumente a arrecadação de impostos, reaqueça a economia local e gere empregos. Todas as mudanças, no entanto, dependem da sanção presidencial ao texto aprovado no Senado. O Executivo local estima que, após a assinatura de Michel Temer, a regulamentação pode ocorrer ainda neste semestre.


Para Roberto Gomide, presidente do Sindiatacadista, com a equiparação, a cidade terá recuperado a competitividade fiscal em cinco anos. Um dos aliados na arrancada é a posição geográfica estratégica do Distrito Federal. “Temos de convencer as empresas a se estabelecerem ou a voltarem, mostrando as vantagens de atuar aqui. Se a lei for sancionada e regulamentada, como esperamos, vamos ter resultados em 2018”, avalia.

Sem a nova legislação, a discrepância na cobrança do ICMS para o mesmo setor é de 12%, em Goiás, enquanto aqui, chega a 18%. “O ICMS é um imposto de ponto, ou seja, quando se vende, cobra e, quando de compra, paga. Vamos oferecer melhores condições de negócios e alavancar vendas para aumentar a arrecadação e gerar empregos”, reforça o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável do DF, Valdir Oliveira.

O presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge Bittar, acredita que, agora, a capital terá alternativas para traçar uma política de desenvolvimento econômico mais agressiva, apesar de isso levar tempo. “As empresas demoram a viabilizar investimentos. Sobretudo no caso da indústria, que tem investimentos mais pesados, precisa-se de segurança jurídica”, pondera.

Sem fazer projeções, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, aposta na diminuição dos conflitos de interesse. “Vai ser bom, principalmente para empresas de atacado e de produção, que passarão a competir no mesmo nível tributário. Assim, poderão disputar com os varejistas locais nas mesmas condições de competitividade com os de outras unidades da Federação”, analisa.

Vantagem


Mesmo com as comemorações dos setores atacadista, industrial e até mesmo do governo, há quem defenda que os impactos serão pequenos. O economista Roberto de Góes, da Universidade de Brasília (UnB), sentencia: o DF não é um campo propício para investimento industrial. “Imposto importa, mas há outros fatores. Por exemplo, é mais barato comprar um terreno para fazer um galpão em Goiás do que aqui”, explica. O sinal verde, segundo Roberto, é para o setor de serviços, principalmente, para aqueles com alta renda.

O especialista acredita que essa é uma das formas de o governo tirar ainda mais proveito da cobrança de impostos equiparada. “O país inteiro está quebrado, a atual situação fiscal é muito complicada.” Seguindo na linha do economista, de olho no fortalecimento da economia local e no aumento da arrecadação, o governador Rodrigo Rollemberg partiu para o corpo a corpo no plenário do Senado e angariou votos. “Muitas empresas saíram do DF e muitas estão ameaçando sair por não terem impostos menores como em Goiás. É uma vitória histórica”, comemora o chefe do Buriti.

A equipe econômica goiana crê que ainda é cedo para destacar qualquer abalo. Segundo o supervisor de Orientação Tributária da Secretaria de Fazenda de Goiás, Emerson Rosa, há necessidade de tempo para perceber a movimentação do empresariado. “O dinheiro aqui é melhor distribuído, e isso é uma vantagem. Precisamos observar se os investidores vão querer migrar para a capital do país. Agora, é aguardar”, diz.






http://www.correiobraziliense.com.br...-federal.shtml
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  #329  
Old Posted Jul 14, 2017, 9:05 PM
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Não adianta o povo não vai voltar sabe porque. Nos outros estados eles tem SEGURANÇA JURIDICA. Agora no DF isso não existe.
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  #330  
Old Posted Aug 10, 2017, 1:41 AM
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Lei aprovada pelo governo federal atrai indústrias



O presidente Michel Temer sancionou ontem a lei que convalida isenções fiscais. O governo de Brasília comemorou a decisão, cuja consequência será o favorecimento do setor produtivo do Distrito Federal em relação aos demais Estados concorrentes.

A lei de convalidação foi pauta de reunião entre o presidente e o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) na semana passada. O tema é considerado polêmico pois pode significar a redução na arrecadação de outros Estados.

Na prática, a lei permite que o Distrito Federal aplique a mesma alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) usada em Estados vizinhos para atrair empresas localizadas no Centro-Oeste. O mercado aquece pois investidores procuram o Estado que exige a menor taxa de impostos.

Números

Neste sentido, Goiás é o maior concorrente do Distrito Federal. De acordo com informações do governo de Brasília, o Estado aplica uma alíquota do ICMS de 9% para produtos nacionais e 1% para importados. Já no DF, a taxa é de 12% e 4%, respectivamente.

O Sindicato do Comércio Atacadista do DF estima que a capital perdeu cerca de 600 empresas ao longo dos últimos nove anos por apresentar alíquota superior. Segundo a entidade, o número corresponde a 10 mil postos de trabalho a menos aos brasilienses.






http://www.destakjornal.com.br/notic...strias-344009/
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  #331  
Old Posted Aug 10, 2017, 9:35 AM
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Me desculpe, o GDF com seu canto da sereia dessa vez não vai conseguir trazer de volta nenhuma empresa, pior, as que estão aqui, muito em breve, irão pular para Goiás.
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  #332  
Old Posted Aug 15, 2017, 9:39 AM
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Filial de Brasília da Copacol celebra 30 anos de conquistas

FUNDADA NO DIA 13 DE AGOSTO DE 1987, A FILIAL DE BRASÍLIA ESTÁ ENTRE AS PRIMEIRAS UNIDADES DE VENDAS DA COPACOL

Atendendo toda região da capital do Brasil e mais de 1,6 mil supermercadistas, o setor conta hoje com aproximadamente 110 colaboradores que ao longo dos 30 anos de existência, vem contribuindo com as conquistas da Cooperativa. E por isso a equipe de Brasília celebrou na tarde de hoje, dia 14, mais um ano de conquistas e desafios junto com a Copacol.

Muito mais que assoprar mais uma vela a cada ano que passa, a Filial coleciona ao longo do tempo de sua existência, histórias de colaboradores que junto com a unidade evoluem diariamente. Grande exemplo é o atual gerente da unidade de vendas, Oilson Dal Pra, que chegou em Brasília no ano de 1990.

“Eu entrei na Copacol no mesmo ano em que a Filial foi criada em Brasília. Naquele mesmo ano eu atuava na sede da Copacol em Cafelândia no setor de T.I. (Tecnologia da Informação). Em 1990, fui convocado para contribuir com a implantação do sistema em Brasília. Cheguei na Filial com um computador dentro de um UNO e permaneci na Unidade por um mês, auxiliando nas questões de implantação tecnológicas”, relata Oilson.

Com o passar do tempo, Oilson percebeu que a Filial seria uma ótima oportunidade para crescer e por isso decidiu tentar um desafio em Brasília, como supervisor de escritório, atuando no entreposto do T.I.

“Em 96, após a experiência com o setor administrativo, passei pelo departamento de vendas onde permaneci por um ano. Com comprometimento e dedicação consegui alcançar meu objetivo que foi me tornar gerente da Filial de Vendas de Curitiba, unidade esta que contribui com a implantação”, conta.

Tanto as vendas, como a contratação de pessoas e a estrutura da Filial de Brasília vem demonstrando que os motivos para celebrar são muitos e o gerente recorda a evolução da Unidade. “Lembro me que naquela época a Filial estava localizada em um terreno de mil metros e tinha apenas duas câmeras frias. Com o passar do tempo fomos evoluindo e evidenciando cada vez mais nossa marca. Hoje, duplicamos nosso espaço e contamos com 6 câmeras frias com capacidade de armazenagem de 800 toneladas de carne. As vendas também alavancaram de 150 toneladas para 2.5 mil toneladas por mês”, conclui o gerente.

Para o presidente da Copacol Valter Pitol, ao longo destes anos a Filial vem colaborando para fortalecer a marca na região de Brasília, com a venda dos produtos da Cooperativa, principalmente frango e peixe. “Parabenizamos todos os colaboradores pela dedicação e comprometimento, mantendo com o seu trabalho todo o desenvolvimento da nossa unidade de vendas na capital federal”, ressalta Pitol


Fonte: http://onovooeste.com.br/blog/agrone...de-conquistas/
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  #333  
Old Posted Aug 15, 2017, 9:39 AM
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Empresas como essa, deveriam receber uma homenagem do governo local. Mas.... melhor deixar quieto...
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  #334  
Old Posted Aug 21, 2017, 8:14 PM
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Viram a nova... Goiás com medo de perder empresas para o DF, pois com a sanção presidencial, aonde o DF poderá co-validar incentivos fiscais. O DF ficaria mais, atraente do que Goiás.

Rapidamente Perillo veio negociar um Mercado Comum entre o DF e a RIDE é mole... O povo tem que entender, quem tem alta renda per capital são apenas empresários e 1% dos altos funcionários públicos.

O resto, a renda é baixissima, mais baixa do que do próprio Goiás...

Pior, que mentem que por co-validar os incentivos, o DF iria prejudicar a região do entorno. Piada né.

Aqui está o link da matéria.

Fonte: http://www.opopular.com.br/editorias...m-df-1.1327935
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  #335  
Old Posted Oct 2, 2017, 12:30 PM
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Empresários de Brasília estão confiantes para expandir os negócios


Café do Sítio e Selfstok são algumas das empresas do Distrito Federal que estão realizando novos investimentos



Tudo depende da perspectiva. Ao mesmo tempo em que existem muitos desafios para a economia, tanto no cenário local quanto nacional, também há vários sinais positivos, como o aumento na oferta de vagas de emprego e a queda nas taxas de juros. No Distrito Federal, alguns empresários têm ganhado confiança para expandir as operações.

O diretor de marketing e vendas do Café do Sítio, Ricardo Barbosa, conta que a demanda pelo produto aumentou e, por isso, a fábrica está passando por uma reforma para otimizar a capacidade de produção. “Desde o início do ano, nós já investimos R$ 2 milhões nesse processo e devemos gastar mais R$ 2 milhões até dezembro de 2017, que é a data prevista para a conclusão da reforma”, destaca.

Os valores estão sendo utilizados para automatizar algumas atividades, aumentar a quantidade de equipamentos de estocagem e de transportadores de café, entre outras ações. “O investimento melhora o bem-estar dos nossos funcionários, aumenta a qualidade do produto, diminui as perdas no processo produtivo e reduz os custos com manutenção”, avalia Ricardo, que faz parte da família que comprou o Café do Sítio em 1967 e tornou a empresa uma das marcas mais conhecidas e tradicionais do DF.

Atualmente, eles comercializam cerca de 600 toneladas de café por mês. “Até o final do ano, temos a expectativa de crescimento de 15% nas vendas. Pretendemos intensificar a nossa presença principalmente nos mercados atacadistas, que são fornecedores para muitos comércios de varejo”, revela Ricardo. E a perspectiva é positiva: este mês, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) elevou a previsão de vendas no comércio varejista. Antes, o aumento esperado para 2017 era de 1,8% e agora é de 2,2%.

Novos negócios também estão confiantes

E não são apenas empresas com décadas de história que estão ampliando as operações. Criada em 2016, a Selfstok faz parte do fenômeno de self storage, que é um aluguel de pequenos espaços, voltado para armazenagem de objetos (por exemplo, móveis que não estão sendo usados em casa ou pilhas de arquivos de um escritório). Esse tipo de “guarda-volumes melhorado” tem crescido em todo mundo e o DF não está de fora.

Apesar de recente, a Selfstok já passou por uma ampliação este ano. “Nós tivemos um aumento da demanda por boxes pequenos e resolvemos aumentar a quantidade deles, para atender melhor os nossos clientes”, ressalta o sócio Diogo Silveira. Para realizar os objetivos, foi necessário empregar R$ 1,5 milhão. O espaço, localizado na Cidade do Automóvel, agora conta com 414 boxes (antes eram 152 unidades), que vão de 2,25 m³ (equivalente a um armário, bom para guardar caixas, malas e pequenos objetos) a 40,5 m³ (ideal para empresas que precisam de um espaço extra para armazenar produtos e mercadorias).

Com visão de longo prazo, Diogo e o sócio, Bruno Lobo, conduzem a empresa sem afobação. “Encaramos esse investimento como parte de um plano de negócios para a unidade inteira. O tempo estimado de retorno para a unidade inteira é de 8 anos”, explica Diogo. No curto prazo, a dupla espera um crescimento de 20% do faturamento até o final de 2017.



http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...r-os-negocios/
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  #336  
Old Posted Oct 2, 2017, 2:34 PM
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Olha expandir negócios numa cidade que não tem nem legislação direito. Fizeram ADEs que viraram puxadinhos de bairros. E aí a empresa trabalhar fazendo barulho ou tendo uma certa poluição, não pode, pois mora gente no lugar.

E pior, corre risco dos invasores, agora moradores expulsar a industria, pois polui e faz barulho é mole.
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  #337  
Old Posted Oct 8, 2017, 9:37 AM
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Fomento à indústria de jogos

No início, era uma casa onde eles trabalhavam juntos. Alguns até dormiam lá. A Behold estúdios, junto a outros estúdios de jogos, estava num espaço conhecido como Indie House e, conforme o passar do tempo, a ideia de expansão foi amadurecida e, enfim, formalizada. Desta forma, foi fundada em agosto na cidade de Brasília (DF) a Indie Warehouse, um espaço comprometido com o fortalecimento da cena local de desenvolvedores de jogos. Funcionando em um galpão de 1.000 m2, o coworking de nicho é fruto da idealização dos sócios Marcos Gonçalves e Saulo Camarotti, que sonhavam em ter um espaço colaborativo para fomentar a indústria de jogos e para que vários outros estúdios trabalhassem juntos com equipamentos e instalações que pudessem atender a esta demanda específica. Segundo Gonçalves, a maior parte do público frequentador são jovens de até 30 anos e são desenvolvedores de jogos (game dev) com um estúdio formado ou em fase inicial. “Uma das razões para escolher a cidade de Brasília foi a saturação dos eventos da comunidade game dev em São Paulo, que concentra cerca de 30% das empresas de jogos no Brasil. Outro fator é o nível de projeção dos estúdios brasilienses que já alcançam os mercados internacionais”, acrescenta.

Com um investimento que ultrapassa a margem de R$ 300 mil, Gonçalves alerta para o desafio de equilibrar os altos custos operacionais envolvidos no negócio e a adequação de preços ao público, onde muitas vezes cobrar mais caro pode fazer com que o cliente prefira ter um espaço só dele e por outro lado, se baratear demais, as contas podem não fechar ao final do mês. “Achar o ponto de equilíbrio é o mais difícil. Pretendemos nos tornar uma zona de convergência da comunidade game dev regional, trazendo muitos eventos como workshops, palestras e cursos. Atualmente, temos seis empresas alocadas em nosso coworking e esperamos ter 12 até o final deste ano, dobrando essa margem em 2018. Como base de cálculo, temos que faturar R$ 350 mil no ano apenas para chegarmos a um break-even, mas nosso objetivo para o primeiro ano de atividade está estimado em R$ 450 mil, considerando uma margem satisfatória de lucro”, completa.

Fonte: https://brasilamericaeconomia.com.br...o-compartilhar
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  #338  
Old Posted Nov 8, 2017, 12:02 AM
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Interessante o GDF...

Não tem grana para nada mas....

Tem 5 bilhões para os empresários.... E mente, falando que uma fábrica de helicópteros chinesa e de drones americanas querem se instalar aqui. Querer nem sempre é poder.

Pois já vimos várias especulações na última década e não se traduziram em investimentos de fato.

Agora com Goiás inventando aumentar impostos, prevejo uma fuga em massa de empresas para Brasília, só porque o imposto é mais barato, apenas por isso. Até o famoso restaurante CocoBambu estudava expandir por Goiás, mas depois do aumento, corre risco de sair do estado...

Após cogitar expansão, Coco Bambu avalia deixar Goiás

Fonte: https://www.opopular.com.br/editoria...%A1s-1.1387987
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  #339  
Old Posted Nov 8, 2017, 11:11 AM
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Nossa com essa lei, será que aqueles famosos restaurantes que mal inauguraram em Goiânia e prometida filial do Hard Rock Café no shopping Flamboyant vai sair do papel?
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  #340  
Old Posted Nov 8, 2017, 3:49 PM
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Empresa de produtos farmacêuticos investe R$ 100 milhões em produção no DF

Inauguração de fábrica foi feita na manhã desta quarta-feira (8/11) com presença do ministro da Saúde, Ricardo Barros.


A fábrica Bthek tem capacidade para produzir até 8 milhões de ampolas ao ano. Produtos devem entrar no mercado no segundo semestre de 2018.

Apesar das incertezas políticas, alguns investimentos começam a sair do papel. No Distrito Federal, por exemplo, serão aplicados mais de R$ 100 milhões na expansão da empresa de farmacêuticos União Química, para a produção de medicamentos ausentes no mercado nacional. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participou da cerimônia de abertura.

A Bthek Biotecnologia será uma fábrica dedicada ao desenvolvimento e produção de biofármacos, como medicamentos para tratamento das hepatites B e C, além de alguns tipos de leucemia. Ela fica localizada no Polo de Desenvolvimento JK, em Santa Maria. Segundo o presidente da União Química, Fernando de Castro Marques, a intenção é levar os produtos para o setor público e privado, além de exportá-los. Com a expansão da fábrica, foram contratados mais de 50 funcionários, sendo que 40 têm nível superior.

“Acho que foi um passo muito importante nosso. Quando tomamos a decisão de construir uma unidade farmacêutica aqui em Brasília há 15 anos atrás, foi uma coisa que deu muito certo. Aqui em Brasília nós temos uma abundância de pessoas qualificadas que saem da universidade e têm local de trabalho aqui atendendo a nossa demanda", declarou Marques

Segundo o Ministério da Saúde, a fábrica será uma opção de fornecedor nacional de medicamentos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). O chefe da pasta declarou que os medicamentos que antes eram importados no comércio internacional poderão ser produzidos no país, dando acessibilidade ao consumidor. “A produção nacional nos viabiliza menor custo, geração de emprego e oportunidades, geração de riqueza no país, mas, especialmente, mais acesso à população”, apontou Barros.

A expectativa é de que os produtos possam ser vendidos no mercado brasileiro e internacional no segundo semestre de 2018. A fábrica tem capacidade para produzir até 8 milhões de ampolas ao ano.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br...camentos.shtml
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